23 de novembro de 2014

Vulcão Nyiragongo



A imagem impressionante da cratera fumegante do vulcão Nyiragongo em Goma - Republica Democrática do Congo.

Ainda a LOT



Quando o poder público no governo Carlito tentou aprovar a LOT a toque de caixa para atender interesses especulativos e um pequeno grupo de cidadãos e de associações de moradores se articulou para evitar que a LOT fosse aprovada pela Camara de Vereadores sem um amplo debate com a sociedade e sem cumprir todos os passos que lei exige o poder público tentou e continua tentando nos desqualificar e denegrir.

Hoje que mais pessoas e associações se somam a causa e exigem um debate democrático e participativo, as únicas dois constantes são:

A insistência do poder público em aprovar a qualquer custo uma LOT espúria e perniciosa para Joinville e a incompetência do IPPUJ para conduzir um processo que é muito maior que sua capacidade e a dos técnicos envolvidos no processo.


Meu aplauso e meu reconhecimento a esta minoria que cresce dia a dia e que não pode mais ser ignorada.

11 de novembro de 2014

Relato da viagem a Alemanha do Prefeito de Joinville

Se tiver interesse em conhecer em detalhe o relato da viagem realizada pela Comitiva oficial de Prefeitura de Joinville a Alemanha clique no link:


Leia com atenção o pormenorizado relato, os detalhes, os contatos feitos, os resultados esperados e qual o retorno para Joinville da viagem realizada pelo prefeito Udo Dohler ( que discursou em alemão fluente) e por dois dos seus secretários.

Achou pouco detalhado? impreciso? insubstancial? Eu também achei.

31 de outubro de 2014

Halloween




É tradição em Tirana e em outras cidades albanesas a venda de aboboras no dia de Halloween. Um data que para a cultura europeia é importada, mas que permite aos agricultores aumentar seu faturamento convertendo aboboras em elementos decorativos.

25 de outubro de 2014

A Joinville dos próximos 30 anos.


É bonito e empolga falar da Joinville dos próximos 30 anos. Mas que empolgar, entusiasma pensar que daqui a 30 anos Joinville será uma cidade melhor que a que temos e vislumbramos hoje. Quem poderia ser contra uma cidade melhor, mais verde, mais sustentável, mas justa, que integre as diferencias, com mais qualidade de vida e voltada para o cidadão. Um projeto de Joinville assim seria capaz de unir ao mesmo tempo todos os espectros do universo político. Que partido não assinaria uma proposta como esta?

Mas da mesma forma que acreditamos que Deus esta nos detalhes, também o diabo tem se feito presente nos detalhes. Planejar é uma coisa, executar é outra bem diferente. A Joinville planejada no plano diretor de 1973, disso já faz mais de 40 anos, era uma cidade bem diferente da de hoje. A cidade estaria cortada, de um extremo ao outro, por grandes avenidas duplicadas. Rotatórias ou elevados permitiriam que o transito fluísse bem e de forma segura. Atravessar Joinville de ponta a ponta seria rápido e confortável. O Rio Cachoeira estaria margeado por um parque linear que faria inveja aos grandes parques urbanos com que a população tanto sonha. O IPPUJ não precisaria ficar remendando a cidade com binários, trinários e outras invencionices que são só paliativos para problemas que não existiriam se o que foi planejado tivesse sido feito.

Se duplicar uma avenida como a Santos Dumont ou um trecho da Dona Francisca se converte numa missão quase impossível. Se a execução de pouco mais de meia dúzia de áreas verdes, se alastra por mais de três lustros, sem que Joinville tenha espaços públicos dignos de ser considerados parques e já seja necessário reformar as recentemente construídas. Recomenda o bom senso que se duvide da nossa capacidade de projetar e executar a Joinville dos próximos 30 anos.  Ou que no mínimo seja questionada esta visão idílica de uma cidade que será melhor só daqui a três décadas.


