20 de agosto de 2012
27 de julho de 2012
26 de julho de 2012
Eleição chapa branca
Para o promotor alogoana, a prática dos candidatos viola os dispositivos do art. 40 da Lei nº 9.504/97 que regulamenta as eleições, mesmo que os gestores já tenham se afastado de seus cargos ou funções. Ao vincular a candidatura ao serviço público, o candidato tenta levar vantagem da condição de servidor na propaganda eleitoral.
“O eleitor deve estar livre para avaliar seus candidatos, sem a influência ou vinculação com os nomes desses órgãos, serviços ou programas públicos, como se somente tais candidatos pudessem disponibilizá-los. Tal comportamento quebra a isonomia e igualdade de condições entre os concorrentes”, afirma o promotor.
23 de julho de 2012
Vou ter que votar no Tebaldi?
19 de julho de 2012
8 de julho de 2012
Eleições anuais
Esta pratica tem vantagens para os políticos, principalmente os que tentam se reeleger, a primeira é que as obras recém-feitas não apresentam ainda sinais de decadência precoce, comuns nas obras publicas. Os telhados ainda não desabam e não aparecem os pontos de ferrugem nas estruturas metálicas, por citar alguns exemplos. A segunda é que se cria no eleitor a ilusão que a gestão atual, seja ela qual for, tem trabalhado muito pela cidade. Há ainda os que acreditam que possa existir uma correlação entre as obras publicas eleitoreiras e o posterior financiamento de campanha, mas todos sabem que a rígida legislação eleitoral brasileira não só inibe este tipo de pratica, como a pune severamente, desestimulando-a completamente.
Alguns políticos para dar a impressão que fazem muito mais do que na realidade fazem tem desenvolvido a técnica de revitalizar, requalificar ou reformar prédios, ruas e praças que com um pouco de trabalho e um muito de orçamento em poucos dias se convertem em novos ícones urbanos. Assim pipocam a Nova Rua disso, a Nova Praça daquilo e não são poucos os estultos que caem no velho truque do lavou, pintou esta novo. Alguns destes espaços recebem uma reforma a cada quatro anos em geral sempre no segundo semestre do quarto ano.
Mas o caso mais flagrante desta técnica dissimuladora é a de inaugurar ou celebrar o lançamento da licitação, da pedra fundamental, da abertura das propostas ou da assinatura do contrato. Tanta inauguração confunde o eleitor que acaba acreditando que o foguetório, a charanga e os discursos trazem algo de concreto, quando até agora só tem servido para produzir vento, ocupar espaço na mídia e criar a falsa impressão que esta gestão, qualquer que seja ela, é a que mais tem feito pelo desenvolvimento desta cidade e dos seus habitantes. Por isso desde este espaço proponho que os governantes precisem se submeter com menor frequência a avaliação do eleitorado, que as eleições passem a ser semestrais ou no pior dos casos anuais, desta forma as nossas cidades viverão sempre nesta constante efervescência que agora experimentamos e trocaram este desenvolvimento espasmódico por uma prosperidade e um desenvolvimento contínuos.
Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
25 de junho de 2012
O melhor candidato
16 de abril de 2012
Corrida desigual
Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
26 de março de 2012
A historia se repete
17 de outubro de 2010
7 de outubro de 2010
Tem pesquisa no blog
"O presente levantamento não se trata de pesquisa eleitoral, descrita no art. 33 da Lei nº 9.504/97, mas de mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra, o qual não utiliza método científico para sua realização, dependendo, apenas, da participação espontânea do interessado."
23 de setembro de 2010
14 de setembro de 2010
Os nossos Tiriricas
Tem sido motivo de todo tipo de comentários a campanha que o candidato Tiririca está realizando, alguns questionam a sua sinceridade, outros a sua ousadia. As criticas se dirigem a sua forma de dizer as coisas, menos que as coisas que diz.
Mesmo que alguns dos nossos candidatos se apresentem com maior elegância e o seu discurso aparente uma mensagem seria, é difícil diferenciar o Tiririca paulista, de alguns dos nossos tiriricas locais. Preste atenção aos discursos, aprenda a identificar os candidatos que devem merecer o seu voto e a sua confiança.
Quem não respeite os eleitores agora, dificilmente o farão depois. Escolha bem. Não se deixe iludir pelo discurso fácil. Busque a verdade e a honestidade.
26 de agosto de 2010
19 de agosto de 2010
Miriam Leitão - O Globo
Segunda ameaça
O Brasil perderá esta eleição, independentemente de quem vença, se ficarem consagrados comportamentos desviantes assustadoramente presentes na política brasileira. Uso de um fundo de pensão para construir falsas acusações contra adversários, funcionários da Receita acessando dados protegidos por sigilo, centrais de dossiês montados por pessoas próximas ao presidente.
