24 de agosto de 2014

O que visitar na Alemanha?


Leio que o nosso prefeito viajará a Alemanha nos próximos dias e mesmo que já tenha feito inúmeras viagens internacionais é a primeira vez que viajará na condição de prefeito de Joinville. Defendo com veemência que as pessoas viagem, viajar é a melhor forma de conhecer outras realidades, sair do túnel de pensamento e no marasmo intelectual em que se encontram e Joinville só tem a ganhar. Diferente de outros prefeitos e secretários que a primeira vez que viajaram fora do continente foi depois de eleitos, Udo Dohler é um homem viajado. 

Mesmo assim me atrevo a sugerir algumas visitas que na condição de prefeito não poderia deixar de fazer:

1.       Em Munique visitar o Englisher Garten e assim ter uma ideia bem clara do que é um parque urbano. Aproveitando a estada na capital da Baviera, não deixar de conhecer o centro, ruas e mais ruas fechadas ao transito de veículos, com um comercio forte e com praças, pontos turísticos repletos de turistas.

2.       Se a opção for Freiburg, com pouco mais de 200.000 habitantes e um eficiente sistema de VLT (Veiculo Leve sobre Trilhos), a feira que os agricultores da região promovem na Munster Platz de segunda a sábado, não poderia ficar fora do roteiro.

3.       Poderia inclusive dar uma esticadinha até Munster, a capital alemã das bicicletas, com uma rede de ciclovias de dar inveja a qualquer cidade que se pretende a “Cidade das bicicletas”. Entender a complexa arte de projetar ciclovias para os ciclistas, escolher os melhores caminhos e os mais seguros e promover a integração entre a bicicleta e os demais modais de transporte, pode ser uma surpresa para quem como o prefeito é um defensor intransigente do carro.

4.       Berlim é a bola da vez. Uma cidade moderna, com uma vitalidade cultural, um dinamismo e uma rede de parques. O meio de transporte preferido dos berlinenses, depois de andar a pé e antes do transporte publico é a bicicleta, graças a uma topografia plana e a ciclovias bem distribuídas por toda a capital da Republica Federal de Alemanha.


Se dessas visitas se pudesse aproveitar um 10%, já seria um bom retorno para Joinville, a cidade agradeceria. Me atreveria também a sugerir que não desperdice um único centavo de dinheiro publico, não precisa incluir o pessoal do IPPUJ na viagem. Devem ser quem mais tem feito viagens internacionais nos últimos anos e o resultado segue sem aparecer, devem ser refratários ao desenvolvimento sustentável e a propor para Joinville outras soluções que não sejam as que surjam das suas pranchetas. Convencidos que sabem, perdem a parte mais gostosa da vida, que é o prazer de aprender sempre.

Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC

8 de agosto de 2014

A solução para a Joinville das enchentes


Estão em testes os primeiros ônibus adaptados ao novo plan MOB. A licitação do transporte coletivo em Joinville prevê novos modais e nos bairros mais sujeitos a enchentes as empresas implantarão esses modernos ônibus aquáticos. 


5 de agosto de 2014

Uma viagem fantástica



De uma olhada neste vídeo fantástico, mostrando a aproximação, aterrizagem e a decolagem de e desde alguns dos aeroportos mais conhecidos do Brasil. Adrenalina da Aviação.

4 de agosto de 2014

Anéis viários, Binários, Faixas Viárias e LOT


O jornalista Osny Martins na sua coluna no jornal Noticias do Dia dá uma boa pista do motivo que tem levado o IPPUJ e fazer mudanças no transito nas zonas norte e leste. A criação de anéis viários ou novos binários, estão mais orientados a justificar as Faixas Viárias prevista na LOT que a resolver mesmo os problemas de transito.

O IPPUJ acredita que as Faixas Viárias são a solução para todos os problemas de planejamento e mobilidade de Joinville e por isso propõe que sejam implantadas na maioria das ruas aonde hoje flui o transito.

A proposta do IPPUJ é unir no mesmo lugar, atividades industriais, comerciais e permitir a verticalização e o adensamento. O maior risco é que não saia bem, não há experiencias consolidadas deste modelo. Mas a informação permite entender melhor tanto a teimosia em implantar estas obras, mesmo sem o apoio da população e sem estudos mais profundos e a insistência em não aceitar mudanças ao modelo apresentado. Aceitar mudanças implicaria que o modelo tem falhas ou que poderia ser melhorado, dois aspectos com los que o IPPUJ tem dificuldade em lidar. Tanto o reconhecimento que há erros, como que haja outras soluções possíveis além das apresentadas pelos técnicos do instituto de planejamento.

O tempo dirá o resultado de este experimento que querem fazer com Joinville. Para quem tiver mais interesse em conhecer o que o IPPUJ preparou para as Faixas Viárias na LOT, aí vem uma aperitivo.




Não ousem tocar na COTA 40

Sabe qual é o risco que Joinville corre se ocupássemos a COTA 40? Se você acha que esse é um risco que não devemos correr, faça a sua parte e assine esta petição "Não ousem tocar na COTA 40"

Binários e outras confusões.


O tema da mobilidade tem todas as cartelas para ser a bola da vez. Não deveria nos surpreender se acabasse superando a saúde, segurança e educação, o que não quer dizer que estes temas estejam sendo resolvidos, quer dizer que a população já começou a desacreditar que sejam resolvidos e vai aos poucos desistindo de brigar em batalhas perdidas.

No caso de Joinville, e na maioria das grandes cidades brasileiras, a da mobilidade tem tudo para ser outra batalha perdida. Os governos são os grandes sócios do carro, em Joinville o IPVA arrecada quase tanto como o IPTU, e o ICMS sobre carros e combustíveis é outra vaca leiteira das administrações públicas, que avançam com avidez sobre qualquer ingresso que se apresente. Por si isso fora pouco um carro que em 1999 custava 155 salários mínimos, hoje custa 44, ótimo desde o ponto de vista social, mas sem infraestrutura, nem recursos para investir em transporte público moderno, as cidades enfrentam um verdadeiro apagão no transito.

Não vou cair na armadilha de propor que esta ou aquela rua deva ser mão única ou mão dupla. Isso nem os técnicos sabem. Tem ido tentando até achar que acertam. Mas o que sim, já deveria ter ficado claro é que há que escutar a população afetada pelas experiências que o IPPUJ e o ITTRAN fazem, antes de fazê-las. O estranho é que depois do fiasco no Guanabara, os técnicos não tenham aprendido que este tipo de intervenções devem ser mais bem preparadas, com estudos mais detalhados, implantando as mudanças com segurança e prevendo todas as alternativas. A imagem de cavaletes e cones com folhas impressas em papel indicando, que não se pode entrar naquela rua ou que se deve entrar pela próxima, não ajudam em nada a promover outra imagem que não seja a da imperícia, desorganização e improvisação. A maior prova disso ainda é a falta de soluções concretas aparecem, cada dia, novos mapas oferecendo rotas alternativas para resolver problemas que não tinham sido previstos.

No tema do transito, como nos demais ligados ao planejamento urbano, a surdez e a arrogância quando combinadas só servem para exacerbar os ânimos da população e isso leva a atitudes cada vez mais radicais. É inconcebível que moradores cheguem ao ponto de fechar ruas para ser recebidos pelo prefeito em audiência. A situação esta começando a ficar fora de controle.



3 de agosto de 2014

Cota 40


Se você também esta preocupado com o futuro da Cota 40 em Joinville e não entende para que formar um grupo de trabalho para estudar a Cota 40, assine a petição para que não ousem tocar na COTA 40
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