31 de agosto de 2009

Minha Casa, Minha Vida

As maiores carências das cidades são transporte publico e saneamento básico, em segundo plano, infraestrutura urbana, para que as cidades possam crescer de uma forma ordenada e planejada.

Leia na integra o post do Reinaldo Azevedo

O texto alerta sobre o perigo que pode representar o modelo escolhido pelo projeto Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal. A volta dos condomínios modelo BNH, não parece ser a melhor solução para promover cidades com melhor qualidade de vida.

30 de agosto de 2009

Cultura popular

A preservação das mais importantes manifestações da nossa cultura popular permite que possamos transferir intactos para as futuras gerações, os valores que fazem deste pais um exemplo para o mundo.

Por outro lado a perda destes valores e a sua descaracterização, levam a perda destes referenciais culturais y a aceitação de outros, que se convertem em caricatura da cultura popular das suas tradições.

29 de agosto de 2009

Democracia

Há uma irreversível tendência por mais liberdade que democracia. Mas isso pode reverter.

Dan Quayle

27 de agosto de 2009

Provocação


Provocar pessoas inteligentes pode ser muito perigoso!




Certa vez ( fato verídico ) Einstein recebeu uma carta da miss New Orleans onde dizia a ele :

" Prof. Einstein, gostaria de ter um filho com o senhor. A minha justificativa se baseia no fato de que eu, como modelo de beleza, teria um filho com o senhor e, certamente, o garoto teria a minha beleza e a sua inteligência".

Einstein respondeu:

" Querida miss New Orleans, o meu receio é que o nosso filho tenha a sua inteligência e a minha beleza.


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Quando Churchill fez 80 anos um repórter de menos de 30 foi fotografá-lo e disse:

- Sir Winston, espero fotografá-lo novamente nos seus 90 anos .
Resposta de Churchill:

- Por que não ? Você me parece bastante saudável .


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Telegramas trocados entre o dramaturgo Bernard Shaw e Churchill, seu desafeto. Convite de Bernard Shaw para Churchill:

"Tenho o prazer e a honra de convidar digno primeiro-ministro para primeira apresentação minha peça Pigmaleão. Venha e traga um amigo, se tiver."

Bernard Shaw.

Resposta de Churchill:

"Agradeço ilustre escritor honroso convite. Infelizmente não poderei comparecer primeira apresentação. Irei à segunda, se houver."

Winston Churchill.


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O General Montgomery estava sendo homenageado, pois venceu Von Rommel na batalha da África, na IIª Guerra Mundial. Discurso do General Montgomery:

' Não f umo , não bebo, não prevarico e sou herói '.

Churchill ouviu o discurso e com ciúme , retrucou:

' Eu fumo , bebo, prevarico e sou chefe dele.'


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Bate-boca no Parlamento inglês . Aconteceu num dos discursos de Churchill em que estava uma deputada oposicionista, Lady Astor, do tipo Heloisa Helena do PSOL, que pediu um aparte . Todos sabiam que Churchill não gostava que interrompessem os seus discursos . Mas , concedeu a palavra à deputada . E ela disse em alto e bom tom :

- Sr. Ministro , se V. Excia. fosse o meu marido, eu colocava veneno em seu chá !

Churchill, lentamente , tirou os óculos , seu olhar astuto percorreu toda a platéia e, naquele silêncio em que todos aguardavam, lascou:

- Nancy, se eu fosse o seu marido, eu tomaria esse chá !

Nosso maior patrimonio

O texto do arquiteto Luis Eduardo S. Thiago, publicado no Jornal A Noticia, alerta para a importancia de conhecer e proteger o nosso maior patrimonio.


Por alguns segundos, parado no semáforo do cruzamento da Beira-rio com a Max Colin, me deparei com uma vista de dar inveja a muitas cidades do mundo! O que se vê é de uma beleza “urbana” invejável, com um maciço verde preservado da ocupação imobiliária, protegido, por enquanto, pelas leis municipais, dentre elas, a lei da cota 40.

Fiquei imensamente orgulhoso de ser joinvilense e poder vislumbrar as belezas das nossas matas, nosso maior patrimônio, o nosso verde. Poder admirá-lo da janela do meu carro, não precisando me deslocar quilômetros, é um privilégio. Naquele momento, surgiu-me esta indagação: o povo joinvilense tem verdadeira noção do que isto representa para nossa cidade? Nunca é demais dizer que Joinville é uma cidade carente de apelos turísticos naturais. Não temos praias como Florianópolis ou o Rio de Janeiro, no entanto, temos morros ainda preservados da ocupação desordenada ou mesmo da ocupação ordenada!

Temos que capitalizar este patrimônio preservado, sem retrocedermos com o relaxamento na legislação vigente. E digo mais: temos que voltar nossa atenção não apenas aos espaços construídos. Torna-se urgente que repensemos os espaços vazios.

Se for permitido mudar o gabarito atual, que estabelece a construção de edifícios com altura máxima de quatro pavimentos na encosta do morro do Boa Vista, certamente a bela paisagem que me encantou naquela esquina será substituída por uma imensa parede de concreto, abrigando salas comerciais e outdoors ao lado de confortáveis apartamentos com suas sacadas ornadas de plantas, como se fosse uma última evocação ao verde que nos é tão caro. Uma paisagem igual às tantas cidades que conhecemos no Brasil e no exterior.

