Mostrando postagens com marcador Jordi Castan. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jordi Castan. Mostrar todas as postagens
22 de agosto de 2018
19 de agosto de 2018
Ainda Cota 40
A Cota 40 segue ameaçada pelos interesses economicos e tanto o poder executivo, como o legislativo parecem dispostos a concordar com a "Flexibilização" do uso e ocupação das areas "mineradas" da Cota 40.
PASSANDO A LIMPO 09/08/2018
Na TV da Cidade no programa "Passando a Limpo" com o jornalista Wagner Dias e o Professor Osni Piske e o Engenheiro Henrique Chiste Neto.
Conversando sobre a Cota 40, a arborização urbana e um pouco sobre Joinville. A cidade que vive um longo apagão de gestão, justamente quando o prefeito é um empresario que vendeu a imagem durante a campanha que seria um modelo de gestão. Até agora só há GESTON.
15 de novembro de 2013
Lei Gabriela Ferreira Duarte
POR JORDI CASTAN
Em menos de uma semana dois fatos marcaram a cidade, o primeiro, em ordem cronológica, foi a aprovação pela Câmara de Vereadores de Joinville da lei que permite o rebaixo do meio fio, com direito a cenas de UFC ou MMA e com vereador fazendo demonstração de artes marciais no plenário. A segunda a morte como resultado do atropelamento na calçada de uma adolescente de 13 anos, na rua Monsenhor Gercino, no Bairro Paranaguamirim.
Inútil explicar aqui qual é a função do meio fio, para que servem as calçadas e qual é a ordem de precedência nas ruas da cidade. Os nossos vereadores faz tempo que desistiram de querer entender qualquer coisa. Estão convencidos na sua supina ignorância que os meio fios devem ser rebaixados, que as calçadas foram feitas para os carros, que os carros devem ter direitos superiores aos dos pedestres ou ciclistas. É difícil argumentar quando o outro lado desistiu de usar a razão, é uma luta inglória e destinada ao fracasso. Deixemos por tanto os nobres vereadores que assumam os seus erros.
Proponho, desde este espaço, que quando o prefeito Udo Dohler sancione a lei, tenho poucas duvidas que em nome da governabilidade, de manter uma maioria confortável e da ausência de assessores competentes, o prefeito, declarado defensor do carro, como meio de transporte e da mobilidade individual, não terá a coragem de vetar a esdrúxula lei, que subverte os valores da mobilidade e coloca os pedestres e ciclistas em risco, como lamentavelmente ficou provado na mesma semana, proponho, pois, que a lei quando sancionada passe a receber alem do numero que a identifique, o nome da menina que foi assassinada, pela falta de fiscalização do rebaixo do meio fio em toda a cidade, pela omissão do poder público e agora também pela irresponsável aprovação de uma lei absurda. Do mesmo modo que temos uma lei Maria da Penha, ou uma lei Carolina Dieckmann, teríamos em Joinville uma lei Gabriela Ferreira Duarte, assim os vereadores poderiam lembrar sempre do nome da primeira vitima da omissão. Ajudaria a que entendessem a função do meio fio e que a calçada definitivamente não é lugar para carro.
Assinar:
Postagens (Atom)