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9 de outubro de 2012

Desabafo de um candidato a vereador (real)


Prezados amigos, bom dia!
 
De uma votação estimada entre 3.500 e 4.000 votos, recebemos apenas 595. Em 1996, única vez que concorri, recebi 875, quando era um ilustre desconhecido. Depois de 10 anos da TV divulgando o esporte motor, contando com apoio de vários clubes (jipeiros, trilheiros, motociclistas e carros antigos), além dos vários amigos que voluntariamente pediram o voto para mim e dos clubes sociais que participo, contava com resultado expressivamente melhor. Havia ainda meu posicionamento nos jornais da cidade, por mais de 10 anos, com pensamento sempre crítico e ético, que atingem quinzenalmente 20 mil famílias.
 
Fizemos uma campanha séria e honesta, divulgando por onde passamos a verdadeira função do vereador, sem promessas vãs e desonestas. Encontramos eleitores que tiraram nossa placa em troca de gasolina, brita e barro, sem contar com as várias destruídas sabe-se lá por quem e qual motivo. Infelizmente, em campanha eleitoral, a força do dinheiro é ainda muito forte. Basta ver os eleitos. Há notícia de um eleito que teria recebido apenas de uma empresa a quantia de R$ 400 mil, por seu "relacionamento amistoso" enquanto comandava uma Reginal da Prefeitura. Lamentável.
 
Resta agradecer aos 594 (1 é meu, rsrsrsrs) amigos que depositaram seu voto de confiança em mim, na esperança de uma legislatura pautada pela ética e em prol do esporte. Vamos reunir o grupo de apoio e decidir nosso futuro político. Num primeiro momento, a decepção é enorme. Ainda não entendi o que aconteceu. Nem sei se vale a pena a reflexão e se tornarei a pensar em política.
 
Abraço a todos!
 
Renni A. Schoenberger

3 de agosto de 2011

Para pensar acordado

Da seção de cartas do jornal A Noticia

3 de agosto de 2011. | N° 1208 CARTAS
Coluna polivalente

Para mim leitura diária obrigatória, a coluna “AN Portal”, de Jefferson Saavedra, ao mesmo tempo em que é esclarecedora, remete à reflexão e por vezes nos cobra assuntos importantes esquecidos. Exemplo dessa contextualização está na edição de 2 de agosto: “A partir do dia 10, o andar térreo da rodoviária de Joinville só poderá ser usado para quem for viajar”. Fui pego de surpresa. Quer dizer que não posso mais me despedir de um filho antes do embarque? E minha liberdade de ir e vir num espaço público? Serei forçado a dar um “tchau” do primeiro andar. Que absurdo!


Com relação às mudanças no Centro de Joinville: “As sugestões da CDL não foram levadas em conta”. Seria porque o atual governo é contra burguês? Ou a atual equipe é tão competente que não necessita de opiniões? Coisas para reflexão.

“O Tribunal de Contas preferiu não responder à consulta da Câmara de Joinville sobre a legalidade de implantação de balcão da cidadania (prestação de serviços) na Câmara. Para o TCE, não é coisa para perguntar em consulta ao tribunal”. Havia esquecido que os vereadores de Joinville não sabem que estão aí para criar leis e fiscalizar o Executivo. Só falta distribuírem “santinhos” no balcão. Quem quiser ser executivo que peça uma vaga de secretário ao prefeito para ganhar triênio.

Renni A. Schoenberger
Joinville

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