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9 de maio de 2019

Educação? vamos aos números...


Alguns dados sobre os investimentos em educação

A partir dos dados do Banco Mundial é possível identificar que o Brasil é um dos países que mais gasta em educação em relação ao PIB

Alemanha – 4.8 %
Grécia – 4,0 %
Irlanda – 3,8 %
França – 5,5 %
Israel – 5,9 %
Itália – 4,1 %
Espanha – 4,3 %
Reino Unido – 5,5 %
Estados Unidos – 5,0 %
Uruguai – 4,4 %
União Europeia – (Media) – 5,1 %
América Latina – (Media) – 4,5 %
Brasil – 6,2 %

A lista é maior e pode ser acessada no link Banco Mundial percentual do PIB investido na Educação
Quem tiver interesse pode acessar a lista completa e fazer suas analises e comparações. A resposta é evidente: Gastar muito não garante uma boa educação. Não há relação entre investimento em educação e nivel de conhecimento e aprendizado se não se investe bem. 

3 de fevereiro de 2013

Nosso sistema educativo


Se julgamos um peixe pela sua habilidade em trepar numa arvore, passará toda a sua vida acreditando que é estupido - Albert Einstein

29 de dezembro de 2012

Achou que tudo se aprende na escola?


Pense melhor. Há gente que não aprendeu nada na universidade e outros que sem ter educação básica são verdadeiros gênios. Escolha bem os seus interlocutores

18 de novembro de 2012

O negocio dos tablets

Na Folha de hoje, por Elio Gaspari


OS TABLETS DO COMISSÁRIO MERCADANTE

O governo da Índia anunciou que distribuirá milhões de tabuletas Aakash para estudantes ao preço de US$ 21 por unidade. Trata-se de uma venda subsidiada, pois no mercado as peças custam até US$ 80.

Grande notícia para quem achava que não se conseguiria produzir computadores por menos de US$ 100. É verdade que essas tabuletas não podem ser chamadas de computadores, mas dão para o gasto dos projetos pedagógicos que pretendem atender.
No Brasil está em curso a seguinte gracinha: em fevereiro passado o comissário Aloizio Mercadante anunciou que a Viúva compraria até 600 mil tablets para serem entregues a professores do ensino médio. O que eles fariam com os equipamentos, não se sabe, pois não havia projeto pedagógico para acompanhá-los. Nove meses depois, a Boa Senhora já comprometeu R$ 115 milhões para a compra de 380 mil tabuletas.

Eremildo idiota, fez a conta: cada uma sairá por R$ 302, ou US$ 150. Essa compra resulta de um pregão vencido por fornecedores que ofereceram quatro modelos, indo de R$ 277 a R$ 462. Tomando-se o preço do mercado indiano (US$ 80) e o mais baixo do pregão nacional (US$ 138), o cretino operou o Milagre de Simonsen. Brilhante economista e ministro da Fazenda de 1974 a 1979, Mário Henrique Simonsen enunciou uma lei segundo a qual em certos casos é preferível pagar a comissão para que se esqueça o projeto. Sem julgar o que houve na compra dos tablets, o cretino propõe o seguinte: reservam-se 10% dos R$ 115 milhões para despesas imprevistas. Sobram R$ 103,5 milhões e gasta-se esse dinheiro comprando 647 mil tabuletas de US$ 80, em vez de 380 mil a US$ 150.

Mesmo sem saber o que fará com elas, a Viúva ganha mais 267 mil tabuletas e, como sobraram os 10%, ficará todo mundo feliz.

19 de setembro de 2012

Educação ou circo?


Do mesmo modo que no Brasil a prioridade é a construção dos estádios para a Copa do Mundo de 2014, em Joinville o tema em pauta em época de eleições é a ampliação da Arena. 

É importante? com certeza que sim. É prioritário? com certeza que não. A unica prioridade para construir um futuro melhor para o Brasil e para Joinville é priorizar a educação em todos os níveis.

4 de julho de 2012

Ironia



Parabenizar ao governo municipal porque finalmente acabou o vergonhoso turno intermediário. Quando o dito turno não deveria ter existido nunca é representou por décadas o descaso com que tem sido tratada a educação na nossa sociedade. Parabenizar por fazer o que é uma obrigação é o cúmulo da ironia.

29 de dezembro de 2011

Para pensar acordado






Governos que pagam mal aos professores, que não têm programas sérios de capacitação dos mestres, onde as escolas estão caindo aos pedaços, descobriram que a compra de equipamentos eletrônicos é um bálsamo da pedagogia da marquetagem. Cria-se a impressão de que se chegou ao futuro sem sair do passado.
Elio Gaspari

4 de dezembro de 2011

Uma ótima noticia


Um passo de cada vez

O secretario municipal de educação informa que finalmente deve acabar esta vergonha do turno intermediário. Quando a noticia se confirme, deveremos nos colocar em pé para aplaudir. Até la a maior cidade do estado continua convivendo com esta vergonha.

