Mostrando postagens com marcador RBS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RBS. Mostrar todas as postagens

1 de abril de 2016

Joinville do alto

Joinville do alto.

Manter distancia nos permite ter outra perspectiva do objeto de observação. Joinville vista desde o mirante é uma cidade muito diferente da que conhecemos. Quando nos afastamos fisicamente passamos a desenvolver outra percepção da cidade. Desaparecem os problemas, não há nem buracos, nem inços nas praças e jardins. Os veículos desaparecem e a imagem é a de um gigantesco presépio, formado por casinhas que parecem de brinquedo. As pessoas também diminuem de tamanho até praticamente desaparecer. Essa Joinville em miniatura é a mesma Joinville bucólica que aparece na serie de programas “Joinville do alto”, elaborado pelo Jornal do Almoço da RBS tem a capacidade de nos mostrar uma cidade que é ao mesmo tempo real e fantasiosa.

A visão do amanhecer na Baía da Babitonga, a Lagoa de Saguaçu, o verde das encostas dos Morros do Boa Vista e do Finder, a linha serpenteante dos rios Cachoeira e Bucarein ou a vista do sol se pondo na Serra do Mar são imagens que impressionam pela sua beleza. Impossível não emocionar-se cada vez que as vemos.


O problema é que não vivemos nem no mirante, nem montados num drone e não são estas paisagens maravilhosas com as que convivemos no nosso dia a dia. A nossa realidade esta no nível do chão. Voltamos a nossa realidade quotidiana. Saber diferenciar entre fantasia e realidade se faz hoje mais necessário que nunca. Ter a capacidade de emocionar-se sem perder o contato com a realidade é o desafio. 

15 de abril de 2012

A favor dos bombeiros voluntarios


O jornal A Noticia do Grupo RBS publica neste domingo o editorial:


Um patrimônio comunitário muito perto de completar 120 anos precisa da aprovação de um parágrafo para continuar sua história de excepcionais serviços prestados a Joinville e região. Resumida a poucas linhas, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) altera a redação do artigo 112, reforçando a segurança jurídica da atuação dos bombeiros voluntários de Santa Catarina. Em resumo, institucionaliza a possibilidade de convênios com os municípios para vistorias.

A PEC em análise na Assembleia Legislativa atende a todos os bombeiros voluntários do Estado, não somente aos de Joinville. Todas as organizações têm atuação de relevância em suas comunidades. Mas é com base no desempenho da mais antiga delas em todo o Brasil que este veículo de comunicação reitera em editorial – como já fez em julho de 2010 – uma defesa pública pela aprovação da PEC.

Uma atividade tão nobre, querida e bem-sucedida não pode ser ameaçada por uma falta de compreensão por parte dos bombeiros militares – instituição também muito necessária, principalmente onde ainda não há corporações militares nem voluntárias. Ambas podem e devem continuar coexistindo, atuando com complementaridade. Santa Catarina também dá um bom exemplo desta necessidade: das 293 cidades do Estado, 177 não contam com quartéis de bombeiros, uma lacuna que poderia ser priorizada pelos militares.

Inspirado em sólidos modelos europeus, o Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville nasceu em julho de 1892, quando o aparelho estatal não tinha a menor condição de prestar serviços de combate ao fogo, de primeiros-socorros e de vistorias de segurança em obras. Ainda hoje, o modelo voluntário tem se mostrado mais eficiente e econômico. Os voluntários de Joinville costumam atender aos pedidos de vistoria, por exemplo, num incrível prazo de apenas três dias. E com custo zero para o empreendedor.

A longa história da corporação joinvilense – assim como as de outras instituições congêneres – permitiu a criação de uma estrutura moldada às necessidades da sociedade. Esta experiência secular e a total identificação com a comunidade atendida se refletem no nível de excelência dos serviços prestados. Nunca houve registros de questionamentos à eficiência operacional, à capacidade técnica ou à integridade ética e moral dos voluntários de Joinville. Por estes motivos é que argumentações desta natureza jamais apareceram nos exaustivos e profundos debates sobre a PEC.

