9 de maio de 2019
Educação? vamos aos números...
3 de fevereiro de 2013
29 de dezembro de 2012
18 de novembro de 2012
O negocio dos tablets
19 de setembro de 2012
Educação ou circo?
10 de julho de 2012
4 de julho de 2012
Ironia
29 de dezembro de 2011
Para pensar acordado
4 de dezembro de 2011
Uma ótima noticia
12 de junho de 2011
Sem o kit também é possível
Uma forma inteligente e divertida de ensinar sexualidade, sem se meter em enrascadas
4 de abril de 2011
Humor
Mensagem criativa de uma escola da Califórnia
gravada na secretária eletrônica.
A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão sendo processados pelos pais que exigem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares. Eis a mensagem gravada:
Olá! Para que possamos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:
Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho - tecle 1.
Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa - tecle 2.
Para se queixar sobre o que nós fazemos - tecle 3.
Para insultar os professores - tecle 4.
Para saber porque não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho ou em diversos documentos que lhe enviamos - tecle 5.
Se quiser que criemos o seu filho - tecle 6.
Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém - tecle 7.
Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano - tecle 8.
Para se queixar do transporte escolar - tecle 9.
Para se queixar da alimentação fornecida pela escola - tecle 0.
Mas se você já compreendeu que este é um mundo real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!
12 de fevereiro de 2011
Urbanidade
Publicado no jornal A Noticia
12 de novembro de 2010
Para pensar acordado
5 de novembro de 2010
Pobre Brasil !
Falta de educação
BRASÍLIA - Ao declarar como prioridades a saúde, o combate à violência e a infraestrutura, a presidente eleita Dilma Rousseff deixou a educação em segundo plano, justificando na entrevista de quarta: "Eu considero que a educação está muito bem encaminhada".
É surpreendente em si, mas ficou mais ainda no dia seguinte (ontem), quando a ONU anunciou o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano de 2010). O Brasil é um dos dez países mais ricos do mundo, mas está em 73º lugar no IDH, entre 169 países. E o calcanhar de aquiles é justamente a educação.
Apesar de estar na categoria "alta" e com nota superior à mundial, o emergente Brasil tirou 0,699 e ficou abaixo da média da América Latina, que foi de 0,704. O Chile (45º lugar) e a Argentina (46º) foram os dois mais bem colocados da região, mas o Brasil também ficou atrás de Uruguai, Panamá, México, Trinidad e Tobago, Costa Rica e Peru. Está no nono lugar.
Como houve mudança de metodologia, não dá para comparar com o ano passado. E que nos perdoe o indiano Amartya Sen, Nobel de Economia e idealizador do ranking, mas toda pesquisa e todo indicador sempre dão margem para questionamentos, muxoxos, desdém.
Assim, a reação e o efeito do IDH dependem da ótica dos governos de plantão, principalmente quando são daqueles bons de marketing. Quando o resultado é a favor, copo cheio: o índice é perfeito. Se é contra, copo vazio: não vale nada.
Mas, já que Dilma está definindo nomes, programas e rumos para seu governo, deve estudar detalhadamente o IDH. Quem sabe assim não recoloca a educação ao lado de saúde, violência e infraestrutura?
A não ser que ela e Lula prefiram deixar o IDH pra lá e se fixar num outro ranking: o da revista "Forbes", que coloca Dilma em 16º lugar entre as pessoas mais influentes do mundo, à frente mesmo de Hillary Clinton e de Nicolas Sarkozy. E ela nem tomou posse ainda!
7 de setembro de 2010
Recebido pela internet
Esta classe em particular tinha insistido que o Socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e “justo” .
O professor então disse: "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe... Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam “justas”. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos...
Como resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, busca por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.
A busca por “justiça” dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos foram reprovados... Para sua total surpresa !
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
Esta “estória” torna claras as verdades abaixo...!
1. “É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
2. Para cada pessoa que receba sem trabalhar, é preciso que haja outra pessoa que trabalhe sem receber, pois o governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
3. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
4. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
7 de março de 2010
Pulseirinhas coloridas (*)
Pulseirinhas coloridas
A nossa Câmara deve estar com pouco trabalho ou o ano eleitoral faz que alguns vereadores sintam uma vontade adicional de se expor. Ocupando a tribuna para debater sobre a necessidade de proibir que crianças utilizem pulseiras coloridas, as chamadas “pulseiras do sexo”.
Inclusive existe uma proposta para proibir que as crianças usem as ditas pulseiras, a idéia por si só já é pouco inteligente, o pior ainda é a intromissão do estado em assunto de foro intimo da família, o perigo que representa para a sociedade aceitar este tipo de intromissão publica, em temas de natureza privada.
Se queixam as escolas que os pais transferem a responsabilidade da educação para as escolas, confundindo ensino de conhecimento, com a formação dos valores do individuo. O erro é perigoso, porque não é a escola quem deve, nem pode substituir a família na labor de educar, de transmitir os valores éticos e morais que formarão o individuo e a sociedade do amanhá. Mais perigoso ainda é imaginar que possa ser o nosso legislativo quem possa por meio de leis, propor ou impor modelos de educação.
Temos nas nossas escolas profissionais com formação especifica, com conhecimento em pedagogia, com vocação para ensinar e que conhecem as crianças pela sua experiência de anos. As escolas podem e devem, com a participação das APPs, iniciar com os pais que precisem de ajuda, um trabalho de esclarecimento, de educação e de formação, para que seja a familia a base do processo de formação, sem criar um clima de pânico que remeta a promiscuidade e obscenidade.
Se concordamos em politizar uma modinha passageira e inconseqüente, em pouco tempo concordaremos em definir a altura das saias, o comprimento das bermudas e outras medidas igualmente desnecessárias e futeis. Ocupar a tribuna das nossas Câmaras de vereadores com temas tão pouco importantes é preocupante. E querer fazer da cor das pulseirinhas das crianças um tema serio e importante é infantil.
30 de janeiro de 2010
Transito e Educação
Uma prova de que é possível a coexistencia harmoniosa entre ciclistas e veículos, quando existe educação e respeito é este vídeo que recebemos do Arqt. Sérgio Gollnick.
Cada um deve tirar as suas conclusões.
12 de novembro de 2009
Simplicidade

o texto recebido por e-mail é este:
Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.
Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.
As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.
SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM.
Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.