Se não conseguimos fazer bem as coisas mais simples, aquelas que deveriam fazer parte do quotidiano de uma cidade que insiste em querer ser a maior do estado e que poderia muito bem investir um pouco em ser a melhor. O que deveria nos deixar com a pulga atrás da orelha é que se não há a quem reclamar hoje que não tenha sido executado o que foi projetado em 1973, a quem questionar o que não tenha sido implantado em 2045 o que foi projetado em 2014? Quem vai lembrar? Ou estaremos naquela época planejando a Joinville de 2075. Essa sim será a cidade ideal e quem viver verá.

22 de outubro de 2014

Os donos do ódio

Os donos do ódio

Quanto mais perto do domingo, maior o nível de agressividade presente na campanha eleitoral. Estamos vivendo a monopolização do ódio. Há um interesse evidente em fazer do ódio o elemento principal da campanha. A exploração política do “nos e eles”, tem dono no Brasil. Dividir o país entre uns e outros, entre pobres e ricos, entre brancos e pretos, entre norte e sul, entre os de olhos azuis e nos, tem permitido ganhar eleições e tem sido utilizada além do limite para criar e aumentar o ódio.

Quando a campanha eleitoral da os seus últimos estertores e quando as pesquisas mostram um resultado ajustado e hoje imprevisível, os donos do ódio não têm duvidado em colocar todo o ódio na rua. O patrulhamento tem alcançado níveis de virulência surpreendentes, para os que não parece haver limite. Tudo vale.

Estimular o ódio e acusar aos que discordam de deixar-se levar unicamente pelo ódio ao PT é de uma simplicidade estulta, é reduzir o debate a uma abordagem binária, que funciona bem para amedrontar os menos esclarecidos. E a sublimação do "nos e eles". O objetivo é claro e o risco real de perder o poder depois de 12 anos de lambuzar-se e regozijar-se com ele leva as pessoas ao desespero. Ter que voltar a um quotidiano de trabalho e normalidade, depois de ter gozado do poder não é fácil. O futuro pode ser muito duro para quem tenha que voltar onde estava antes. Ainda que a maioria tenha aproveitado bem a sua passagem pelo poder para fazer um bom pé de meia e não correr o risco de ter que voltar a marcar cartão ponto e cumprir horário.

Esquecem, ou não querem entender, que não compactuar com um governo que se alinhe com as aventuras bolivarianas da Venezuela de Maduro hoje e as de Chavez antes, ou com o Kirchnerismo amalucado dos vizinhos do sul, ou com o indigenismo plurinacional boliviano não é fruto do ódio e sim do bom senso. Que não é possível concordar com um governo que apoie o terrorismo do Estado Islâmico do ISIS. Esquecem também que não há nada de errado em achar que lugar de corrupto condenado é na cadeia, cumprindo pena e não em casa e menos ainda sendo homenageado pelos companheiros e que nada disso tem a ver com cultivar o ódio aos petistas honestos e íntegros que ainda sobrevivam no partido. Que não compactuar com a corrupção, não tem nada a ver com ódio, tem a ver com honestidade. Não querem entender que o acesso ao consumo a traves de créditos a juros escorchantes, não faz do Brasil um país mais justo e equitativo e que mudar índices estatísticos tampouco tira ninguém da miséria, só distorce indicadores.

Mas é mais fácil ver ódio nas criticas ao Bolsa Família, que entender que um programa social que aumenta ano trás ano o numero de beneficiários, não é a solução para combater a miséria e sim uma bomba de tempo que explodira em algum momento e que já criou uma geração de dependentes profissionais, que nem trabalham, nem procuram emprego.

Qualquer critica é vista sempre como o resultado do ódio. Se hoje o brasileiro melhorou de vida foi graças ao controle da inflação e se tem acesso a viajar de avião, a comprar carro, a comer mais e melhor ou a adquirir bens de consumo aos que antes não tinha acesso foi porque sua renda deixou de ser corroída pela inflação que o Plano Real, que o PT combateu com furibunda algaravia, controlou e permitiu que se restabelecesse o valor do dinheiro e que as pessoas melhorassem de renda.

Mas os donos do ódio não querem perder o poder, precisam dele. Aferram-se ao poder e as suas benesses, como cachorros que se negam a soltar o osso. Manter-se no poder tem se convertido num fim em si mesmo e vale tudo para continuar quatro anos mais.
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