A caótica situação que vive a saúde em Joinville, ganha mais um degrau na sua crise particular.Depois da noticia da falta de medicamentos de uso continuado nos PAs 24 horas. O que deixa a população que precisa de tratamento contra doenças como hipertensão, diabetes e outras completamente desassistida.
A pertinente falta de médicos, nem só de especialistas e sim de médicos em geral, é tão corriqueira que já deixou de ser noticia.
Veio a informação que o Hospital São José tinha perdido o alvará sanitário e que além de não poder receber recursos do SUS, não poderia realizar determinados procedimentos médicos e cirúrgicos.
A perda do alvará sanitário é muito grave, porque se acontecesse num consultório medico, seria imediatamente fechado, no caso das escolas municipais e estaduais a sua falta tem levado a interdição de varias delas. A situação do hospital São José não é mais precária, porque parece que as autoridades sanitárias, para evitar o caos total, insistem em fechar um olho, ante tantas e tão graves irregularidades. O que alias não ajuda a população que deixa de ser atendida pelos padrões médicos necessários de sanidade, higiene, limpeza e segurança.
Estoura agora e chega finalmente a população a informação, que já vinha se arrastando desde faz ANOS, não meses, ANOS, que Joinville, não instalará no prazo previsto, o novo acelerador linear, que foi comprado pelo estado de Santa Catarina faz mais de um ano, porque não construiu a imprescindível casamata de concreto, que deve servir para evitar a radiação. O mais grave é que de acordo com os dados divulgados a parcela da contrapartida do governo municipal seria de reles R$ 80.000.
Faltou dinheiro? Parece que não. o Estado de Santa Catarina já conta com 7 aceleradores lineares. Joinville que tanto se orgulha do pomposo título da maior cidade do estado, pena pela incompetência que não conseguiu em mais de um ano viabilizar a necessária casamata. Tal vez a maior prova que os problemas da saúde, não sejam só de recursos e sim também de capacidade. Neste caso são sempre mais difíceis de resolver.