O perfil dos dois candidatos que concorrem no segundo turno das eleições municipais em Joinville, SC.
O perfil dos dois candidatos que concorrem no segundo turno das eleições municipais em Joinville, SC.
O Deputado Federal Darci de Matos assegura que se ele pedir o Presidente da Camara Rodrigo Maia coloca em 10 dias R$ um bilhão na conta da Prefeitura de Joinville. Fake News ou pura bravata?
A afirmação do candidato é exagerada. Coisa de fanfarrão, essa gente que se faz de valente sem ser.
Se pode conseguir com uma ligação ao Rodrigo Maia colocar mil milhões de Reais na conta de Prefeitura Municipal e não o fez ainda prejudicou Joinville. Se não pode e presume de que pode é só um fanfarrão, um alardeador, arrotador, balandrão, bazófio, blasonador, bufador, bufão, chibante, farfante, farofeiro, farroma, farrombeiro, farromeiro, farronca, farsola, ferrabrás, gabarola(s), gabola(s), garganta, goela, gomeiro, pabola, pábulo, pimpão, prosa, rebolão, roncador.
Acho que é isso mesmo que ele é.


Elogiável a iniciativa do Jornal A Noticia de divulgar com a maior transparência a lista de doadores na campanha eleitoral.
As pesquisas mostram uma queda significativa da aprovação da gestão do prefeito Marco Tebaldi, a queda tem se acentuado nos últimos meses, numa relação que parece direta entre o maior pacote de obras que realizou na sua gestão e o fato que o joinvilense tem passado a ter uma posição mais critica com relação a forma de administrar a cidade.
O texto original tinha sido postado no final de Setembro.
Este blog, não imaginava os desdobramentos que a campanha traria neste segundo turno. Em azul o texto original de Setembro. Impressiona a velocidade com que a campanha tem chegado perto do fundo do poço.
Passa a ter uma importância ainda maior, o passado dos candidatos, como no filme estrelado por Jane Fonda em 1971 (Klute) traduzido no Brasil por "O passado condena". O eleitor Joinvilense deve mais que nunca estar alerta para evitar que alguns nomes da nossa politica local, frequentem as paginas policiais com a mesma tranquilidade com que passeiam pelas de politica.
Chama a atenção a sensação de impunidade, que faz que alguns dos protagonistas das noticias dos últimos dias, tenham passado a se considerar, como estando acima do bem e do mal. O fato de se considerar imunes, os leva a agir cada vez mais de uma forma descarada, quase debochada. Ao negar tudo, com a maior tranquilidade, buscam confundir ao eleitor. O papel da midia é neste momento crucial, porque é ela quem neste momento assume a responsabilidade de trazer as informações com equidade e isenção. Elementos imprescindíveis, neste momento de duvida e emoção.
Não cabe a menor duvida, que nunca tivemos uma campanha municipal, em Joinville, em que os candidatos tivessem a sua vida tão vasculhada. Em que ficassem tão expostos, em que tanto espaço houvesse para o debate, para troca de idéias e de conceitos.
Não tem faltado oportunidade para que cada um apresente os seus projetos, as suas propostas e questione as dos demais candidatos. Com a transparência ganhamos todos e teremos melhores condições para escolher aquele candidato que melhor tenha sabido se comunicar com os eleitores nos debates que o processo eleitoral tem oferecido.
Um ponto, porem, me deixa incomodo, quando questionados, alguns dos candidatos, insistem em não querer falar do passado, em querer só debater os seus projetos para o futuro. Eu entendo e concordo que devemos olhar o futuro, porque estaremos votando no futuro. Mas preciso votar com um olho no passado. Quem é o candidato? Como foram as suas campanhas anteriores? Como tem agido, quando tem ocupado cargos na vida publica? Com que transparência tem prestado contas aos eleitores e aos contribuintes?
Porque é pelas suas obras que os reconheceremos, as palavras parecem ser capazes de sustentar tudo, o promessômetro é um exemplo disto, a quantidade de promessas de difícil execução e cumprimento, pesam negativamente, para aqueles que historicamente, não tem se destacado pelo cumprimento da palavra dada. Promete mais, quem menos tem intenção de cumprir.
