30 de setembro de 2012

Gastar mais ou gerir melhor?

Faz agora quatro anos da campanha eleitoral quando o discurso dos candidatos a prefeitura de Joinville era que o problema da saúde não era de recursos e sim de gestão. Quatro anos depois e depois da saúde consumir mais de 35 % do orçamento municipal, se acreditarmos nas declarações do próprio prefeito municipal. 35% representa mais do dobro dos 15% previstos por lei. mesmo depois de entregues o quarto andar do HMSJ, inaugurados PAs e construída a casamata, sanada a divida eterna do HMSJ os problemas da saúde continuam longe de ser resolvidos.

A saúde tem todo para se converter no Rio Cachoeira das próximas décadas, um problema que não se resolve, se agrava a cada ano, mas serve para inflamados discursos de campanha e para eleger prefeitos e vereadores por anos a fio.

Para o eleitor médio é fácil ficar confuso, se o problema da saúde não era dinheiro e sim gestão, por que o problema continua sem ser resolvido depois do choque de gestão que o setor recebeu desde o primeiro dia desta administração? O prefeito ia a resolver ou enfrentar , em 100 dias, os problemas da saúde. Há fortes discrepâncias entre governo e oposição, sobre o que foi que o prefeito efetivamente afirmou durante a campanha. A diferença entre enfrentar um problema e resolve-lo é substancial e é justamente esta diferença a que pode explicar porque a pesar que o prefeito e sua equipe enfrentem dia trás dia os problemas de Joinville estes insistam teimosamente em permanecer aí irresolutos e formosos.

É verdade que governar uma sociedade de crédulos tem lá suas vantagens, se a esta credulidade natural se agrega uma amnésia, que parece congênita, estão dadas as condições para que possam ser feitas e refeitas repetidamente as mesmas promessas de campanha de eleições anteriores. , A campanha eleitoral se converterá uma vez mais, num apanhado de compromissos e promessas impossíveis de serem cumpridas.

O quadro se manterá inalterado até que a sociedade instruída e informada desenvolva as ferramentas de controle social que permitam fiscalizar atentamente a execução e o cumprimento das promessas feitas. Quando não se permita que mitomanos, corruptos e incompetentes sejam eleitos ou reconduzidos, poderemos pensar numa cidade melhor para todos.

Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC

Semana de decisão eleitoral

"Nada é tão admirável em política quanto uma memória curta."

(John Kenneth Galbraith)

29 de setembro de 2012

O lema de um politico local

"Errar é humano. Culpar outra pessoa é política."

 (Hubert H. Humpherey)

Em inglês...


O texto é auto explicativo, uma boa oportunidade para reforçar o seu inglês. Uma sugestão para que a sua adaptação a realidade local seja completa na ultima frase troque "Democratas" por Petistas. O sentido permanece inalterado e o efeito da frase ganha força e sentido local.

Adeus, Lula


 Transcrevo o esplêndido artigo de MARCO ANTONIO VILLA publicado no Globo na terça-feira.

A presença constante no noticiário de Luís Inácio Lula da Silva impõe a discussão sobre o papel que deveriam desempenhar os ex-presidentes. A democracia brasileira é muito jovem. Ainda não sabemos o que fazer institucionalmente com um ex-presidente. Dos quatros que estão vivos, somente um não tem participação política mais ativa. O ideal seria que após o mandato cada um fosse cuidar do seu legado. Também poderia fazer parte do Conselho da República, que foi criado pela Constituição de 1988, mas que foi abandonado pelos governos ─ e, por estranho que pareça, sem que ninguém reclamasse.

Exercer tão alto cargo é o ápice da carreira de qualquer brasileiro. Continuar na arena política diminui a sua importância histórica ─ mesmo sabendo que alguns têm estatura bem diminuta, como José Ribamar da Costa, vulgo José Sarney, ou Fernando Collor. No caso de Lula, o que chama a atenção é que ele não deseja simplesmente estar participando da política, o que já seria ruim. Não. Ele quer ser o dirigente máximo, uma espécie de guia genial dos povos do século XXI. É um misto de Moisés e Stalin, sem que tenhamos nenhum Mar Vermelho para atravessar e muito menos vivamos sob um regime totalitário.

As reuniões nestes quase dois anos com a presidente Dilma Rousseff são, no mínimo, constrangedoras. Lula fez questão de publicizar ao máximo todos os encontros. É um claro sinal de interferência. E Dilma? Aceita passivamente o jugo do seu criador. Os últimos acontecimentos envolvendo as eleições municipais e o julgamento do mensalão reforçam a tese de que o PT criou a presidência dupla: um, fica no Palácio do Planalto para despachar o expediente e cuidar da máquina administrativa, funções que Dilma já desempenhava quando era responsável pela Casa Civil; outro, permanece em São Bernardo do Campo, onde passa os dias dedicado ao que gosta, às articulações políticas, e agindo como se ainda estivesse no pleno gozo do cargo de presidente da República.

