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20 de maio de 2012

A cor do gato


A cor do gato



Os comentários a favor e contra a exuberante instalação de postes na Avenida Beira-rio, no Centro de Joinville, me alcançaram antes mesmo de chegar ao Brasil (estava em viagem de trabalho). verdade é que já tinha visto na internet algumas imagens, que nem de longe refletiam a realidade. Não vou aqui questionar se o vermelho PT, o verde PV ou o amarelo tucano são as cores que devem prevalecer no cenário urbano local. Como Deng Xiaoping já disse: “Não importa a cor da luminária desde que ilumine bem”. Na verdade ele fez referência a cor do gato que caçava ratos.

Falta luz e principalmente claridade neste tema das luminárias de Joinville. Nem faz tanto tempo, neste mesmo espaço o tema era a iluminação da Rua Visconde de Taunay, depois de anos a fio concluiu a obra de enterrar os cabos e colocar novas luminárias, a impressão na época era que o nível de claridade e a quantidade de luminárias estavam abaixo do desejável e que inclusive havia e continua havendo alguns pontos escuros. Os técnicos de sempre informaram que a iluminação estava “muito melhor” Passamos agora ao outro extremo, a quantidade de postes sendo instalados na Avenida Beria rio, nos projetam um futuro “iluminado” há quem ache que os técnicos de sempre, devem definir de vez qual é o padrão adequado. Se a lúgubre iluminação da Rua Visconde, ou a feérica da Beira rio? Os mais ponderados, que os há, acham que um termo médio seria mais adequado, menos dispendioso e igualmente seguro. Nem tanta luminária nem tão pouca. Por outro lado há que se reconhecer que agora Joinville ficou melhor, mais colorida, mais diversa, as ruas parecem estar constantemente engalanadas para uma festa, seja o carnaval ou o Natal dos sonhos.

A impressão é que estamos num bloco alegórico gigantesco. A quantidade de modelos, tipos e cores de luminárias, converteu a cidade num mostruário de luminárias dos mais variados. O resultado é uma cidade mais alegre e festiva. Fico a imaginar o tamanho do estoque que a Prefeitura deverá manter seja de lâmpadas, postes, luminárias e outros apetrechos luminosos, para atender a mais simples e prosaica manutenção e reposição das lâmpadas queimadas. Tem gente inclusive que insiste numa tal de padronização alegando que seria mais econômico e prático. São estultos que nada entendem de administração pública em ano eleitoral. Sempre haverá gente que critique as iniciativas do poder públicos e que vejam dissipação dos recursos públicos aonde não há mais que vontade de alegrar a vida, minimizar o cinza urbano e deixar a cidade mais corada.

Bom, ao contrário da iluminação diferente a cada rua, paga por nós contribuintes, ironizar não custa nada.


Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC

3 de março de 2011

Joinville verde


Joinville verde


Contrariamente as criticas pertinazes que insinuam que Joinville é uma cidade cada vez mais cinzenta, a verdade é que a imagem mostra a Avenida beira rio cada vez mais verde. A imagem bucólica, lembra o verde vicejante da nossa zona rural.


O mato tomando conta, e a natureza recuperando o espaço que lhe foi arrebatado. O que falta por esclarecer é sim a volta do verde é resultado de um novo projeto de requalificação do espaço central da cidade ou se é como as más línguas informam o verde é resultado do abandono e da desídia.


A você de decidir.

7 de novembro de 2010

As Facínoras da Beira rio


A imagem enviada por Juliano Carvalho Bueno, mostra as mesmas figueiras da rua Hermann August Lepper, numa calçada em Buenos Aires.

Pela imagem é possível ver o efeito destruidor das arvores, como as raízes destroem a calçada e a floreira. Ou será que a calçada esta intacta? Se as arvores são as mesmas e o meio fio e a calçada não forma estragados pelas raízes, não será que o problema não são as arvores?

Então o que você acha o problema são as arvores ou a falta de manutenção? Será que o meio fio da beira rio esta bem feito? ou fico solto e não tem a qualidade que deveria ter? E as bocas de lobo da beira rio, aonde foram parar? Porque cairam dentro do rio Cachoeira? o que as Figueiras tem a ver com isto? E porque não arrumaram ainda a rua? A prefeitura esta esperando o que? que caia um carro no rio?