Em relação a educação uma comparação interessante, em quanto a maioria das crianças brasileiras entre as que as joinvilenses estão incluídas tem 5 horas aula por dia, na Colômbia o numero de horas aula é de 7 por dia. Considerando que estudantes dos dois países tenham o mesmo numero de dias de aula ao ano e não percam aulas por greves ou pelos famosos pontos facultativos, teremos quase 30% menos horas que os nossos vizinhos. Se compararmos com europeus ou asiáticos que tem quase 8 horas de aula por dia a diferença é escandalosa.

Mas vamos continuar pelo nosso caminho, primeiro acabamos mesmo com o turno intermediário e depois pensamos em estender a escola integral a todas as crianças, quem sabe um dia o pais de verdade começa a desenvolver a partir do diferencial que devem produzir gerações de alunos  que estudem durante mais  tempo e sejam melhor preparados para competir na sociedade do futuro.

12 de junho de 2011

4 de abril de 2011

Humor

Mensagem criativa de uma escola da Califórnia

gravada na secretária eletrônica.


A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão sendo processados pelos pais que exigem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares. Eis a mensagem gravada:


Olá! Para que possamos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:


Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho - tecle 1.


Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa - tecle 2.


Para se queixar sobre o que nós fazemos - tecle 3.


Para insultar os professores - tecle 4.


Para saber porque não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho ou em diversos documentos que lhe enviamos - tecle 5.


Se quiser que criemos o seu filho - tecle 6.


Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém - tecle 7.


Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano - tecle 8.


Para se queixar do transporte escolar - tecle 9.


Para se queixar da alimentação fornecida pela escola - tecle 0.


Mas se você já compreendeu que este é um mundo real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!

12 de fevereiro de 2011

Urbanidade

Urbanidade é uma palavra interessante, por um lado faz referencia ao que é urbano, em oposição a ruralidade, de fato a partir que a população passo a migrar de uma forma maciça para as cidades, passamos a formar parte de uma sociedade urbana.

A mesma palavra se usa também para definir a forma de comportamento, inclusive passou a ser sinónimo de boas maneiras.

Os dois sentidos estão intimamente ligados, ao passar a viver em sociedades urbanas e compartilhar também espaços mais próximos, foi preciso estabelecer normas de comportamento, que servem para facilitar o relacionamento entre as pessoas.

Muitas das ações e atitudes que num meio rural, com uma densidade de população menor, poderiam ser toleradas, são hoje incompatíveis com a vida na cidade.

Por outro lado o conceito de urbanidade envolve também situações novas que são resultado da vida na cidade, resultado da verticalização e que influem na nossa educação e nas relações entre as pessoas.

Na medida em que avançamos no espaço dos demais, ou que com as nossas ações podemos interferir na vida dos outros, se cria uma linha tênue, quase invisível, que divide o agir com urbanidade ou ser um anti-social, um incivilizado, porque o sinônimo de urbanidade é civilidade.

Quando jogamos lixo na rua, quando no transito dirigimos de forma perigosa, mesmo que sem cometer nenhuma infração, ou quando mantemos a musica excessivamente alta, depois das 8 da noite.

Quando não mantemos limpa a nossa calçada, inclusive quando não cumprimentamos o vizinho que encontramos no elevador, estamos contribuindo para perder parte da civilidade, que é imprescindível para facilitar o convívio entre as pessoas que formam parte de uma comunidade.

A perda da qualidade de vida que tanto nos preocupa, não acontece de uma hora para outra, é o resultado de uma perda gradativa, de pequenas perdas, aos poucos deixamos de enxergar o muro grafitado, o papel no chão, o saco de lixo rasgado, O buraco na calçada, a sujeira, o abandono.

A cidade vai se deteriorando aos poucos, não tendo outros responsáveis que nos mesmos, que aos poucos vamos perdendo a educação, a urbanidade e depois de perder a civilidade, nos convertemos numa sociedade de incivilizados.

Publicado no jornal A Noticia

12 de novembro de 2010

Para pensar acordado











"Se você faz planos para meses, cultive arroz.
Se você faz planos para um ano, plante árvores.
Se você faz planos para uma vida, eduque pessoas!"
 
(Provérbio Chinês)

5 de novembro de 2010

Pobre Brasil !

