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18 de dezembro de 2013

A "minoria" barulhenta

As Consultas públicas convocadas pelas associações de moradores mobilizaram mais de 400 pessoas.
E ainda há quem insiste em dizer que se trata de uma minoria.








31 de maio de 2011

Cidadania

"Não há outro meio de controle senão o exercício da cidadania. Manter alerta a capacidade critica pela informação, mobilizar a ação defensiva dos grupos sociais e vigilância sobre nossos servidores. Não os pagamos para sermos lesados"

Maria Sylvia Carvalho Franco

7 de maio de 2011

Manual para voltar a ser-mos cidadãos e deixar de ser súditos.

Manual para voltar a ser-mos cidadãos e deixar de ser súditos.


Em evento realizado recentemente na Espanha, um grupo de sábios assumiu, a partir do movimento “REAGE” o compromisso de dotar a sociedade de um manual claro e preciso que permita sair deste estado de vassalagem e assumir o papel de cidadãos de pleno direito.


Entre o grupo, além de Federico Mayor Zaragoza, ex-secretario geral da UNESCO, o juiz Baltasar Garzon, o economista Juan Torres e Rosa Maria Artal, o resultado do encontro a publicação do livro “Reacciona” (Reage) da editora Aguilar.


Entre os pontos a destacar:

- "La inmoralidad de llamar inversores a los culpables del crimen organizado de la humanidad, el hambre. La irresponsabilidad de seguir callados pensando que todo pasará. Hay que empezar a pedir cuentas. La insensibilización de no enrabietarse y solidarizarse con los demás. Y la inhumanidad a la que nos quieren someter los que como Botín y compañía pretenden que vivamos para ganar más a costa de los otros".


A imoralidade de chamar investidores os culpados do crime organizado da humanidade, a fome.

A irresponsabilidade de ficar calados achando que tudo vai mudar. Temos que começar a exigir responsabilidades.

A insensibilidade de não ficar enfurecido, nem se solidarizar com os outros.

A inumanidade a que querem nos submeter os que como Botín (Banco Santander) e companhia pretendem que temos que viver para ganhar mais à custa dos outros.


Jornal El Pais

18 de fevereiro de 2011

Cidade para pessoas

CIDADE PARA PESSOAS


A deterioração da qualidade dos ambientes de Joinville é vista e sentida por todos. Essa somatória de passivos estruturais deve ser encarada como oportunidade; ponto de partida para rever erros e reordenar o foco de nossas lentes sobre o futuro na cidade. Este é o primeiro paradigma a se alterar, a cidade é para as pessoas (“Cities fit for People” – Uner Kirdar), reconhecendo que o futuro da cidade não se realiza por si próprio. ''Para termos um mundo apropriado para as pessoas, temos que ter primeiro cidades apropriadas para as pessoas.''


Ao aceitar que o espaço da cidade é o local que sustenta e realiza a ecologia humana de hoje e do futuro, deveremos reinventar ou inovar as formas de produzir e consumir todos os seus recursos internos e externos. Reeducarmo-nos nas formas de uso de espaços públicos e privados, assumindo um real compromisso de diminuirmos individualmente nosso impacto sobre as pessoas e coisas que nos rodeiam.


O custo de nossa inércia e na falta para com as exigências das garantias estratégicas e qualificadoras dos ambientes construídos (urbano e rural) e naturais faz do tempo um conspirador contra nós. Não temos mais desculpas para de forma passiva assistir ao agravamento promovido pelos ultrapassados modelos do pensar urbano, movido a pressões ou vontades políticas e particulares. Submeter-se a essas imposições nos torna no mínimo cúmplices dos promotores de venda do crescer insustentável.


Políticas públicas, participação e instrumentos de controle social voltados para sustentabilidades, abrangente e integrados devem ser a urgente prioridade e diretriz na forma de urbanificar a cidade, na tentativa de corrigir os efeitos nefastos da urbanização.


O debate sobre a construção da cidade para pessoas além da obrigatória participação democrática deve conter a acessibilidade informativa de conceitos e princípios amplos sobre as responsabilidades comuns e individuais. A acessibilidade da informação deve ainda ser avaliada de uma forma que os participantes demonstrem sua capacidade de visualizar a cidade eco eficiente e justa.


Sem a avaliação objetiva e coletiva, os membros da comunidade terão ideias diferentes do que é mais importante e menos importante, dos impactos negativos e positivos. Não mudar a metodologia implica na permanência dos mitos, suposições imprecisas, procedimentos amadores e charlatanismo. Isso contribui para desunião e retarda a execução de ações transparentes e efetivas. Essa é uma proposta de inovar para alem das ineficientes audiências públicas, e é baseada no modelo da Pesquisa e Avaliação Participativa (PAP) já aplicada em outros países em desenvolvimento.


Quem fará? Ou de quem é a responsabilidade da tarefa?