Lula ainda não percebeu que a presença constante no cotidiano político está, rapidamente, desgastando o seu capital político. Até seus aliados já estão cansados. Deve ser duro ter de achar graça das mesmas metáforas, das piadas chulas, dos exemplos grotescos, da fala desconexa. A cada dia o seu auditório é menor. Os comícios de São Paulo, Salvador, São Bernardo e Santo André, somados, não reuniram mais que 6 mil pessoas. Foram demonstrações inequívocas de que ele não mais arrebata multidões. E, em especial, o comício de Salvador é bem ilustrativo. Foram arrebanhadas ─ como gado ─ algumas centenas de espectadores para demonstrar apoio. Ninguém estava interessado em ouvi-lo. A indiferença era evidente. Os “militantes” estavam com fome, queriam comer o lanche que ganharam e receber os 25 reais de remuneração para assistir o ato ─ uma espécie de bolsa-comício, mais uma criação do PT. Foi patético.

O ex-presidente deveria parar de usar a coação para impor a sua vontade. É feio. Não faça isso. Veja que não pegou bem coagir: 1. Cinco partidos para assinar uma nota defendendo-o das acusações de Marcos Valério; 2. A presidente para que fizesse uma nota oficial somente para defendê-lo de um simples artigo de jornal; 3. Ministros do STF antes do início do julgamento do mensalão. Só porque os nomeou? O senhor não sabe que quem os nomeou não foi o senhor, mas o presidente da República? O senhor já leu a Constituição?

O ex-presidente não quer admitir que seu tempo já passou. Não reconhece que, como tudo na vida, o encanto acabou. O cansaço é geral. O que ele fala, não mais se realiza. Perdeu os poderes que acreditava serem mágicos e não produto de uma sociedade despolitizada, invertebrada e de um fugaz crescimento econômico. Claro que, para uma pessoa como Lula, com um ego inflado durante décadas por pretensos intelectuais, que o transformaram no primeiro em tudo (primeiro autêntico líder operário, líder do primeiro partido de trabalhadores etc, etc), não deve ser nada fácil cair na real. Mas, como diria um velho locutor esportivo, “não adianta chorar”. Agora suas palavras são recebidas com desdém e um sorriso irônico.

Lula foi, recentemente, chamado de deus pela então senadora Marta Suplicy. Nem na ditadura do Estado Novo alguém teve a ousadia de dizer que Getúlio Vargas era um deus. É desta forma que agem os aduladores do ex-presidente. E ele deve adorar, não? Reforça o desprezo que sempre nutriu pela política. Pois, se é deus, para que fazer política? Neste caso, com o perdão da ousadia, se ele é deus não poderia saber das frequentes reuniões, no quarto andar do Palácio do Planalto, entre José Dirceu e Marcos Valério?

Mas, falando sério, o tempo urge, ex-presidente. Note: “ex-presidente”. Dê um tempo. Volte para São Bernardo e cumpra o que tinha prometido fazer e não fez. Lembra? O senhor disse que não via a hora de voltar para casa, descansar e organizar no domingo um churrasco reunindo os amigos. Faça isso. Deixe de se meter em questões que não são afeitas a um ex-presidente. Dê um bom exemplo. Pense em cuidar do seu legado, que, infelizmente para o senhor, deverá ficar maculado para sempre pelo mensalão. E lá, do alto do seu apartamento de cobertura, na Avenida Prestes Maia, poderá observar a sede do Sindicato dos Metalúrgicos, onde sua história teve início. E, se o senhor me permitir um conselho, comece a fazer um balanço sincero da sua vida política. Esqueça os bajuladores. Coloque de lado a empáfia, a soberba. Pense em um encontro com a verdade. Fará bem ao senhor e ao Brasil.

Para pensar acordado

"A elegância é um dom pessoal, como o talento, é a única forma de beleza permitida ao homem e a maior." (José María Vargas Vila)

28 de setembro de 2012

Elegância




Em evento promovido no IELUSC sobre cidades sustentáveis o candidato a Vice-prefeito da coligação PT – PP, Eni Voltolini fez a seguinte declaração dirigida a um membro da plateia:

"Bom ver a combatividade pela sustentabilidade de muito tempo, ser transformada em candidatura a vereador deste joinvilense" e apontou o dedo para um candidato a vereador do PDT, por tanto um adversário político neste pleito.

Este tipo de atitudes, tão pouco comuns hoje em dia no cenário politico, chama-se respeito, quando a divergência é deixada de lado e não é motivo de discórdia para princípios e não afeta inteligência.

Uma experiencia inesquecível


27 de setembro de 2012

Professor X Deputado Federal


O professor Dr. Ruy Ferreira elaborou e divulga na internet este quadro comparativo entre a remuneração de um professor com mestrado e doutorado em fim de carreira e um deputado federal.

A comparação poderia também incluir os salários de vereadores e deputados estaduais.



26 de setembro de 2012

Bicicletas de aluguel

A implantação de um serviço gratuito de aluguel, ou melhor seria dizer de emprestimo, por ser gratuito de bicicletas durante o Festival de Dança, custeado pelo patrocinio de um banco, serviu para mostrar que há outros caminhos, outras alternativas para que um serviço como este possa ser implantado em Joinville.

