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18 de novembro de 2020

Conheça os candidatos a prefeito

 


O perfil dos dois candidatos que concorrem no segundo turno das eleições municipais em Joinville, SC. 

10 de novembro de 2020

Bravatas ou Fake news?

 O Deputado Federal Darci de Matos assegura que se ele pedir o Presidente da Camara Rodrigo Maia coloca em 10 dias R$ um bilhão na conta da Prefeitura de Joinville. Fake News ou pura bravata? 


A afirmação do candidato é exagerada. Coisa de fanfarrão, essa gente que se faz de valente sem ser. 

Se pode conseguir com uma ligação ao Rodrigo Maia colocar mil milhões de Reais na conta de Prefeitura Municipal e não o fez ainda prejudicou Joinville. Se não pode e presume de que pode é só um fanfarrão, um alardeador, arrotador, balandrão, bazófio, blasonador, bufador, bufão, chibante, farfante, farofeiro, farroma, farrombeiro, farromeiro, farronca, farsola, ferrabrás, gabarola(s), gabola(s), garganta, goela, gomeiro, pabola, pábulo, pimpão, prosa, rebolão, roncador.

Acho que é isso mesmo que ele é.  

22 de outubro de 2016

Darci cresceu

Pesquisas internas mostram que a eleição esta disputadíssima. A diferença entre os dois candidatos é minima. 

23 de fevereiro de 2009

Viagem a Dubai


Para aqueles interessados em saber quanto custa viajar a Dubai, esta é uma informação interessante.

Na baixa temporada e voando com Emirates (vôo direto desde São Paulo)

Em classe Econômica: US$ 1.849,00
em Executiva: US$ 7.991,00
para os felizardos que podem, Primeira: US$ 12.667,00
Precisa ainda acrescentar o custo das taxas de embarque: aprox R$ 145,00.

Numa continha rápida, coisa de R$ 18.379 em classe Executiva, ou R$ 29.134 se for em Primeira classe. Daria para comprar um carro, só com uma passagem de primeira classe. Se a esposa ou a filha viajarem junto, da para comprar um carro de categoria superior, com todos os opcionais.
Um programa digno do luxo e o requinte da Sherezade das Mil e uma Noites.

27 de janeiro de 2009

Ainda sobre os veiculos da Camara



Algumas perguntas, para lembrar.

1.- A licitação dos 22 veículos foi feita pelo atual presidente da Câmara de Vereadores, Sandro Daumiro da Silva, ou já tinha sido feita na gestão anterior e só agora entraria em funcionamento?

2.- Qual foi o primeiro presidente da Câmara de Vereadores, que iniciou este modelo de licitação de veículos?

Lembrou?

O que mudou desta vez? Porque agora a população se manifestou tão firmemente contrariamente ao gasto exagerado?

5 de novembro de 2008

Nilson Gonçalves

Leio, pela imprensa o estica e puxa entre o Deputado Estadual Nilson Gonçalves e o PSDB.
Ou seria mais correto dizer entre o PSDB e o Deputado. É normal e típico de algumas pessoas, se dedicar a caça de bruxas, é cómodo buscar culpados, perseguir com sanha aos que consideramos os nossos desafetos.
Nesta historia os pontos escuros, superam com muito os nebulosos. Os pontos claros parecem inexistir. O resultado final e todos os seus detalhes nunca deverão chegar ao grande publico.
Podemos obter, porem uma mensagem positiva. quanto mais se saiba, mais poderemos tecer as nossas próprias conclusões.
E decidir, que tem razão e quem não.
Ninguém pode desconsiderar, que as declarações do deputado Nilson Gonçalves, durante a campanha, permitiram conhece-lo melhor e aos que com ele se relacionam.
Ele contribuiu para trazer luz a um mundo de sombras e de gente pequena.

29 de outubro de 2008

Nossa pesquisa

Encerrada nossa pesquisa, podemos deduzir que um percentual significativo dos nossos leitores ficaram satisfeitos com o resultado das urnas.
O blog manterá uma posição de acompanhamento, tanto dos últimos meses desta gestão, como da próxima gestão.
Obrigado pela sua participação na pesquisa.

