26 de setembro de 2013
3 de setembro de 2013
16 de maio de 2013
15 de maio de 2013
31 de março de 2013
Rua Aquidaban
A Rua Aquidaban
Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
7 de janeiro de 2013
A pequena Manchester
12 de novembro de 2012
Abrindo o debate
O papel do poder público é fornecer todos os dados e informações para que o cidadão possa responder com conhecimento. Até hoje o poder público não tem feito a sua parte.
2 de outubro de 2012
Desenvolvimento Asinino (*)

Agora a moda é continuar adotando um modelo de desenvolvimento asinino só que em lugar de usar as ancas das mulas e jumentos como modulo, é a cabeça do simpático animal, quem serve de referencia tanto para planejadores e administradores, como principalmente para candidatos em campanha, que de forma estulta imaginam que um elevado aqui e outro acolá resolverão os problemas de mobilidade de Joinville.
10 de setembro de 2012
Mobilidade e planejamento
14 de janeiro de 2012
Aonde foi o verde urbano? (*)
13 de novembro de 2011
Será que Europa é a melhor referencia?
A fascinação que o chamado velho mundo exerce sobre quem não o conhece profundamente é surpreendente. Imaginar que podemos, em uma semana, decifrar a complexidade de uma sociedade plural e heterogênea parece uma ousadia. Facilmente ficamos deslumbrados pelo funcionamento de uma sociedade que tem conseguido, ao longo do tempo, distribuir melhor a riqueza, manter e aumentar a qualidade de vida dos seus cidadãos e que se impõe metas de sustentabilidade e de justiça social impensáveis por estas terras.9 de agosto de 2011
Para pensar acordado
Lógica da desordem
A expressão “lógica da desordem” foi cunhada Lúcio Kowarick em “São Paulo 1975: Crescimento e Pobreza”, para definir a urbanização no Brasil, a maior do mundo na segunda metade do século 20. O modelo desta lógica esta no crescimento urbano do país desde 1950, pela prioridade das obras viárias e o incentivo fiscal para o transporte individual; verticalização lote a lote nos bairros dotados de infra-estrutura de serviços públicos e privados; implantação periférica e precária de habitação popular; expansão horizontal não planejada da área urbana; destruição do meio ambiente natural; aumento na geração de resíduos e poluição pelo consumo humano; manutenção de terrenos ociosos e reprodução da desigualdade sócio territorial.
Arno Kumlehn
27 de março de 2011
De Elio Gaspari
Acaba de sair nos Estados Unidos um grande livro. É "Arrival City" ("Cidade de Chegada - Como a Maior Migração da História Está Mudando Nossa História"), do jornalista anglocanadense Douglas Saunders. Ele estudou e acompanhou a vida de um tipo de comunidade das grandes cidades.
No Brasil, chamam-se favelas; no Egito, ashwaiyyat; na Turquia, gecekondular, e na China, cun. Nelas aglomeram-se algo como 800 milhões de pessoas que deixaram o campo em busca do futuro nas grandes cidades, ou descendem de pessoas que fizeram essa rota.
O trabalho de Saunders vem sendo festejado pela audácia de sua conclusão: "A periferia é o novo centro do mundo". Seu livro já foi comparado ao "Morte e Vida de Grandes Cidades", de Jane Jacobs, que mudou a maneira de pensar as políticas urbanas a partir dos anos 60.
Descrevendo essas comunidades, Saunders mostra que nelas não vivem apenas miseráveis marginalizados, mas empreendedores emergentes de um mundo novo, uma nova classe média global.
O mundo pagou caro por não entender a essência das migrações dos séculos 19 e 20. Não entendê-las agora seria um desastre. É emocionante sua narrativa da transformação de Jardim Ângela, um pedaço do inferno paulistano nos anos 80, na comunidade que é hoje.
Quando a periferia tem acesso ao crédito, a escolas, empregos e polícia livre de demofobia, ela decola. E quando seus moradores são pura e simplesmente transferidos para conjuntos residenciais, geralmente as iniciativas fracassam.