Acredito, que nenhum milagre fará que o candidato que na sua vida passada, foi pouco serio, deixou duvidas quanto a sua lisura e seriedade, possa agora mudar da noite para o dia, e passe a ter um comportamento e uma atitude distinta da que tenha pautado a sua vida.
Posso acreditar que as virtudes depois de eleito tenderão a diminuir e os vícios e defeitos experimentaram uma forte tendência a aumentar.
Por isto preste atenção no passado do seu candidato, o seu passado determinará o nosso futuro.
Em todas as eleições existem perdedores a vencedores, mas a história do primeiro turno em Joinville já apresenta algumas Parece claro de que o eleitor está cada vez mais maduro, exigente e coerente na escolha de seu candidato. Muito embora alguns políticos ainda procurem agir como se o eleitor pudesse ser cooptado mediante favores de última hora, promessas mirabolantes, sentenças de favoritismo ou pela pressão àqueles que dependem de cargos públicos ou favores, me parece nítida e significativa à mudança de comportamento nas urnas. De todas as práticas, aquela que coloca o eleitor como um ser débil ou incapaz de fazer avaliações conscientes para sua escolha é a mais nociva para a democracia. A eleição em Joinville, embora ainda não tenha terminado, mostrou que existem fortes demonstrações de descontentamento, primeiramente por uma representativa renovação na Câmara de Vereadores. Se todo o fisiologismo existente ainda não foi expurgado, esta claro que os votos deram um aviso prévio àqueles que sobreviveram e, as práticas políticas no legislativo deverão, para o bem dos eleitos, sofrerem mudanças a favor da população e não apenas para o próprio proveito. O fisiologismo, a relação de dependência com o executivo mediante troca de votos por favores e apadrinhamentos e a falta de probidade praticada por membros desta legislatura tiveram o troco nas urnas. Na disputa majoritária, a maior lição ficou por conta do candidato imposto, um forasteiro surgido do dia para a noite que desestruturou o PMDB local, desrespeitou lideranças do partido, impediu potenciais candidatos para a postulação à prefeitura, com maiores chances de sucesso significando, talvez, a mais vergonhosa e ridícula demonstração de autoritarismo e falta de ética política. Um fracasso que não deverá ser esquecido na história política de Joinville. Por outro lado, apareceram nesta campanha, mesmo que ainda timidamente, opositores ao atual governo municipal, que se fizeram ausentes ou omissos nos últimos anos por conta de uma opressiva censura. Ouvi muitas vezes a frase que denota qualificação ao debate político quando os candidatos criticam uns aos outros seja pelas propostas, pelos compromissos ou pelo passado. Ora, uma campanha política é justamente o momento em que as diferenças devem surgir para que o eleitor possa avaliar qual candidato mais se aproxima dos seus desejos, sejam eles de mudança ou de continuidade. Portanto, o embate de idéias, as críticas e até acusações desde que pertinentes à probidade, honestidade e ética, são plenamente admissíveis. É o ônus de quem quer ocupar um cargo público pelo voto. No entanto, ficou claro que existem demandas e problemas em Joinville as quais vieram á tona de forma cabal durante a campanha. E não foram poucas. Isto ficou oculto durante os últimos anos por conta de uma milionária e, diga-se de passagem, competente mídia governamental cuja missão foi ofuscar quem se atrevesse a denunciá-las. O eleitor, tenham certeza, esteve atento a isto. O debate entre candidatos mostrou outra Joinville, a cidade real que se ressente de muitos investimentos e de uma gestão pública competente. O resultado das urnas pode ser visto de forma simples e matemática: 24% dos eleitores votaram no candidato da situação e os demais 76% demonstram desejos de mudança. Há quem diga que isto não quer dizer nada e que muitas cartas ainda serão jogadas até que a eleição do segundo turno venha a ser decidida. Se o eleitor demonstrou claramente sua insatisfação, ou melhor, uma tendência no primeiro turno, isto também serve de aviso aos candidatos derrotados que não tiverem coerência para com os eventuais apoios aos dois candidatos vencedores para o segundo turno. Penso que o eleitor será seletivo e qualquer deslize que demonstre incoerência pode significar um desgaste ou até uma eventual condenação política futura. Dois pontos muito positivos neste primeiro turno foram os debates que permitiram a exposição de idéias através das várias fórmulas e mídias, que se apresentaram seletivos, bem articulados e esclarecedores. Outro ponto que merece destaque é o surgimento de novas lideranças, novos nomes que, se não lograram êxito para seguirem no segundo turno, são promessas alentadoras de uma nova etapa no futuro da política Joinvillense.
