16 de outubro de 2013
Acorrentar-se é a solução
28 de junho de 2013
28 de fevereiro de 2013
28 de fevereiro de 2012
Um pouco de sujeira faz bem (*)

3 de novembro de 2011
Oportunista
Se houvesse um premio para oportunistas, ninguém ganhava dele. Dizer que gostaria de ficar doente para poder ser atendido no UPA em Pernambuco foi infeliz, demagógico e populista.
Claro que os defensores do populismo selvagem, alegarão que neste momento dificil que o ex-presidente vive é inoportuno trazer este tema a publico.
Com a colaboração de @fakecarlito
29 de junho de 2011
31 de março de 2011
Perguntas que ficam
É evidente que o PT optou por manter os cargos para poder atender as demandas dos partidos aliados e com isto aumentar o custo fixo da maquina. Por outro lado como o prefeito focou todos os esforços em resolver o problema da saúde. Joinville hoje apresenta nesta area uma situação inegavelmente melhor que a que tinha dois anos atras. Hoje filas, demoras no atendimento e pacientes sendo atendidos em macas nos corredores são imagens do passado. O joinvillense agradece o esforço e reconhece que agora as coisas neste campo estão muito melhores.
1 de dezembro de 2010
15 de agosto de 2010
Criatividade é bom
Aceite o desafio !!!
25 de maio de 2010
Protocolo de Manchester (*)

Anos atrás Joinville recebeu a denominação de Manchester Catarinense, em homenagem a sua pujança, pode ser que hoje o nome tenha perdido um pouco o sentido de prospero desenvolvimento industrial que já teve naquela época. A implantação por parte da Secretaria Municipal de Saúde do chamado Protocolo de Manchester, traz a tona o nome da cidade inglesa de novo.
A idéia de melhorar a eficiência da saúde, com a implantação de procedimentos que estabelecem critérios de atendimento pela gravidade e não pela ordem de chegada, é tão obvio e lógico, que quaisquer um se surpreende ao saber que não era utilizado antes. Precisou ser desenvolvido um protocolo, para que algo tão simples comece a ser implantado, para melhorar o atendimento aos joinvilenses. Parabéns pela iniciativa.
Agora o importante é que o Protocolo de Manchester, possa ser incorporado quanto antes em todos os níveis e âmbitos da administração publica, o principio de que as coisas graves e urgentes devem ser tratadas com prioridade absoluta e que os temas menos importantes e secundários podem e devem esperar, não por obvia parece fácil de ser compreendida. Se na saúde, demorou anos em ser implantado, imaginemos quantos lustros levará para chegar aos demais setores da prefeitura municipal. Quanta dificuldade não enfrentará o administrador que assuma uma empreitada deste quilate.
Para aplicar os princípios do protocolo de Manchester, precisaremos poder contar com uma equipe, que analise, planeje e execute cada uma das atividades que conformam o tecido e a estrutura da cidade, a partir de critérios de eficiência e eficácia claros e objetivos. Esquecendo os critérios exclusivamente políticos, de compadrio ou de pirotecnia.
Vamos enfeitar Joinville, com milhares de fitas coloridas, que estabeleçam os princípios e as prioridades que devem ser abordadas em primeiro lugar. Saúde, vermelho, Duplicação da Dona Francisca, vermelho, Parques e praças, laranja, Novo Teatro, azul. Os temas mais graves e mais urgentes primeiro, os menos depois.
8 de março de 2010
A cidade que queremos

O jornal A Noticia publica o texto de Valmor Bueno da Luz, com o título a Cidade que Queremos
o texto alerta sobre a importância de uma cidade saudável, construída com a participação de todos
"Esta cidade é fruto da participação popular. Apesar de muitos dos problemas das cidades terem origem nas políticas estaduais e federais, as experiências vitoriosas das administrações populares indicam um caminho a seguir. E quem anuncia este caminho é a vontade popular, que se impõe na construção de seu próprio futuro."
