25 de julho de 2015

Prefeitura lança nova sinalização viaria

A Prefeitura de Joinville lança novas placas de sinalização para as obras públicas em andamento.
Seguindo o padrão de qualidade a que já estamos nos acostumando, algumas até com erros de português e de digitação.





Logo, logo em alguma obra inacabada, ou não cumprida ou que simplesmente vai ficar na promessa.

24 de julho de 2015

Outro colégio

Outro colégio

Sem ter conseguido resolver o problema ocasionado pela implantação do corredor de ônibus na Avda. JK e o conflito com o colégio, estão dadas as condições para que em breve a mesma situação se repita em Joinville. O Colégio Marista adquiriu um imóvel na Rua Benjamim Constant, no Bairro América, em novembro do ano passado foi apresentado, em audiência pública, no Clube Operário, o EIV (Estudo de Impacto de Vizinhança). O estudo elaborado em 2012 conclui que tanto a via, quanto a operação do colégio estão prejudicados pela falta de investimento em obras estruturais não executadas pelo Poder Público Municipal. E ainda que para minimizar ou evitar completamente os impactos no trânsito previsto no estudo para toda a área de influencia do empreendimento será preciso que se executem as obras previstas desde 1973.

Por se isso fosse pouco, corremos o risco que a instalação do Colégio Marista seja autorizada sem que sejam apresentados os estudos técnicos de dimensionamento de demandas de fluxos de acesso ao empreendimento detalhados e completos e os estudos dos reflexos, na malha viária urbana dos arredores do empreendimento,  decorrentes da implantação dos acessos, dos estacionamentos, das vagas internas e externas ofertadas. Além disso, serão necessárias novas audiências públicas para que estes estudos, quando apresentados, possam ser avaliados e validados.

Justamente para evitar os conflitos e minimizar os impactos que são necessários os estudos de impacto de vizinhança. Também o poder público tem a obrigação de apresentar a sociedade estudos detalhados do impacto que representará cada uma das suas intervenções, a impressão que o cidadão tem e que até agora há mais de achismo que de certeza no que se esta fazendo e o episodio do corredor da JK é um belo exemplo, quanto tempo faz que a situação esta se alastrando? Será que os técnicos não previram o que aconteceria? E se o preveriam porque não foram tomadas as medidas para evitar a situação atual? Com a Rua Benjamim Constant vai se repetir a situação, teremos outro capitulo do corredor da JK?


Assim que em quanto uns vendem balões de ar quente da Joinville dos próximos 30 anos, o Colégio Marista nos lembra que precisamos dos investimentos previstos desde faz mais de 40 anos. A diferença entre a Joinville real e a fantástica é de 70 anos. Um cenário assustador.

27 de junho de 2015

Blueface

A Vila esta dividida entre os que são a favor e os que são contra. Há os partidários do SIM e os do NÃO.
É você como se posiciona? O que acha do Blueface?





25 de junho de 2015

Que Pxxxxx de GESTON é essa?

Munícipe solicita fiscalização na RUA QUINZE DE NOVEMBRO, esquina com a RUA JARAGUÁ, AMERICA, no jardim do museu de Artes de Joinville.
Relata que todos os a partir das 8H00 da manhã, um contratado da prefeitura usa um assoprador de folhas, cujo o barulho emitido por este equipamento é insuportável e incomoda muito. Diz que o som é acima dos 60 decibéis permitidos nesta região e por isso pede uma providência.


PARECER DA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE - 18/06/2015
"Boletim de Fiscalização Ambiental 16165 - 03/06/2015 - O caso em questão é esporádico e intermitente. Caberia medição para apurar decibéis resultantes . Estamos sem decibelimetro. A partir do momento em que tivermos os decibelimetros aferidos para tomar as medidas cabíveis. Fiscal: Cláudio Lopes
Atenciosamente,
Unidade de Fiscalização".


O fedor do esgoto

O FEDOR DO ESGOTO -  A Águas de Joinville não tem autorizado a alguns empreendimentos imobiliários de maior porte, a conectar seus sistemas de coleta de esgoto a rede recentemente instalada. O motivo: a rede não está dimensionada para receber essa quantidade adicional de esgoto doméstico. A solução: instalar fossa e filtro. Ou, em outras palavras, voltar à idade das trevas.

Joinville segue no tema do esgoto o mesmo critério que no das ciclofarsas. O da quantidade de quilômetros, sem que importe a qualidade. O resultado é ter belas estatísticas e péssimos resultados.

Há dois pontos importantes a destacar. O primeiro que os empreendimentos afetados cumprem a legislação e têm o tamanho previsto na legislação atual,. Quer dizer, o sistema instalado não está previsto para atender a demanda e o adensamento atual. Segundo - e mais grave - é que os diretores da Águas de Joinville e os técnicos do IPPUJ afirmaram, em repetidas ocasiões (todas convenientemente registradas) que a rede de esgoto comportava o adensamento proposto na LOT. 


Quer dizer: ou sofriam de ataques de mitomania ou de demência. Ou simplesmente faltaram à verdade para atender a outros interesses, o que é mais provável. Em tempo: os documentos da Companhia Águas de Joinville exigindo que conjuntos residenciais instalem fossa e filtro em ruas atendidas pelo sistema de tratamento de esgoto estão à disposição do MPSC e demais interessados.
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