Mostrando postagens com marcador prefeitura municipal de Joinville. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador prefeitura municipal de Joinville. Mostrar todas as postagens

5 de fevereiro de 2017

Planejamento e gestão...

                   

Se alguma coisa esta faltando em Joinville é planejamento e gestão. Os que acham que ainda sobrevive algo disso, reconhecem que o planejamento é de quinta categoria e a gestão esta mais proxima do gesticular que do gestionar. O mais curioso é que a Prefeitura insista em que tudo esta impecável, que não há do que se queixar.



Quer um bom exemplo de como a Companhia Águas de Joinvile (CAJ), a Prefeitura Municipal de Joinville, a Celesc, a empreiteira contratada e a fiscalização estão em perfeita sintonia e tudo flui na maior harmonia? Olhe as imagens da Rua Otto Bohem. E ainda tem quem não entenda porque os empresarios e os moradores daquela rua estão tão descontentes com a gestão municipal. Pior ainda é que os pagadores de impostos estejam cada dia mais explorados. Quem vai pagar o prejuizo destas empresas? Ainda tem a cara de pau de dizer que tudo isso é para melhorar a cidade. Primeiro pioram tudo o que podem. Depois fazem estas porcarias e as obras se alastram por meses e anos a fio sem previsão de conclusão.



Do lado publico só silencio ou respostas desencontradas o contribuinte que se exploda. 

27 de junho de 2014

Não falta dinheiro, falta "geston"

Este é o ofício assinado pelo Secretario de Comunicação Marco Braga em que admite Publicidade de 15,5 milhões da Prefeitura Municipal de Joinville para os próximos 2,5 anos. O que representa uma média de 6,2 milhões de reais por semestre até o fim do mandato do Prefeito Udo Dohler. 



4 de fevereiro de 2014

A Cosip agora é receita?

“A Cosip tem trazido boa receita para a Prefeitura de Joinville. No ano passado, a contribuição cobrada na conta de luz passou de R$ 21,9 milhões para R$ 23,9 milhões. Dá e sobra para bancar a iluminação pública, despesa que fechou em R$ 16,3 milhões no ano passado (inclui manutenção).” Coluna do jornalista Jefferson Saavedra no jornal A Noticia

Como contribuição a Cosip não pode ser usada para outro fim que aquele a que esta destinada, mas qual é o objetivo de arrecadar R$ 5.600.000 mais do necessário? em 2013, numa situação que pode se repetir em 2014. São recursos que saem do bolso do joinvilense e que acabam ou parados numa conta ou servindo para projetos dispendiosos como o da troca de luminárias na administração anterior.


Seria bom ver os recursos da Cosip direcionados a reduzir o custo da iluminação pública, a troca de luminárias por outras com leds, sem que isso represente desperdício de dinheiro público como frequentemente acontece. Excesso de dinheiro na conta não sempre é uma boa noticia para o contribuinte. O objetivo deve ser o de buscar uma Cosip justa e uma iluminação pública eficiente e econômica. 

29 de novembro de 2013

Restaurante popular fechado por reforma

O restaurante popular do Bucarein foi inaugurado em abril de 2008. E agora, pouco mais de cinco anos depois fechará as portas para reformas. A prefeitura inicialmente informa que a obra devera durar meio ano. E ainda há quem acha ruim quando o contribuinte reclama do desperdício de recursos públicos.

15 de novembro de 2013

Rebaixo do meio fio e o pedestre como prioridade

Quando a sociedade estabelece como prioridade o carro e não o pedestre, o debate sobre o rebaixo do meio fio, o modelo de mobilidade urbana e sobre os diversos modais de transporte perde o sentido, porque não é um debate racional, é uma abordagem apaixonada, mas irracional. Os argumentos apresentados a favor do rebaixo do meio fio e de converter as calçadas em espaço de manobra para carros em detrimento dos pedestres mostram uma inversão de valores preocupante e propõem um modelo de cidade em que o carro se erige como protagonista, na contramão do bom senso e do que preconizam e aplicam as cidade modernas.

8 de fevereiro de 2013

Deterioração irreversivel

A perda de qualidade de vida numa cidade como Joinville não é o resultado de uma ação pontual, é o resultado de dezenas, centenas de pequenas ações. Uma primeiro, outra depois até que o processo de deterioração do espaço publico se converte num fato irreversível.

Chegamos a um ponto sem retorno. Numa situação em que Joinville dificilmente terá uma qualidade de vida equivalente a que já teve. A melhor imagem é este vídeo que mostra a decadência de uma das ruas do centro de Joinville. Falta de planejamento, obras mal executadas. O resultado é este aqui


31 de janeiro de 2013

E agora Zé?



Uma situação no mínimo curiosa, o governo anterior deixou uma bela conta para pagar e há de tudo na lista dos credores. Como quando os pescadores puxam a rede e fazem um arrastão vem junto os peixes graúdos e a miuçalha.  Claro que a divida contraída tem que ser paga. E que pagar esta conta vai comprometer ainda mais a capacidade de investimento de Joinville. Claro que a divida é maior que a encontrada pelo governo Carlito quatro anos atrás, mas se o governo anterior tivesse tido a mesma capacidade para executar e governar que teve para gastar esta seria hoje outra cidade.

O curioso agora são aqueles que tem a receber por “serviços prestados” ao governo anterior. Aqueles que trabalharam com afinco e denodo para que o Carlito se reelegesse. Olhando sob a nova perspectiva a impressão é que boa parte do denodo tinha a ver com a esperança em cobrar as dividas. E isso traz outra luz sobre muitos cabos eleitorais do candidato a reeleição.

Os caminhos do Senhor são infinitos e inescrutáveis, agora dependem para poder receber o que a anterior administração lhes ficou devendo de uma boa gestão nesta administração que tanto criticaram e a que tanto se opuseram. Não deixa de ser engraçado e curioso.

Não será novidade se surgem entre os credores vozes a bramir contra o governo atual porque não recebem as contas que o anterior lhes ficou devendo. Situação inusitada. Fica seu futuro atrelado ao governo que tanto procuraram evitar. E agora Zé, que fazer? Apoiar para que funcione e possam receber antes ou se opor raivosamente e correr o risco de até não receber? Um belo dilema.

13 de janeiro de 2013

O cidadão primeiro



Entra governo, sai governo. Entra presidente, sai presidente e algumas coisas não mudam. É como se na hora de assumir um cargo público algumas pessoas precisassem passar por um processo de idiotização, como passo prévio a sua nomeação.  Pessoas que ate poucos dias antes posavam de inteligentes e tinham uma opinião formada e até pautada pelo seu exemplo de vida anterior, por conta do cargo que ocupam passam a defender uma posição contraria a que sempre tiveram, mudam de lado, deixam de formar parte da sociedade para passar a defender outros interesses.

Nesta semana voltou às paginas dos jornais o tema do estacionamento rotativo, uma novela que se alastra e que continua sem solução. Agora o penúltimo capítulo é o da validade dos cartões do estacionamento. O tema serve primeiro para mostrar que o cidadão continua não sendo a prioridade da administração municipal. Nem para esta, nem para a anterior e provavelmente tampouco para a próxima. Serve também em consequência, para evidenciar que outros interesses que não os da sociedade são os que pautam a ação do agente público.

Joinville já passou por mais de uma troca de empresas operadoras do estacionamento rotativo, algumas mais traumáticas que outras, mas em todas elas sempre foi preservado o interesse maior do cidadão, por isso os cartões adquiridos legalmente pelos usuários tiveram a sua validade mantida até que foram utilizados pelos motoristas. Em nenhuma cabeça poderia caber que o cartão poderia perder a sua validade. O cartão representa um direito que o cidadão adquiriu para ocupar um determinado espaço, por um tempo predeterminado. A novidade agora é que o prejuízo ocasionado pela incompetência do gestor público deverá ser absorvido pelo joinvilense. Que verá o seu dinheiro perder valor de uma hora para outra. Teve até um presidente da antiga Conurb, hoje ITTRAN, que recomendou que os cartões fossem rasgados. É de conhecimento comum que uma forma de identificar os idiotas é sua capacidade para rasgar dinheiro.

