30 de dezembro de 2014
O IPVA dos carros do detrans
10 de março de 2012
O automóvel é uma vaca leiteira
O carro é a vaca leiteira que sustenta uma parte importante da nossa economia pública, na outra ponta é preciso incluir os custos com a imobilidade, os investimentos necessários para construir duplicações, binários e elevados, o aumento dos custos no sistema de saúde para fazer frente aos acidentes de transito e a irreparável perda de jovens, que na flor da idade perdem a vida ou são mutilados em números que superam o de muitos países em guerra.
Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
6 de agosto de 2010
Blitz da Conurb
Nada mais longe da realidade, a Conurb tem pesquisas, que provam que a maioria de veículos usados em assaltos, roubos ou envolvidos em acidentes, estão com o IPVA atrasado.
Inclusive outras pesquisas, servem para verificar que também tem o IPVA vencido os veículos envolvidos em rachas, em atropelamentos e os que furam o sinal vermelho.
11 de dezembro de 2009
IPVA
Louvável a iniciativa do prefeito Carlito Merss em buscar aumentar a arrecadação do IPVA, segundo nota de Jefferson Saavedra, na coluna “AN Portal” de ontem. Como o retorno do imposto está vinculado ao município onde os carros estão emplacados, a Prefeitura poderia dar o exemplo e só alugar carros emplacados em Joinville.
Ver os carros que servem ao município emplacados em Blumenau é um contrassenso. E os da Câmara, pagam IPVA onde?
Publicado no A Noticia
9 de outubro de 2009
Tecnologia e Cidadania
Será que o tradicional apoio dos sindicatos e associações de despachantes a eleição de politcicos tem alguma coisa a ver?
Evidentemente quando se trata de ajudar ou beneficiar ao contribuinte o serviço publico esquece do muito que poderia ser feito para facilitar a vida do cidadão comum. Refestelar-se em churrascos e festanças em recreativas de sindicatos e associações ajuda a esquecer a quem se deve servir.
25 de junho de 2008
14 de dezembro de 2007
A sociedade (in)eficiente

Tem exemplos interessantes que gostaria de compartilhar, um deles é o nosso novo passaporte, em quanto um passaporte brasileiro, tem uma validade de 5 anos, e custa R$ 156,07. Um cidadão europeu, por exemplo, que resida no Brasil, e precise um novo passaporte, recebera um novo documento, com os mesmos padrões de segurança, com validade de 10 anos e, caso seja espanhol, desembolsara R$ 40,70. Fora a diferença do preço, a diferença do prazo de validade. Num calculo rápido a diferença entre um e outro documento e de 750 % a mais para o nosso passaporte.
Enquanto os Detrans de estados desenvolvidos, como Alagoas, para citar um exemplo, envia diretamente para o domicilio do proprietário de cada veiculo, o documento para pagar o IPVA, diretamente no banco, para que ninguém corra o risco de esquecer de pagar na data e desta foram melhore a própria arrecadação do estado.
Outro exemplo e o vizinho estado do Paraná,alem de igualar a eficiência alagoana, ainda envia diretamente ao domicilio, a nova via da carteira de habilitação, quando da renovação, poupando ao contribuinte de ter que voltar, para ver se já chegou.
Aqui no nosso estado, os Detrans disponibilizam espaços privativos, para o atendimento exclusivo, dos despachantes, este grupo de profissionais, que tanto contribui a facilitar a vida dos contribuintes. Evidentemente são dois caminhos distintos.
Parece um jogo, em quanto uma parte busca complicar e dificultar, tudo o que seja possível outro grupo se organiza, para superar as barreiras e dificuldades, que os outros criam. Num eterno jogo de gato e rato.
Em quanto um ministro da desburocratização, no século passado, tentou simplificar a vida do cidadão contribuinte, revogando decretos, portarias, instruções normativas, memorandos e outros mil artifícios que conspiram contra o contribuinte. Uma nuvem de aplicados burocratas, reduzem o prazo de validade dos documentos, mudam o modelo do formulário, aumentam o valor das taxas, criam novas exigências.
E pensar que no Japão não tem cartórios, como será que eles fazem?
Nada que R$