12 de dezembro de 2009

Ainda sobre as figueiras de Beira rio

O jornal A noticia publico a carta de um leitor que reproduzimos (em azul ) e comentamos (em vermelho)

  • As figueiras de Joinville

    Acompanho a polêmica sobre as figueiras da Beira-rio, muitos a favor de sua manutenção, poucos contra. Destes, a maioria políticos. Sempre me espantou a falta de visão destes últimos, normalmente sempre preocupados apenas em angariar votos para as próximas eleições.

    Enquanto nos países desenvolvidos procura-se preservar a natureza, pela beleza e pela qualidade de vida, aqui os administradores da cidade pensam no mais fácil, no que dá me
    nos trabalho e manutenção. E dá-lhe cortar as árvores.

    No caso das figueiras, existem duas alternativas: ou o prefeito fica conhecido por gerações como o prefeito que cortou as figueiras da Hermann Lepper ou pode transformá-las num dos mais belos pontos turísticos de Joinville. Basta boa vontade, porque ideias é que não faltariam.

    Por que não convocar os arquitetos e paisagistas para desenvolverem ideias e projetos? Tenho certeza de que sairiam soluções maravilhosas, que transformariam esse espaço em
    algo fantástico. E no Centro! Não posso aceitar esse papo de que as árvores estão prejudicando o asfalto etc. Nada do que foi apresentado como prova para que devam ser cortadas convenceu. Um pouco de visão e sensibilidade iria bem. E todos agradeceriam.

    Vilson Noernberg
    Joinville

  • Na verdade o leitor tocou com a sua correspondencia um ponto interessante. Os únicos projetos e alternativas possíveis são os que se originam no IPPUJ, o que sem duvida limita muito a possibilidade de que surjam propostas inteligentes, criativas e alternativas.

    O IPPUJ tem estado tão atarefado organizando as conferencias da Cidade, acompanhando os projetos de lei que a Câmara de vereadores apresenta com regularidade quase semanal e destinado tanto tempo e esforço a erradicar os pedestres das ruas, que dificilmente teria tempo para apresentar alternativas para a Beira rio que contemplem a preservação das figueiras. A proposta de passar a moto serra é mais simples, exige um menor esforço mental e parece mais adequada para o nível dos projetos apresentados pelo instituto.

    9 de novembro de 2009

    Ironia

    No mesmo dia que se autoriza o corte das figueiras da Beira rio, se anuncia a abertura da rua aos domingos para os pedestres.

    Os pedestres e esportistas poderão curtir o sol esturricante do verão, caso a prefeitura leve adiante o seu projeto amalucado de cortar as arvores.

    7 de novembro de 2009

    Genios anonimos


    O jornal A Noticia na sua versão digital, divulgou a frase:

    O sonho, no futuro, é transformar a beira-rio numa espécie de Times Square — a rua mais famosa de Nova York — joinvilense.

    Porem não deu o credito ao autor da frase genial, no que o jornal comete um desserviço aos seus leitores.

    Não parece justo que possa permanecer no anonimato o autor de uma frase deste quilate e brilhantismo. O seu nome deveria ser divulgado em escolas e uma placa com a frase em letras douradas deveria ser imediatamente colocada na beira rio.

    A Beira rio deve transformar se numa Beira rio, uma rua decente, arborizada, com calçadas, ciclovias e espaço para pedestres. Só isto parece que já é muito. Só isto já seria um sonho.

    A imagem da Times Square original permite antecipar os sonhos que transitam pela cabeça do anónimo frasista tupiniquim.

    A imagem da Times Square original contrasta com a publicada no A Noticia e com o projeto que pretende converter a rua num espaço de lazer dominical. O contraste entre a frase e a realidade é chocante.

    6 de novembro de 2009

    Beira rio do Lazer


    Beira rio vai virar espaço de lazer e esporte no domingo

    Rua vai virar uma Times Square

    Como já tinha antecipado este blog, Joinville finalmente apoia uma iniciativa simples e económica para que os joinvilenses disponham de um espaço de lazer.

    A prova que quando se quer é possível fazer muito com pouco.

    Sem os recursos milionários do Fonplata e com atimos de bom senso e criatividade é possível oferecer aos joinvilenses um espaço de lazer, que mesmo sendo precário, pode ajudar a minimizar as carências históricas que a cidade tem.