Agora num ato que é apresentado como sendo uma concessão, o presidente do ITTRAN informa que excepcionalmente os cartões que ainda estejam em poder dos usuários poderão ser utilizados até o final deste mês de janeiro. É possível que haja alguém que esteja disposto a agradecer um ato de tal benevolência. Mas é bom lembrar que, os cartões não tem e nunca tiveram prazo de validade, e decidir unilateralmente que agora perderam a sua validade representa um prejuízo para os usuários e a perda de um direito. A importância desta decisão independe do valor do cartão ou do numero de cartões que ainda estejam em poder da população. O poder público de forma pouco honesta, esta contando que como devem quedar  poucos cartões em mãos dos usuários e que pelo pouco valor unitário não haverá uma corrida ao judiciário para que os joinvilenses busquem se defender desta arbitrariedade, e é a partir desta premissa que os deixa sem validade a partir do dia 31 de janeiro.

O discurso de zelar pelo dinheiro público tem neste caso da validade dos cartões do estacionamento rotativo uma abrangência maior que parece não ter sido bem compreendido ainda pelos novos detentores do poder municipal. 

Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC

2 de janeiro de 2013

para pensar acordado


Ekipotecnica

No seio do IPPUJ começa a movimentação para tentar preservar a sua autonomia institucional. Sonham os técnicos corporativistas que se produzirá um movimento popular espontâneo, em que a sociedade armada com cartazes, faixas e palavras de ordem que tomará as ruas para defender um IPPUJ livre, competente e autônomo. Seria bom que quem espera uma movimentação com esta, opte por fazê-lo comodamente sentado para não se fatigar muito.

O histórico de servilismo funcional e adesismo político ao poder do prefeito de plantão e as suas diatribes urbanas em detrimento de construir uma visão de planejamento de longo prazo e da priorização do profissionalismo do IPPUJ, não permite que ninguém imagine que o instituto seja algum dia o que nunca foi ao longo da sua historia recente.O mais provável é que continue sendo o que sempre foi e agora com menos poder e muita menos empáfia.

Uma língua ferina acha que o IPPUJ está mais preocupado em querer preservar os seus cargos e paquidérmica estrutura que em defender um órgão de planejamento técnico, ágil e competente. É voz corrente que suas principais mentes têm perdido muito do brilho que alguma vez tiveram e tem ganhado opacidade. O “Instituto” não conseguiu planejar para atender as demandas de uma cidade como Joinville. Nem se antecipou a elas, andou mais preocupado em fazer o que não era sua função e acabou chegando atrasado a quase todas as suas citas com o futuro. Quando chegou ainda o fez de forma lenta. Para a maioria da sociedade o IPPUJ converteu-se numa unanimidade e não precisamente pela sua competência e conhecimento.


“O IPPUJ é hoje uma ilha deserta de competências cercada por uma Joinville repleta de carências desatendidas”  Autor desconhecido.

28 de dezembro de 2012

Comedia ou tragedia




Ao concluir o mandato do prefeito Carlito Merss é evidente que a sua gestão é vista de forma bem diferente pelos seus seguidores incondicionais e pela população em geral.

Estes quatro anos da historia recente de Joinville podem ser vistos e analisados desde duas perspectivas distintas, Uma visão mais apaixonada é a que enxerga o prefeito e sua gestão como se de uma tragédia se tratasse e ele fosse o protagonista de uma epopeia que culminou com a sua eleição. A maioria dos seus companheiros de partido tem esta visão e a tem externado com frequência. Os obstáculos, as dificuldades, as dividas herdadas da gestão anterior, a luta titânica contra todo e contra todos. A chegada do PT ao poder na maior cidade de Santa Catarina. Um representante dos trabalhadores na cidade das industrias.