É urgente pensar em nossas matas, nos nossos morros e no nosso verde. Afinal, ainda pretendo admirar essas belezas da minha janela.

O link com o texto se encontra aqui

Ficus estoura calçadas...?


As calçadas só estouram quando são de ma qualidade, ou não é feita a manutençào necessaria. Mesmo com uma calçada de petit paveé em volta, as raizes ficam limitadas ao formato do canteiro, contidas pelo meio fio de concreto. A pessima qualidade das nossas calçadas e a falta de meio fio, podem ser os motivos pelos quais aqui se consolidou a afirmação que os ficus estouram calçadas.
A fotografia é do Rio de Janeiro, aonde ficus e outras arvores de porte, são utilizadas na arborizaçào urbana.

25 de agosto de 2009

FIESC

Os acontecimentos na poderosa Federação das Indústrias de Santa Catarina, mostram que quando os empresários se propõem a fazer, são capazes de fazer bem melhor e com mais competência que os políticos.

Quer saber mais? clique no link

1,2,3,4 (*)


1,2,3,4

Tomei conhecimento que estudos científicos conseguiram provar, sem sombra de duvida, que os cachorros sabem contar até 5 e que chegam a entender 150 palavras. Na verdade a forma como a guapeca aqui de casa desaparece quando apronta alguma, já tinha me convencido faz tempo que entende mais de 150 e que sabe perfeitamente quando falamos dela e sabe quando é a hora de ficar quieta, de fazer de conta que não é com ela e de desaparecer se for o caso.

Pode parecer que contar até 5 seja pouco e que 150 palavras não componham um vocabulário muito extenso, muita gente que conheço, não maneja um vocabulário de mais de 300, incluindo onomatopéias. Pelo que considero que os números divulgados para os cachorros são extraordinários e nós devem fazer pensar.

Todo o dia por força do meu roteiro para o trabalho, tenho que passar pela mesma rua. Tem quatro sinaleiros e preciso me deter sempre em cada um deles. Os técnicos que deveriam fazer desta uma cidade melhor, não conseguem programar quatro sinaleiros de forma que funcionem sequencialmente. E que só seja preciso se deter num deles, naquilo que em alguns paises e cidades tem se dados em chamar “onda verde” e que aqui é uma peça de ficção. Tão real como um unicórnio ou um político honesto.

Descubro que o gorila Koko, é famoso por utilizar a linguagem dos sinais, consegue se expressar com um vocabulário rico e formular frases inteiras. Pergunto-me, se cachorros contam até 5 e gorilas conseguem se comunicar com frases completas, porque é tão difícil programar 4 sinaleiros, provavelmente seja preciso o conhecimento de um premio Nobel, a sagacidade de um pesquisador cientifico, a vontade de um político em campanha e a resistência de um maratonista. Numa cidade em que para ocupar determinados públicos se exige mestrado ou doutorado parece que este tipo de problemas deveria ter deixado de existir faz tempo.

Bolsa Familia...


Veja como mudou o discurso.

A amnésia parece mais perigosa para o pais que a influenza ou a nova gripe. Você não acha que é bom ajudar a lembrar a quem esquece rápido? O Blog ajuda a lembrar, só não ajuda a tirar conclusões, porque cada um tem que tirar as suas próprias.

24 de agosto de 2009

Nova versão de uma historia antiga

Certa vez quatro meninos foram ao campo e, por 100 reais, compraram o burro de um velho camponês.

O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas quando
eles voltaram para levar o burro, o camponês lhes disse:

- Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.

- Então devolva-nos o dinheiro!

- Não posso, já gastei todo.
- Então, de qualquer forma, queremos o burro.

- E para que o querem? O que vão fazer com ele?

- Nós vamos rifá-lo.

- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?

- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.

Um mês depois, o camponês se encontrou novamente com os quatro garotos e lhes perguntou:

- E então, o que aconteceu com o burro?

- Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a 2 reais cada um e arrecadamos 1.000 reais.

- E ninguém se queixou?

- Só o ganhador. Porém lhe devolvemos os 2 reais e ficou tudo resolvido.

Os quatro meninos cresceram e fundaram um banco chamado Opportunity, um outro Banco chamado Marka, uma igreja chamada Universal e o último tornou-se Ministro do Supremo Tribunal Federal.

O quinto irmão, o mais velho, que vivia no Maranhão e não estava na rifa, soube da história e, também, resolveu ganhar dinheiro. Dedicou-se a política, chegou a presidencia da república e hoje é o presidente do Senado e, até hoje, enrola a população tratando-os como ganhadores do burro morto.

Caso todos reclamem, pode até entregar o cargo, mas nunca devolverá o todo que lesou do povo.

23 de agosto de 2009

A Nova Gripe e a CPMF

Reproduzimos o texto de Ana Echevenguá



O H1N1 em nome da CPMF


Eu nasci na fronteira com o Uruguai: Jaguarão. Cresci com invernos rigorosos. Muito frio, gripe, tosse, ... aprendi com meu pai que inverno era sinônimo de limpeza: “morre tudo que não presta, minha filha: rato, barata, mosquito, ...”. Também poderia matar os velhinhos da vizinhança: o seu Zé não passa desse inverno; com esta friagem, dona Sabina não agüenta até o fim de agosto; o irmão da dona Maria morreu de pneumonia...

Mas este ano, o Brasil abraçou a imagem da mortalidade da gripe suína. E espalhou o medo do espirro do vizinho, ... o vírus da AIDs e da gripe estão de mãos dadas, assombrando a todos.