21 de outubro de 2008

Contas claras

Elogiável a iniciativa do Jornal A Noticia de divulgar com a maior transparência a lista de doadores na campanha eleitoral.
Conhecer os maiores contribuintes, identificar os setores econômicos que representam e os valores de contribuição, significa uma importante contribuição a transparência do processo eleitoral.
Erra o candidato do PT, ao não divulgar os nomes dos seus doadores e a transparência neste caso é um cristal com visão para os dois lados, não pode ser um espelho, que só nos permite olhar um unico lado.
Identificar na relação do Candidato Darci de Matos, um grupo significativo de ocupantes de cargos comissionados na administração municipal, significa que tem o apoio implícito e explicito da maquina municipal. Que alguns dos contribuintes sejam empresas que prestam serviços regularmente e com valores significativos, para a prefeitura de Joinville, reforça a relação umbilical entre o candidato e a administração. Chama também a atenção o bom transito, com as empresas ligadas a area da saúde, percentualmente as suas contribuições são expressivas, o que pode ser explicado pela forte ligação do candidato com o setor e as emendas que tem direcionado, como deputado estadual, para resolver os problemas graves que a saúde enfrenta.
Finalmente o apoio de empresas e pessoas ligadas a construção civil, evidenciam o forte e bom relacionamento que este importante setor economico tem com o candidato do prefeito. Setor que historicamente sempre tem sabido construir um excelente relacionamento com o ocupante do prédio da Beira rio. Chama a atenção a ausência na lista das contribuições do seu principal cabo eleitoral, o prefeito Marco Tebaldi, que como contribuinte e eleitor, não deve se furtar em contribuir para a campanha do seu candidato.
Falta agora a divulgação da relação dos contribuintes do outro candidato e ainda verificar, quanto do valor arrecadado e declarado esta representado por esta relação feita publica. Porque as campanhas que estão na rua, alem de vistosas, não parecem estar economizando recursos, que desta vez não parecem faltar a nenhum dos candidatos.

19 de outubro de 2008

Valeu a pena tanto esforço?

As pesquisas mostram uma queda significativa da aprovação da gestão do prefeito Marco Tebaldi, a queda tem se acentuado nos últimos meses, numa relação que parece direta entre o maior pacote de obras que realizou na sua gestão e o fato que o joinvilense tem passado a ter uma posição mais critica com relação a forma de administrar a cidade.
De alguma forma, se desprende que o eleitor da Joinville é mais critico, com quem mal gasta o dinheiro publico com obras desnecessárias e executadas a toque de caixa, aparentemente sem planejamento, que quem deixa de fazer. Durante os anos em que a administração municipal fez pouco ou nada, as criticas foram poucas e dispersas.
Agora, provavelmente como rescaldo da campanha eleitoral e do esforço que o prefeito tem feito para promover o seu candidato, toda a sua gestão esta sendo colocada em jogo.
As pesquisas publicadas mostram um dos índices de aprovação mais baixos do pais, o que é injusto, para alguém que fez tão pouco, por Joinville.
O erro, se é que teve algum que se destaque, pode ter sido o de pretender dar continuidade ao seu modelo de governo, fazendo o seu candidato. O resultado final desta pesquisa, só estará disponível em poucos dias numa urna perto de você.
Por enquanto é tempo para acompanhar de perto.

12 de outubro de 2008

Falar do passado


O texto original tinha sido postado no final de Setembro.

Este blog, não imaginava os desdobramentos que a campanha traria neste segundo turno. Em azul o texto original de Setembro. Impressiona a velocidade com que a campanha tem chegado perto do fundo do poço.

Passa a ter uma importância ainda maior, o passado dos candidatos, como no filme estrelado por Jane Fonda em 1971 (Klute) traduzido no Brasil por "O passado condena". O eleitor Joinvilense deve mais que nunca estar alerta para evitar que alguns nomes da nossa politica local, frequentem as paginas policiais com a mesma tranquilidade com que passeiam pelas de politica.

Chama a atenção a sensação de impunidade, que faz que alguns dos protagonistas das noticias dos últimos dias, tenham passado a se considerar, como estando acima do bem e do mal. O fato de se considerar imunes, os leva a agir cada vez mais de uma forma descarada, quase debochada. Ao negar tudo, com a maior tranquilidade, buscam confundir ao eleitor. O papel da midia é neste momento crucial, porque é ela quem neste momento assume a responsabilidade de trazer as informações com equidade e isenção. Elementos imprescindíveis, neste momento de duvida e emoção.


