16 de agosto de 2013
Ironia o deboche?
23 de maio de 2011
As Azaleias da JK - Luiz Verissimo

Fotografia com Iphone 4 - Luiz Verissimo
Lembrando de Sunrise
Ao passar neste sábado pela avenida JK, em Joinville, lembrei de Sunrise, a cidade mais rica, proporcionalmente, que conheço em quatro continentes - ainda não estive na Austrália. A pequena cidade do Sul da Flórida é tão rica que não sabe o que fazer com tantos dólares que recebe de impostos. No seu território está o Sawgrass Mall, o segundo maior shopping norte-americano, que contribuiu com muito dinheiro à cidade. Vale lembrar que tudo o que se compra lá 6% é pago de imposto à vista (tax) que é dividido entre a cidade, o condado e o Estado. Acho que deve ir alguma coisa para a União. Por que me lembrei de Sunrise? Lá eles têm tanto dinheiro que todo o mês o prefeito procura alguma obra para fazer só para dar “satisfação” aos contribuintes. Por isso, seguidamente interditam uma rua para fazer um recapeamento asfáltico, mesmo que não ela precise. Se a avenida JK estivesse em Sunrise, a Prefeitura já teria arrancado todas para colocar lá outra planta nos canteiros só para dar “satisfação” aos contribuintes. Afinal, o povo precisa ver que estão fazendo obras.
O Jornalista Luiz Verissimo na sua coluna no jornal Noticias do Dia, publicou um texto inteligente e de fina ironia. Vale compartilhar
25 de março de 2011
Mentira tem perna curta
O Ippuj (Fundação Instituto de Pesquisa e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável de Joinville) é hoje um dos maiores órgãos da prefeitura de Joinville. São 91 funcionários, 68 dos quais cedidos pela administração direta e o restante (23) ocupam cargos comissionados na fundação. Apesar de ter a letra “i” de “instituto” na sigla, o Ippuj é uma fundação. Só estes 23 funcionários da fundação, entre eles o presidente, diretores, gerentes e coordenadores, consomem R$ 135.186,00 da folha de pagamento, ou seja, uma média salarial de R$ 5.877,00. Somando aos funcionários da prefeitura que são cedidos à fundação, o Ippuj consome R$ 321.957,00 com seus 91 funcionários. No ano passado, o prefeito Carlito Merss garantiu à coluna que o projeto da passarela sobre o rio Cachoeira, ligando o Fórum ao Centreventos Cau Hansen, estava sendo modificado pelo Ippuj porque a idéia do governo Tebaldi era muito cara. Não foi concluído o projeto. Esta semana, um técnico do Ippuj revelou à imprensa que “o projeto deve ser entregue dentro de 30 dias”. Então não estava pronto no ano passado. Como se percebe pelas informações acima, por falta de pessoal é que o projeto ainda não foi concluído.
20 de abril de 2010
Do jornalista Luiz Verissimo
"Os vereadores que defendem uma mudança no projeto do macrozoneamento apresentado pelo Ippuj, em análise nas comissões técnicas, ganharam um aliado esta semana. Na última reunião conjunta das comissões de Urbanismo e Legislação, o presidente da Fundema, Marcos Schöene, teve participação decisiva.
A vereadora Dalila Leal, presidente da Comissão de Urbanismo, está convencida de que não se pode aprovar o projeto do Ippuj sem antes aprovar o Plano de Gestão Ambiental da Fundema. “Vamos analisar os dois conjuntamente”, afirmou Dalila Leal, lembrando que há divergências entre eles.
Se o projeto do Ippuj for aprovado na íntegra, algumas áreas hoje consideradas rurais teriam uma valorização de até 400% em seu metro quadrado. Só com a possibilidade de serem transformadas em pequenos loteamentos residenciais."
Tem quem possa ver no ultimo parágrafo da nota publicada, o que poderia ser a clave para entender a insistência do IPPUJ em querer aprovar a lei de macrozoneamento sem maiores discussões com a sociedade?
27 de janeiro de 2010
Do jornalista Luiz Verissimo
Confirmados os vetos
Apenas três vetos do Executivo foram confirmados no projeto de lei aprovado pela Câmara de Vereadores de Joinville. Só um deles deverá provocar discussão quando os vetos forem para a Comissão de Legislação e Justiça a partir de 1o de fevereiro: o recuo frontal nas servidões (vias públicas com menos de oito metros). Os vereadores mudaram para beneficiar centenas de famílias que residem na maioria das 290 servidões existentes. Os outros dois deverão ser mantidos. Na mensagem enviada à Câmara de Vereadores, Carlito Merss afirma que poderia vetar o projeto por inteiro, só não o fazendo “em homenagem ao esforço realizado pelo Legislativo”. Ele espera que os vereadores encontrem uma solução jurídica para o que ele chamou de “impasses legais”. Os outros dois vetos são referentes ao bairro Espinheiros e à redução das áreas de lazer nos loteamentos.
Promulgação
Como o projeto não foi assinado (sancionado), ele retorna à Câmara para análises dos vetos. Os vereadores têm 30 dias para analisar nas comissões e votar em plenário. Se a maioria de dois terços concordar com eles, o projeto retorna à Prefeitura para ser promulgado. Caso os vetos sejam derrubados, o prefeito terá 48 horas para se manifestar.
Como informa o jornalista, ao contrario da informação divulgada por outras fontes, o prefeito Carlito Merss, não sancionou a lei, que precisa voltar para a Camara e ser alterada. Só depois poderá ser sancionada.