Bom, ainda não conheci ninguém com essa tal da gripe suína. E os números de mortos não me assustam: 407 no país inteiro até o momento*.

Estava com dificuldade pra enxergar os bastidores deste circo. Lucro de algumas empresas? Sim. As vendas de máscaras, luvas, álcool dispararam; medicamentos vendidos no mercado negro, ... tem gente enchendo os bolsos com esta desgraça pop, mais pop que a novela das oito. O povo sentado na frente da telinha pra saber o número de mortes do dia; o ministro da saúde falando todos os dias na Voz do Brasil; a farra da suspensão das aulas, das atividades no serviço público; pessoas nas ruas usando máscaras...

Mas hoje caiu a ficha: o combate à gripe suína precisa de reforços. Para isso, o governo do povo vai aprovar, com urgência, a CSS - Contribuição Social para a Saúde. O que é isso? A versão moderna da CPMF, aquela mordida nas movimentações bancárias que gerava um ingresso de 42 bilhões por ano nos cofres públicos. E rendimento certo pro banqueiro, o grande privilegiado no Brasil.

Embora a gente tenha memória curta, em 1996 aconteceu o mesmo: a CPMF foi implantada – de forma provisória - para salvar a saúde pública no país.

Naquela época, as mortes nos hospitais do SUS vieram à tona: gente morrendo por falta de atendimento nos hospitais, por falta de medicamentos... e a mensagem era sempre a mesma: o SUS está quebrado, não tem dinheiro! Aí, entendemos o recado e aceitamos investir no SUS. Afinal, era provisório; e se tratava de uma causa justa. Com isso, uma família com 4 pessoas era obrigada a entregar 650 reais por ano a título dessa CPMF.

Como essa contribuição não chegou ao SUS, ele continua quebrado.

O governo nunca quis a extinção da CPMF: lutou para manter esta fonte de renda. Em 2007, distribuiu dinheiro e vantagens pros deputados e senadores votarem pela continuidade do tributo. Lembram como o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendia a CPMF, tão fácil de pagar “porque não precisa preencher nenhuma guia e você quase não sente"? Parecia até humana: cheia de defeitos e virtudes, segundo ele.

Quando a proposta de prorrogação da cobrança da CPMF não foi aceita, José Temporão, o eterno Ministro da Saúde, declarou o luto da saúde no Brasil: "Perdeu a população brasileira. Perdeu o homem comum que usa o sistema público de saúde".**

E, desde então, o governo tenta recuperar esse dinheirinho perdido.

Agora, com o luto pressionando o ‘homem comum’, não podemos negar o Amém a esta iniciativa governamental! A bendita CPMF - ou CSS - é única maneira de eliminar o suíno vírus letal que está no ar, nas poltronas do cinema, nos carrinhos de supermercados, nas mãos do colega de trabalho, ...

Nada melhor do que um alarmante e bem divulgado surto de dengue, de gripe aviária ou suína ou outra doença infecto-contagiosa, falta de medicamentos pras nossas crianças, falta de atendimento e leitos nos hospitais... para que possamos repensar e rever decisões.

Parabéns aos mentores do terror da gripe suína! Agora entendo porque o Temporão alegou que era uma irresponsabilidade o livre acesso ao Tamiflu***.


* - http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u612993.shtml

** - http://www.dpu.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=670:gripe-suina-temporao-diz-que-acesso-livre-ao-tamiflu-e-proposta-irresponsavel&catid=34:noticias&Itemid=87

*** - http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u354771.shtml

Ana Echevenguá, advogada ambientalista, coordenadora do programa Eco&Ação, presidente do Instituto Eco&Ação e da Academia Livre das Água, e-mail: ana@ecoeacao.com.br, website: www.ecoeacao.com.br.

22 de agosto de 2009

Estulticia



Este blog mantem a sua cruzada particular, contra a estultice, a idiotia e a estupidez. É uma luta inglória e de vitória impossível.

Muitos dos que estão ao nosso redor são tolos, outros néscios, muitos inclusive ocupam cargos de destaque na nossa sociedade, porem só uma minoria consegue se destacar entre a massa.

Selecionamos alguns destes heróis, que em vez de fingir, assumem de forma entusiástica a sua situação.

É importante lembrar que estes indivíduos também votam nas eleições.

21 de agosto de 2009

Inmetro

O serviço de moto-taxi deverá usar capacetes aprovados e testados pelo Inmetro. O blog mostra em primeira mão os novos modelos. A segurança do piloto e do passageiro em primeiro lugar.

20 de agosto de 2009

A mitomania se espalha como mancha de oleo


Não surpreende, mas impressiona a facilidade que esta gente que esta no poder, tem para mentir.
O curioso dos mitomanos é que uma vez que começam não conseguem mais parar e passam a mentir em tudo e por tudo, mesmo nas coisas mais banais.

Já imaginou ser governados por gente assim? É muito provável que entre os que governam os joinvilenses haja também representantes deste grupo. E que haja em todos os níveis.

Se quer saber mais, viste o blog Gente que Mente

Dialogar


Dialogar

Quem acompanha um pouco mais de perto o governo municipal, deve estar atônito com os primeiros compassos. Não adianta discordar, o PT é hoje governo em Joinville, porque a maioria da população votou no seu candidato. Claro que uma parte do eleitorado não votou a favor do PT votou contra o modelo anterior, o importante é que o resultado e o modelo são estes que estão aqui.

O PT ao chegar ao executivo, acrescentou ao vocabulário joinvilense duas expressões interessantes, “Dialogo” e “Participação Popular”. É evidente que houve quem acreditou que depois de anos dos solilóquios do prefeito anterior e de tomar conhecimento dos projetos e propostas do governo municipal pelo barulho das moto serras, a população se encantou com um candidato que oferecia uma forma diferente de governar. O resultado foi o das urnas.

Esta administração parece ter desenvolvido uma técnica inovadora, que converte um monólogo frente ao espelho, num dialogo. Lamentavelmente a população não consegue ainda assimilar esta moderna forma de dialogo de um só. E insiste em utilizar o modelo tradicional, que implica em falar alternadamente e em manter um entendimento em busca da solução de problemas comuns. Sendo que no modelo tradicional já esquecido, as duas partes, governo e sociedade falam e se escutam alternadamente.

A Participação Popular é uma festa, um espetáculo, tudo é motivo para uma assembléia, um comitê, um conselho, elegemos delegados para tudo. Não tem nada, tão pouco importante que no justifique a formação de um grupo ou a convocação de uma audiência publica. Os joinvilenses participam mais de assembléias e comitês que nas reuniões de condomínio do seu próprio prédio.

Definitivamente encontramos a forma de resolver os problemas da cidade. Que não sabemos que flor plantar na praça, amor perfeito ou begônia? Criamos um comitê, fazemos varias reuniões e escolhemos os delegados, para que decidam.
De que cor pintar a escola? Outro comitê, outra assembléia e decidido.
Tem que colocar ou não lixeiras na rua? Os conselheiros que se manifestem.
Colocar um sinaleiro na rua X, para que consultar os técnicos? Isto é uma missão especial para decidir em assembléia. É de Margaret Thatcher a frase: O consenso é a negação da liderança.

Publicado no Jornal A Noticia

19 de agosto de 2009

O Serviço de Moto Taxi (3)

Com a regulamentação do serviço de Moto-táxi, também poderemos contar com um melhor serviço de pequenas entregas. As motocicletas poderão atravessar rapidamente a cidade de um ao outro extremo com velocidade e segurança.

De Carlos Heitor Cony

" Mal e porcamente tenho o direito de dar opiniões que não precisam ser necessariamente aceitas pelos outros."

Uma frase que se encaixa perfeitamente com a linha de trabalho deste blog.

18 de agosto de 2009

Livros


Os livros nos fazem mais livres

O que aprendemos...

depois de 2064 anos?

"O orçamento nacional deve ser equilibrado.

As dívidas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada.

Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos se a nação não quiser ir à falência.

As pessoas devem, novamente, aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.
"

A frase de autoria de Cicero em 55 A.C. permanece vigente. O triste é nos dar conta que depois de mais de 20 seculos continuamos ignorantes e cometendo os mesmos erros.

A internet é fonte inesgotavel de informações uteis


As Virtudes do Homem


Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes.

Assim:
- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei.

- Aos Ingleses, organizados e pontuais.

- Aos argentinos, chatos e arrogantes.

- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.

- Aos Italianos, alegres e românticos.

- Aos Franceses, cultos e finos.

- Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e petistas.

O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:

- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos brasileiros foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra?

- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.

- Isto é verdade! Façamos então uma correção! De agora em diante, os brasileiros, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente,
como os demais povos!

- Assim, o que for petista e honesto, não pode ser inteligente.

- O que for petista e inteligente, não pode ser honesto.

- E o que for inteligente e honesto, não pode ser petista.!!!!!!

Palavras do Senhor !!!...

Aumento do perimetro Urbano


Clique na imagem para aumentar

Se juntamos numa mesma proposta os projetos que prevêem a verticalização da cidade e os que querem o aumento do perimetro urbano, poderemos chegar a projetos como o desta imagem.

Contando ainda com a liderança de alguns aparvalhados que defendem a construção de edifícios de 30 andares na região central. Não deveremos ficar surpreendidos se os nossos técnicos e gestores municipais se inspirarem neste projeto na cidade de Fukuyama, no Japão, que mostra a criação de gado em edifícios verticais.

Não deve faltar muito para que por conta da ampliação do perímetro urbano, a lei de uso e ocupação do solo e as constantes alterações de zoneamento, se estimule tambem a verticalização da nossa area rural.

17 de agosto de 2009

Elogio a Feiúra (*)



"se você ainda tem olhos para enxergar feiúras no seu suposto amado, se tem cabeça para lhe descobrir defeitos, é porque não ama." (Raquel de Queirós).


Estamos de novo às voltas com a forma de olhar a nossa cidade.


É incompatível enxergar a feiúra e mediocridade que toma conta dela, com o sentimento de amor e pertencia?


O amor por Joinville, deve nos cegar ao ponto de não poder mais enxergar a realidade? Ou ao enxergar a realidade, não podemos continuar amando a cidade?


A Joinville que forma parte do nosso imaginário, é uma cidade possível? Ou ela esta irremediavelmente perdida? A construção desta nova Joinville, implicava obrigatoriamente a destruição dos valores e virtudes da Joinville que permanece como modelo e referencia?


A cidade que teima em sobreviver no imaginário coletivo é compatível, com a os novos valores que hoje regem a nossa sociedade? Ou definitivamente este é o modelo de cidade que melhor representa os nossos desejos e anseios?