Agora o post ficou perfeito, o gráfico e o texto se complementam,

Falta de educação

BRASÍLIA - Ao declarar como prioridades a saúde, o combate à violência e a infraestrutura, a presidente eleita Dilma Rousseff deixou a educação em segundo plano, justificando na entrevista de quarta: "Eu considero que a educação está muito bem encaminhada".
É surpreendente em si, mas ficou mais ainda no dia seguinte (ontem), quando a ONU anunciou o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano de 2010). O Brasil é um dos dez países mais ricos do mundo, mas está em 73º lugar no IDH, entre 169 países. E o calcanhar de aquiles é justamente a educação.
Apesar de estar na categoria "alta" e com nota superior à mundial, o emergente Brasil tirou 0,699 e ficou abaixo da média da América Latina, que foi de 0,704. O Chile (45º lugar) e a Argentina (46º) foram os dois mais bem colocados da região, mas o Brasil também ficou atrás de Uruguai, Panamá, México, Trinidad e Tobago, Costa Rica e Peru. Está no nono lugar.
Como houve mudança de metodologia, não dá para comparar com o ano passado. E que nos perdoe o indiano Amartya Sen, Nobel de Economia e idealizador do ranking, mas toda pesquisa e todo indicador sempre dão margem para questionamentos, muxoxos, desdém.
Assim, a reação e o efeito do IDH dependem da ótica dos governos de plantão, principalmente quando são daqueles bons de marketing. Quando o resultado é a favor, copo cheio: o índice é perfeito. Se é contra, copo vazio: não vale nada.
Mas, já que Dilma está definindo nomes, programas e rumos para seu governo, deve estudar detalhadamente o IDH. Quem sabe assim não recoloca a educação ao lado de saúde, violência e infraestrutura?
A não ser que ela e Lula prefiram deixar o IDH pra lá e se fixar num outro ranking: o da revista "Forbes", que coloca Dilma em 16º lugar entre as pessoas mais influentes do mundo, à frente mesmo de Hillary Clinton e de Nicolas Sarkozy. E ela nem tomou posse ainda!

elianec@uol.com.br

7 de setembro de 2010

Recebido pela internet

Um professor de economia disse na universidade que ele nunca havia reprovado um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o Socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e “justo” .

O professor então disse: "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe... Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam “justas”. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos...
Como resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, busca por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.
A busca por “justiça” dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos foram reprovados... Para sua total surpresa !

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.

"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
Esta “estória” torna claras as verdades abaixo...!
1. “É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
2. Para cada pessoa que receba sem trabalhar, é preciso que haja outra pessoa que trabalhe sem receber, pois o governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
3. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
4. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

7 de março de 2010

Pulseirinhas coloridas (*)


Pulseirinhas coloridas


A nossa Câmara deve estar com pouco trabalho ou o ano eleitoral faz que alguns vereadores sintam uma vontade adicional de se expor. Ocupando a tribuna para debater sobre a necessidade de proibir que crianças utilizem pulseiras coloridas, as chamadas “pulseiras do sexo”.


Inclusive existe uma proposta para proibir que as crianças usem as ditas pulseiras, a idéia por si só já é pouco inteligente, o pior ainda é a intromissão do estado em assunto de foro intimo da família, o perigo que representa para a sociedade aceitar este tipo de intromissão publica, em temas de natureza privada.


Se queixam as escolas que os pais transferem a responsabilidade da educação para as escolas, confundindo ensino de conhecimento, com a formação dos valores do individuo. O erro é perigoso, porque não é a escola quem deve, nem pode substituir a família na labor de educar, de transmitir os valores éticos e morais que formarão o individuo e a sociedade do amanhá. Mais perigoso ainda é imaginar que possa ser o nosso legislativo quem possa por meio de leis, propor ou impor modelos de educação.


Temos nas nossas escolas profissionais com formação especifica, com conhecimento em pedagogia, com vocação para ensinar e que conhecem as crianças pela sua experiência de anos. As escolas podem e devem, com a participação das APPs, iniciar com os pais que precisem de ajuda, um trabalho de esclarecimento, de educação e de formação, para que seja a familia a base do processo de formação, sem criar um clima de pânico que remeta a promiscuidade e obscenidade.


Se concordamos em politizar uma modinha passageira e inconseqüente, em pouco tempo concordaremos em definir a altura das saias, o comprimento das bermudas e outras medidas igualmente desnecessárias e futeis. Ocupar a tribuna das nossas Câmaras de vereadores com temas tão pouco importantes é preocupante. E querer fazer da cor das pulseirinhas das crianças um tema serio e importante é infantil.

30 de janeiro de 2010

Transito e Educação


Em quanto alguns riem estultamente quando se fala de ter um transito mais harmónico, com respeito para os ciclistas e pedestres, o que vemos no nosso dia a dia é muito diferente disto.

Uma prova de que é possível a coexistencia harmoniosa entre ciclistas e veículos, quando existe educação e respeito é este vídeo que recebemos do Arqt. Sérgio Gollnick.

Cada um deve tirar as suas conclusões.

12 de novembro de 2009

Simplicidade

As vezes soluções simples podem produzir grandes mudanças, o Senador Cristovam Buarque propõe projeto de lei para que os políticos tenham que matricular seus filhos e dependentes em escolas publicas.


o texto recebido por e-mail é este:

Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.

Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.

As conseqüências seriam as melhores possíveis.

Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.

SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM.

Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.

O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.

http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

12 de fevereiro de 2009

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