A menos que Joinville tenha uma lei que proiba o aluguel de bicicletas, e olha que não duvido que uma tal lei possa existir, mais para proteger determinados interesses que para defender os direitos dos joinvilenses, acho estranho que seja preciso que seja feita uma licitação, no apagar das luzes deste governo, para converter algo que poderia simples e até gratuito, numa operação complexa e paga.


Em época de eleições

Para falar, bastam palavras. Para convencer, obras são necessárias . 

Padre Antonio Vieira (1608-1697), orador e filósofo

25 de setembro de 2012

Charge


Voltará com força a pressão por mudar Joinville? Ou desta vez com uma participação maior da sociedade organizada será possível um modelo de cidade mais sustentável e harmônica?

Mais madeira para manter a maquina a todo vapor


Quanto menos tempo falta para que chegue o dia 7 de outubro, maior o nível de desespero e destempero nos comitês de campanha. Há apelação, discursos ensandecidos e promessas impossíveis de serem cumpridas, que tem como único objetivo buscar o voto de ignaros e desavisados.

Hora de colocar toda a lenha na caldeira, em muitos casos hora de partir para o tudo e nada. Boatos, meias verdades e mentiras deslavadas dominam o quadro. Há até uma equipe especialista em destruir reputações, num verdadeiro combate a ferro e fogo. Hora de manter a calma e conhecer melhor as qualidades e defeitos de cada candidato.

Para o legislativo não há segundo turno. No caso do executivo só dois candidatos continuarão depois do dia 7 de outubro.

Não aprendem mesmo e continuam insistindo


Não satisfeitos com um cavalete, os candidatos colocam mais de um na mesma esquina. 

24 de setembro de 2012

23 de setembro de 2012

O automóvel é a nossa vaca leiteira


O automóvel é a nossa vaca leiteira




É bom começar esclarecendo que “vaca leiteira” é uma expressão coloquial (significa geração de caixa) e que neste texto é usada de forma retórica. Ultimamente as pessoas andam com os nervos à flor de pele e se sentem interpeladas por qualquer tolice.

O carro é a vaca leiteira que sustenta uma parte importante da nossa economia pública, na outra ponta é preciso incluir os custos com a imobilidade, os investimentos necessários para construir duplicações, binários e elevados, o aumento dos custos no sistema de saúde para fazer frente aos acidentes de transito e a irreparável perda de jovens, que na flor da idade perdem a vida ou são mutilados em números que superam o de muitos países em guerra.

Cada vez mais o tema mobilidade está em pauta. Na verdade, quanto menor o nível de mobilidade urbana, mais o tema é debatido. Transporte público, elevados, bicicletas, ciclovias, faixas de pedestres é por aí afora são objeto de textos, debates e devaneios de uns e outros. Em comum, o fato de demonizar o automóvel e ver a sua expansão e aumento como um fato inevitável. Os maiores inimigos do carro se situam entre os ocupantes de cargos no poder público e os diretamente vinculados ao transporte coletivo, estes últimos por motivos óbvios.

É conveniente revisar alguns dados que podem ajudar a entender melhor esta situação em que, por um lado, se demoniza o carro e, pelo outro, se estimula a sua expansão e se trabalha para manter o maior nível de mobilidade individual. O carro é, no Brasil de hoje, uma vaca sagrada, de úberes fartos e generosos. Isso ocorre desde que se iniciou o irreversível sucateamento da malha ferroviária, para criar as condições propícias ao desenvolvimento do mercado rodoviário. Quando se fez a aposta de trocar um modal por outro, o Brasil tomou uma decisão estratégica: o tempo e os fatos têm se encarregado de mostrar o acerto ou não da decisão.

Hoje a nossa economia está atrelada ao carro. A arrecadação da própria prefeitura é dependente dos recursos originados pelo automóvel. O joinvilense paga mais de IPVA que de IPTU. O total arrecadado com IPTU em 2011 foi de R$ 67 milhões. O IPVA representou R$ 87 milhões e destes a metade fica no município e a outra vai para o Estado. Para ter noção de grandeza, os R$ 43,5 milhões que correspondem a Joinville são um valor maior que o empréstimo do BNDES, na cifra de R$ 40 milhões, que é apresentado como a solução para a maioria dos problemas de trânsito da cidade. Estas contas não incluem os valores arrecadados com multas, que estão na ordem de R$ 12 milhões ao ano, ou o ICMS que incide sobre o álcool, a gasolina e o diesel que os nossos veículos consomem e que representa outra parcela significativa das receitas públicas.

A equação mobilidade urbana versus imobilidade urbana precisa considerar outras variáveis além da visão simplista de ônibus X VLT ou bicicleta X carro. Implica um debate sobre o modelo de cidade e a implantação de um plano de mobilidade urbana que faça desta uma cidade mais eficiente, mais competitiva e preparada para o futuro. 

Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC

22 de setembro de 2012

Embolou o meio do campo


Embolou o meio do campo. A enquete do blog mostra que os 512 leitores que votaram estão bem divididos nas suas opiniões.

1.- Udo Dohler teve 140 votos, equivalentes a 27,34% do total dos votos
2.- Marco Tebaldi obteve 122 votos, que correspondem a 23,83% dos votos
3.- Carlito Merss com 109 votos e 21,29% das intenções
4.- Kennedy Nunes com 99 votos e 19,34% das intenções
5.- Leonel Camasão com 21 votos e 4,1% dos votos, os mesmos que para Branco/ Nulo

O resultado mostra que a diferença entre o primeiro e o quarto classificado é de 8%, pouco, muito pouco para que possa se dizer que há um claro favorito.

De se manter este quadro até o dia 7 de outubro, qualquer resultado é imprevisível e qualquer um dos quatro primeiros classificados poderá estar no segundo turno.

20 de setembro de 2012

Arvore e espaço urbano


Amanha é o dia da arvore, momento para reflexionar sobre a sua importância no meio urbano, a sua contribuição e principalmente as ameaças que sofrem por conta do crescimento desordenado do cinza, do concreto e da impermeabilização das cidades.

Uma arvore como a da imagem em Joinville já teria sido cortada pelo perigo que representam as suas violentas raízes. Será que a violência é das raízes o dos que as comprimem e oprimem?

Se como candidatos já não respeitam a lei...

...imagine você se a respeitarão depois de eleitos.
Todas as imagens foram tomadas no dia 18 de setembro em Joinville, tanto na região central como nas vias de maior circulação relacionadas na lista das não permitidas, muitos dos cavaletes estão junto a sinalização vertical de transito e atrapalham a visão do motorista. As imagens foram feitas um dia depois que o Juiz Eleitoral Dr. Yhon Tostes proibisse explicitamente o uso de cavaletes nestes locais.

Melhor pensar duas vezes antes de votar nestes candidatos.
















O presente ideal para o próximo prefeito


Ter amigos, ter inimigos.


19 de setembro de 2012

Educação ou circo?


Do mesmo modo que no Brasil a prioridade é a construção dos estádios para a Copa do Mundo de 2014, em Joinville o tema em pauta em época de eleições é a ampliação da Arena. 

É importante? com certeza que sim. É prioritário? com certeza que não. A unica prioridade para construir um futuro melhor para o Brasil e para Joinville é priorizar a educação em todos os níveis.

Para pensar acordado


17 de setembro de 2012

Cavalete ou cavalão?


Sempre há candidatos que querem ser mais espertos que os outros. Aparecem agora nas calçadas de Joinville os cavaletões, na verdade são cavaletes do tamanho de placas, medindo 2 x 1 conseguem atrapalhar ainda mais os pedestres e dificultam a visão dos motoristas.

Com a ausência de uma fiscalização os espertalhões aproveitam e mostram o seu desrespeito com o eleitor.

16 de setembro de 2012

A ponte




Campanhas eleitorais são muito parecidas em todos lados, enquanto há uns que mentem sistematicamente e outros que acreditam piamente, um terceiro grupo duvida do discurso fácil e do excesso de promessas. O tamanho e a atuação deste terceiro grupo determinará o nivel de desenvolvimento de uma sociedade.

O primeiro grupo é composto pelos que mentem durante a campanha e acreditam inclusive nas suas próprias mentiras, depois atrapados na rede que teceram para se eleger são obrigados a continuar mentindo durante o seu governo caso sejam eleitos. O resumo é um mundo irreal, em que as mentiras se superpõem e se avolumam e a realidade desaparece soterrada por promessas impossíveis de serem convertidas em ações concretas. Numa eleição recente um candidato prometeu muito, depois até disse que não prometeu aquilo tudo, o seu azar foi que as promessas ficaram registradas num promessometro e continuam la disponíveis para quem as quiser ver. Outro prometeu que até o final do seu governo a cidade teria 70% do seu esgoto tratado. Depois ante a impossibilidade de cumprir a promessa, a sua equipe passou a divulgar uma nova meta adotou uma nova meta, 52%. tampouco desta vez o chute deu certo e um novo valor foi divulgado, seria possível que a cidade tivesse 36% do seu esgoto tratado.  A nova meta representaria praticamente a metade do inicialmente prometido e registrado no promessometro que insiste em nos lembrar das promessas feitas pelos candidatos em campanha. Finalmente os numero reais devem estar mais perto dos 30%.

A historia me lembrou de a de um velho político que ao visitar uma pequena comunidade em plena maratona eleitoral, tinha recebido da sua assessoria que a maior demanda daquela comunidade era uma ponte. No seu inflamado discurso cheio de promessas garantiu que a ponte tão desejada seria finalmente construída caso fosse eleito. Ante os olhares de estranheza do publico e o silencio sepulcral que se criou, o assessor mais próximo percebeu que não era aquela a comunidade que precisava de uma ponte e cochichou ao candidato que nem tinha um rio que justificasse a dita ponte.
Sem se amedrontar frente a adversidade o político não titubeio um instante e entusiasmado prometeu com voz forte: E colocaremos um rio embaixo desta nova ponte. Porque não é possível que esta comunidade não tenha também um rio.