Também há alicerce constitucional para sustentar a defesa da PEC. Como apontou parecer da corporação de Joinville, o artigo 144 da Constituição Federal deposita a segurança nas mãos do Estado e na responsabilidade de todos. Ainda é possível invocar os princípios da equidade, economicidade e subsidiariedade para reforçar o embasamento jurídico. Como se vê, argumentos técnicos e jurídicos não faltam e são suficientes para defender de forma vigorosa os convênios dos voluntários com as prefeituras.

No caso específico de Joinville, vale destacar ainda o vínculo afetivo: os bombeiros voluntários estão entre as instituições mais admiradas e respeitadas da cidade mais populosa de Santa Catarina. A corporação prestes a celebrar 120 anos é um enorme motivo de orgulho para os moradores de Joinville. Merecem ser enaltecidas as milhões de horas de voluntariado prestadas por milhares de indivíduos ao longo da história. Uma estrutura espalhada por toda a cidade, com diferentes modalidades de atendimento e equipamentos variados e modernos – cujo caminhão-plataforma com 54 metros é a estrela maior –, faz os joinvilenses estufarem o peito.

É por isto que a mobilização da cidade em defesa dos bombeiros voluntários cresce a cada dia, como se vê na preparação de uma caravana de lideranças políticas, empresariais e comunitárias para mostrar à Assembleia Legislativa o tamanho da vontade de Joinville. É mais que uma retribuição aos feitos dos voluntários; é um reconhecimento aos excelentes serviços prestados por uma corporação que sempre esteve ao lado da comunidade de Joinville e região.

Histórico defensor das causas comunitárias de sua cidade-sede, o jornal “A Notícia” não poderia ficar em cima do muro nem deixar de reiterar publicamente – de forma institucional e editorial – seu apoio à aprovação da PEC dos bombeiros voluntários. Não há dúvidas de que a emenda constitucional trará, ao assegurar definitivamente os direitos das corporações, benefícios para Joinville e Santa Catarina.

7 de dezembro de 2008

Outra boa noticia

O grupo RBS lança a campanha Brilha Santa Catarina, uma bela iniciativa para promover a auto estima do catarinense.
Importante promover a reconstrução do estado, não só da sua infraestrutura, principalmente dos catarinenses que tanto tem sofrido.
Vamos apoiar esta ideia.
Que brilhe Santa Catarina. E que venham todos a conhecer este Estado maravilhoso, formado por brava gente que não se deixa vencer, não se deixa abater, que brilha com a sua força.

11 de julho de 2008

Administração basica para iniciantes


É importante não esquecer que de acordo, com as informações oficiais da prefeitura municipal de Joinville, a construção de pouco mais de cem metros de bulevar, custaram R$ 550.000. O prefeito e sua equipe consideraram que esta era uma obra importante e prioritária, por isto forma utilizados recursos próprios do caixa do município. Quer dizer não faltam recursos para fazer aquelas obras que o governo de Joinville quer.
A luz das informações divulgadas esta semana, com estes mesmo recursos, teria sido possível, construir integralmente o "Parque" das nascentes, e ainda teria sobrado para incluir as reformas dos Parques Caieras e Morro do Finder.
A decisão de priorizar o bulevar Cachoeira em detrimento dos parques e de outras obras é de responsabilidade exclusiva do alcaide.
Como resultado desta decisão, ficam claras duas ideias, a primeira, a de que se o Grupo RBS não tivesse levantado a bandeira de "Um Parque para Joinville" e despertado na população o sentimento que esta é uma obra prioritaria. A prefeitura não teria, nesta semana anunciado as pressas as obras destinadas a revitalização e construção de areas verdes. A segunda que administrar, uma cidade como Joinville, requer a capacidade de saber priorizar, de saber escutar e principalmente de colocar de lado as vontades e desejos particulares, para atender as necessidades mais prementes da população.
Só a partir da exteriorização de um verdadeiro clamor popular, que o governo municipal, tem decidido acordar da sonolência e do torpor a que tem nos acostumado nestes últimos seis anos, e tem decidido se mexer.
Hoje, a maioria da população, quase que ao unisono, pede áreas de lazer, parques e praças que melhorem a qualidade de vida. Quem sabe se a prefeitura, agora no finalzinho desta gestão, decide atender as necessidades e desejos dos cidadãos.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...