13 de maio de 2013
10 de janeiro de 2013
No A Noticia de hoje
Arroz
Jordi Castan, presidente do Sindicato Rural de Joinville Joinville
2 de fevereiro de 2011
Afirmações vazias

"O macrozoneamento, aprovado em 2010, dá apenas a vocação das diversas áreas. Não quer dizer que as ARTs vão virar bairros cheios de casa e asfalto para todo lado, como os críticos têm entendido. As áreas de preservação têm de ser respeitadas, urbanas ou rurais." Luiz Alberto Souza - Presidente do IPPUJ e do Conselho da Cidade
Uma imagem vale por mil palavras. Na mesma area outros projetos habitacionais estão autorizados. A destruição das areas de cultivo é um prejuízo irreversivel. A perda do cinturão verde de Joinville e de areas alagáveis que servem como reservatorios temporarios em caso de fortes chuvas e trovoadas.
Outras perguntas, a agua que antes ocupava este espaço agora ocupará qual? aumentará o nível dos imóveis vizinhos? teremos por tanto mais alagamentos nas areas em volta?
23 de janeiro de 2011
Aonde tem alagado mais?
O técnicos do IPPUJ tem, também neste caso, uma visão diferente do bom senso e propõem e apóiam a ocupação da área, aumentando o numero de moradores e garantindo mais trabalho para a Defesa Civil e os bombeiros a cada nova chuva.
A primeira imagem (em verde) mostra a planta que foi aprovada na Consolidação das leis de urbanismo.
A segunda imagem mostra o quanto já foi aumentado o perímetro urbano aproveitando o Macro-zoneamento. O avanço da cidade sobre áreas alagáveis, morros e espaços rurais tem sido constantemente proposto pelos técnico do IPPUJ que tem ignorado os alertas da sociedade e dos próprios órgãos ambientais. O resultado é a destruição de áreas de cultivo, maiores prejuízos para a cidade a cada chuva e maiores custos de recuperação de áreas que não deveriam ter sido ocupadas.
Até agora não tem faltado aviso. O que tem sobrado é cego e surdo.