A cada eleição, fatos estarrecedores têm sido aceitos como normais na paisagem política, e eles não são aceitáveis. Quando a Polícia Federal entrou no Hotel Ibis, em São Paulo, em 2006, e encontrou um grupo com a extravagante quantia de R$ 1,7 milhão em dinheiro vivo tentando comprar um dossiê falso, havia duas notícias. Uma boa: a PF continuava trabalhando de forma independente. A ruim: pessoas da copa, cozinha, churrasqueira e campanha do presidente da República e do candidato a governador pelo PT em São Paulo estavam com dinheiro sem origem comprovada e se preparando para um ato condenável. A pior notícia veio depois: eles ficaram impunes.
Nesta eleição, depoimentos e fatos mostram que estão virando parte da prática política, principalmente do PT, a construção de falsas acusações contra adversários, o trabalho de espionagem a partir da máquina pública, o uso político de locais que não pertencem aos partidos.
As notícias têm se repetido com assustadora frequência. O verdadeiro perigo é que se consagre esse tipo de método da luta política. A democracia não é ameaçada apenas quando militares saem dos quartéis e editam atos institucionais. Ela corre o risco de “avacalhação”, para usar palavra recente do presidente Lula, quando pediu respeito às leis criminosas do Irã.
Sobre o desrespeito às leis democráticas brasileiras, Lula não teme processo de “avacalhação”, pelo visto. A Receita Federal não presta as informações que tem o dever de prestar sobre os motivos que levaram seus funcionários a acessarem, sem qualquer justificativa funcional, os dados da declaração de imposto de renda do secretário-geral do PSDB, Eduardo Jorge. Nem mesmo explica como os dados foram vazados de lá. Se a Receita não divulgar o que foi que aconteceu, com transparência, ela faz dois desserviços: sonega ao país informações que têm o dever de prestar antes das eleições; mina a confiança que o país tem na instituição, porque sua direção está adiando, por cumplicidade eleitoral, a explicação sobre o que houve naquela repartição.
Nas últimas duas semanas, a “Veja” trouxe entrevistas de pessoas diretamente ligadas ao governo e que trabalham em múltiplos porões de campanha. O que eles demonstram é que aquele grupo de aloprados do Ibis não foi um fato isolado. Virou prática, hábito, rotina no Partido dos Trabalhadores. Geraldo Xavier Santiago, ex-diretor da Previ, contou à revista que o fundo de pensão, uma instituição de poupança de direito privado cuja função é garantir a aposentadoria dos funcionários do Banco do Brasil, era usada para interesses partidários. Com objetivos e métodos escusos. Virou uma central de espionagem de adversários políticos. Agora, é o sindicalista Wagner Cinchetto que fala de uma central de produção de espionagem e disparos contra adversários; não apenas tucanos, mas qualquer um que subisse nas pesquisas.
Esse submundo é um caso de polícia, mas há outros comportamentos de autoridades que passaram a ser considerados normais nas atuais eleições. E são distorções. Não é normal que todos os órgãos passem a funcionar como ecos do debate eleitoral, usando funcionários pagos com os salários de todos nós, estruturas mantidas pelos contribuintes. Todos os ministérios se mobilizam para consolidar as versões fantasiosas da candidata do governo ou atacar adversários, agindo como extensões do comitê de campanha. Isso é totalmente irregular. Na semana passada, até o Ministério da Fazenda fez isso. Um relatório que é divulgado de forma rotineira, virou palanque e peça de propaganda, com o ministro indo pessoalmente bater bumbo sobre gráficos manipulados para ampliar os feitos do atual governo e deprimir os do anterior. O que deveria ser técnico virou politiqueiro; o que deveria ser prestação de contas e análise de conjuntura vir ou peça de propaganda.
Um governo não pode usar dessa forma a máquina pública para se perpetuar; órgãos públicos não são subsedes de comitês de campanha; fundos de pensão não são central de fabricação de acusações falsas; o governo não pode usar os acessos que tem a dados dos cidadãos para espionar. Isso mina, desqualifica e põe em perigo a democracia. Ela pressupõe a neutralidade da máquina mesmo em momentos de paixão política. Nenhuma democracia consolidada aceitaria o que acontece aqui. A Inglaterra acabou de passar por uma eleição cheia de paixões em que o governo trabalhista perdeu por pouco, mas não se viu lá nada do que aqui está sendo apresentado aos brasileiros com naturalidade, como parte da disputa política. Crime é crime. Luta política é um embate de propostas, estilos e visões. O perigoso é essa mistura. Como a História já cansou de demonstrar, democracia não significa apenas eleições periódicas. A manipulação da vontade do eleitor, o uso de meios ilícitos, o abuso do governante ameaçam a liberdade, tanto quanto um ato institucional.