Outra perspectiva é que considera que estes quatro anos tem sido uma comedia, uma sucessão ininterrupta de erros, de trapalhadas, de desencontros. Os atrasos nas obras públicas, as licitações embargadas na justiça, as escolas e predios interditados, as obras inacabadas, a sucessão de liminares e de ações contra as ações do seu governo. Os decretos anulados, os erros crassos na contabilidade que levaram até a ter a sua candidatura cassada por não levar o mais elementar controle dos seus gastos de publicidade. A avaliação acaba sendo que a tropa quem ruidosa algaravia tomou de assalto o paço municipal e indiretamente a cidade não estava preparada para a responsabilidade que assumiu.

A gestão do prefeito Carlito será avaliada pela historia a partir de duas perspectivas distintas a paixão dos que o vem como o herói de uma tragédia ou o cinismo dos que o enxergam como o protagonista de uma comedia de erros.

19 de dezembro de 2012

Não deu


NÃO DEU.

O ano do Judiciário está terminando no dia 20.12 e a Procuradoria do Município de Joinville não conseguiu, por ora, suspender a liminar que sustou a realização da Conferência das Cidades concedida pelo Juiz Roberto Lepper no dia 17 de Outubro.Apesar de apresentar novo recurso( embargos de declaração), a Justiça somente vai  apreciar o pedido após a manifestação dos autores da Ação Popular, o que deve ocorrer em 2013, já com o novo Prefeito empossado.


Embargos de Declaração em Agravo de Instrumento n. 2012.073443-8/0001.00, de
Joinville
Embargantes : Município de Joinville e outro
Advogados : Drs. Franciano Beltramini (21345/SC) e outro
Embargados : Regis da Silva Palácio e outros
Advogado : Dr. Gustavo Pereira da Silva (16146/SC)
Interessados : Vladimir Tavares Constante e outros
Relator: Des. Domingos Paludo
DESPACHO
Os embargos pretendem alteração da decisão, caso em que deverá ser
ouvida a parte contrária, para que não se viole o princípio do devido processo legal
(STF - RE 250.396-7/RJ, rel. Min. Marco Aurélio, de 14-12-99 e STJ ED no Resp
172.082, rel. Min. Hamilton Carvalhido, de 28-05-03).
Intimar e, após, voltar.
Florianópolis, 13 de dezembro de 2012.
Domingos Paludo



18 de dezembro de 2012

Final triste e melancólico


Prefeito Carlito Merss depois de décadas de vida política continua sem entender nem a sociedade, nem as forças que compõem a cidade, as suas declarações hoje para o jornal A Noticia reforçam a mensagem que sempre há que buscar outros culpados pelos seus erros e pela incompetência dele e da sua equipe.

LEI DE ORDENAMENTO TERRITORIAL

É um atraso político (a LOT não estar aprovada). Até hoje, não sei a que interesses os senhores que moveram a ação contra o Conselho da Cidade atendem. O Udo disse que não é gente dele, tanto que perdeu agora também na tentativa de colocar o projeto em votação. Não é gente ligada ao Sinduscon, nem mesmo a outros grandes empresários. Não sei qual a motivação para emperrar um assunto tão importante para o futuro da cidade.

Na sua visão míope e simplista da cidade e da sociedade, continua sem conseguir enxergar que haja em Joinville outras entidades representativas da sociedade diferentes da ACIJ de Udo Dohler e do Sinduscon. Justamente por não ter conseguido ao longo de quatro anos entender esta complexidade de visões e de interesses em jogo.

Que um grupo, cada vez maior, de cidadãos e cidadãs se proponha defender um modelo de desenvolvimento urbano diferente do oficial. Um modelo de cidade que anteponha a qualidade de vida à cobiça e as pessoas ao dinheiro e os interesses imobiliários.  Parece algo totalmente fora da sua capacidade de compreensão e discernimento, e mostra o quanto tem feito um governo distante da sociedade que voto nele e acreditou nas suas propostas.