Se for, porque insistir em buscar um modelo impossível de cidade limpa, ordeira, segura e solidária? Se ela não representaria mais a sociedade que nela hoje vive e trabalha? E se a sociedade, você, eu, cada um de nós, não se sente identificado, nem satisfeito, com este processo de desqualificação e desconstrução desta Joinville recente, porque não se manifesta?


Porque aceitar pacificamente que as referencias urbanas e históricas sejam conscientemente destruídas, para que surja uma cidade feia, amorfa, sem identidade, despersonalizada, sem outros referentes que as marcas de cada nova trapalhada. Uma cidade suja e menos humana, em que todos seremos estranhos e que nos será aléia?


Nada acontece por acidente ou ao acaso, esta Joinville que surge frente aos nossos olhos é a cidade que estamos fazendo juntos. Com a participação de uns e a omissão de uma maioria, que protesta e reclama, no conforto do seu lar e que evita tomar partido abertamente. Que prefere não se posicionar. E que quando o faça, se o fizer, já será tarde demais.

16 de agosto de 2009

Arvores

Aos que dizem que não enxergam nenhuma utilidade nas arvores da beira rio, que podem ser cortadas e replantadas outras no seu lugar. Nada melhor que uma imagem, de uma bela arvore, não servindo para nada.

Historia de Roma





"ATÉ QUANDO , ó Catilina, abusarás da nossa paciência?",
indagou Marco Túlio Cícero ao senador Lúcio Sérgio Catilina, a 8 de novembro de 63 a.C., em Roma.


O texto publicado por Frei Betto na Folha de São Paulo, mesmo com mais de 2000 anos de antiguidade, permanece absolutamente atual e vigente.

A versão completa do testo segue, em azul.

Catilina abusa de nossa paciência
FREI BETTO


Calígula, desgostoso com o Senado, nomearia senador seu cavalo Incitatus, com direito a 18 assessores e um colar de pedras preciosas


"ATÉ QUANDO , ó Catilina, abusarás da nossa paciência?", indagou Marco Túlio Cícero ao senador Lúcio Sérgio Catilina, a 8 de novembro de 63 a.C., em Roma. Flagrado em atitudes criminosas, Catilina se recusa a renunciar ao mandato.

Cícero, orador emérito, respeitado por sua conduta ética na política e na vida pessoal, pôs em sua boca a indignação popular: "Por quanto tempo ainda há de zombar de nós essa tua loucura? A que extremos se há de precipitar a tua audácia sem freio? Nem a guarda do Palatino, nem a ronda noturna da cidade, nem os temores do povo, nem a afluência de todos os homens de bem, nem este local tão bem protegido para reunião do Senado, nem o olhar e o aspecto destes senadores, nada disso conseguiu perturbar-te? Não sentes que os teus planos estão à vista de todos?".

"Ó tempos, ó costumes!", exclamou Cícero, movido por atormentada perplexidade diante da insensibilidade do acusado. "Que há, pois, ó Catilina, que ainda agora possas esperar, se nem a noite, com suas trevas, pode manter ocultos os teus criminosos conluios; nem uma casa particular pode conter, com suas paredes, os segredos da tua conspiração; se tudo vem à luz do dia, se tudo irrompe em público?"

Jurista, Cícero se esforçou para que Catilina admitisse os seus graves erros: "É tempo, acredita-me, de mudares essas disposições; desiste das chacinas e dos incêndios. Estás apanhado por todos os lados. Todos os teus planos são para nós mais claros que a luz do dia". Se Catilina permanecia no Senado, não era apenas a vontade própria que o sustentava, mas sobretudo a cumplicidade dos que teriam a perder, com a renúncia dele, proveitos políticos. Daí a exclamação de Cícero: "Em que país do mundo estamos nós, afinal? Que governo é o nosso?". Cícero não temia ameaças e expressava o que lhe ditava o decoro: "Já não podes conviver por mais tempo conosco; não o suporto, não o tolero, não o consinto. (...) Que nódoa de escândalos familiares não foi gravada a fogo na tua vida? Que ignomínia de vida particular não anda ligada à tua reputação? (...) Refiro-me a fatos que dizem respeito não à infâmia pessoal dos teus vícios, não à tua penúria doméstica e à tua má fama, mas sim aos superiores interesses do Estado e à vida e segurança de todos nós".

Os crimes de Catilina escancaravam-se à nação. Seus próprios pares o evitavam, como assinalou Cícero: "E agora, que vida é essa que levas? Desejo neste momento falar-te de modo que se veja que não sou movido pelo rancor, que eu te deveria ter, mas por uma compaixão que tu em nada mereces. Entraste há pouco neste Senado. Quem, dentre esta tão vasta assembleia, dentre todos os teus amigos e parentes, te saudou? Se isso, desde que há memória dos homens, a ninguém aconteceu, ainda esperas que te insultem com palavras quando te encontras esmagado pela pesadíssima condenação do silêncio?".

Catilina fingia não se dar conta da gravidade da situação. Fazia ouvidos moucos, jurava inocência, agarrava-se doentiamente a seu mandato.