7 de janeiro de 2010
Cobras e Lagartos
6 de janeiro de 2010
Saúde Doente
Saúde Doente
A noticia que o ultimo dos seis aparelhos de raios-X do hospital São José quebrou e que o hospital não pode oferecer mais o serviço de raios-X, um dos atendimentos mais básicos e solicitados pela população, deve nos escandalizar. A mesma noticia, nos permite saber também, que os seis aparelhos do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt estão operacionais e funcionando. Em termos futebolísticos uma goleada de
O prefeito Carlito Merss, reconhece que o problema da saúde em Joinville, não é um problema de recursos e sim de gestão, o que, se não serve para aliviar as filas, deve servir para tranqüilizar aos milhares de pacientes que a cada dia procuram os serviços de saúde no município.
Numa cidade com 500.000 habitantes, dos quais mais de 180.000 são segurados do sistema de saúde complementar, é claro que não poderia faltar dinheiro. Uma parcela significativa da população, a traves do seu esforço e principalmente dos seus recursos, faz uma dupla contribuição, a obrigatória e a voluntária. Numa conta singela 500.000 pagam para poder atender a 320.000, não devem por tanto faltar recursos.
Se o problema é claramente de gestão, como o prefeito declara, a solução parece bem mais fácil, porque no caso de Joinville, o município desde faz anos tem a gestão plena do sistema. Não cabe por tanto procurar outros responsáveis que os que administram a nossa saúde e a nossa cidade. Ou será que o problema não é só de gestão?
18 de fevereiro de 2009
Saude em coma
A caótica situação que vive a saúde em Joinville, ganha mais um degrau na sua crise particular.Depois da noticia da falta de medicamentos de uso continuado nos PAs 24 horas. O que deixa a população que precisa de tratamento contra doenças como hipertensão, diabetes e outras completamente desassistida.
A pertinente falta de médicos, nem só de especialistas e sim de médicos em geral, é tão corriqueira que já deixou de ser noticia.
Veio a informação que o Hospital São José tinha perdido o alvará sanitário e que além de não poder receber recursos do SUS, não poderia realizar determinados procedimentos médicos e cirúrgicos.
A perda do alvará sanitário é muito grave, porque se acontecesse num consultório medico, seria imediatamente fechado, no caso das escolas municipais e estaduais a sua falta tem levado a interdição de varias delas. A situação do hospital São José não é mais precária, porque parece que as autoridades sanitárias, para evitar o caos total, insistem em fechar um olho, ante tantas e tão graves irregularidades. O que alias não ajuda a população que deixa de ser atendida pelos padrões médicos necessários de sanidade, higiene, limpeza e segurança.
Estoura agora e chega finalmente a população a informação, que já vinha se arrastando desde faz ANOS, não meses, ANOS, que Joinville, não instalará no prazo previsto, o novo acelerador linear, que foi comprado pelo estado de Santa Catarina faz mais de um ano, porque não construiu a imprescindível casamata de concreto, que deve servir para evitar a radiação. O mais grave é que de acordo com os dados divulgados a parcela da contrapartida do governo municipal seria de reles R$ 80.000.
Faltou dinheiro? Parece que não. o Estado de Santa Catarina já conta com 7 aceleradores lineares. Joinville que tanto se orgulha do pomposo título da maior cidade do estado, pena pela incompetência que não conseguiu em mais de um ano viabilizar a necessária casamata. Tal vez a maior prova que os problemas da saúde, não sejam só de recursos e sim também de capacidade. Neste caso são sempre mais difíceis de resolver.
14 de fevereiro de 2009
A outra Joinville
Me sinto como se tivesse acabado de acordar de um sonho e estou vivendo um pesadelo. Em pouco mais de 30 dias a Joinville maravilhosa, mais, super, melhor cantada em verso e prosa, como a melhor cidade do mundo, embalada por uma campanha publicitária que agora se mostra vazia e mentirosa, acabou. Não quedou rastro.