Sérgio Gollnick
Arquiteto e Urbanista
As imagens mostram claramente como as placas da Prefeitura Municipal de Joinville, estão gradativamente evoluindo, adquirindo cores e tons mais adequados com os novos tempos que se aproximam.O pré-candidato aproveita para desprezar a possibilidade de criação de um parque na quadra hoje ocupada pelo Batalhão do Exército. "Defende um parque lá quem não entende do assunto. Não tem onde estacionar, não tem como colocar um curso d´água e ainda é uma área cara", alega Darci.
Novamente o deputado estadual Darci de Matos, perde uma excelente oportunidade de ficar calado, claro que tem todo o direito do mundo de achar que o parque que Joinville tanto precisa pode ser na Expolville, a Expoville é sem duvida um dos locais que podem ser considerados, mesmo que não seja o local mais adequado para a construção de um parque urbano.O que não parece muito interesante é a forma como se desprezam outras alternativas ou se avaliam outras localizações, como por exemplo o imovel, que sedia hoje o 62 BI, ainda de uma forma gratuita agride aos que tenham outra opinião que não a dele. Ao considerar que quem "defende um parque lá...é quem não entende do assunto" evidentemente o nobre deputado, entre outras areas do conhecimento, tambem entende de urbanismo.
Ao afirmar ainda que não tem aonde estacionar, de novo mostra desconhecimento sobre as caracteristicas de um parque urbano, que deve, entre outros pre-requisitos estar bem servido pela rede de transporte coletivo. A localização de um parque urbano em area central permite um acesso facil a todos seja a pe, bicicleta, automovel e transporte coletivo.
Ainda ao afirmar que " Não tem como colocar um curso d´agua" lembra aqueles politicos que primeiro constrõem uma ponte para depois colocar o rio embaixo. Um parque urbano não precisa ter um curso d´agua, alias a ideia de colocar um curso d´agua num local que no o tenha de forma natural, não parece uma ideia nem adequada desde o ponto de vista paisagistico, nem desde uma aboradagem economica.
E finalmente ao considerar que a area é cara, esquece o nobre deputado, que o valor da area, dependera, basicamente de sua importancia para a população, o valor da area é por tanto subjetivo, o importente é a função social da area. Areas baratas existem no Parque Caieras, ou no Morro do Finder, alias quanto mais longe do centro e mais fora de mão, os valores serão mais baixos. Sera que é isto que o joinvilense deseja. Uma area barata, ou uma area bem localizada e que possa ser usada facilmente pelas familias de Joinville? Para poder ter um parque condicente com os anseios da população.
O Deputado Darci, não foi feliz nas suas colocações, alias dificilmente numa unica frase, seria possivel cometer tantos erros de avaliação, resultado provavelmente da sua assessoria, uma pessoa esclarecida que pretenda ser candidata a prefeito de Joinville, não poderia ter uma visão tão pouco apurada de um tema tão importante.

Continuando com o debate, sobre o infeliz projeto de lei, elaborado pelo deputado estadual Darci de Matos, a Secretaria de Agricultura do Estado de Santa Catarina, a traves da diretoria de Qualidade e Defesa Agropecuária, elaborou o seguinte parecer técnico, que claramente mostra a improcedência da proposta.
Leia e tome a sua decisão...
PARECER TÉCNICO Nº 03/2007
Os dados acima mencionados foram fornecidos pelo Centro de Informações Toxicológicas de Santa Catarina – CIT/SC - Órgão Público vinculado à Diretoria de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde que tem como objetivos a sistematização, ampliação e difusão de conhecimentos técnico-científicos no campo da Toxicologia.
Sugerimos:
- O veto total do PL em análise, uma vez que este não atinge os objetivos a que se propõe.
Engenheira Agrônoma
Diretoria de Qualidade e Defesa Agropecuária
Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural
O deputado estadual Darci de Matos, encaminhou um projeto de lei, para proibir a venda de flores, plantas e correlatos, (sejam o que sejam estes correlatos), em locais que comercializem alimentos o que motivou esta carta, publicada no AN Cidade