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27 de setembro de 2012

Professor X Deputado Federal


O professor Dr. Ruy Ferreira elaborou e divulga na internet este quadro comparativo entre a remuneração de um professor com mestrado e doutorado em fim de carreira e um deputado federal.

A comparação poderia também incluir os salários de vereadores e deputados estaduais.



27 de abril de 2012

Há um ataque ao legislativo? (*)


O ataque ao legislativo

Nestes dias um vereador de Joinville expunha suas lamurias numa rede social. Expressava em tom duro o ataque que o poder legislativo esta sofrendo em todo o país. Considerava que as primeiras escaramuças se estavam produzindo nas Câmaras de Vereadores e que os ataques que os legisladores municipais sofrem hoje, na sua interpretação, são o prenuncio de um ataque maior, bem orquestrado e que ainda esta por vir. Acredita ainda que de uma forma coordenada atingira depois as Assembleias Legislativas dos estados. Posteriormente o alvo serão os deputados federais e finalmente o Senado.

Não consegui que nenhum dos meus amigos e conhecidos me confirmasse esta suposta teoria da conspiração. Ninguém identificou um movimento articulado destas características e de âmbito nacional. Tampouco foi possível imaginar quem poderia estar coordenando e liderando uma ação desta envergadura. Mas todos, e digo todos sem exceção, os consultados concordaram que se tal movimento de fato existisse ou viesse a existir, não teriam nenhum problema em se somar a ele e até em participar. Por que na opinião dos eleitores consultados, a sensação que se vive hoje é a de que os vereadores, deputados e senadores trabalham pouco ou nada, ganham muito e despendem recursos exagerados.

Os melhor informados lembraram que no caso dos vereadores, até o Ministério Publico já identificou dezenas de leis que não atendem ao principio da impessoalidade e que parecem ter sido feitas para beneficiar exclusivamente a este ou a aquele. O numero de assessores parlamentares tem aumentado bastante e se fossem obrigados a trabalhar nos gabinetes que cada vereador ocupa na Câmara, nem haveria espaço para todos eles. Não dá para esquecer a movimentação esta sim bem articulada pelos próprios legisladores, para aumentar a verba de gabinete, ter a disposição veículo sem limite de quilometragem e telefone com chamadas quase que infinitas. Notebook ou tablet também estão incluídos na lista de mordomias, as que ainda será preciso incluir, salários, planos de saúde e diárias para viagens, seminários e congressos que tem vereadores que acham que servem só para encher linguiça. O salário mais os diversos penduricalhos para muitos destes vereadores chega a representar uma renda que dificilmente conseguiriam alcançar na sua vida profissional.

Na esfera estadual e federal o quadro não é diferente. Os valores só são maiores e em alguns casos as mordomias ainda menos justificáveis. É provável que a ameaça real para o poder legislativo tenha origem no seu próprio seio. A sociedade toma cada vez mais consciência que não há espaço para este tipo de situações e que os exageros e abusos estão alcançando níveis inaceitáveis.

7 de janeiro de 2011

O custo dos nossos vereadores, deputados e senadores



Vamos comparar quanto custa um vereador, deputado ou senador na Suécia e no Brasil?
Vale a pena ver o vídeo e perceber como o Brasil é um pais muito mais rico que a Suécia, com melhores serviços públicos, com um sistema de saúde melhor e principalmente com uma educação melhor que a escandinava, por isto devemos investir mais em nossos políticos porque eles merecem e nos os merecemos.

3 de janeiro de 2011

Para pensar acordado


Para quem os conheceu antes de serem deputados, ver a mudança, na forma de vestir, de morar e nos novos hábitos dos deputados estaduais de Santa Catarina, serve para confirmar que:

"No Brasil, ser político é uma forma de obter ascensão social" FERNANDO RODRIGUES, sobre salário de R$ 26.700 (Folha SP)

26 de dezembro de 2010

Em Brasilia...


Em Santa Catarina o salário dos deputados estaduais também aumentará e em Joinville o dos Vereadores também. Viva a Democracia

2 de março de 2010

em ano eleitoral é bom saber que...


Legislativo do DF é o mais caro do Brasil, Santa Catarina é medalha de bronze


Depois do Distrito Federal, os legisladores que custam mais proporcionalmente são os de Minas Gerais (R$ 10,3 mi) e Santa Catarina (R$ 8,2 mi)

Levantamento feito pela Folha mostra que o custo de cada deputado distrital será de R$ 14 milhões em 2010. Após o DF, os deputados estaduais mais caros são os de Minas (R$ 10,3 milhões) e de Santa Catarina (R$ 8,2 milhões).


Neste ano eleitoral, as Casas legislativas estaduais vão receber juntas R$ 6,7 bilhões, o que representa um aumento de 13% em relação a 2009. O volume de recursos públicos direcionados aos Legislativos neste ano vai ser quase equivalente aos gastos previstos para o Senado e para a Câmara, que serão, juntos, de R$ 6,8 bilhões.

Roraima, apesar de o orçamento da Assembleia ter caído em 2010, é o Estado onde o custo per capita do Legislativo é o mais alto entre as 27 Casas: R$ 258 por habitante em 2010.
Para custear os 24 deputados do DF, o governo local reservou no orçamento de 2010 R$ 354,5 milhões. A direção da Casa diz que o valor foi reduzido posteriormente para R$ 336 milhões. Em comparação, Tocantins -o Estado com a Assembleia Legislativa de menor previsão de despesa- separou R$ 79,6 milhões para bancar também 24 deputados.

Cada Estado tem autonomia para definir os valores repassados às Assembleias Legislativas pelo Executivo. Em Santa Catarina, há uma lei fixando uma porcentagem das receitas do Estado para o Legislativo.

O orçamento da Assembléia legislativa de Santa Catarina é de R$ 329,7 milhões ao ano, o que representa R$ 8,2 milhões para cada deputado. O legislativo custa a cada catarinense R$ 53,89 por ano.


Também há diferenças em relação à proporção de gastos com as Casas legislativas pelo país. No Amapá, 6,1% de toda a verba anual do Estado vai para a Assembleia, enquanto em São Paulo o percentual é de 0,5%.
As Assembleias de Sergipe e Acre tiveram os orçamentos congelados pelos respectivos Executivos em 2010. Em Alagoas, a proposta de Lei Orçamentária, ainda não votada, prevê também o congelamento do repasse em 2010.

Este texto foi elaborado a partir de informações do Jornal Folha de São Paulo

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0103201006.htm



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