    Não se vislumbram mudanças na capacidade que parece congenita de complicar as coisas simples, mobilizar, entre outros 70 funcionários na FELEJ, parece exagerado. O risco do êxito reside em complicar soluções que tem na sua simplicidade o seu sucesso. Já tem gente pedindo banheiros químicos, bancos, pipoqueiros, ambulantes e outros equipamentos urbanos para este espaço.

    Daqui a pouco criaremos novas vagas no serviço publico, para atender a demanda criada pela devolução da Beira rio aos pedestres algumas horas por semana.

    Agora convenhamos a ideia de converter a Beira rio numa Times Square, alem de estulta é de uma pequenez provinciana. A Beiro rio deve ser a Beiro rio. Uma rua decente, arborizada, com calçadas e ciclovias.

    28 de setembro de 2009

    Do blog Para viajar no Cosmos não faz Falta Gasolina

    Vale a pena dar uma olhada no post "Duvida"

    Uma duvida que merece ser respondida por cada um.

    Porque a Prefeitura insiste tanto nas figueiras da Beira rio?

    16 de agosto de 2009

    Arvores

    Aos que dizem que não enxergam nenhuma utilidade nas arvores da beira rio, que podem ser cortadas e replantadas outras no seu lugar. Nada melhor que uma imagem, de uma bela arvore, não servindo para nada.

    1 de agosto de 2009

    Audiencia Publica sobre as Figueiras

    Impressionou o baixo nível técnico dos pareceres apresentados pelos representantes do poder publico.
    Não só não foram técnicos, tampouco foram imparciais.
    Os pareceres foram tendenciosos e com o unico objetivo de justificar o corte das figueiras.
    Um dos representantes da Fundema, quando questionado, insistiu em afirmar que as Figueiras não representam nada de bom.

    Para ajudar a lembrar, todas as arvores, inclusive as figueiras:

    1.- Fixam CO2.
    2.- Produzem sombra.
    3.- Amenizam o excesso de calor no verão.
    4.- Reduzem o barulho da cidade.
    5.- Melhoram o micro clima das cidades e dos espaços urbanos.
    6.- Embelezam os espaços públicos.
    7.- Proporcionam privacidade ao criar barreiras visuais para esconder elementos pouco atrativos das cidades, o que alias aqui em Joinville não tem faltado.
    8.- Produzem O2 e melhoram a qualidade do ar.
    9.- Criam um micro clima melhor nas areas arborizadas.
    10.- Protegem do sol escaldante.
    11.- E finalmente e não menos importante servem para mobilizar os joinvilenses.

    Que é mais do que muitos dos técnicos do serviço publico produzem.

    Parabens ao publico presente que não se deixou enganar pelas apresentações pirotécnicas.

    7 de julho de 2009

    As Figueiras da Beira Rio


    O blog do Saavedra, jornalista do jornal A Noticia, publica esta carta que reproduzimos:

    Em texto enviado à coluna AN.Portal, o leitor Mário Jair Brandt se manifesta sobre as figueiras da rua Hermann August Lepper. Brandt faz as colocações depois de o presidente da SC Gás, Ivan Ranzolin, se dizer favorável à derrubada das árvores devido ao perigo à tubulação de gás.

    "Em relação ao artigo, NOVAMENTE, parece que tanto o governo Carlito quanto o governo Tebaldi bem como agora o presidente da SC Gás - Ivan Ranzolin sofrem do mesmo mal. Vista curta. É de impressionar que as pessoas envolvidas neste episodio não achem outra solução que não seja a derrubada das figueiras. Deveriam na verdade analisar:

    Que com o transito que existe agora no local, se a rua Hermann August Lepper já não estaria toda dentro do rio Cachoeira se não fossem as raízes da figueiras para conter o barranco;

    Quanto a alegação de estragar o asfalto, o que custa a colocação de uma nova camada sobre a antiga e assim preservarmos a natureza. Este procedimento é rotineiro nas administrações municipais;

    Porque não é feito na região,a exemplo da outra margem do rio Cachoeira, um muro de arrimo para conter o barranco e/ou uma calçada elevada sobre vigas de concreto entre o rio e as figueiras como forma de humanizar a área?

    Finalmente, em relação a afirmação do presidente da SC Gás, Sr. Ivan Ranzolin, é de espantar que não tenha pensado em transferir a tubulação de gás para a outra margem da rua, pois quando foi implantada a rede de gás na rua as figueira já estavam lá. Assim, se há perigo atualmente, quem tem que sair é a rede de gás.

