13 de janeiro de 2013
O cidadão primeiro
2 de setembro de 2012
Bagunça rotativa
Como já é uma constante nos assuntos que envolvem esta administração municipal o tema esta longe de ser resolvido e se alastra de forma vergonhosa por meses a fio sem que se vislumbre uma luz ao fim do túnel. Faz quase um ano que o joinvilense foi surpreendido com o rompimento, pela Conurb, do contrato do estacionamento rotativo . A Cartão Joinville tem conseguido na justiça manter o direito de continuar operando o sistema. Os usuarios do estacionamento rotativo ficaram confusos sem saber ao certo, nem o que estava acontecendo, nem como proceder. O presidente da Conurb acrescentou mais confusão ao declarar pela imprensa que os cartões perderam o seu valor e deveriam ser rasgados. Declaração infeliz inoportuna. Rasgar dinheiro não é algo que possa ser recomendado a nenhum contribuinte. Menos ainda se for por causa da incompetencia na fiscalização da empresa responsavel pelo sistema por parte de quem tinha e tem a responsabilidade por zelar pela boa gestão e pela preservação dos direitos dos joinvilenses.
A idas e voltas continuaram quase sem interrupção, com declarações e noticias desencontradas informando que uma nova empresa operaria o sistema de forma emergencial, dias depois a Cartão Joinville continuava operando. Durante um tempo o estacionamento ficou liberado e não aconteceu o caos previsto. As placas foram cobertas com sacolas pretas, depois retiradas, depois recolocadas consolidando a situação de confusão e desconcerto que perdura até hoje.
Agora as monitoras do Cartão Joinville compartilham as mesmas calçadas e espaços com as monitoras contratadas pelo ITTRAN. Umas notificando, as outras desdizendo o que as primeiras falaram. Umas notificando e exigindo a colocação do cartão, o ITTRAN pela sua parte informando que os cartões atuais perderiam o seu valor no ultimo dia de setembro, dias mais tarde aumentando a validade até final de dezembro. No meio desta chuva de informações desencontradas se encontra o motorista joinvilense sem saber em quem acreditar.
Até agora a única rotatividade no estacionamento é a rotatividade de desinformação, do descaso e de incompetência na forma de tratar o cidadão que é quem mais sofre com a forma como o tema esta sendo conduzido pelo poder público.
22 de junho de 2012
Arborização urbana (Joinville)
As imagens deste post foram tomadas numa caminhada de 15 minutos, ao longo de quatro quadras, na região central de Joinville e mostram o descaso com que a arborização urbana é tratada pelo poder público que tem a responsabilidade de manter as arvores localizadas nas calçadas e vias públicas.
17 de março de 2012
Mais segurança ou mais multas?

2 de março de 2012
Estacionamento rotativo
Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
29 de novembro de 2011
Placas de transito
23 de outubro de 2011
28 de setembro de 2011
Defensas que não defendem
O objetivo de instalar as chamadas “defensas” nas ruas é o de proteger ou defender os pedestres, evitar que possam atravessar fora dos lugares adequados, reduzindo o risco de atropelamentos, em definitiva, devem servir para melhorar o nível de segurança urbana. A sua utilização acabou distorcida, descaracterizada e servindo quase que exclusivamente para veicular publicidade, que além de poluir visualmente a cidade, acabam distraindo motoristas e aumentando a insegurança que deveriam reduzir.
Sem entrar no mérito do modelo de licitação que foi feito, que parece priorizar a veiculação da publicidade frente à segurança de pedestres e motoristas. É evidente que as defensas não estão colocadas para defender. A pergunta agora deve ser e agora Zé? Porque alguma coisa deve ser feita. Olhar para o outro lado ou fazer de conta que tudo este certo e que não há nenhum problema, como tem sido a atitude habitual dos responsáveis pela gestão e fiscalização destes contratos, não é nem correto, nem adequado.