As Secretarias Regionais estão sucatadas, não é possível imaginar que isto tenha acontecido em 30 dias, à impressão que fica e que já estavam assim faz muito tempo e que esta informação era ocultada do joinvilense. Sem maquinas, sem peças de reposição, sem estrutura operacional adequada, fora das dúzias de cargos comissionados, as secretarias não conseguem atender as demandas mais preementes da população.
O turno intermediário continuará a pesar das promessas feitas durante a campanha eleitoral, por um e outro candidato. As afirmações do prefeito que saiu, se mostram hoje vazias e fantasiosas, as escolas continuam fechadas, as obras inacabadas e as chuvas, não podem ser utilizadas como escusa para os atrasos, que deixam novamente sem o direito a educação de qualidade.
Além da falta de remédio de uso continuado nos postos de saúde e nos PAs 24 horas, agora tambem os Joinvilenses que sofrem de câncer continuam sendo tratados com uma tecnologia antiquada e mais traumática, como a bomba de cobalto, construída na gestão Freitag, na primeira, se não me falha a memória. E uma nova casamata não foi construída, por descaso e sem-vergonhice, porque não se me ocorrem outras palavras para descrever a criminosa omissão, que condena aos pacientes, que dependem da saúde publica a recorrer a alternativas piores e menos eficazes que as disponiveis.
Não tem faltado recursos para a Arena, nem para o Bulevar, nem para a reforma das praças, todas feitas com recursos próprios do município, fora outras despesas e obras de duvidosa importância e necessidade. Como não tem faltado recursos para carros, celulares e assessores parlamentares na Câmara de Vereadores.
Porque só agora a imprensa noticia fatos que não são novos? Que mudou? Será que esta instaurada uma campanha de denuncismo? Com certeza que não pode ser acusado de denuncista quem mostra a verdade que estava oculta, que ficou mascarada por uma imprensa que parece ter estado comprometida com o poder, seja ele qual for. Quem informa tem a obrigação de fazê-lo com isenção, por dura que seja a verdade. Joinville tem o direito de saber e a imprensa, inclusive este jornal tem a obrigação com os seus leitores de informar, sem ocultar nada por grave que seja.
A imagem deste post esta disponível no site do jornal A Noticia
Publicado no Jornal A Noticia
Carta publicada no Jornal A noticia no dia 20 de Fevereiro
A outra Joinville
Quero parabenizar Jordi Castan pelo artigo “A outra Joinville” (17/2, página 10). Ele conseguiu repassar o sentimento de moradores dos diversos municípios de Santa Catarina onde houve mudança no poder.
Minha opinião é de que, na transição, contrate-se uma auditoria externa, para o fechamento das contas, sem ficar esse empurra-empurra de querer descobrir quem fala a verdade, se a atual administração ou a anterior. Outro fato é a preocupação se conta com a maioria ou não na Câmara de Vereadores.
Ora, vereador está lá para legislar e aprovar projetos que sejam bons para o município. Se cumprissem o papel para o qual foram eleitos, não precisava prefeito nenhum ficar preocupado se tem minoria ou maioria.
Claudio S. Sousa
São Francisco do Sul
4 de setembro de 2008
Saude e campanha eleitoral

Se a saúde esta tão bem, como os candidatos alinhados com a continuidade querem mostrar, porque são necessários tantos novos investimentos, se fala em 400 novos leitos, tantas melhorias e contratações?
Se estivesse bem, com certeza que não seria preciso martelar tanto na campanha, alias pode se entender no caso dos candidatos de oposição, mas o candidato da situação, deveria se mostrar satisfeito com o quadro atual, que alguns dentro da prefeitura consideram de bom a excelente. Eu que devo estar confundido. Tem tanta promessa na campanha que é fácil ficar confundido, já estou misturando o real com o imaginário, como alguns candidatos, que acreditam no que falam e ainda querem nos convencer.
9 de julho de 2008
A Saúde em boas mãos

Todos devem olhar com bons olhos a decisão do prefeito Marco Tebaldi de chamar para sim a gestão da secretaria da saúde, o seu perfil como administrador publica, pode ajudar a que a Saúde deixe de ser a maior preocupação dos joinvilenses.