Arno Kumlehn
Arquiteto Urbanista

6 de junho de 2010

Nem tudo esta perdido (*)


Nem tudo esta perdido


Quando se aproximam as férias escolares de julho, é normal que os estudantes façam planos para aproveitar este período. As opções são as mais diversas, mas na maioria dos casos o critério prioritário é uma mistura de “Dolce farniente” o doce não fazer nada dos mediterrâneos, com o hedonismo irresponsável típicos da idade. Não parece que esta geração tenha a menor pressa por assumir nenhuma responsabilidade, ao contrario, quanto mais tempo possam protelar a sua entrada na sociedade melhor.


No meio deste cenário, tomei conhecimento de uma organização de jovens que tem outros objetivos. Em Joinville um grupo de universitários são o braço local da AIESEC organização internacional formada por jovens que estão empenhados em formar novos cidadãos. Um dos projetos que a AIESEC gerencia é o do Cidadão Global, que se destina a jovens que durante as suas férias querem assumir responsabilidades. Os jovens viajam a paises em desenvolvimento para prestar serviços voluntários, em troca de casa e comida.


Tem a oportunidade alem de conhecer um novo pais, de viver uma nova experiência, de conhecer novas culturas e o mais importante contribuir para um mundo melhor.

Entre os programas voluntários em que estes jovens participam, ensinar línguas a portadores do síndrome de Down, trabalhar em campos de refugiados, em centros para dependentes químicos, ou prestar apoio a portadores do vírus do HIV. Quando vejo que tem jovens de Joinville, dispostos a participar destes projetos, a custear as suas despesas e a contribuir para fazer deste um mundo melhor, acredito que nem tudo esta perdido.


A AIESEC não esta orientada só a projetos sociais, o seu foco principal são as oportunidades de estagio que oferece para os estudantes universitários, em empresas e paises de todo o mundo, uma boa oportunidade para as empresas de Joinville abrirem as suas portas à gente que tem vontade de fazer a diferença.

31 de março de 2010

TV da Cidade - Ecologia em Ação Canal 20

Fui convidado a participar do programa Ecologia em Ação

Os horários do programa Ecologia em Ação são:

* Inédito: Sábado às 18h30min
* Reprises Programadas: Segunda-feira às 15h30min
* Reprises Indeterminadas: Duas exibições no Domingo entre 0h e 16h30

Falando um pouco de tudo, de ecologia, de cidadania, de paisagismo. Um papo descontraido com Gert Fischer.

9 de fevereiro de 2010

Cidadania se faz por aqui


O passarinho e o incêndio


E bem conhecida a fabula do passarinho que frente a um incêndio de proporções gigantescas, corria a um riacho próximo e enchia o bico de água, que levava com grande esforço para jogar sobre as chamas, no intento de apagá-lo. Depois de acompanhar o seu trabalho árduo, uma raposa, ou a efeitos de adaptação a realidade local, um graxaim, lhe perguntou para que tanto esforço?, se não conseguiria apagar um incêndio como aquele com a pouca quantidade de água que conseguia carregar. O passarinho respondeu com fruição, eu estou fazendo a minha parte.


Na reunião da Câmara Setorial do Ambiente Construído, me veio a cabeça esta fabula, uma dezena de esforçados passarinhos, dedicando o seu tempo livre, depois do expediente, fora do horário de trabalho, a fazer a sua parte. Era difícil diferenciar quais dos componentes da Câmara representavam a iniciativa privada e quais ao setor publico. Ninguém estava defendendo posições pessoais ou corporativas, o interesse publico falava mais alto. O nível das propostas apresentadas pelos delegados, a qualidade dos debates e a seriedade das discussões, lembravam muito pouco, outras reuniões, em prédios públicos da Beira rio, quando interesses menores falam mais alto e acabam sendo impostos.


Num momento determinado, frente ao desproporcional esforço, ao nível e a quantidade de temas em analise e ante o risco real que as propostas em analise pela câmara fossem aprovadas pelo Conselho da Cidade, da forma que tinham sido elaborados pelos setores competentes, o que no entender da totalidade dos membros seria um retrocesso inaceitável. Alguém como o graxaim perguntou e se não são considerados os nossos posicionamentos? A resposta unânime foi – “Nós estamos fazendo a nossa parte.” E estavam mesmo.


Tive uma aula de cidadania e a certeza que é com pessoas como aquelas que esta cidade tem futuro. Pelo outro lado o contraste com outras reuniões de comissões e com a condução de audiências, ditas publicas, em nada se parecem com as reuniões em que todos, desarmados de outros interesses, se empenham na busca do interesse comum.

1 de fevereiro de 2009

Dependência ou Independência

Dependência ou independência, somos ou não somos um pais independente? O que define a nossa independência e a construção da nossa cidadania.
Quando alcançaremos a soberania plena? As respostas podem estar neste vídeo.

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