    Mário Jair Brandt"

    O fato que todos os esforços, laudos e analises sejam direcionados a justificar o corte e não no sentido de preservar, mostra o quanto falta ainda desenvolver a consciencia pelo verde, pela qualidade de vida. O quanto estamos longe de uma cidade ecologicamente correta, moderna e voltada para as pessoas.

    27 de junho de 2009

    Memoria



    Quando a SC Gás instalou a tubulação de gás na rua Hermann August Lepper, o projeto original previa que fosse colocada fora da rua, na margem do rio Cachoeira, exatamente no talude que ameaça desbarrancar.

    E as figueiras que já existiam na beira rio, seriam replantadas sobre a tubulação de gás. De acordo com a informação da SC Gás, as raízes não apresentariam nenhum risco, para a tubulação de aço.

    O responsável da empresa na época da obra deve lembrar, porque eu, que na época era presidente da Conurb, lembro bem.

    O motivo da proposta apresentada pela SC Gás, era que esta alternativa seria mais económica e menos trabalhosa, que ter que cortar o asfalto.

    Como as pessoas são desmemoriadas!

    Agora o risco de explosão da tubulação de gás, deverá ser utilizado como uma nova justificativa para tentar derrubar as figueiras.

    Publicado no Jornal A Noticia

    6 de janeiro de 2009

    Novo projeto de Ciclovia na Beira rio


    Em primeira mão este blog apresenta as imagens do novo projeto de ciclofaixa, que esta sendo desenvolvido pela equipe técnica do IPPUJ,o projeto mantém a mesma qualidade e especificações técnicas que são caracterisiticas dos nossos profissionais.
    A segurança esta mantida e não tem risco que os onibus ocupem a ciclofaixa, como acontece regularmente na rua Otto Bohem.

    18 de dezembro de 2008

    Finalmente, uma nova investida de bom senso


    O Jornal A Noticia informa na sua edição de hoje dia 18 de Dezembro, que:

    "O juiz Carlos Adilson Silva intimou na segunda-feira a Prefeitura de Joinville para podar as figueiras às margens do rio Cachoeira, no Centro da cidade, num prazo de 48 horas. O objetivo, segundo o juiz, é “diminuir o peso das folhas e galhadas que sobrecarregam e fazem pressão junto ao solo que se encontra fragilizado pelo acúmulo de água”.

    O texto na integra se encontra em A Noticia

    Mesmo que com certo atraso, finalmente a justiça tomou a decisão de obrigar a prefeitura a agir. A prefeitura, mais por birra que por outro motivo, apostou neste tempo tudo no quanto pior, melhor, torcendo para que as figueiras sofressem o impacto da falta de manutenção.
    Afortunadamente a decisão do juiz Carlos Adilson Silva, põe um fim, nesta omissão e descaso que tem caracterizado esta administração que agora finda.
    Seria ainda importante que foram cobradas responsabilidades, pela queda das árvores ( Tipuanas) da praça Nereu Ramos, árvores tombadas pelo decreto municipal 12.388 de 02 de maio de 2005, assinado pelo próprio prefeito Marco Tebaldi e que também por falta de manutenção acabaram caindo durante a forte chuva do dia 14 de Novembro.
    Este blog já tinha se posicionado claramente sobre o tema, tanto das Figueiras, como das Tipuanas nos links: Laudo das Figueiras,
    Árvores da Praça Nereu Ramos


    12 de agosto de 2008

    É o laudo das figueiras?

    será que ainda vai demorar? Para que tanto misterio?
    O que a prefeitura não quer mostrar? Porque não divulgar imediatamente?
    Porque o Minisiterio Publico não exige a divulgação?

    24 de julho de 2008

    Para que tanto misterio?

    O Jornal A Noticia do dia 23 de Julho publicou a informação anexada neste texto, que levanta mais duvidas, que apresenta respostas. Preocupa uma vez mais a forma pouco transparente como esta administração trata temas de interese da população.
    Porque tanto sigilo?????
    Os laudos e documentos custeados com recursos públicos, podem e devem ser considerados documentos públicos. Que a Prefeitura Municipal de Joinville, não tenha dado ampla divulgação de um tema que a todos interessa e que ainda tenha submetido um laudo técnico a sua procuradoria jurídica. Só serve para colocar na sombra o que deveria estar na luz.
    quem nada deve, nada tem a temer.
    Seria importante que a versão original do laudo técnico fosse divulgada na integra, assim como a versão que possa surgir da procuradoria, para que seja possível rastrear as mudanças, se as houver.
    Tanto mistério, estimula cada vez mais as duvidas, a preocupação e o alerta da sociedade.
    Não só sobre as próprias Figueiras, mas também e muito especialmente sobre o próprio estado da rua, da pavimentação e das responsabilidades que possam caber aos responsáveis pela execução.
    Esta certo o Eng Edgar Odebrecht, ao afirmar que é a prefeitura é quem deve se manifestar, o erro é imaginar que a prefeitura possa ser alguém distinto de você ou de mim, porque o laudo foi pago, com recursos públicos, os seus e os meus, e a transparência deve ser total e obrigatória.
    O laudo técnico deve ser divulgado imediatamente