Desejamos todos, que do mesmo modo, que a sua passagem pelo JEC deixou marcas, também ao assumir a secretaria de Saúde, deixe marcas indeléveis.
Quem sabe não precisaremos ter mais uma reinauguração do Complexo Ulysses Guimarães. A casamata que permitira a retomada do tratamento radiológico adequado será construída. No Hospital São José, em poucos dias. O Hospital Infantil passara a ser ocupado e utilizado na sua total capacidade. Aparecerão, como por arte de mágica os médicos especialistas de que a população tanto carece.
Tenho a firme convicção que só a presença do prefeito municipal, criara de uma hora para outra a mudança de atitude que a saúde em Joinville tanto esta precisando.
Estes pouco mais de 5 meses, que faltam para concluir o seu mandato, tem se convertido num momento de euforia, de gloria, da realização de tudo o que não foi conseguido, nos outros mais de 5 anos do seu governo. O prefeito esta empenhado em deixar nos joinvilenses uma boa lembrança da sua passagem pela administração da maior cidade do estado.
Se o prefeito dedica o mesmo esforço e a mesma fúria que tem dedicado nos últimos dias a resolver o problema do transito, tentando fazer em 15 dias, o que não fez em mais de 2000 dias que já transcorreram do seu mandato. Podemos ter a segurança que a Saúde em Joinville vai mudar.
Só o prefeito Tebaldi, com o seu conhecimento do setor, tem condições, como Hércules fez com os estábulos de Augias, de resolver num átimo, todos os problemas que a saúde de Joinville tem enfrentado e mostrar que ele é a pessoa certa para enfrentar o desafio
18 de junho de 2008
A saude....numero um em preocupação do Joinvilense
6 de janeiro de 2008
A desambição e o desenvolvimento

O desenvolvimento de Joinville foi impulsionado, desde as suas origens, pela ambição dos seus líderes. A criação das suas empresas, os esforços feitos ao longo de décadas para dotar a cidade de uma rede de ruas, estradas, de abastecimento de água, de energia, ou inclusive quando foram instalados os primeiros telefones, foram construídos olhando não só a pacata Joinville daqueles dias, foram planejados e construídos antevendo o futuro de Joinville. Ambicionado uma cidade melhor, mais próspera e preparada para crescer.
Poucos exemplos são tão representativos daquela Joinville ambiciosa e altiva como a construção, há mais de um século, da Rua das Palmeiras e da atual sede do Museu Nacional de Imigração e Colonização, impensáveis hoje a luz do atual padrão das nossas obras públicas. Belo conjunto arquitetônico, que reúne num único ambiente o melhor e mais representativo de uma cidade que fitava o futuro.
Quando uma cidade cresce 1200 carros novos ao mês, e a medida que se toma é a implantação de mais binários, estamos vivendo uma fase de profunda desambição.
Não que os binários não sejam soluções adequadas a uma cidade como Joinville, que faz anos que deixou de ambicionar um futuro melhor para se conformar com um futuro possível.
A desambição não se limita ao trânsito, permeia também a nossa forma de tratar a saúde, onde o máximo que aspiramos é reduzir as filas, nem nos propomos a acabar com elas. Nem sonhamos em melhorar a nossa infra-estrutura urbana, só um remedinho aqui e outro lá.
A sensação é a de estarmos desistindo de sonhar e de querer uma cidade melhor. A sensação é a de que o que temos já está bom demais, que devemos nos satisfazer, que não temos o direito de querer uma cidade melhor, que pense e planeje um futuro melhor para os nossos filhos e netos.
Devemos recuperar a nossa capacidade de desejar veementemente, de querer com toda a força e dedicar a nossa capacidade a construir uma Joinville melhor. Afastando a mediocridade dos que querem nos convencer que já temos mais do que merecemos e que não devemos esperar mais. Que esta é a única Joinville possível.
Publicado no AN Cidade