A historia que pode até não ser verdadeira, mostra de forma fabulada como são construídas as campanhas eleitorais, promessas são lançadas ao leu e bem apresentadas permitem que pessoas menos esclarecidas e desinformadas acreditem primeiro, e se frustrem depois, ao descobrir que sem se materializar as soluções propostas os seus problemas perduram e servirão novamente de discurso nas próximas eleições.

Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC

15 de setembro de 2012

Nina e Carminha em Brasília



Por Nelson Motta

Se o mensalão não tivesse existido, ou se não fosse descoberto, ou se Roberto Jefferson não o denunciasse, muito provavelmente não seria Dilma, mas Zé Dirceu o ocupante do Palácio da Alvorada, de onde certamente nunca mais sairia.

Roberto Jefferson tem todos os motivos para exigir seu crédito e nossa eterna gratidão por seu feito heroico: "Eu salvei o Brasil do Zé Dirceu."

Em 2005, Dirceu dominava o governo e o PT, tinha Lula na mão, era o candidato natural à sua sucessão. E passaria como um trator sobre quem ousasse se opor à sua missão histórica. Sua companheira de armas Dilma Rousseff poderia ser, no máximo, sua Chefe da Casa Civil, ou presidente da Petrobras.
Com uma campanha milionária comandada por João Santana, bancada por montanhas de recursos não contabilizados arrecadados pelo nosso Delúbio, e Lula com 85% de popularidade animando os palanques, massacraria Serra no primeiro turno e subiria a rampa do Planalto nos braços do povo, com o grito de guerra ecoando na Esplanada: "Dirceu guerreiro/ do povo brasileiro." Ufa!

A Jefferson também devemos a criação do termo "mensalão". Ele sabia que os pagamentos não eram mensais, mas a periodicidade era irrelevante. O importante era o dinheirão. Foi o seu instinto marqueteiro que o levou a cunhar o histórico apelido que popularizou a Ação Penal 470 e gerou a aviltante condição de "mensaleiro", que perseguirá para sempre até os eventuais absolvidos. O que poderia expressar melhor a ideia de uma conspiração para controlar o Estado com uma base parlamentar comprada com dinheiro público e sujo? Nem Nizan Guanaes, Duda Mendonça e Washington Olivetto juntos criariam uma marca mais forte e eficiente. Mas antes de qualquer motivação política, a explosão do maior escândalo do Brasil moderno é fruto de um confronto pessoal, movido pelos instintos mais primitivos, entre Jefferson e Dirceu.

Como Nina e Carminha da política, é a história de uma vingança suicida, uma metáfora da luta do mal contra o mal, num cho que de titãs em que se confundem o épico e o patético, o trágico e o cômico, a coragem e a vilania. Feitos um para o outro.

O "chefe" sempre foi José Dirceu. Combativo, inteligente, universitário - não sei se completou o curso - fala vários idiomas, treinado em Cuba e na Antiga União Soviética, entre outras coisas. E com uma fé cega em implantar a Ditadura do Proletariado a "La Cuba".

Para isso usou e abusou de várias pessoas e, a mais importante - pelos resultados alcançados - era Lula. Ignorante, iletrado, desonesto, sem ideais, mas um grande manipulador de pessoas, era o joguete ideal para o inspirado José Dirceu.

Lula não tinha caráter nem ética, e até contava, entre risos, que sua família só comia carne quando seu irmão "roubava" mortadela no mercado onde trabalhava. Ou seja, o padrão ético era frágil . E ele, o Dirceu, fizera tudo direitinho, estava na hora de colher os frutos e implantar seu sonho no país. Aí surgiu Roberto Jefferson... e deu no que deu.


A análise de Nelson Motta está perfeita.

Mensalão

Segunda feira inicia o julgamento de José Dirceu e outros réus do mensalão, hoje a revista Veja publica as denuncias do Marcos Valério dizendo que o ex-presidente Lula sabia de tudo e era o verdadeiro chefão do mensalão, coincidência?

Seria muita estultícia imaginar que Marcos Valério cairia sozinho. Agora esperar que nada de ruim lhe aconteça e que o julgamento continue normalmente e os culpados sejam condenados.

14 de setembro de 2012

Nova tecnologia para arrumar o asfalto

Esta sendo desenvolvida uma nova tecnologia para arrumar os problemas causados pelas obras de infraestrutura das ruas de Joinville.
Se um dia as ruas são pavimentadas e no seguinte valas são abertas para a implantação de serviços de água, gás ou esgoto nada melhor que aderir a esta nova tecnologia que consegue consertar de forma precária e provisoria para sempre os estragos feitos.

A nova tecnologia já esta em testes em varias ruas dos bairros Vilanova, Saguaçu e Espinheiros

13 de setembro de 2012

Doadores de campanha

O jornalista João Kamradt do jornal A Noticia informou hoje que a Construtora Triunfo de são Paulo é a maior doadora individual da campanha do candidato Udo Dohler com R$ 500.000. A mesma empresa que na campanha de 2008 já fez uma doação de R$ 200.000 para a campanha do atual prefeito Carlito Merss.

Não há nada de ilegal na doação, só é curioso que uma empresa da que não se conhecem obras em Joinville, seja tão magnânima na hora de doar. Primeiro para um, agora para outro.

11 de setembro de 2012

Quer rogar praga para um politico?


Neste caso a empresa só trabalha com pragas pequenas, para pragas maiores deverá procurar outro provedor.

Parque José Alencar ou da Cidade


Lembra dos críticos que dizem que o Parque José Alencar ( por que será que deram este nome a um parque que a própria administração só chama pelo apelido de Parque da Cidade?) não tem arvores, não há sombra e tem muito concreto? Pois é a imagem mostra que se desconsiderada a área de mangue que é de preservação ambiental e não pode ser utilizada pelos usuários do parque, há sim uma imensa área arborizada. Não viu? Terá que acreditar na propaganda oficial.

Parque sem arvores, sem sombra, sem grandes áreas gramadas você só vê por aqui.


10 de setembro de 2012

Nazista

Moacir Pereira escreve no Jornal de Santa Catarina de Blumenau


Em Joinville, o alvo principal é o empresário Udo Döhler, do PMDB, que assumiu a liderança numa virada sensacional. Nos debates, Kennedy Nunes (PSD) e Marco Tebaldi (PSDB) alvejam Carlito Merss (PT). Mas nas redes sociais, o jornalista Benhur Lima, coordenador do comitê de Tebaldi, dispara pesado contra Döhler, classificando-o de “nazista”. Tenta desqualificá-lo na estratégia que dá certo de “mãos limpas, gestão competente, serviços no Hospital Dona Helena e Acij e construção de uma nova Joinville”.

Tem gente que acha que acusar a alguém de nazista é muito grave e pode buscar satisfação na justiça.


Cavaletes passam a noite ao relento



Com a colaboração de @fmrbass continuamos recebendo as imagens de cavaletes abandonados. A revelia de legislação eleitoral há candidatos que deixam os cavaletes na rua depois do horário permitido. O resultado é a vandalização por parte de pessoas em desacordo com este abuso.

DENUNCIE você também os candidatos que não cumprem a lei. Colocar cavaletes em locais não permitidos ou deixa-los na rua depois dos horários autorizados é ilegal.



Mobilidade e planejamento


Na campanha eleitoral de Joinville a mobilidade é um dos temas comuns ao discurso de todos os candidatos. Cada um apresenta as suas versões diferentes e até divergentes das soluções propostas para resolver um problema que é comum a todas as cidades que não tem um planejamento adequado e que ganha uma maior gravidade nos países em vias de desenvolvimento como o Brasil.

A falta de políticas públicas adequadas a nível nacional, a priorização do automóvel como meio de transporte e inclusive a redução de impostos para estimular ainda mais o uso do carro, sem os investimentos necessários em infraestrutura e nos demais modais de transporte público, fazem das cidades e Joinville é um bom exemplo, uma bomba de tempo.

A verticalização e o adensamento desenfreado, em áreas que não dispõem da infraestrutura urbana adequada, criarão a curtíssimo prazo gargalos impossíveis de resolver. No caso de Joinville, nenhum é mais evidente que o formado pelo inicio da Rua Blumenau, no trecho do Hospital Dona Helena e a sua prolongação formada pela Rua Henrique Meyer até o hotel Tannenhof. Além dos edifícios já construídos há mais três edifícios comerciais em construção e um prestes a iniciar. A estes polos geradores de trafego há que acrescentar o fluxo de ônibus e a sua localização na área de influencia do Shopping Mueller, outro dos grandes polos geradores de trafego na cidade.

Em quanto se propõem elevados, duplicações, tuneis e outras soluções pontuais e desconectadas do planejamento, ou deveríamos falar da falta dele? Outras cidades no mundo que já sofreram o preço da sucessão de erros que nos estamos comentando optam por recuperar espaços públicos degradados, demolir elevados e criar parques, jardins e áreas verdes aonde até pouco tempo atrás só havia degradação urbana e transito pesado e caos.

Quem sabe os nossos políticos e principalmente os responsáveis pelo planejamento urbano de Joinville acordem a tempo e evitem que tenhamos que percorrer um caminho que já se sabe aonde conduz.



As imagens do antes e do depois da região central de Boston mostram como é possível ter cidades melhores, com maior qualidade de vida e sem que para isso seja preciso promover o desenvolvimento a qualquer custo.

9 de setembro de 2012

A diferença entre o antes e o depois


Um deputado está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre.

A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.

-'Bem-vindo ao Paraíso!'; diz São Pedro

-'Antes que você entre, há um probleminha.

Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o que  fazer com você.

-'Não vejo problema, é só me deixar entrar', diz o antigo  deputado.