Como o livro de Jane Jacobs levou 48 anos para ser editado no Brasil, não custa avisar que a edição do e-book (em inglês) custa US$ 13,99.
De graça, há um artigo de Saunders no sítio da revista "Foreign Policy".
18 de março de 2011
A ocupação "desordenada"
O texto discorre sobre o modelo de ocupação urbana de Joinville e o seu impacto sobre a cidade e os seus habitantes.
2 de agosto de 2010
A paisagem urbana (*)
A paisagem urbana
Com tempo e resignação acabamos nos acostumando a tudo. Numa sociedade como a nossa, que sobre valora a tecnologia, falar de paisagem urbana deve parecer um estetismo inútil. Para muitos não tem nada mais harmônico que o alinhamento perfeito de dezenas de edifícios cinzentos, emoldurados pelo colorido berrante de placas de publicidade.
A paisagem, seja ela natural ou urbana, tem se convertido numa visão utópica de uma realidade que para cada um é distinta. Os princípios básicos da escala, a proporção e a perspectiva têm desaparecido de Joinville e nada mais impede que uma singela residência de enxaimel coexista lado a lado com um edifício de estilo e arquitetura indefinida. A paisagem urbana é uma paisagem imaginaria e aos poucos a paisagem natural, também esta se convertendo numa ficção. Para reproduzir a imagem de uma paisagem, não poucas vezes é preciso recorrer a técnicas de iluminação ou de enfoque, para obter o resultado que só existe no nosso inconsciente.
Da mesma forma na cidade, estamos nos acostumando e por tanto a aceitar esta paisagem confusa, suja, grafitada e barulhenta. Perdemos aos poucos primeiro e cada vez mais rapidamente quaisquer referencia da paisagem, como elemento que confere a uma cidade uma identidade visual e uma referencia com a que nos identificamos. As sociedades que alcançaram antes que a nossa, este elevado nível de desestruturação do entorno urbano, dedicam hoje um esforço considerável para recuperar o que foi perdido. Não poucas vezes a técnica se coloca ao serviço de criar uma paisagem, que recria de forma totalmente artificial, uma realidade que só existe no nosso imaginário.
Uma vez perdidas as referencias, a paisagem de Joinville será a de uma cidade amorfa, sem personalidade, anódina. Poderão ser feitos esforços e alocados recursos públicos para criar uma disneylândia urbana. colocando lado a lado, algumas casas de enxaimel, construções enxaimeloides e vestígios de uma historia irremediavelmente perdida para sempre.
9 de junho de 2010
#forumjlle
Fórum de Desenvolvimento Urbano
O Fórum de Desenvolvimento Urbano de Joinville e região foi uma oportunidade para que a sociedade conheça mais sobre planejamento urbano e desenvolvimento.
Evidenciou a diferença de nível que existe entre a maioria do conhecimento local, sobre o tema e o dos palestrantes convidados. Permitiu de forma muito clara, mostrar que alguns dos tópicos defendidos nas Câmaras Setoriais do Conselho da Cidade e por representantes de Associações de moradores, entidades de classe e da sociedade organizada, a pesar de não ter eco na administração local, tem seguidores em outras esferas e ambientes fora de Joinville. Mostrou que quem menos sabe mais enrola e que quem sabe, transmite o seu conhecimento com uma didática e uma simplicidade que coloca ao alcance de todos de forma clara a sua mensagem.
Entre os palestrantes, foi muito fácil identificar nitidamente três grupos, o primeiro, aqueles que sabiam do que estavam falando, que tinham idéias claras e que transmitiram os seus conhecimentos com brilhantismo. O segundo, os que a pesar de conhecer o tema sobre o que palestraram, a abordagem foi superficial e a sua relação com o Fórum foi precária, o que comprometeu o seguimento por parte do publico e finalmente os que fizeram das suas apresentações um show de “embromation”, alugando o publico e envergonhando os organizadores. Na próxima edição o sucesso será maior se o perfil do primeiro grupo domina todo o evento.
Quantas das colocações dos palestrantes do primeiro grupo foram anotadas e serão seguidas pelos planejadores da cidade?
Quais as mudanças que os nossos legisladores farão nos projetos em analise a partir dos conhecimentos adquiridos no Fórum?
Quais das recomendações feitas pelos palestrantes serão consideradas e acatadas pela administração municipal?
A partir destas respostas poderemos avaliar o impacto real do Fórum de Desenvolvimento Urbano.
29 de março de 2010
As cidades do Futuro, Hoje
Pobres não são estúpidos ao migrarem para as cidades
Governos devem preparar centros urbanos para receber as novas populações, diz sul-africano especialista em favelas que participou do 5º Fórum Urbano Mundial, no Rio
ANTÔNIO GOIS
DA SUCURSAL DO RIO
Os pobres não são estúpidos. Ao migrarem do campo para as cidades, tendência mundial que muitos analistas veem como irreversível, fazem isso após avaliarem suas condições de vida em áreas rurais e compararem com o que encontrarão nas cidades.
As estatísticas dão razão a eles. Por isso, a tentativa de interromper o fluxo migratório tende a ser inútil, e o melhor a fazer é preparar as cidades para receberem essa população.
O alerta é de um dos maiores especialistas mundiais em favelas, o sul-africano William Cobbett, que foi um dos principais palestrantes do 5º Fórum Urbano Mundial, realizado na semana passada, no Rio.
Cobbett já visitou favelas em todo o mundo e conhece bem a realidade brasileira. Atualmente, é diretor-geral da organização Aliança de Cidades, financiada pelo Banco Mundial e que apoia projetos de melhoria das condições de vida em assentamentos precários no mundo.
Para ele, a América Latina deve ser tomada como exemplo das consequências de uma urbanização mal planejada.
Ao tentarem negar o direito dessas populações de terem terra e serviços nas cidades, os governos locais deram margem para o crescimento de poderes paralelos, que hoje são ameaça à segurança.
Não deve ser por isso, no entanto, que se deve agir para melhorar as condições de vida nesses locais. O mais importante é reconhecer o direito dessas populações à terra e aos serviços básicos de uma cidade.
Leia a seguir a entrevista que Cobbett concedeu à Folha durante o 5º Fórum Urbano Mundial.
FOLHA - A ONU acabou de realizar um fórum mundial sobre urbanismo no Rio. Encontros como esse não tendem a ficar apenas no discurso e a resultar em pouca ou nenhuma ação?
WILLIAM COBBETT - Temos que ser realistas quanto ao objetivo desses fóruns. Antes de partir para a ação, é importante formar consensos, nacionais e internacionais, sobre assuntos que precisam ser enfrentados e suas soluções possíveis.
É preciso criar um diálogo global sobre a importância das cidades, identificando seus problemas sociais, econômicos e políticos, mas buscando também saídas para elas.
Além disso, há um aspecto importante, que é a troca de experiência entre cidades.
Nada do que acontece ou aconteceu na América Latina será completamente diferente do que está se passando agora em alguns países da Ásia ou da África subsaariana.
É importante ter o que chamamos de aprendizado horizontal, ou seja, cidades aprendendo a partir da experiência de outras cidades, países aprendendo com outros países, em vez de contar apenas com o antigo modelo de assistência técnica, do hemisfério norte para o sul.
FOLHA - Em 2007, pela primeira vez na história mundial, a população urbana superou a rural em todo o planeta. Trata-se de um fenômeno irreversível, ou ainda é possível pensar em estratégias para manter as populações no campo, para que elas não sobrecarreguem as cidades?
COBBETT - Cada país tem uma realidade distinta, mas a tendência global de urbanização é muito forte. Ela começou historicamente na Europa, nos Estados Unidos e em países da Ásia oriental. Depois se espalhou para a América Latina e agora acontece na África e no restante da Ásia. Pode-se discutir se ela é natural ou evitável, mas é fato que é uma transição demográfica em curso.
Acho que a resposta mais inteligente dos governos de países onde esse processo ainda está em curso é planejar com antecedência. É preciso ter consciência dos números e tendências, e é por isso que fóruns como esse são tão importantes. Em nenhum lugar do mundo houve sucesso em políticas de governos que tentaram manter pessoas em áreas rurais.
Se as pessoas querem migrar para as cidades, elas certamente o farão. Além disso, é preciso reconhecer que as pessoas pobres não são estúpidas. Elas olham para as condições que têm no momento e comparam com as cidades.
Se decidem migrar, fazem isso a partir de julgamentos. Elas pensam que, se mudarem para uma cidade, terão melhor acesso para elas e seus filhos a escolas, hospitais e serviços públicos em geral. E, estatisticamente, elas estão certas. É por isso que migram.
FOLHA - A transição do rural para o urbano então é positiva?
COBBETT - Não podemos fingir que a urbanização é uma resposta a todos os problemas. Definitivamente, não é. Se mal gerenciada, como aconteceu na América Latina, governos terão que passar 10, 20, 40 anos resolvendo problemas de falta de planejamento.
É por isso que os países da África subsaariana ou a Índia, entre outros, têm muito a aprender com a experiência dos latino-americanos.
É importante se conscientizarem dos problemas que podem vir antes que eles se tornem inevitáveis e consumam décadas para serem resolvidos.
Eles precisam perceber que há um processo em curso e tentar o mais rápido possível se preparar para poder aproveitar os efeitos positivos que a migração do campo para as cidades traz para a economia.
É bom lembrar que todas as economias bem-sucedidas do mundo, sem exceção, passaram por um processo de urbanização e industrialização. Nenhum país atingiu níveis satisfatórios de renda sem passar por essa fase.
FOLHA - Mas, ao menos na América Latina, a urbanização veio acompanhada do crescimento da violência. Na África e na Ásia, países pobres que passam por essa transição não correm sério risco de verem crescer em favelas grupos criminosos ou terroristas à margem do Estado?
COBBETT - Sem dúvida, e devemos nos preocupar seriamente com isso. Mas não deve ser por isso que devemos agir para impedir que a população viva em condições precárias.
É dever dos governos planejar o futuro de seus países. O que vimos em muitas cidades foi um fracasso das autoridades em prover terras e serviços básicos para os mais pobres, reconhecendo sua cidadania. Se eu vou para a cidade e o governo não me dá terra, água ou energia, eu vou conseguir isso informal ou ilegalmente.
O fracasso de governos locais e nacionais em reconhecer esses direitos é o que cria espaço para sistemas de poder alternativos à margem do Estado.
Só que, em muitas cidades, em vez de serem reconhecidos como cidadãos ao chegarem, a mensagem que os pobres recebem é oposta: vocês não são bem-vindos, não te daremos terra nem serviços e não reconhecemos seu direito de estar aqui. Os governos que negaram isso acabaram fracassando e agora se sentem ameaçados pela imagem da insegurança.
Mas, repito, não deve ser esse medo que nos leve a agir.
FOLHA - Mesmo melhorando as condições de vida em algumas favelas, as pessoas continuam carregando um estigma negativo por viverem ali?
COBBETT - De fato, somente investir em favelas não resolverá o problema. É preciso mudar a forma como as pessoas de classe média e com propriedades veem a população que vive nessas áreas. Será que reconhecem que são cidadãos? Percebem que é preciso fazer investimentos não para que essas populações saiam dali, mas para que as favelas sejam incluídas e façam parte da cidade legal?
É a atitude discriminatória das elites que, em muitos casos, mantém os moradores de favelas nessa situação. A favela em si não é um problema, mas um sintoma da forma diferenciada com que as pessoas são tratadas nas cidades.
Além disso, em muitas cidades, a população em favelas ou assentamentos precários é a maioria da população. Então, não devemos encarar como um problema de favelas, mas como um problema das cidades.
FOLHA - O sr. vem com bastante frequência ao Brasil. Notou desta vez alguma diferença em relação às condições de vida nas favelas?
COBBETT - Acho que há uma mensagem positiva a ser dada ao resto do mundo em relação ao Brasil. A Constituição de 1988 e o Estatuto das Cidades, de 2001, são importantes marcos de melhoria do gerenciamento do acesso às terras. Mas vocês têm uma história de 500 anos que não se muda em dez. É um processo longo que requer uma política estável e investimentos constantes. Acho que é isso que o governo vem fazendo nos últimos oito anos, mas ainda há muito a fazer.
Eu visitei nesta semana, por exemplo, a Rocinha, e vi os investimentos que o PAC está propiciando no local.
Mas o lixo nas ruas ainda é visível. Todo mundo joga tudo em qualquer lugar.
Os investimentos são importantes para as comunidades perceberem que os governos reconhecem o direito de as pessoas estarem ali e tratá-las como cidadãos, mas ainda há um longo caminho a percorrer.
COBBETT - Em primeiro lugar, uma favela em Salvador é diferente de outra no Rio, que é diferente de uma em São Paulo. Mas uma característica do Brasil é que, aqui, vocês têm cidades fortes, e o prefeito tem autoridade para tomar muitas decisões importantes.
Em muitos países, o poder local não é tão forte.
Também chama a atenção na comparação das favelas brasileiras com as da Índia ou de países africanos que, aqui, o nível de miséria é muito menor.
Obviamente, não se trata de uma competição, mas quando se visita uma favela nesses países percebe-se que, apesar dos problemas, as condições de vida aqui são melhores.
28 de março de 2010
Para pensar acordado

Frase
"Os grandes aglomerados urbanos têm que ter múltiplos centros. Para isso, é preciso investimento intelectual e uma corrida incessante entre a vontade política e os investidores privados, os especuladores e os assentamentos irregulares"
YVES DAUGE
Senador socialista francês e ex-diretor de Urbanismo da gestão Mitterrand.
Se transferimos esta frase para nossa realidade sambaquiana e local, já perdemos a corrida a que Yves Dauge se refere, faz tempo.
9 de março de 2010
Elevados e desenvolvimento (*)
Alguém colocou na cabeça que os elevados são um símbolo do desenvolvimento, da modernidade e do avanço tecnológico, que projetam a prosperidade de uma sociedade. Eu cada vez tenho mais duvidas que a construção de elevados vá fazer de Joinville uma cidade melhor.
A modernidade não deve ser confundida com o fato de ter ou não ter elevados, do mesmo modo que a construção de grandes edifícios não pode ser associada diretamente a desenvolvimento e a qualidade de vida. A fascinação que a gente do interior tem por edifícios altos, por elevados e inclusive por engarrafamentos, só pode ser explicada pela ausência deles, nas suas cidades de origem. Queremos sempre o que não temos. Existe uma fascinação quase mórbida pelo que não temos. Que se agrava se o vizinho tem. Se Curitiba tem um parque nós queremos sete, se tem elevados, nós não dormimos direito até ter os nossos, se os prédios la têm 30 andares, nós não podemos aceitar menos e deveremos alterar a legislação para poder ter 32 pavimentos.

Um bom psicólogo pode explicar o quanto de complexo de inferioridade e insegurança existe nesta falta de imaginação e na fixação obsessiva com o vizinho. A ausência de uma identidade própria e a baixa autoconfiança faz que os adolescentes se vistam todos iguais, que comprem os mesmos tênis, as mesmas roupas e tenham os mesmos gostos. As cidades, e Joinville não é uma exceção, buscam ser iguais, repetir os modelos de outras, sem perceber que o bonito esta na diferença, na individualidade.
Os nossos elevados são agora promessas de campanha. Conta à lenda que um político em campanha prometeu construir uma ponte, numa pequena cidade do interior catarinense, alertado por assessores, que não tinha nenhum rio na cidade para receber a ponte, respondeu sem se alterar:
- E ainda vou fazer mais por esta prospera cidade, colocarei um rio em baixo desta ponte. Sendo freneticamente aplaudido em pé.
20 de novembro de 2009
Conferência da Cidade









