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6 de novembro de 2012

Precisa sinaleiro?


Uma prova de como poderia ser o transito em Joinville sem semáforos. Alguém acredita que aqui funcionaria? Provavelmente não.

Um dos gargalos do transito são os cruzamentos entre ruas que tem grande volume de veículos  Um problema que tende a se agravar a cada dia.

1 de janeiro de 2011

Sinaleiros


Em quanto em Joinville os sinaleiros todavia estão na época da pedra lascada, utilizando lâmpadas incandescentes de alto consumo e baixa duração e na maioria dos casos com pouca ou nenhuma informação para motoristas e pedestres, existe vida inteligente la fora. Sinaleiros de LED com tecnologia

Outras alternativas estão disponíveis para mostrar que é possível melhorar muito a segurança e a informação para pedestres, ciclistas e motoristas.

23 de maio de 2010

Atravesar a rua é um desafio


O jornal A Noticia, tem divulgado os riscos que os pedestres de Joinville enfrentam para atravessar as ruas, em alguns cruzamentos os pedestres dispõem de escassos 9 segundos de tempo.

O jornal Folha de São Paulo, neste domingo, informa dos problemas que também os pedestres de São Paulo enfrentam, a Folha acrescenta algumas informações, que não tem estado disponíveis para os leitores do A Noticia.

Algumas informações úteis, que poderiam permitir ações concretas para aumentar a segurança dos pedestres. O tempo médio nos cruzamentos com sinaleiros é de 15 segundos, bem mais que os 9 segundos de alguns cruzamentos em Joinville. Curioso que o jornal FSP destaca que também em São Paulo tem cruzamentos com 9 segundos.

Os tempos calculados em estudos de tráfego mudam:

São Paulo - CET - 1,2 metros por segundo, como a velocidade do pedestre
Nova York - calcula de 1,29 a 1,37 m/s
Espanha - calcula de 1,3 a 1,5 m/s para pessoas com mais de 55 anos.

Na medida que os órgãos de transito municipais não parecem priorizar os pedestres e menos ainda os idosos, algum dos nossos vereadores poderia pospor um projeto de lei, que garantisse o tempo mínimo para aumentar a segurança dos pedestres nos cruzamentos da cidade.

13 de março de 2010

A Banalização do todo


A Banalização do todo


Começo a sentir pena do prefeito Carlito Merss, mesmo reconhecendo que sentir pena de alguém que participou de meia dúzia de eleições para chegar a ocupar o cargo que ocupa, é um sentimento meio ridículo, da minha parte. Ninguém o obrigou a estar hoje aonde esta. Tampouco existe uma missão divina a cumprir para salvar Joinville das desídias das administrações anteriores. Então aceitemos que esta no cargo porque quis e porque quis muito.


Administrar dezenas de reis de Taifas, não é uma empreitada fácil e o perfil conciliador do prefeito, não ajuda a por ordem neste bando de fagócitos gigantes com os que tenta administrar Joinville. O trabalho e o desafio que tem pela frente são hercúleos e inglórios.


O prefeito mostra vontade de acertar, de fazer mais e fazer melhor. Mas deve decidir se inaugurar sinaleiro e faixa de pedestres, deslocando uma parte do primeiro escalão para acompanhar tão importante gesta administrativa é a melhor opção. Ou se deve exigir que todos se esforcem ao máximo, nestas poucas horas diárias que dedicam a administração municipal.


Joinville merece uma gestão publica dedicada a cidade durante 24 horas por dia e durante 7 dias por semana, acabar com os pontos facultativos é um avanço, pequeno, mas significativo. Mas priorizar as ações de governo é tão ou mais importante. Inauguração com foguetório de lançamento de licitação, cocktail de abertura de envelope, celebração de assinatura de ordem de serviço, são desperdiço de um tempo que Joinville não tem.


15 de janeiro de 2010

A cidade inacessível

A cidade inacessível


Estamos construindo cidades cada dia mais inacessíveis, em que se deslocar de um lugar a outro se converte numa aventura. Convivemos, simultaneamente, com dois modelos de cidade que se superpõem, uma cidade com calçadas com piso podotactil, para deficientes visuais e outra com ruas sem calçadas, em que o mato e o lodo toma conta.


As calçadas com piso podotactil, podem até criar a idéia para quem olha a cidade superficialmente, que esta é uma cidade moderna, preocupada com a acessibilidade e com a mobilidade dos seus cidadãos. Nada mais longe da verdade. As calçadas são verdadeiras armadilhas para os pedestres, mesmo aqueles que não são portadores de nenhum tipo de necessidades especiais. Imaginar que um deficiente visual possa caminhar pelo centro de Joinville, sem bater num poste, lixeira ou quaisquer outro obstáculo colocado no meio da calçada é ilusão. As nossas calçadas estão cheias de restos de intervenções mal sucedidas, tocos, restos de postes de sinalização, parafusos enferrujados que sustentavam alguma placa a tempo retirada, buracos, tampas quebradas e dezenas de outros obstáculos, que convertem o caminhar pelo centro numa odisséia.


Uma cidade que exige aos cidadãos que instalem calçadas de primeiro mundo deveria dar o exemplo colocando sinaleiros adaptados para os mesmos deficientes que diz querer integrar e apoiar. Na verdade, nem temos sinaleiros para pedestres, na maioria dos cruzamentos na área central, nem rebaixos adequados para os cadeirantes ou para as pessoas de mais idade. Porem autorizamos o rebaixamento do meio fio para que os veículos ocupem as calçadas. Esta é uma sociedade de contrastes. Se construímos cidades hostis, teremos como resultado uma sociedade hostil.

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