-'Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores. Vamos fazer o seguinte:

Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade.

-'Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso diz o deputado.

-'Desculpe, mas temos as nossas regras. '

Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o  Inferno.

A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe.

Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os  quais havia trabalhado.

Todos muito felizes em traje social.

Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em  que ficaram ricos às custas do povo.

Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.

Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas.

Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora.

Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.

Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperando por  ele..

Agora é a vez de visitar o Paraíso.

Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que  andam de nuvem em  nuvem, tocando harpas e cantando.

Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro retorna.

-' E aí ? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso.

Agora escolha a sua casa eterna.' Ele pensa um minuto e responde:

-'Olha, eu nunca pensei .. O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar  melhor no Inferno.'

Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o  Inferno.

A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo.

Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos.

O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do deputado.

-' Não estou entendendo', - gagueja o deputado - 'Ontem mesmo eu estive aqui  e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!!!'

O diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz:



-'Ontem estávamos em campanha.
Agora, já conseguimos o seu voto...' 

Cavaletes abandonados sofrem vandalismo

Mesmo com uma imagem de baixa qualidade o objetivo deste post é denunciar.

Não tanto denunciar o vandalismo que sofrem os cavaletes abandonados pelos candidatos, mas para denunciar que não são poucos os candidatos que não cumprem a legislação e deixam os seus cavaletes abandonados durante a noite.

Lembrando que a legislação eleitoral estabelece horarios determinados para colocação da propaganda eleitoral e que durante a noite DEVEM ser retirados das ruas e vias públicas.

Se o candidato durante a campanha já não cumpre a legislação imagine se chegasse a ser eleito. Pior ainda se um candidato como este chega ao legislativo municipal o que se pode esperar dele?

8 de setembro de 2012

Neo-bobagens de campanha


Surge uma nova bobagem na campanha eleitoral. O novo alvo a abater é quem aparece primeiro nas pesquisas, antes o tema era a sujeira ou a limpeza da ficha dos candidatos. Agora o tema é a capacidade ou não para administrar e sobre o diferente que é administrar uma empresa privada ou uma empresa pública. O debate é estéril, porque não considera a administração uma ciência, baseada em conhecimentos aprendidos, em técnicas conhecidas e na utilização de ferramentas de planejamento, controle e gestão adequadas. Inclusive é estranho que o Conselho Federal de Administração, o CRA, não tenha se manifestado e permita que uma profissão tão importante seja tão maltratada.

Implicitamente o objetivo deste debate, neste momento, é o de desacreditar ou desqualificar aqueles que tem experiência em administração ou tenham a formação para atuar como administradores, insinuando que este conhecimento não servira ou não é o adequado para administrar as complexas e “sui generis” estruturas publicas que se regem e seguem estranhos padrões e normas, que dificilmente chegarão a ser dominadas por administradores oriundos da iniciativa privada e curtidos nas leis do mercado, que para nada são seguidas na administração pública brasileira. O melhor exemplo é o malfadado turno único, o estranho principio que rege aqui é que é melhor trabalhar menos que trabalhar mais, trabalhando menos horas o custeio se reduz e o custo da maquina passa a ser menor. Algo que com certeza será incompreensível para qualquer um que tenha se formado num curso de administração.

Analisando os princípios e bases que segue a administração não há conceitualmente diferença entre uma administração publica e outra privada. O que muda são os objetivos que cada organização tem como meta. A menos que o que se faça no serviço público não seja administração e recebe algum outro nome.

Se consideramos que administrar é dirigir uma organização utilizando técnicas de gestão de e para as pessoas para que alcance seus objetivos de forma eficiente, eficaz e com responsabilidade social e ambiental. Não há nada aqui que esteja em desacordo com o que se espera de um administrador público. O que se pode discutir e quais são os objetivos e metas de cada organização, que podem ser até diferentes, mas os princípios de eficiência, eficácia, economicidade e tantos outros são basilares neste campo e se aplicam, ou deveriam aplicar-se a todas as organizações.

O risco é alguem confundir administrar BEM e faze-lo MAL. Quem nunca administrou uma quitanda ou uma pequena loja dificilmente conseguira administrar com eficiência uma empresa publica, uma fundação e menos ainda uma prefeitura ou uma cidade do porte de Joinville.

É mais fácil chegar a marte que resolver o estacionamento rotativo



Um show de tecnologia para em poucos minutos visualizar a viagem ao planeta Marte do Curiosity.

Aqui nem conseguimos resolver os problemas mais prosaicos como colocação de paver, gerenciamento do estacionamento rotativo ou a troca de flores de época dos jardins públicos.

7 de setembro de 2012

Desconto na conta de energia elétrica?


Em plena campanha eleitoral e com a maioria dos candidatos do PT mostrando um baixo desempenho, a presidente Dilma Roussef vai a televisão para informar em rede nacional que a conta de energia elétrica baixará a partir de 2013.