Não cabe a menor duvida, que nunca tivemos uma campanha municipal, em Joinville, em que os candidatos tivessem a sua vida tão vasculhada. Em que ficassem tão expostos, em que tanto espaço houvesse para o debate, para troca de idéias e de conceitos.

Não tem faltado oportunidade para que cada um apresente os seus projetos, as suas propostas e questione as dos demais candidatos. Com a transparência ganhamos todos e teremos melhores condições para escolher aquele candidato que melhor tenha sabido se comunicar com os eleitores nos debates que o processo eleitoral tem oferecido.

Um ponto, porem, me deixa incomodo, quando questionados, alguns dos candidatos, insistem em não querer falar do passado, em querer só debater os seus projetos para o futuro. Eu entendo e concordo que devemos olhar o futuro, porque estaremos votando no futuro. Mas preciso votar com um olho no passado. Quem é o candidato? Como foram as suas campanhas anteriores? Como tem agido, quando tem ocupado cargos na vida publica? Com que transparência tem prestado contas aos eleitores e aos contribuintes?

Porque é pelas suas obras que os reconheceremos, as palavras parecem ser capazes de sustentar tudo, o promessômetro é um exemplo disto, a quantidade de promessas de difícil execução e cumprimento, pesam negativamente, para aqueles que historicamente, não tem se destacado pelo cumprimento da palavra dada. Promete mais, quem menos tem intenção de cumprir.

Acredito, que nenhum milagre fará que o candidato que na sua vida passada, foi pouco serio, deixou duvidas quanto a sua lisura e seriedade, possa agora mudar da noite para o dia, e passe a ter um comportamento e uma atitude distinta da que tenha pautado a sua vida.

Posso acreditar que as virtudes depois de eleito tenderão a diminuir e os vícios e defeitos experimentaram uma forte tendência a aumentar.

Por isto preste atenção no passado do seu candidato, o seu passado determinará o nosso futuro.

8 de outubro de 2008

Avaliações e comentarios

Numa época em que tanto politologo e tanto politicômano, tece comentários e emite opiniões sobre as eleições e os seu resultado, que um blog amador, que tem como foco a cidadania e a cidade, teça alguns comentários pontuais, deve ser visto e encarado com benevolência.
Toda eleição tem vencedores e vencidos, e o resultado das urnas no dia 5, permite algumas ilações.
A primeira pode ser a que entre os vencedores, alem claro esta do PT, que continua se beneficiando da forte influencia do presidente Lula, podemos incluir a Kennedy Nunes, que tem mostrado uma imagem diferente da de outras eleições anteriores, sem perder o seu modo de ser tem ganhado em maturidade e mostra que tem condições de jogar um importante papel no futuro politico de Joinville. Também Rodrigo Bornholdt, tem deixado evidencias, que é uma figura com a que contar em Joinville. Rogério Novaes, apresentou um projeto politico consistente, porem a possibilidade de ter sucesso fora dos partidos majoritarios é muito pequena, no sistema eleitoral brasileiro.
O candidato do PMDB, terá a sua grande oportunidade em 2010, quando definitivamente poderá mostrar se veio para ficar, neste caso, mostrou capacidade e principalmente estrutura para aguentar chuvas e trovoadas, sua entrada no jogo politico local, trará caso se confirme mudanças interessantes no cenário politico do 15.
Em outras palavras nenhum dos candidatos derrotados sairá de cena a curto prazo.
Menção a parte merece o candidato da coligação que busca dar continuidade ao modelo de gestão atual. Na medida que a campanha foi avançando alguns pontos ficaram mais evidentes e a população gradativamente mudo de opinião. Reduzindo o percentual de aprovação e aumentando o índice de rejeição. A entrada de um novo marqueteiro, será o quarto e o apoio da maquina municipal, sem duvida deixarão a campanha mais animada neste segundo turno.
A capacidade de cada candidato de negociar e de angariar apoios consistentes, servirá para definir a eleição no segundo turno.
A renovação na Câmara de Vereadores, pode sinalizar uma vontade de mudança, depois de alguns anos de continuidade administrativa, caso a população considere o modelo atual esgotado, o resultado do segundo turno poderá ser avultado e representar o final de uma era.
Quem viver verá.