    Meio Ambiente

    Sigilo no laudo das figueiras

    Prefeitura não abre conteúdo de estudo que pode ajudar a definir destino de árvores

    O estudo técnico que deve ajudar a decidir o destino das figueiras às margens do rio Cachoeira está pronto. A Geoforma, empresa contratada pela Prefeitura de Joinville, entregou o laudo no começo do mês. Mas até agora o assunto é tratado em sigilo na Secretaria Municipal de Infra-estrutura (Seinfra). Ninguém revela as conclusões do laudo que pode reacender a polêmica aberta em janeiro com a decisão do prefeito Marco Tebaldi de cortar 46 árvores porque estariam estragando o asfalto na avenida Hermann August Lepper e oferecendo riscos ao trânsito.

    O secretário de Infra-estrutura, Roberto Winter, avisa que o estudo não será divulgado antes de ser repassado ao setor jurídico da Prefeitura. De acordo com o engenheiro da divisão de obras da Seinfra, Fabiano Lopes, o material não foi discutido por todos os técnicos. Segundo ele, a situação das figueiras é apenas um dos tópicos da avaliação, que tem como principal preocupação oferecer um panorama sobre as condições do talude (plano inclinado de terra) às margens do rio Cachoeira.

    "As figueiras são apenas um dos itens de avaliação. O estudo engloba situações maiores e avalia os problemas da pavimentação", garante. Lopes adianta que fez uma leitura preliminar do relatório, mas que ainda não emite conclusões a respeito do documento. Segundo ele, uma equipe da Seinfra deverá fazê-lo conjuntamente, sem prazo definido. Até lá, explica, nada será feito com as árvores. "Vão continuar como estão até que se discuta o que fazer."

    O engenheiro Edgar Odebrecht, um dos donos da Geoforma, também evita adiantar informações. "O estudo pertence à Prefeitura e só ela pode falar a respeito." A Seinfra anunciou, em março, a contratação de um laudo técnico para a Geoforma para definir o que seria feito com as árvores. Na época, uma das figueiras deslizou devido as chuvas, deixando meia-pista da avenida interditada. Cenário que permanece até hoje.

    Moradores e especialistas divergiram quanto ao que poderia ser feito para aumentar a segurança no local. O corte e a poda foram soluções propostas, mas a Prefeitura não fez nada até agora.

    21 de março de 2008

    Só a nossa ignorancia...

    Não nos permitira ter uma paisagem como esta da Via da Saudade em Rio Claro SP, as arvores são as mesmas da rua Hermann Lepper.
    E o asfalto não esta quebrado, curioso, muito curioso, que as raizes possam estar ao lado da rua sem destrui-la.

    19 de fevereiro de 2008

    De volta ao blog

    Depois de uns bons dias fora, volto com a grata surpresa de saber que o nosso caro alcaide, decidiu reconsiderar o corte das figueiras da Beira rio....
    Que bom!!!!

    29 de janeiro de 2008

    Tem aqueles que chamam os outros de leigos


    Querendo, com isto, desacreditar aos que deles discordam. Sendo que querem se referir aos que são estranhos ou alheios a um assunto; desconhecedores. O fazem com uma ponta de superioridade, quase de prepotência. Que falta de humildade.
    Para eles....não para os leigos e sim, para os que do alto do seu conhecimento e sabedoria, se insuflam de sapiência....e como uma imagem vale mil palavras.
    Olha aqui, uma figueira linda, das mesmas da beira rio, porem mantida por uma prefeitura responsável e ciosa da sua cidade, das suas arvores e respeitosa com os seus cidadãos.
    Aonde? em Santa Monica, na Califórnia.
    Querendo nós podemos fazer melhor.
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