"Se os meus escravos me temessem da maneira que todos os teus concidadãos te receiam", bradou Cícero, "eu, por Hércules, sentir-me-ia compelido a deixar a minha casa; e tu, a esta cidade, não pensas que é teu dever abandoná-la? E se eu me visse, ainda que injustamente, tão gravemente suspeito e detestado pelos meus concidadãos, preferiria ficar privado da sua vista a ser alvo do olhar hostil de toda a gente; e tu, apesar de reconheceres, pela consciência que tens dos teus crimes, que é justo e de há muito merecido o ódio que todos nutrem por ti, estás a hesitar em fugir da vista e da presença de todos aqueles a quem tu atinges na alma e no coração?"

Cícero não demonstrava esperança de que seu libelo fosse ouvido: "Mas de que servem as minhas palavras? A ti, como pode alguma coisa fazer-te dobrar? Tu, como poderás algum dia corrigir-te?". E não poupou os políticos que, apesar de tudo, apoiavam Catilina: "Há, todavia, nesta ordem de senadores, alguns que ou não veem aquilo que nos ameaça ou fingem ignorar aquilo que veem".

Acuado, Catilina se refugiou na Etrúria e morreu em 62 a.C. Cícero, afastado do Senado por Júlio César, foi assassinado em 43 a.C. Um século depois, Calígula, desgostoso com o Senado, nomearia senador seu cavalo Incitatus, com direito a 18 assessores, um colar de pedras preciosas, mantas de cor púrpura e uma estátua, em tamanho real, de mármore com pedestal em marfim.


CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO , o Frei Betto, 64, frade dominicano, é assessor de movimentos sociais e escritor, autor de "Calendário do Poder" (Rocco), entre outros livros. Foi assessor especial da Presidência da República (2003-2004).

De Marina Silva

"Perco o pescoço, mas não perco o juízo"

15 de agosto de 2009

O Serviço de Moto Taxi (2)

A criatividade nacional aliada a uma legislação moderna e atual, nós permitirá reduzir os custos de transporte na cidade, com a implantação de novos serviços, mais ágeis e mais eficientes.
A aprovação pela nossa Câmara de Vereadores da Lei que regula e autoriza o serviço de moto-taxi, que a pesar de ser completamente ilegal funciona já faz anos a pleno vapor em toda a cidade, sem que as autoridades tenham tomado nenhuma providência.

Joinville poderá contar com um dos melhores serviços de moto-taxi do pais e o nosso transito que já é caótico, poderá ser ainda mais caótico e confuso.

Nada como o humor descontraido

para alegrar o final de semana, os três patetas não tem medo do ridículo e proporcionam alegria a toda a familia.

Laerte - Piratas do Tiete


Democracia em estado puro.

14 de agosto de 2009

Do blog do Guto Cassiano

Será que este gráfico só serve para o nosso Senado, ou também em outros lugares poderia ser instalado?
Quem sabe na nossa Camara de Vereadores, poderíamos aproveitar a instalação do painel eletrônico, para colocar também este novo modelo.

Lembram da estulticia?


Uma boa alternativa para lavar o carro.
Fácil e rápido


13 de agosto de 2009

O que faltou dizer


Audiência Publica sobre as Figueiras


A maioria dos participantes na audiência publica convocada para debater o futuro das figueiras da beira rio, ficou decepcionada com o baixo nível técnico das apresentações feitas pelos técnicos e especialistas convocados pelo poder publico. Se por um lado as apresentações feitas pelo poder publico se centraram em justificar o corte das figueiras, faltou qualidade e sobrou parcialidade nas apresentações.


No caso da Fundema, faltou dizer que entre 60 e 70 % das arvores plantadas pelo poder publico me ruas, parques e praças tambem são exóticas e que o seu desenvolvimento em geral é melhor do que as arvores nativas utilizadas em arborização urbana.


Para ajudar a lembrar aos leitores e recordar aos técnicos da prefeitura, os gêneros exoticos que dominam as nossas ruas e praças são:

  • Koelreuterias
  • Roystoneas
  • Archantophoenix
  • Lagerstroemias
  • Hibiscus
  • Ligustrum

Intencionalmente não inclui na lista os Fícus, tão criticados pelos técnicos da prefeitura, porque os Fícus não formam parte de um gênero exótico no Brasil. Em termos de desenvolvimento as arvores nativas presentes nas nossas ruas e praças apresentam um desenvolvimento sofrível.


As perguntas da platéia que participou da audiência publica faltou responder que os Fícus estão listados entre as 10 melhores plantas para filtrar os mais de 100 poluentes que se encontram no ar das grandes cidades, o trabalho realizado pelo Plants for Clean Air Council e que contou com o apoio da NASA e da EPA (Agencia Americana para a Proteção do Meio Ambiente), identificou as plantas que mais contribuem a melhorar a qualidade do ar. Também no trabalho realizado pelo Bloemen Bureau Holland em parceria com outras 6 entidades européias os fícus aparecem entre as 10 melhores plantas para produzir oxigeno, fixar poluentes e melhorar a qualidade do ar. Dados estes que não foram citados pelos técnicos da Fundema, que alias não conseguiram citar nenhuma utilidade para as Figueiras da Beira rio.


A empresa Geoforma, convidada pela Fundema, iniciou a sua apresentação destacando que mesmo sem as figueiras o talude é instável e oferece risco, o apresentador a pesar de justificar a sua falta de conhecimento sobre arborização, dedicou uma boa parte do seu tempo para propor o corte dos Ficus, alegando motivos pessoais, por não gostar da planta. Faltou técnica e seriedade, principalmente entre aqueles que forma convocados para informar e o que fizeram foi tergiversar e omitir informações importantes.