ALGUMAS CONCLUSÕES

Em todas as eleições existem perdedores a vencedores, mas a história do primeiro turno em Joinville já apresenta algumas Parece claro de que o eleitor está cada vez mais maduro, exigente e coerente na escolha de seu candidato. Muito embora alguns políticos ainda procurem agir como se o eleitor pudesse ser cooptado mediante favores de última hora, promessas mirabolantes, sentenças de favoritismo ou pela pressão àqueles que dependem de cargos públicos ou favores, me parece nítida e significativa à mudança de comportamento nas urnas. De todas as práticas, aquela que coloca o eleitor como um ser débil ou incapaz de fazer avaliações conscientes para sua escolha é a mais nociva para a democracia. A eleição em Joinville, embora ainda não tenha terminado, mostrou que existem fortes demonstrações de descontentamento, primeiramente por uma representativa renovação na Câmara de Vereadores. Se todo o fisiologismo existente ainda não foi expurgado, esta claro que os votos deram um aviso prévio àqueles que sobreviveram e, as práticas políticas no legislativo deverão, para o bem dos eleitos, sofrerem mudanças a favor da população e não apenas para o próprio proveito. O fisiologismo, a relação de dependência com o executivo mediante troca de votos por favores e apadrinhamentos e a falta de probidade praticada por membros desta legislatura tiveram o troco nas urnas. Na disputa majoritária, a maior lição ficou por conta do candidato imposto, um forasteiro surgido do dia para a noite que desestruturou o PMDB local, desrespeitou lideranças do partido, impediu potenciais candidatos para a postulação à prefeitura, com maiores chances de sucesso significando, talvez, a mais vergonhosa e ridícula demonstração de autoritarismo e falta de ética política. Um fracasso que não deverá ser esquecido na história política de Joinville. Por outro lado, apareceram nesta campanha, mesmo que ainda timidamente, opositores ao atual governo municipal, que se fizeram ausentes ou omissos nos últimos anos por conta de uma opressiva censura. Ouvi muitas vezes a frase que denota qualificação ao debate político quando os candidatos criticam uns aos outros seja pelas propostas, pelos compromissos ou pelo passado. Ora, uma campanha política é justamente o momento em que as diferenças devem surgir para que o eleitor possa avaliar qual candidato mais se aproxima dos seus desejos, sejam eles de mudança ou de continuidade. Portanto, o embate de idéias, as críticas e até acusações desde que pertinentes à probidade, honestidade e ética, são plenamente admissíveis. É o ônus de quem quer ocupar um cargo público pelo voto. No entanto, ficou claro que existem demandas e problemas em Joinville as quais vieram á tona de forma cabal durante a campanha. E não foram poucas. Isto ficou oculto durante os últimos anos por conta de uma milionária e, diga-se de passagem, competente mídia governamental cuja missão foi ofuscar quem se atrevesse a denunciá-las. O eleitor, tenham certeza, esteve atento a isto. O debate entre candidatos mostrou outra Joinville, a cidade real que se ressente de muitos investimentos e de uma gestão pública competente. O resultado das urnas pode ser visto de forma simples e matemática: 24% dos eleitores votaram no candidato da situação e os demais 76% demonstram desejos de mudança. Há quem diga que isto não quer dizer nada e que muitas cartas ainda serão jogadas até que a eleição do segundo turno venha a ser decidida. Se o eleitor demonstrou claramente sua insatisfação, ou melhor, uma tendência no primeiro turno, isto também serve de aviso aos candidatos derrotados que não tiverem coerência para com os eventuais apoios aos dois candidatos vencedores para o segundo turno. Penso que o eleitor será seletivo e qualquer deslize que demonstre incoerência pode significar um desgaste ou até uma eventual condenação política futura. Dois pontos muito positivos neste primeiro turno foram os debates que permitiram a exposição de idéias através das várias fórmulas e mídias, que se apresentaram seletivos, bem articulados e esclarecedores. Outro ponto que merece destaque é o surgimento de novas lideranças, novos nomes que, se não lograram êxito para seguirem no segundo turno, são promessas alentadoras de uma nova etapa no futuro da política Joinvillense.

Sérgio Gollnick

Arquiteto e Urbanista


9 de julho de 2008

20 de maio de 2008

É impresionante como o mimetismo toma conta dos animais da floresta

As imagens mostram claramente como as placas da Prefeitura Municipal de Joinville, estão gradativamente evoluindo, adquirindo cores e tons mais adequados com os novos tempos que se aproximam.
A modernidade da nova identidade visual, mostra a evolução desde outubro de 2007 ate abril de 2008.
Alem dos tucanos das coberturas das quadras cobertas das escolas municipais, pode ser que a nova imagem da prefeitura, possa enfrentar problemas, pela sorprendente semelhança com as cores e logotipia da algum pre-candidato.

1 de maio de 2008

Coluna de Jefferson Saavedra dia 30 de abril 2008

com o titulo

Na Expoville

O deputado Darci de Matos (DEM), pré-candidato a prefeito, levou ontem ao prefeito Marco Tebaldi a proposta de criação de um parque na Expoville. Darci diz que o local será ampliado com desapropriações e chegará a 500 mil metros quadrados. "Lá tem estrutura, área verde, estacionamento, espaço para palco ao ar livre, a área está bem localizada e pode atender quem passa pela BR-101", resume Darci.

O pré-candidato aproveita para desprezar a possibilidade de criação de um parque na quadra hoje ocupada pelo Batalhão do Exército. "Defende um parque lá quem não entende do assunto. Não tem onde estacionar, não tem como colocar um curso d´água e ainda é uma área cara", alega Darci.

Novamente o deputado estadual Darci de Matos, perde uma excelente oportunidade de ficar calado, claro que tem todo o direito do mundo de achar que o parque que Joinville tanto precisa pode ser na Expolville, a Expoville é sem duvida um dos locais que podem ser considerados, mesmo que não seja o local mais adequado para a construção de um parque urbano.
Alias o fato que a Prefeitura Municipal, que conta com o IPPUJ e com um quadro tecnico de alto nivel, precise receber uma proposta do deputado para um parque na Expoville. curioso ainda que entre as muitas atribuições que o legislador tem que desempenhar ainda, precise contribuir com a elaboração de propostas e projetos que cabem ao executivo.

O que não parece muito interesante é a forma como se desprezam outras alternativas ou se avaliam outras localizações, como por exemplo o imovel, que sedia hoje o 62 BI, ainda de uma forma gratuita agride aos que tenham outra opinião que não a dele. Ao considerar que quem "defende um parque lá...é quem não entende do assunto" evidentemente o nobre deputado, entre outras areas do conhecimento, tambem entende de urbanismo.

Ao afirmar ainda que não tem aonde estacionar, de novo mostra desconhecimento sobre as caracteristicas de um parque urbano, que deve, entre outros pre-requisitos estar bem servido pela rede de transporte coletivo. A localização de um parque urbano em area central permite um acesso facil a todos seja a pe, bicicleta, automovel e transporte coletivo.

Ainda ao afirmar que " Não tem como colocar um curso d´agua" lembra aqueles politicos que primeiro constrõem uma ponte para depois colocar o rio embaixo. Um parque urbano não precisa ter um curso d´agua, alias a ideia de colocar um curso d´agua num local que no o tenha de forma natural, não parece uma ideia nem adequada desde o ponto de vista paisagistico, nem desde uma aboradagem economica.

E finalmente ao considerar que a area é cara, esquece o nobre deputado, que o valor da area, dependera, basicamente de sua importancia para a população, o valor da area é por tanto subjetivo, o importente é a função social da area. Areas baratas existem no Parque Caieras, ou no Morro do Finder, alias quanto mais longe do centro e mais fora de mão, os valores serão mais baixos. Sera que é isto que o joinvilense deseja. Uma area barata, ou uma area bem localizada e que possa ser usada facilmente pelas familias de Joinville? Para poder ter um parque condicente com os anseios da população.

O Deputado Darci, não foi feliz nas suas colocações, alias dificilmente numa unica frase, seria possivel cometer tantos erros de avaliação, resultado provavelmente da sua assessoria, uma pessoa esclarecida que pretenda ser candidata a prefeito de Joinville, não poderia ter uma visão tão pouco apurada de um tema tão importante.