11 de agosto de 2010
Para pensar acordado
Em epoca de campanha eleitoral, devemos ter muito presente a maxima de Francisco de Quevedo:
9 de agosto de 2010
Política e Religião (*)
Política e Religião
Neste emaranhado ideológico pragmático em que tem se convertido a política nacional, alguns grupos se destacam sobre os demais, os chamados candidatos religiosos. Agrupados em correntes como Fé na Política, Congresso Quadrangular, Políticos Carismáticos ou Evangelistas da Política, conseguem em prol da governabilidade, transitar com surpreendente facilidade por todo o espectro político partidário.
A sua atuação me lembra uma parábola, que tenho certeza de ter lido numa versão pouco divulgada da bíblia, traduzida do aramaico a língua geral e desta ao português. Conta a parábola que tendo que se ausentar temporariamente da sua responsabilidade como guardião das portas do céu, São Pedro pediu a um querubim que o substituísse na sua curta ausência. Para facilitar o labor do querubim, lhe entregou uma bíblia e um feixe de bilhetes de R$ 100, cada candidato a entrar no Céu, deveria escolher um dos dois, se fosse a bíblia, o acesso estaria assegurado, caso escolhesse o dinheiro, o destino seria o andar de baixo.
Ao voltar, São Pedro perguntou como foi, e o querubim relatou a facilidade do processo, os que escolheram a bíblia, tiveram o acesso franqueado e os que escolheram o dinheiro não foram aceitos. Ficou porem uma duvida, com um caso pontual.
Um dos candidatos escolheu a bíblia e antes que a porta se abrisse, a folheou com interesse, pediu um bilhete para marcar uma pagina determinada, porque aquele salmo preciso lê pareceu interessante. Outro bilhete marcou a pagina do Gênesis, para o Cantar dos Cantares precisou de vários bilhetes, outro serviu para sinalar o inicio da historia do Êxodo, um outro para o Apocalipse e foi marcando cada versículo e cada capitulo, até que os bilhetes acabaram. Só depois o candidato entrou no Céu, segurando fervorosamente a sua Bíblia.
São Pedro lamentou que a sua ausência tivesse sido aproveitada para furar o bloqueio que um dia sim e outro também, estabelece nas portas do céu, para evitar a entrada destes sátrapas, figuras destacadas do sinédrio. Destacados na sociedade pela sua capacidade de engabelar e multiplicar pães e peixes, em quantidades que fariam a Jesus Cristo avermelhar de vergonha.
1 de agosto de 2010
Contas e Resultados
Alguns exemplos de politicos que não tendo exercido nunca atividade na iniciativa privada, tem conseguido aumentar o seu patrimônio, contando única e exclusivamente com o seu salário na atividade publica.
A duvida que fica é se a remuneração dos funcionários públicos é baixa, como constantemente se divulga, como justificar os aumentos de patrimônio? E ainda como poderíamos desaproveitar tão grande capacidade administrativa? A divulgação ampla dos maiores acrescimos de patrimônio servirá para que possamos eleger estes principies da gestão e da poupança.
29 de julho de 2010
Bizarrices contabeis

Ficam difíceis de explicar e ainda mais de justificar as contas que a maioria de partidos políticos locais fizeram, na hora de definir o numero de candidatos para as próximas eleições.
A lógica praticada por alguns dos maiores gurus políticos da nossa cidade, escapa completamente ao senso comum da maioria dos cidadãos de a pé. A memória ajuda a lembrar que Joinville só teve uma representação política condicente com o seu eleitorado, quando ACIJ liderou a Campanha Vote Certo, Vote por Joinville. A impressão dominante hoje é que Joinville deverá eleger menos deputados daqueles a que teria direito, pelos dados da justiça eleitoral.
Quando isto acontecer, não faltarão contadores e matemáticos que elaboram complexas contas e formulas, para mostrar que 2 + 2 não são iguais a 4. O resultado do esperneio pos-eleitoral será inútil. Como é inócua a desistência de alguns candidatos, que descobrem a inutilidade de uma campanha sem possibilidade reais de sucesso.
Fontes consultadas por este blog, são firmes em assegurar que alguns candidatos a deputado federal, não devem alcançar o numero de votos para se elegerem vereador, outros dificilmente conseguiriam se eleger síndico num conjunto de apartamentos do projeto "Minha Casa, Minha Vida"
25 de julho de 2010
Candidatos que twitam
É fácil identificar a estes recém chegados, como turistas com sandálias e meias, as costas queimadas pelo sol do verão ou com os seus santinhos numerados colados no paletó. Frequentam feijoadas, costeladas, churrascos, cafés e outras atividades gastronômicas. Abraçam crianças, beijam vovozinhas, dão tapinhas nas costas e cumprimentam até poste.
Alguns acreditam que Obama ganhou a eleição pelo Twitter, e confundem a ferramenta com a mensagem. Imaginam que os eleitores estão pendurados no blackberry ou no Iphone, prestando atenção nas suas mensagens e que isto decidirá a eleição.
Ninguém deve se preocupar, a maioria deles desaparecerá como apareceu, e com certeza depois de outubro, só quedarão os que jpa estavam em rede antes das eleições.








