9 de fevereiro de 2016

E os guardinhas? E o Código Brasileiro de Transito?

Nem quando faz acerta. A prefeitura vive num inferno astral eterno. Obras no centro nas proximidades do Mercado Municipal, nas ruas Itajai e Abdon Batista, caminho obrigatório para quem precisa ir para a zona leste, Bom? Ótimo. Qual o problema? Não há sinalização. A pouca que há não atende ao Código Brasileiro de Transito, Só cones espalhados pela empresa que faz a obra e uma Kombi atravessada no meio da rua. Informação? Nenhuma. Guarda de Transito? Deve estar curtindo a praia. Resultado carros dando voltas a esmo. O retrato da inépcia. O reflexo de uma gestão que a cada dia se afunda mais na sua incompetência.

29 de janeiro de 2016

Elefantes

Parque Nacional Akagera - Ruanda



Os elefantes passaram por aqui 



Elefantes se escondem facilmente entre as arvores




Você não me vê



7 de janeiro de 2016

Bobagem

Impressiona a capacidade desse pessoal para dizer e escrever bobagem, que quer dizer "mobilidade ativa", Por acaso há mobilidade passiva?

6 de janeiro de 2016

O prefeito não quer se reeleger

O prefeito não quer se reeleger

Por muito que diga que será candidato,  por mais que seu partido e os comissionados apostem na sua candidatura, Udo Dohler não será de novo prefeito de Joinville. É dele e de ninguém mais que dele a responsabilidade da sua não reeleição. O prefeito tem se esforçado em dinamitar todas as possiblidades de reeleição.

Dificilmente conseguira entre o quadro efetivo de funcionários da prefeitura os votos que obteve em 2012. Atrasou salários. Retirou benefícios. Não reduziu o tamanho da maquina pública. Manteve comissionados. Atrasou os repasses ao Ipreville. Conseguiu a união da classe em duas greves e a maioria dos funcionários públicos não escondem a sua frustração e descontentamento com o seu modelo de gestão.

Transformou Joinville em Buracoville.  Entre os 292 mil motoristas habilitados é consenso que as ruas nunca estiveram tão mal. Sem uma proposta concreta para o problema da mobilidade. As obras públicas previstas não saíram do papel e as que ainda se alastram a passo de cágado, são remendos do que Joinville precisa e merece. Menção especial merecem as crateras que tem convertido as ruas da cidade  numa paisagem lunar. É cada vez maior o número de motoristas que lembram do nome do prefeito, não sempre com carinho, quando estoura um, ou pior dois pneus, no mesmo buraco. Nada deteriora mais a imagem do administrador público que o estado de abandono da cidade. A imagem do prefeito, como sindico é uma imagem cada vez mais forte e nem entre os seus defensores mais fervorosos há como negar que Joinville nunca esteve pior . É bom lembrar que 292 mil motoristas são votos demais para ser desprezados.

Tampouco esta melhor a sua imagem entre os usuários do transporte coletivo. Joinville tem hoje a tarifa de ônibus mais cara do Brasil. Este fato por si só já evidencia a falência do modelo de transporte coletivo. É inaceitável que a tarifa de ônibus aqui seja mais cara que em São Paulo ou no Rio por citar dois exemplos. Ser noticia a nível nacional por ter a tarifa mais cara do pais envergonharia qualquer administrador, e é ainda um atestado de incompetência na gestão da cidade. A revolta do usuário deverá se traduzir também em menos votos.

Os ciclistas são outro dos coletivos que dificilmente apoiarão a reeleição do prefeito. De nada servem os quilômetros e quilômetros de ciclofarsas. São só estatísticas que não enganam ninguém. Quem anda de bicicleta enfrenta riscos constantes pelo péssimo estado de conservação, pela má sinalização e pela ausência de um projeto estruturado que ligue uma parte da cidade a outra. Hoje o traçado das ciclofarsas liga o nada à coisa nenhuma, ameaça à vida dos ciclistas e tem ocasionado graves acidentes, inclusive fatais.

Tem mérito conseguir, em pouco mais de três anos, a quase total unanimidade, o número de eleitores que não votariam nele de jeito nenhum é cada dia maior, o mais interessante é que esta posição é também cada dia mais aberta, mais clara. Ninguém mais esconde a sua decepção com quem se apresentou como um administrador com experiência e conhecimento. Para quem chegou dizendo que o problema de Joinville não era de dinheiro e sim de gestão e hoje atrasa o pagamento de salários e de fornecedores, tem havido um rápido deterioro da sua imagem de homem público, de gestor e de empresário. Na eleição passada pesou na decisão do eleitor essa imagem, e o eleitor, que ainda não o conhecia, acreditou nela. Agora, o eleitor o conhece e sabe o quanto era só imagem e quanto é verdade.


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