Algumas perguntas podem ajudar a esclarecer o porquê desta distorção. A primeira, quais os pontos perigosos, de acordo com os estudos técnicos, que identificam um percentual elevado de atropelamentos de pedestres por atravessar fora da área determinada? E bom lembrar, mais uma vez, que este é o objetivo das ditas defensas. Segunda, quantas defensas sem publicidade devem ser instaladas por cada uma que veicule comercialmente publicidade? Em que pontos estão localizadas as defensas, detalhando as que veiculam publicidade e as outras. Finalmente, quantas defensas existem em Joinville, em que estado se encontram, o seu nível de manutenção. Será que o legislativo, no seu papel de fiscal do executivo, tem a informação?
São perguntas simples, que a Conurb deveria poder responder em menos de 24 horas, porque é imprescindível que disponha destes dados permanentemente atualizados para poder gerenciar, com transparência, o contrato com a empresa que detém a permissão de exploração de publicidade em defensas. Praticamente os mesmos questionamentos poderiam ser feitos com relação às placas de rua, que também são gerenciadas pela Conurb e como o contrato atual prevê a exploração comercial, como forma de remunerar a colocação de placas em todas as ruas da cidade, nada melhor que os dados sejam claros e transparentes. As respostas têm tudo para serem muito interessantes e reveladoras.
Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
20 de setembro de 2011
Todos somos vitimas
É conhecida
a historia do cachorro que tinha dois donos e acabou morrendo de fome, porque
cada dono achava que o outro estava cuidando e alimentando o cachorro. No
transito estamos igual. Tem tanta gente cuidando, que ninguém se entende. No
recente evento organizado pelo jornal A Noticia, era difícil achar dois dados
iguais. As informações da Conurb e da Policia Militar Não eram as mesmas. Os
dados do IPPUJ tampouco coincidiam. Os da saúde eram outros. Um verdadeiro
galimatias de informações desencontradas. Todos dando o seu melhor, mas com um
resultado inadequado.Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
12 de agosto de 2011
Transplantadas para outros parques?
O jornalista Luiz Verissimo informa na sua coluna no Noticias do Dia que as azaleias arrancadas da Avd JK foram transplantadas para outros parques e praças.
1 de agosto de 2011
O Novo Paisagismo da JK
22 de julho de 2011
A fábrica de multas (*)

O transito em Joinville continua sendo tratado de forma pouco profissional, as leis que defendem os cidadãos são ignoradas e o único intuito é o de manter a arrecadação em alta.Tem discursos de todos os tons e estilos, em defesa da vida e em prol da disciplina. A realidade é que as únicas alternativas que se apresentam tem como objetivo faturar mais, alternativas efetivas mas não punitivas, nem são consideradas.
Inicialmente destacar que o primeiro documento que a Conurb e o IPPUJ devem apresentar aos joinvilenses é o mapa dos pontos negros ou dos pontos de risco de toda a cidade. A partir da identificação dos locais com maior numero de acidentes, será possível fazer à primeira analise. Divulgar amplamente estes pontos de risco seria também uma forma de avisar a motoristas, ciclistas e pedestres de quais são os locais mais perigosos e inclusive em que horários do dia o risco é maior.
A escolha de lombadas na frente de hospitais e pontos de transito intenso de pedestres durante 24 horas por dia é recomendado. A sua instalação na frente de igrejas e locais de culto, que só sejam utilizados poças horas por dia e, nem sempre, todos os dias, não parece necessária. Um sinaleiro de botoeira é mais efetivo porque obriga o veiculo a se deter completamente e resolveria a demanda pontual, um bom exemplo é o instalado frente ao terminal urbano Tupy, claro que neste caso não contaríamos com uma lombada faturando 24 horas por dia.
Colocar lombadas frente a escolas que contam com o programa Aluno Guia é um desperdício de recursos e implica na duplicidade de esforços. Claro que eu esqueci que o objetivo é multar 24 horas por dia, inclusive durante as férias escolares. Do mesmo modo que em ruas em que a velocidade máxima permitida é de 60 km por hora, colocar num curto trecho lombadas que multam quem ultrapassa os 40 km e radares que fotografam quem o faz a mais de 60 km é uma forma de confundir ainda mais o motorista desavisado.