Publicado no Jornal Noticias do Dia
oferece risco, o Engenheiro que fez a apresentaçu a sua apresentaçpoluentes e melhorar a qualdiade do ar. do ar. frivel.

Estulticia

Segurança no trabalho, a maioria das empresas de médio porte tem CIPAs, as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes, o planejamento, o treinamento e a pratica das normas de segurança reduzem os acidentes de trabalho.

O setor da construção civil a desenvolvido fortes ações de treinamento e capacitação para reduzir o risco. A participação de todos é imprescindivel para reduzir o alto custo social e humano que a falta de segurança traz. Algumas empresas tem se esforçado muito mais que as outras.

12 de agosto de 2009

De Homer Simpson



"Se alguma coisa está dificil de ser feita, é porque não é para ser feita"

"É melhor ver coisas do que fazer coisas."

"A iniciativa é o primeiro passo para o fracasso"

"Existem três frases curtas que levarão sua vida adiante: 'Não diga que fui eu!', 'Oh, boa idéia chefe!' e 'Já estava assim quando cheguei.'"

"Eu não estava mentindo! Estava escrevendo ficção com a boca."

Uma outra opinião sobre o Orçamento Participativo

Pre candidato que ameaça...


Esta concedendo a este blog uma importância que não tem.

Ao mesmo tempo que evidencia um nervosismo e insegurança que não parece justificável.

Aprender a escutar, é um exercício extremamente dificil e complexo, para os que sempre tem tido a palavra e não tem por habito ouvir aos demais.

Pode ser que ao iniciar uma experiência política, passe a desenvolver habilidades que nem imaginemos que tem.

Reflexões (2)

Ao aceitar o convite para ocupar este espaço, já faz dois longos anos, não tive a pretensão de assumir o papel da voz do consenso.


O contraponto a partir de olhar o cotidiano desde uma perspectiva distinta, parecia e ainda parece mais enriquecedor para contribuir no debate publico. A possibilidade que as minhas observações e comentários fossem considerados ou acatados, parecia pouco provável e assumir o papel de dono da verdade, não forma parte de um figurino, com o que eu possa me sentir a vontade. O objetivo principal é o de promover e estimular o debate, contribuir e motivar as pessoas, para que se interessem pelas coisas da cidade em que trabalham e moram.

O tempo tem trazido duas constatações, a primeira e a mais gratificante, o numero cada vez maior de pessoas que se identificam como leitores deste espaço, e que concordando ou discordando, propõem, sugerem, criticam e se sentem motivados a olhar a cidade com outros olhos.

A segunda constatação, não é a sensação de arar no mar, porem a de verificar a enorme dificuldade que as pessoas tem para lidar com as opiniões divergentes, que nem precisam ser contrarias, só tem a ousadia de ser diferentes.


Neste caso a atitude sempre tem sido a mesma, a de desqualificar o argumentador e não o argumento. Na estratégia que Carl Sagan identificava como "Ad Hominem", o alvo deve ser o homem. Pela incapacidade de contra argumentar ou de debater a estratégia que utilizam é a de desqualificar a tudo aquele que ouse discordar.

Este grupo de ferozes e irados críticos esta composto basicamente por bobos. E destes existem dois tipos. Os bobos puros, que não são objeto deste texto, e os que se esforçam e treinam para parecer bobos. Sem duvida os segundos tem mais sucesso que os primeiros. E é a eles que devemos a maioria das bobagens que assolam o nosso cotidiano. A maioria das iniciativas e projetos, tem a mesma origem. Um grupo seleto de esforçados bobos profissionais, que sobrevivem as mudanças de governos e que representam um verdadeiro perigo para a nossa sociedade.

Martin Luther King comentava que “Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez consciente”. Em quanto continuemos contando com leitores interessados em debater a cidade e não faltem hordas de bobos do outro lado, este espaço permanecerá abastecido de temas e continuara incomodando a uns e agradando a outros..



Publicado no jornal A Noticia

Para pensar acordado








Todos os cogumelos são comestíveis: alguns uma só vez.

Os mitômanos



Impressiona como algumas pessoas tem esta coisa de mitomania, esta necessidade compulsória por mentir, mentem com tanta freqüência e com tal intensidade que não sabem mais o que é verdade é o que forma parte do seu mundo fantasioso.


Me preocupa que o presidente Lula insista no nome da Ministra Dilma Roussef, como sua candidata para as eleições de 2010. Pode até ser que o faça pelo muito que ambos tem em comum, não só anos de lutas políticas, como também a sua paixão pela mitomania.


Que a Ministra tenha exagerado o seu currículo, com pós-graduações e doutorados inexistentes, seria menos grave, se não tivesse jogado a responsabilidade a um subalterno pelo “erro”, a ministra deve ser a única brasileira que não leu o seu currículo. Não só ficou evidenciado que mentiu, como agiu covardemente ao responsabilizar a outro, mais fraco.


Agora a ministra se desdiz novamente, e o faz a velocidade da luz, primeiro afirma que nunca recebeu a ex-secretaria da receita Sra. Lina Vieira. Em menos de 24 horas precisou se desdizer da afirmação anterior, porque foi informada que terá muita dificuldade em provar que não houve, uma reunião que houve, até porque alem das duas protagonistas, a nossa burocracia, sempre eficiente e inchada, garante que motorista, garçom, chefe de gabinete e meia dúzia mais de pessoas, devem poder testemunhar a favor da ex-secretaria da receita. Agora, exige que a Sra. Lina Vieira prove que houve um pedido para encerrar a investigação sobre as empresas da família Sarney. Ao faze-lo esta reconhecendo que houve a reunião inicialmente negada.