7 de dezembro de 2007

Ainda sobre o Projeto de Lei do Deputado Darci de Matos



Continuando com o debate, sobre o infeliz projeto de lei, elaborado pelo deputado estadual Darci de Matos, a Secretaria de Agricultura do Estado de Santa Catarina, a traves da diretoria de Qualidade e Defesa Agropecuária, elaborou o seguinte parecer técnico, que claramente mostra a improcedência da proposta.

Leia e tome a sua decisão...


PARECER TÉCNICO Nº 03/2007


Referência: Projeto de Lei Nº 0375.7/2007, que “Dispõe sobre a proibição da venda de flores, plantas e produtos correlatos em estabelecimentos que comercializem alimentos no Estado de Santa Catarina”.

O presente Projeto de Lei prevê a proibição de flores, plantas e produtos correlatos em estabelecimentos que comercializem alimentos no Estado de Santa Catarina. Este PL atinge principalmente os supermercados e mini-mercados onde ocorre também o comércio de cosméticos, produtos de limpeza, frutas e hortaliças.

É correto afirmar que na produção de flores e plantas ornamentais são utilizados agrotóxicos, porém, não foram encontrados dados sobre intoxicação de humanos através do contato com flores e plantas ornamentais. Os dados encontrados abrangem como forma de intoxicação o acidente individual, ambiental, tentativa de suicídio, etc. Isto não significa que não possa ocorrer intoxicação por contato com flores e plantas ornamentais que foram tratadas com agrotóxicos, porém a probabilidade é muito pequena. Tão pequena que não é especificado nos dados encontrados.

Nos supermercados são oferecidos outros produtos que podem provocar acidentes por intoxicação. Entre os anos de 2002 a 2006, em nosso estado, constatou-se a ocorrência de 66 casos de intoxicação por acetona, 37 por perfume a base de álcool etílico e 31 por ingestão de shampoo . Esses são cosméticos que são comercializados em supermercados.


Em Santa Catarina, entre os anos 2002 a 2006, foram constatados 392 casos de intoxicação por água sanitária, 53 por Pinho Sol e 116 por Soda Cáustica, todos produtos ofertados em supermercados e mini-mercados que também comercializam alimentos.

Os dados acima mencionados foram fornecidos pelo Centro de Informações Toxicológicas de Santa Catarina – CIT/SC - Órgão Público vinculado à Diretoria de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde que tem como objetivos a sistematização, ampliação e difusão de conhecimentos técnico-científicos no campo da Toxicologia.

Considerando:

- A baixa probabilidade de intoxicação de humanos por contato com flores e plantas ornamentais onde foram aplicados agrotóxicos.

- Os estabelecimentos mencionados no PL, que comercializam alimentos, comercializam também outros produtos que comprovadamente são passíveis de provocar intoxicações em humanos.

- As frutas e hortaliças produzidas no sistema convencional, ou seja, com aplicações de agrotóxicos, também estão presentes nos supermercados e mini-mercados.


Sugerimos:


- O veto total do PL em análise, uma vez que este não atinge os objetivos a que se propõe.

- Que o PL em questão seja analisado também pela Comissão de Agricultura da Assembléia Legislativa deste Estado.


Florianópolis, 29 de novembro de 2007

Eliana Lentz Martins Cantú

Engenheira Agrônoma

Diretoria de Qualidade e Defesa Agropecuária

Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural

5 de outubro de 2007

O deputado estadual Darci de Matos, encaminhou um projeto de lei, para proibir a venda de flores, plantas e correlatos, (sejam o que sejam estes correlatos), em locais que comercializem alimentos o que motivou esta carta, publicada no AN Cidade

Infelicidade

O deputado estadual Darci de Matos (DEM) encaminhou a Assembléia legislativa um projeto de lei com o objetivo de proibir a venda de flores, plantas e correlatos em estabelecimentos que comercializem alimentos, no estado de Santa Catarina, se desprende da redação que esta se referindo principalmente aos supermercados, que hoje respondem para alguns produtos de flores e plantas por mais de 30 % das vendas, sendo um dos mais importantes canais de comercialização e de divulgação do produto, no Brasil e no mundo.