Sejam bem vindos os estudos técnicos, quando os houver, e sejam eles amplamente divulgados, que para isto recursos não faltam e a imprensa com certeza até divulgará sem nenhum custo, como sendo um serviço de utilidade pública. É importante, que de fato haja uma redução do numero de acidentes com vitimas, sem precisar manter a sanha arrecadadora.
10 de julho de 2011
As palmeiras que faltam
As duas imagens mostram o espaço que antes ocupavam duas palmeiras imperiais que ao longo dos últimos 30 anos foram atropeladas.
Neste tempo ninguém lembrou da sua reposição e hoje a rua mostra duas janelas, como a boca desdentada de uma criança de 7 anos.
Seria bom que a Conurb aproveitando o "Novo Projeto de Paisagismo da JK" replantasse as duas palmeiras perdidas.
Para facilitar o trabalho dos atarefados técnicos da Conurb, divulgamos as imagens que mostram o local exato em que as palmeiras devem ser repostas.
O Novo Paisagismo da JK
A Conurb continua com a implantação do novo projeto de paisagismo da Avda. JK, a qualidade do trabalho atende os rígidos padrões das obras publicas municipais.
Não existe ainda informação de quando será reformada a obra que ainda não foi concluída, mas empreiteiras ligadas a Conurb, estão esperando o lançamento da licitação da reforma ou da revitalização do "Novo Paisagismo da JK"
A nova cerca não oferece tampouco nenhuma segurança para evitar o choque entre veículos que circulem nas duas direções da avenida, a massa formada pelas azaléias oferecia uma segurança melhor e uma boa capacidade de absorção ao impacto.
22 de junho de 2011
21 de junho de 2011
Conurb e a nova Unidade Canina
A Conurb incorporou uma nova unidade.
Vejam a diligencia e eficiência da nova Unidade Canina
17 de maio de 2011
13 de maio de 2011
As azaleias da JK

O pior ficou pior
Já começamos a aceitar que não tem jeito que desta equipe que aqui esta não da para esperar mais, que estão fazendo o máximo que podem e que não tem competência para fazer mais ou para fazer melhor.
Que alguns dos máximos expoentes do planejamento urbano da cidade têm alergia ao verde, não é mais um segredo. Primeiro a birra com as figueiras da beira-rio, depois as arvores da rua XV, cortadas intempestivamente para ser substituídas por nada. O trecho da Rua XV entre as Ruas Blumenau e João Colin não receberam nenhuma arvore nova para substituir as que foram cortadas. Agora a penúltima investida são as azaléias da rua JK, , o objetivo é retira-las e no seu lugar colocar uma grade de ferro e canteiros de flor de época. Incompreensível esta ânsia psicótica pelo corte e supressão.
Será preciso explicar que as azaléias são conhecidas pela sua resistência a poluição do ar, dizer que poucas plantas seriam mais adequadas para uma situação como aquela, com fluxo intenso e constante de veículos. O objetivo das plantas neste local é formar uma cerca viva que proteja os motoristas do ofuscamento das luzes dos veículos no fluxo contrario e impedir, como de fato impedem a travessia de pedestres fora dos lugares permitidos.
A idéia que a troca não teria custo para o município, porque seria feita pela empresa que adotou a rua, é um atentado a inteligência da empresa que adotou o espaço e para os joinvilenses, porque a troca permanente de canteiros de flor representa um custo alto, desnecessário e exporá os jardineiros a um risco desnecessário tendo que trabalhar em condições de risco.
Desnecessário lembrar aos amantes das flores e dos jardins da cidade, que a chuva impede manter canteiros de flor de época floridos e que o mais aconselhável é manter canteiros de plantas de flor perenes, que não precisam troca e florescem ao longo do ano. Se as azaléias da JK florescem pouco é porque a poda é mal feita e a adubação inexistente, dois problemas que facilmente teriam solução se tivesse alguém que entendesse do tema.
Lembrando que a cerca metálica prevista, poderia ser melhor serventia em locais perigosos, como frente e próximo as escolas, hospitais e locais de afluência de publico. Neste caso é claramente um desperdício de recursos públicos que um contribuinte mais atento poderia considerar como um caso de imoralidade administrativa ou de incompetência compulsiva.
Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC




