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16 de agosto de 2013

Ironia o deboche?

Saiu hoje na coluna do jornalista Luiz Verissimo no JND a seguinte fala: "Precisamos derrubar os desvios de conduta e os especuladores. Esses são os dois grandes problemas que temos no serviço público. O especulador é predador. Precisamos encontrar o antídoto para combater os especuladores para que a cidade não sofra mais." - prefeito Udo Dohler, ao comentar com a jornalista Josi Tromm Geisler do ND que os grandes problemas para aprovação da LOT são os especuladores.

Quem acompanha de perto as voltas e reviravoltas da LOT em Joinville terá muita dificuldade em entender o discurso do prefeito. Ou ele esta sendo irônico, esta a debochar ou esta definitivamente a confundir a realidade com a fantasia.

Nenhum outro setor da sociedade tem maior interesse na aprovação da LOT que o que representa os especuladores imobiliários e seus interesses. A menos que alguém possa imaginar que os movimentos populares tenham sido cooptados pela capital especulativo e sirvam aos seus interesses. Se há uma tropa de choque comprometida em aprovar esta LOT as suas hostes estão identificadas com os especuladores, serão estes os mesmos com os que o prefeito quer acabar? Duvido.


O prefeito deve ou se informar melhor ou parar de dar entrevistas a jornalistas com gravador, pode acabar se metendo em mais confusão ainda.

23 de maio de 2011

As Azaleias da JK - Luiz Verissimo


Fotografia com Iphone 4 - Luiz Verissimo

Lembrando de Sunrise


Ao passar neste sábado pela avenida JK, em Joinville, lembrei de Sunrise, a cidade mais rica, proporcionalmente, que conheço em quatro continentes - ainda não estive na Austrália. A pequena cidade do Sul da Flórida é tão rica que não sabe o que fazer com tantos dólares que recebe de impostos. No seu território está o Sawgrass Mall, o segundo maior shopping norte-americano, que contribuiu com muito dinheiro à cidade. Vale lembrar que tudo o que se compra lá 6% é pago de imposto à vista (tax) que é dividido entre a cidade, o condado e o Estado. Acho que deve ir alguma coisa para a União. Por que me lembrei de Sunrise? Lá eles têm tanto dinheiro que todo o mês o prefeito procura alguma obra para fazer só para dar “satisfação” aos contribuintes. Por isso, seguidamente interditam uma rua para fazer um recapeamento asfáltico, mesmo que não ela precise. Se a avenida JK estivesse em Sunrise, a Prefeitura já teria arrancado todas para colocar lá outra planta nos canteiros só para dar “satisfação” aos contribuintes. Afinal, o povo precisa ver que estão fazendo obras.


O Jornalista Luiz Verissimo na sua coluna no jornal Noticias do Dia, publicou um texto inteligente e de fina ironia. Vale compartilhar

25 de março de 2011

Mentira tem perna curta

O jornalista Luiz Verissimo na sua coluna no jornal Noticias do Dia de Joinville, desnuda a eficiência de uma das jóias da coroa do governo municipal. Quanto menos nozes tem no saco, mais barulho elas fazem. A nova presidente terá um trabalho árduo pela frente.

O Ippuj (Fundação Instituto de Pesquisa e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável de Joinville) é hoje um dos maiores órgãos da prefeitura de Joinville. São 91 funcionários, 68 dos quais cedidos pela administração direta e o restante (23) ocupam cargos comissionados na fundação. Apesar de ter a letra “i” de “instituto” na sigla, o Ippuj é uma fundação. Só estes 23 funcionários da fundação, entre eles o presidente, diretores, gerentes e coordenadores, consomem R$ 135.186,00 da folha de pagamento, ou seja, uma média salarial de R$ 5.877,00. Somando aos funcionários da prefeitura que são cedidos à fundação, o Ippuj consome R$ 321.957,00 com seus 91 funcionários. No ano passado, o prefeito Carlito Merss garantiu à coluna que o projeto da passarela sobre o rio Cachoeira, ligando o Fórum ao Centreventos Cau Hansen, estava sendo modificado pelo Ippuj porque a idéia do governo Tebaldi era muito cara. Não foi concluído o projeto. Esta semana, um técnico do Ippuj revelou à imprensa que “o projeto deve ser entregue dentro de 30 dias”. Então não estava pronto no ano passado. Como se percebe pelas informações acima, por falta de pessoal é que o projeto ainda não foi concluído.

20 de abril de 2010

Do jornalista Luiz Verissimo

no jornal Noticias do Dia.

"Os vereadores que defendem uma mudança no projeto do macrozoneamento apresentado pelo Ippuj, em análise nas comissões técnicas, ganharam um aliado esta semana. Na última reunião conjunta das comissões de Urbanismo e Legislação, o presidente da Fundema, Marcos Schöene, teve participação decisiva.

A vereadora Dalila Leal, presidente da Comissão de Urbanismo, está convencida de que não se pode aprovar o projeto do Ippuj sem antes aprovar o Plano de Gestão Ambiental da Fundema. “Vamos analisar os dois conjuntamente”, afirmou Dalila Leal, lembrando que há divergências entre eles.

Se o projeto do Ippuj for aprovado na íntegra, algumas áreas hoje consideradas rurais teriam uma valorização de até 400% em seu metro quadrado. Só com a possibilidade de serem transformadas em pequenos loteamentos residenciais."

Tem quem possa ver no ultimo parágrafo da nota publicada, o que poderia ser a clave para entender a insistência do IPPUJ em querer aprovar a lei de macrozoneamento sem maiores discussões com a sociedade?




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27 de janeiro de 2010

Do jornalista Luiz Verissimo

Na sua coluna o jornalista Luiz Verissimo, bom conhecedor do nosso legislativo, informa com relação ao projeto de lei 20/08:

Confirmados os vetos

Apenas três vetos do Executivo foram confirmados no projeto de lei aprovado pela Câmara de Vereadores de Joinville. Só um deles deverá provocar discussão quando os vetos forem para a Comissão de Legislação e Justiça a partir de 1o de fevereiro: o recuo frontal nas servidões (vias públicas com menos de oito metros). Os vereadores mudaram para beneficiar centenas de famílias que residem na maioria das 290 servidões existentes. Os outros dois deverão ser mantidos. Na mensagem enviada à Câmara de Vereadores, Carlito Merss afirma que poderia vetar o projeto por inteiro, só não o fazendo “em homenagem ao esforço realizado pelo Legislativo”. Ele espera que os vereadores encontrem uma solução jurídica para o que ele chamou de “impasses legais”. Os outros dois vetos são referentes ao bairro Espinheiros e à redução das áreas de lazer nos loteamentos.

Promulgação

Como o projeto não foi assinado (sancionado), ele retorna à Câmara para análises dos vetos. Os vereadores têm 30 dias para analisar nas comissões e votar em plenário. Se a maioria de dois terços concordar com eles, o projeto retorna à Prefeitura para ser promulgado. Caso os vetos sejam derrubados, o prefeito terá 48 horas para se manifestar.

Como informa o jornalista, ao contrario da informação divulgada por outras fontes, o prefeito Carlito Merss, não sancionou a lei, que precisa voltar para a Camara e ser alterada. Só depois poderá ser sancionada.


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