Aprofundando na informação surge a noticia que O TCU já mandou devolver mais de R$ 7 bilhões porque o PT autorizou cobranças indevidas de energia elétrica nos últimos sete anos. É muito estranho ir para a TV e transformar condenação em bônus eleitoral. Cobraram a mais e agora enganam o povo dizendo que é uma bondade do governo.

Lembre NUNCA há bondade do governo para o contribuinte / consumidor / eleitor se parece que há você pode ter certeza que há é treta.

Arte na rua


O projeto realizado em Portugal seria mais apropriado aqui em Santa Catarina. Um projeto para Joinville ou para Chuville. Como fazer da arte uma ferramenta para repensar o espaço urbano? Como olhar a cidade com outros olhos a partir da intervenção que o artista faz do espaço público.

5 de setembro de 2012

Cavaletes? não, obrigado.

Ele sempre ele

Comeu a calçada

Para pensar acordado

"Podes, e deves, ter ideias políticas, mas, por favor, as «tuas» ideias políticas, não as ideias do teu partido; o «teu» comportamento, não o comportamento dos teus líderes; os interesses de «toda» a Humanidade, não os interesses de uma «parte» dela. E lembra-te de que «parte» é a etimologia de «partido»."

Agostinho Silva

4 de setembro de 2012

Alguem andou chutando cavaletes


Há uma campanha no Facebook convidando a chutar os cavaletes dos candidatos. Em Joinville parece que andaram aderindo a iniciativa.

Do nada a lugar nenhum



Lembra daqueles críticos que dizem um dia sim e outro também que as ciclofaixas de Joinville não ligam nada com nada, ou que começam no nada e acabam em lugar nenhum? pois aqui tem a prova que eles estão errados.

As ciclofaixas de Joinville são o resultado de detalhados estudos, projetos avançados e a melhor tecnologia disponível que permite aos ciclistas levitar quando chegados ao ponto em que a ciclofaixa simplesmente desaparece.

3 de setembro de 2012

Valor e preço


Olhando e analisando os currículos, a sua historia e a participação recente na vida pública joinvilense, é evidente que há cada vez menos gente com valor e mais que só tem preço.

Faça sua avaliação, analise quem é quem, dedique tempo e esforço a escolher o melhor candidato para Joinville.

2 de setembro de 2012

Bagunça rotativa


As palavras que melhor definem a forma como, o poder publico, por meio da Conurb primeiro e do ITTRAN depois, esta tratando o tema do estacionamento rotativo  são: descaso e falta de respeito com o usuário, a retaliação com o operador e a incompetência no manejo do processo.

Como já é uma constante nos assuntos que envolvem esta administração municipal o tema esta longe de ser resolvido e se alastra de forma vergonhosa por meses a fio sem que se vislumbre uma luz ao fim do túnel. Faz quase um ano que o joinvilense foi surpreendido com o rompimento, pela Conurb, do contrato do estacionamento rotativo . A Cartão Joinville tem conseguido na justiça manter o direito de continuar operando o sistema. Os usuarios do estacionamento rotativo ficaram confusos sem saber ao certo, nem o que estava acontecendo, nem como proceder. O presidente da Conurb acrescentou mais confusão ao declarar pela imprensa que os cartões perderam o seu valor e deveriam ser rasgados. Declaração infeliz inoportuna. Rasgar dinheiro não é algo que possa ser recomendado a nenhum contribuinte. Menos ainda se for por causa da incompetencia na fiscalização da empresa responsavel pelo sistema por parte de quem tinha e tem a responsabilidade por zelar pela boa gestão e pela preservação dos direitos dos joinvilenses.

A idas e voltas continuaram quase sem interrupção, com declarações e noticias desencontradas informando que uma nova empresa operaria o sistema de forma emergencial, dias depois a Cartão Joinville continuava operando.  
Durante um tempo o estacionamento ficou liberado e não aconteceu o caos previsto. As placas foram cobertas com sacolas pretas, depois retiradas, depois recolocadas consolidando a situação de confusão e desconcerto que perdura até hoje.

Agora as monitoras do Cartão Joinville compartilham as mesmas calçadas e espaços com as monitoras contratadas pelo ITTRAN. Umas notificando, as outras desdizendo o que as primeiras falaram. Umas notificando e exigindo a colocação do cartão, o ITTRAN pela sua parte informando que os cartões atuais perderiam o seu valor no ultimo dia de setembro,  dias mais tarde aumentando a validade até final de dezembro. No meio desta chuva de informações desencontradas se encontra o motorista joinvilense sem saber em quem acreditar.

Até agora a única rotatividade no estacionamento é a rotatividade de desinformação, do descaso  e de incompetência na forma de tratar o cidadão que é quem mais sofre com a forma como o tema esta sendo conduzido pelo poder público.

Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC

1 de setembro de 2012

Evolução e sustentabilidade


Hoje sem dispor de uma malha de ciclovias adequada, com ciclofaixas inseguras e em desacordo com a legislação o ciclista esta mais próximo da extinção que de representar um modelo de evolução real e viável  Em quanto o discurso é um a pratica é outra. Ciclistas correm riscos desnecessários em Joinville
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