O deputado, como técnico agrícola que é deveria saber que a produção de plantas ornamentais no pais esta regulamentada pela lei federal 10711, que estabelece as normas e requisitos para a sua produção. O Ministério da Agricultura esta implantando no pais o PIF ( Produção Integrada de Flores ) que garante ao consumidor os menores índices de agrotóxicos e estimula o manejo com o menor impacto ambiental e ecológico, reduzindo custos para o produtor e melhorando a qualidade da nossa produção.

Santa Catarina, como em tantos outros segmentos da economia nacional tem uma posição de destaque neste setor, com pouco mais de 1% do território nacional, responde hoje por 7 % da produção nacional e ocupa um meritório terceiro lugar. O nosso estado também é pioneiro na implantação programas de certificação, na redução do uso de agrotóxicos e no cumprimento da legislação, por tanto deveria ser de conhecimento do deputado, que não se utilizam “poderosos agrotóxicos “ na produção e cultivo das nossas flores e plantas ornamentais que não sejam os autorizados pela legislação brasileira e recomendados pelos responsáveis técnicos.

Faz ainda menção, na sua infeliz proposição, a pedaços de vidro, restos de pêlos, riscos químicos e riscos biológicos, não acredito que possamos encontrar estes produtos nas nossas flores e plantas e com certeza nada comparado aos desinfetantes, inseticidas, desentupidores, raticidas e outros produtos químicos que podem representar perigo potencial, com certeza maior que as flores e plantas, se em contato com alimentos, porem que em todo o mundo são comercializados, nos mesmos estabelecimentos que comercializam alimentos.

Não existe informação disponível que faça referencia a doenças transmitidas pelas flores e plantas comercializadas nos supermercados, ainda presta um desserviço o deputado ao criar o pânico entre os consumidores insinuando que as flores e plantas representam algum tipo de perigo para o consumidor catarinense e converter a venda de flores em um assunto de saúde publica.

Uma infelicidade esta proposta que o bom senso dos nobres deputados não deveria deixar prosperar, um desgaste que com certeza teria sido evitado se o deputado tivesse, antes de elaborar a proposta, consultado os legítimos representantes do setor da floricultura Catarinense e considerado melhor o impacto que a sua proposta poderia ocasionar.

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Esta carta, motivou uma resposta, por terceiros, no mesmo jornal e ainda uma materia no A Noticia, o Deputado Darci de Matos justificou o seu projeto de lei, por conta da toxicidade das plantas e a defesa das pequenas floriculturas frente aos grandes supermercados.

Infelicidade 2

Agora que ficou mais claro para todos, que o objetivo da proposta da lei do deputado Darci de Matos, tem menos a ver com a saúde publica e mais com disputa de mercado, gostaria de tecer novas considerações que possam servir melhor para orientar a sociedade catarinense.
É inconseqüente a afirmação incluída no texto que informa que entre1984 e 2006 foram registradas cerca de 2,5 mil casos de intoxicação por plantas noestado. Ao não fazer referencia a origem das plantas, não define se são ou não ornamentaise se foram ou não adquiridas em estabelecimentos que comercializem também alimentos, pelo que a informação desta forma colocada é tendenciosa.Mais ainda quando é publico e sabido, inclusive pela cultura popular, que entre a rica e variada vegetação brasileira, um grande numero de espécies, são tóxicas, algumas utilizadas inclusive como abortivos ou estimulantes ou na fitoterapia popular.
Devemos defender a liberdade de mercado. O mercado se conquista com competência, trabalho e com preços e serviços adequados, não são os supermercados os maiores concorrentes das floriculturas, que oferecem produtos e serviços distintos, dificilmente alguém buscara na prateleira de um supermercado, um arranjo de flores para dar a sua namorada, ou contratara a decoração de uma festa de casamento ou de aniversario, fora de uma loja especializada.
O caminho que as floriculturas devem buscar para crescer no mercado é o da especialização, da qualidade e da diferenciação.
Usar de subterfúgios legais para cercear o livre mercado, não é com certeza o melhor caminho. A proposta de lei em questão, fechara pontos de venda de plantas e flores no estado, diminuirá a oferta, reduzira as oportunidades para os produtores catarinenses e dificultara o acesso ao produto pelas classes menos abastadas, que tem visto nos supermercados uma oportunidade de adquirir flores e plantas a preços baixos e com qualidade. Popularizando o produto e aumentando as vendas.

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