Um final triste e languido em que o discurso continua sendo o mesmo que prevaleceu durante todo o seu governo, “Os culpados são os outros” ele nada fez de errado e ainda acredita que teria sido reeleito caso não tivesse sido pela perseguição que sofreu durante os quatro anos de mandato.

Um final triste, melancólico, de alguém que jogou fora um patrimônio político construído ao longo de anos de trabalho.

A integra da entrevista esta no link Entrevista Carlito A Noticia

9 de dezembro de 2012

Final de governo...

O jornal A Noticia divulga na sua coluna Portal que acabou até o papel higiênico na sede da prefeitura municipal de Joinville


Acabou o papel

Há duas semanas, os funcionários da Prefeitura de Joinville convivem com a falta de papel higiênico. A informação foi confirmada por Márcio Cysne, secretário de Administração. Para poderem ir ao banheiro, os servidores estão levando rolos de papel de casa.

Má qualidade

O problema, segundo Cysne, é que o fornecedor de papel higiênico está enviando um produto de qualidade abaixo do que a Prefeitura havia contratado. O governo não aceitou o que foi entregue e o fornecedor se recusa a enviar outro produto. Agora, foi aberto um processo administrativo para desqualificar o fornecedor.

A noticia que poderia ser totalmente intranscedente evidencia o que é um final de governo triste e melancólico  não são só as obras públicas como as da bacia do Rio Morro Alto, ou os parques que nunca concluem. Até os elementos mais básicos faltam. Os lamentos que surgem cada vez com maior frequência do setor da saúde devem merecer maior atenção, se falta até papel higiênico, que mas deve estar faltando?

17 de outubro de 2012

Planejar para fazer bem feito


Planejar bem permite que não cometamos erros, que façamos melhor, que não seja preciso o retrabalho. 


Com frequência planejar tem se convertido uma tarefa impossível de ser atingida pela administração pública. O resultado é uma mistura de incompetência e impotência além de desperdício de recursos públicos.
Neste caso, qual deve ser a velocidade máxima permitida? 30 km /h ou 40 km/ h? 
No caso de Joinville o excesso de órgãos públicos cuidando das mesmas coisas gera resultados como o destas imagens



8 de setembro de 2012

É mais fácil chegar a marte que resolver o estacionamento rotativo



Um show de tecnologia para em poucos minutos visualizar a viagem ao planeta Marte do Curiosity.

Aqui nem conseguimos resolver os problemas mais prosaicos como colocação de paver, gerenciamento do estacionamento rotativo ou a troca de flores de época dos jardins públicos.

4 de julho de 2012

Ironia



Parabenizar ao governo municipal porque finalmente acabou o vergonhoso turno intermediário. Quando o dito turno não deveria ter existido nunca é representou por décadas o descaso com que tem sido tratada a educação na nossa sociedade. Parabenizar por fazer o que é uma obrigação é o cúmulo da ironia.

22 de junho de 2012

Arborização urbana (Joinville)

Aqui se cortam as arvores porque as suas raízes destroem calçadas, mas são plantadas em buracos pequenos demais para o seu desenvolvimento, não recebem nenhum tipo de manutenção regular e não são feitas as podas necessárias para que mantenham o seu porte e tamanho para possam desenvolver nos diminutos espaços urbanos que se lhes destinam.







As imagens deste post foram tomadas numa caminhada de 15 minutos, ao longo de quatro quadras, na região central de Joinville e mostram o descaso com que a arborização urbana é tratada pelo poder público que tem a responsabilidade de manter as arvores localizadas nas calçadas e vias públicas.

20 de junho de 2012

Lembra das bicicletas de aluguel?


É bom desconfiar


Não foram poucas as vezes que neste espaço lembramos que não da para acreditar em tudo que os políticos e os seus asseclas falam. 

Chegando o final do governo nem rastro do serviço de bicicletas de aluguel que seriam instaladas em Joinville. Se eu não me engano até já tinha empresa interessada em explorar o negocio.

 Até uma escala em Barcelona foi prevista para visitar o modelo de aluguel de bicicletas daquela cidade. Teria sido bom também visitar o modelo de ciclovias. Até agora de concreto só a despesa da viagem.

17 de junho de 2012

Os Illuminati


Os Illuminati

A atual administração municipal insiste em acreditar que a descrição da criação do mundo do livro do Genesis se refere a uma data concreta e que no caso de Joinville a Genese teve lugar no dia 1 de janeiro de 2009, o primeiro dia da sua gestão. Que antes desta data só existia o caos. E que foi a partir da chegada destes novos cátaros que se fez a luz. Em sentido real e figurado.

Os illuminati existem em varias sociedades e culturas, os nossos são capazes de morrer na fogueira pelas suas crenças e princípios, desde que a temperatura do fogo não seja muito alta e as cicatrizes das queimaduras não sejam permanentes. Insistem em acreditar que não houve melhor gestão pública em Joinville que a sua e que todos os prêmios e reconhecimentos que a cidade recebe são mérito e resultado exclusivo do seu trabalho. Ao acreditar literalmente que no inicio era o caos, assumem o papel de deuses, criadores de um mundo ideal e perfeito, em que as obras públicas são executadas no prazo, os projetos são perfeitos e os orçamentos são respeitados, não sendo necessário auditar contratos ou refazer obras imperfeitas.

Os illuminati acreditam, ao ponto de repetir como um mantra, que nunca antes na historia desta cidade houve um grupo tão bem intencionado, tão honesto e de tão elevado padrão de conhecimento, ao ponto de se considerarem de um nível superior ao dos demais mortais. Defendem com unhas e dentes que tudo o que possa estar errado tem origem no passado e que todos os problemas da cidade se originam na época do caos e das trevas. A época anterior ao Genesis e que por tanto eles não tem nenhuma responsabilidade com a época anterior ao criação do mundo.

Os illuminati estocam lenha para queimar em praça pública qualquer um que não comungue com suas ideias, ou que ouse por em duvida as suas verdades e princípios. São capazes de escrever ou recitar longas catilinarias, que terminam sempre com a frase: “Delenda est...” adaptada aos hereges que não aceitam o seu democrático modelo de gestão participativa. Utilizam todos os médios de divulgação que estes novos cátaros tem a disposição para acusar os que discrepam do seu modo de agir, ou que questionam a sua competência para realizar a maioria de projetos e obras. Os sumos pontífices, destes novos cátaros, se dirigem cada vez com maior frequência e virulência, ao púlpito para se proclamar defensores da pureza, da ética e dos estritos princípios morais que regem o seu cotidiano e atacar e caluniar os que se lhes oponham.

Sua fé se alicerça em premissas falsas, a primeira é acreditar que o mundo começou só em 1 de janeiro de 2009, primeiro dia do seu governo. A segunda é assumir que tem o dom da infalibilidade e a terceira acreditar que governam um bando de estultos.

Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC

9 de maio de 2012

Hoje não, mas amanhã sim


 “Hoje não, mas amanhã sim” é o moto que melhor se adapta ao momento que vivemos. Quando confrontados com uma realidade de insucesso, de obras inconclusas ou feitas com uma qualidade que envergonharia ao mestre da gambiarra, há quem tenha a desfaçatez de dizer que hoje não, mas que amanha sim.

Há quem insista em querer nos convencer que os quase quatro anos de governo não são suficientes, mas que nos próximos quatro tudo será melhor e os problemas, que de fato existem serão todos resolvidos. Mas que para isso é necessário votar na reeleição da atual equipe. O problema é que não é possível identificar nenhuma melhora significativa. Até agora só houve mais do mesmo, a diferença, se houve, entre este governo e os imediatamente anteriores desapareceu, hoje a administração municipal incorporou os erros e mazelas das anteriores e nenhuma das suas virtudes. Mas insiste em querer nos convencer que nos próximos quatro anos será diferente, porque agora sabem como resolver os problemas. Será que o eleitor vai acreditar?

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...