Fico preocupado de imaginar que alguém com tão pouca memória e com uma criatividade tão fantasiosa como a da nossa cara Ministra Chefe da Casa Civil possa vir a ser candidata a governar este pais. Por outro lado, imagino que os longos anos ao lado do presidente Lula devem ter servido para consolidar esta capacidade compulsória por mentir, iludir, desdizer, esquecer e não saber. O que aos olhos de muitos a devem qualificar para exercer o cargo de maior responsabilidade deste pais.


Quer saber mais? visite o link Dilma Mente



11 de agosto de 2009

O amor é lindo

A imagem publicada pelo jornal A Noticia, mostra que quando os objetivos são comuns, é possível unir aqueles que parecem dispares. Só é preciso identificar claramente o que cada um almeja e até aonde cada um esta disposto a chegar. Depois é só pagar o preço.

Drogas, estou fora !

O Grilo Falante (*)



Curioso que a cada dia aumenta o radicalismo dos incomodados, com os comentários e as opiniões expressadas neste espaço. Da mesma maneira que também aumentam os que se identificam com os textos aqui publicados.


Já me manifestei neste espaço, sobre a despretensão destes textos, o fato que não existam outros objetivos e propostas que propor um debate aberto e democrático sobre Joinville, deveria reduzir a virulência dos ataques e poderia inclusive estimular a outros a se manifestar, para desta forma expor as suas idéias e opiniões. Ou tem falta de disposição para isto ou faltam argumentos e idéias. Em todo caso o espaço esta aberto.


O Jornal Folha de São Paulo, celebrou recentemente os 20 anos da instituição do Ombudsman, palavra de difícil pronunciação que tem origem sueco e que serve para se referir a aquele que dentro de uma organização ou meio tem como função olhar com um olhar diferente, defender os interesses dos leitores ou do publico e manter a imparcialidade.No serviço publico, nos poucos lugares em que a função existe é um funcionário do governo que investiga as queixas dos cidadãos contra os órgãos da administração pública.

Já vou avisando que a função de Ombudsman, não é nem o objetivo, nem muito menos a pretensão deste espaço.


Mas vale a pena discorrer sobre o papel, que numa sociedade livre e democrática, exerce o direito constitucional da liberdade de expressão. Carlos Eduardo Lins da Silva, exerce o cargo de ombudsman da Folha de São Paulo e escreveu “ Duas analogias me ocorrem: a do Mito de Cassandra e a do personagem Grilo Falante, do clássico da literatura infantil “As Aventuras de Pinoquio” de Carlo Collodi. Cassandra recebeu de Apolo o dom de prever acontecimentos com a condição de que ninguém acreditasse nela. O Grilo faz o papel de consciência critica, alter ego do boneco que vira gente.”


Seria conveniente que o poder publico, especialmente o municipal desse o exemplo, institucionalizando em cada uma das suas estruturas e departamentos, a todos os níveis, o exercício de passar a olhar o cidadão como cliente, como usuário dos serviços que a cidade e o estado oferecem ou deveriam oferecer. Para desta forma entender melhor a sociedade e passar a servi-la e a atende-la com imparcialidade e eficiência.

10 de agosto de 2009

O Serviço de Moto Taxi

A Câmara de Vereadores esta analisando e deverá propor a aprovação do novo serviço de moto-taxi em Joinville. A partir da regulamentação a cidade poderá contar com novos serviços de transporte publico.

Hay Gobierno? Donde esta?

Mais Estado


Falar de mais ou menos estado, perece nos levar a uma discussão ideológica sobre modelo de sociedade, sobre o papel do estado e principalmente sobre liberdade e democracia.


Porem a falta de estado, representada pela ausência contumaz dos serviços mínimos na maioria das situações quotidianas que envolvem o cidadão e a sociedade, representa um elevado custo social e deve ser encarado com seriedade por todos e cada um de nós.


A presença do estado, esta representada por uma sucessão de pequenas ações diárias e constantes que nos lembram de nossa vida em sociedade e da necessidade de princípios mínimos de ordem, respeito e cidadania. A ausência de faixas de pedestre na frente de escolas e locais públicos, a falta de sinaleiros em cruzamentos perigosos, que tenham ocasionado acidentes de transito ou atropelamentos. A falta de manutenção publica em parques, praças e passeios públicos.


A ausência de policiamento ostensivo em locais de aglomeração de publico, a invasão de flanelinhas e outros modelos autóctones de privatização de espaços públicos. O excesso de ruído, em horários de descanso, sem que as autoridades se façam presentes e tomem as providencias necessárias. A iluminação publica escassa ou inexistente em ruas e logradouros. A inexistência de placas indicadoras dos nomes das ruas e praças. São exemplos diários e constantes da falta de estado.


Quanto mais o estado se faça presente com os serviços e as ações que são a sua obrigação e responsabilidade, menos a sociedade ficará vulnerável aos efeitos nocivos da privatização feita pela marginalidade e o descumprimento da lei. A ausência do estado abre espaço para que outros segmentos, não sempre os adequados assumam o papel.

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