25 de dezembro de 2013
Sangue, suor, lagrimas e trabalho
6 de janeiro de 2011
Para pensar acordado
9 de dezembro de 2010
Para pensar acordado
"Não tem sentido dizer que fazemos o melhor que podemos. Temos de conseguir fazer o que é necessário." - Winston Churchill
14 de novembro de 2010
Administração publica
No Brasil o fisiologismo faz que facilmente os objetivos de uns e outros se misturem de forma, que o eleitor acaba tendo dificuldades em identificar quais são socialistas e quais capitalistas.
Mesmo que esta forma simples, de agrupar ideologias complexas, em esquerda e direita, possa ser questionada por estudiosos do tema. Uma boa dica para identificar as diferenças entre uns e outros, seria seguir a definição do político britânico, Sir Winston Churchill
"No socialismo, as intenções são melhores que os resultados.
No capitalismo, os resultados são melhores que as intenções."
21 de maio de 2010
Olhar longe
Winston Churchill considerava que o político só se converte em estadista quando deixa de pensar nas próximas eleições e começa a pensar nas próximas gerações.
6 de novembro de 2009
5 de novembro de 2009
O corte das arvores da Rua XV
"Há duas razões para qualquer coisa: uma boa razão e a razão verdadeira"
25 de março de 2009
O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA
Correm muitos textos interessantes pela internet, de um leitor assíduo deste blog recebi este, que gostaria de compartilhar com vocês. alinhado com o nosso permanente combate a estupidez, que não pode ser confundida com a ignorância. Esta ultima se combate com educação, com formação, com leitura, a estupidez, parece ter vencido a luta na nossa sociedade.
O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA
Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas.
O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal: “Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável ! Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo, uns trinta inimigos. O talento assusta".
Ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pôde dar ao pupilo que se iniciava numa carreira difícil.
Isso, na Inglaterra. Imaginem aqui, no Brasil. Não é demais lembrar a famosa trova de Ruy Barbosa:
“Há tantos burros mandando em homens de inteligência,que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma Ciência”.
A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência.
Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições.
Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder.
Mas, é preciso considerar que esses medíocres ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos não conseguem passar.
Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis às legiões dos lúcidos.
Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do "Elogio da Loucura", de Erasmo de Roterdam, somos forçados a admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer na vida.
É pecado fazer sombra à alguém, até numa conversa social.
Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicota, automaticamente, a entrada de uma jovem mulher bonita no seu círculo de convivência, por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostras, à simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar.
Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam com uma perna nas costas...
Enfim, na medida em que admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os repudiam para se defender.
É um paradoxo angustiante !
Infelizmente, temos de viver segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência numa espécie de desvantagem perante a vida.
Como é sábio o velho conselho de Nelson Rodrigues... "Finge-te de idiota,
e terás o céu e a terra".
O problema é que os inteligentes gostam de brilhar! Que Deus os proteja, então, dos medíocres!...
18 de dezembro de 2008
12 de julho de 2008
O melhor possivel...

"Não adianta dizer: "Estamos fazendo o melhor que podemos". Temos que conseguir o que quer que seja necessário."
Quando somos confrontados, com a mediocridade, que se empenha em querer nos convencer, que devemos, não só aceitar, o que é pior, nos satisfazer com o melhor possível.
Uma frase golpeia com força os nossos ouvidos e as nossas mentes, devemos exigir o que é necessário.
Porque Joinville merece. Merece muito mais que o que recebemos em nome do "melhor possível”.
Sem exceções, querem nos acostumar a aceitar soluções tacanhas, remendos, as vezes simples empulhação.
E precisamos aprender a dizer, Basta!. Chega de ruas esburacadas, de filas nos postos de saúde, de alunos que ainda precisam do turno intermediário, de reformas intermináveis, de obras inacabadas, de recursos públicos mal administrados.
De nada servem as fortunas gastas em campanhas publicitárias, para querer nos convencer que Joinville é a melhor, é verdade que já foi melhor e que cidade e os seus cidadãos desejam uma cidade melhor que a atual. Reconhecer as nossas deficiências e querer superá-las deve ser o inicio de uma longa recuperação.
Porque é o momento de fazer mais que o possível, chegou a hora de buscar entre todos, aqueles que querem fazer o que seja necessário, aqueles que estão dispostos a ir alem do possível.
A inércia, a inépcia e a desídia, tem nos conduzido a um beco sem saída. Estamos hoje frente a uma situação que só poderemos superar, com outras atitudes que as que nós trouxeram até aqui.
Com outra forma, com outro estilo de administrar a cidade. Não necessariamente nova, mas com certeza muito diferente que a atual.
Não precisamos um caminho novo. Temos que construir um novo jeito de caminhar.
17 de junho de 2008
Uma frase de Winston S. Churchill
2 de outubro de 2007

Remember Winston
“Lembrem de Winston Churchill “, uma placa de pedra, com estes enigmáticos dizeres, recebe aos visitantes que adentram na Abadia de Westminster pela porta oeste.
A placa é a homenagem que a Rainha e o Parlamento britânico ofereceram ao que foi o seu líder e guia, nos seus momentos mais difíceis. No período crucial da Segunda guerra mundial, com o Reino unido ameaçado pela maquina de guerra nazista.
Num momento em que o pais se encontrava frente ao seu maior desafio histórico, eis que surge um líder que faz renascer a esperança e conduz o pais através de um longo caminho de sacrifício, em que prometeu “Sangue, suor e lagrimas “ mais que garantiu a sua sobrevivência. Uma mensagem para as futuras gerações.
Nós não temos uma Abadia de Westminster em nossa cidade e tampouco sofremos experiências tão traumáticas como as que os britânicos tiveram que enfrentar, como a terrível experiência de uma guerra.
Mas não nos faltam lideres que de uma forma exemplar se constituem em referencia, em momentos difíceis, cidadãos que de uma forma extraordinária, se constituem nos alicerces de uma sociedade, que tem no empreendedorismo, no trabalho, na honestidade, na solidariedade e no trabalho comunitário os seus pilares.
Ousarei colocar três nomes de joinvillenses ilustres que se constituem modelos referenciais e que exemplificam os valores que alicerçaram a nossa comunidade, não como únicos representantes deste seleto grupo, mais como reflexão, para colocar nos nossos corações a nossa placa de homenagem “lembrem de ....” como uma mensagem que transcende o tempo e serve de alerta aos joinvillenses do futuro.
Wittich Freitag, Jose Henrique Carneiro de Loyola e Baltasar Buschle, Joinvillenses natos ou não que escolheram esta cidade e esta comunidade para empreender o caminho da sua vida, que nela constituíram família, que bem sucedidos, na sua vida profissional, ainda tiveram e tem tempo para se dedicar a promover o associativismo e benemerência e a solidariedade. Que ainda num sacrifício adicional dedicaram parte das suas vidas a servir a sua comunidade na vida publica, aceitando o desafio de construir uma cidade melhor. Frente a omissão da maioria e o afastamento dos melhores, se faz preciso reflexionar, sobre o modelo de sociedade que estamos construindo e das referencias que estamos legando aos nossos filhos. Quando a maioria cala e se omite, a sociedade perde.
Três belos exemplos para lembrar.
Publicado no AN Cidade
