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10 de novembro de 2012

Ciclistas


Este graffiti denuncia a omnipresença do carro. A prioridade absoluta que o automóvel recebe nas diretrizes do planejamento urbano.
Cidades feitas para carros, não são cidade planejadas para pedestres e ciclistas.
Fazemos opções e pagamos o preço das escolhas que fazemos.

No caso da mobilidade urbana em Joinville é bom lembrar que antes que melhore um pouco deverá piorar muito.

4 de julho de 2011

Preço da vida

No transito o maior numero de vitimas fatais são pedestres e ciclistas, depois motoqueiros.

Economizar em segurança aumenta o numero de acidentes com vitimas fatais e os custos em hospitalização, além de deixar graves seqüelas entre os feridos que sobrevivem.

A coluna Portal do jornalista Jefferson Saavedra ajuda a entender a macabra lógica da economia que rege aqui em Joinville

Pelas contas do Ippuj, um km de ciclofaixa custa R$ 35 mil em Joinville. Para um km de ciclovia, sobe para R$ 180 mil. O asfaltamento de um km (a conta não é do Ippuj) custa perto de R$ 1 milhão.

Agora é possível calcular o valor da vida de um ciclista, seguindo a tabela do IPPUJ, cada ciclista atropelado vale R$ 145 mil.

3 de julho de 2011

Ciclovias lá e aqui

Para os herois que teimam em andar de bicicleta em ciclofaixas que não estão feitas para os ciclistas, em ciclovias que não ligam nada a coisa nenhuma e que tampouco são respeitadas.



13 de julho de 2010

Ciclovias aumentam a segurança



Ciclovias mais seguras, reduzem os acidentes com ciclistas e estimulam o uso da bicicleta como alternativa de transporte. As ciclofaixas aumentam o risco de acidentes graves.

22 de junho de 2010

Ciclovia pra que?


Estão certas as nossas autoridades ao não priorizar a implantação de novas ciclovias e em insistir na implantação de ciclofaixas.

Pelos estudos em mãos do IPPUJ, os nossos ciclistas preferem utilizar a rua, desprezando a segurança da ciclovia.

19 de junho de 2010

Educação para o Transito


Numa cidade sem uma rede estruturada de ciclovias, os ciclistas são obrigados a correr riscos desnecessários. Se as ciclovias fossem priorizadas e o esforço das ações de governo fosse focado na educação para o transito e não na punição do transito a nossa cidade poderia ser diferente.

Em quanto continuemos punindo sem educar, continuaremos sendo uma sociedade ignara, governada pelos máximos expoentes desta ignorância

26 de janeiro de 2010

Ciclovias e Ciclistas (*)


Ciclovias

Joinville tem implantado nos últimos anos alguns kilometros de ciclovias e ciclo faixas, a maioria dos usuários fica na duvida entre elogiar e criticar e na verdade se por um lado devemos elogiar que a cidade invista em ciclovias, sempre fica a impressão que é pouco, que não estão nos lugares certos e que por não estar interligadas, não estimulam o uso da bicicleta como uma opção real de transporte.

Algumas das ciclo faixas foram implantadas em ruas que pela sua topografia, desestimulam o uso pelos ciclistas, ou por ser muito movimentadas. Na Europa é normal que para as bicicletas se criem roteiros alternativos, mais seguros, menos ingrimes e mais adequados ao perfil dos ciclistas. Porem ao vincular nos projetos de asfaltamento das ruas o financiamento publico a construção de ciclo faixas a idéia que é boa acaba criando mais confusão que soluções.

A revista Galileo traz informações interessantes sobre mobilidade urbana, principalmente sobre os ciclistas, as ciclo faixas e a situação atual no Brasil. Claro que nunca esta demais lembrar que nada melhor que as estatísticas, para poder deturpar as informações, como dizia Churchill, existem as mentiras e as estatísticas. Bom vamos la:

- São Paulo tem apenas 17,5 km de ciclovias em ruas e outros 19 km em parques.
- O Brasil tem em total 2,5 mil km de ciclovias construidos em 280 cidades. Em 2003 eram só 600 km.
- Bogotá possui cerca de 300 km
- Berlim 625 km
- Paris 379 km
- Amsterdã 400 km

Outras informações:
- 7,4 % dos deslocamentos diários – 15 milhões de viagens – são feitos em bicicleta no Brasil

9 de janeiro de 2010

Erramos

  • INTEGRAÇÃO NOS TERMINAIS
  • Em imagem enviada pelo Ippuj, o bicicletário no terminal do bairro Vila Nova, em Joinville. Todos os terminais de ônibus contam com espaço para integração do ônibus com as zicas. Os terminais, hoje com 109 vagas, passarão a ter mais de 300 vagas.segundo o instituto de planejamento de Joinville.


  • O texto e a imagem veiculados na coluna do jornalista Jefferson Saavedra, mostram que este blog errou ao informar que em Joinville não existiam este tipo de iniciativas, como a mostrada no post a "Integração Possivel"

    Na realidade não estamos falando das mesmas situações, uma mostrada pelo IPPUJ mostra um terminal de INTEGRAÇÃO, que tem por objetivo integrar, por tanto deve prever a integração com os outros meios de transporte. A outra mostrada é de um ponto de ónibus.

    É uma satisfação saber que os elefantes brancos construídos para servir de terminais de integração tem hoje 109 vagas para bicicletas, que poderiam chegar no futuro a 300. Mesmo sendo poucas, muito poucas e pouco ou mal divulgado o serviço é uma iniciativa destacável. Insuficiente para o volume de passageiros que o sistema transporta por dia em Joinville.

    3 de janeiro de 2010

    Os ciclistas


    Os ciclistas


    Os ciclistas irritam. São rebeldes que questionam o sistema, que não adotam a matriz energética petrolífera, não geram a sua cota diaria de poluição. Não precisam obter uma permissão, ou uma carteira de habilitação para percorrer as ruas da cidade, ofendem o bom senso. Ainda pior, eles representam um modelo, que não se encaixa na lógica da nossa sociedade. Não pagam IPVA, seguro obrigatório, licenciamento, pedagio, cartão Joinville, nem taxas ao Detran. Escapam de contribuir com o ICMS, a CIDE e as dezenas de taxas e impostos escondidos em cada litro de combustível. Não precisam fazer vistoria, nem freqüentar cartórios para reconhecer assinatura ao comprar o vender os seus veículos. Nem emplacamento é necessário. Definitivamente nossa sociedade não pode aceitar, facilmente este tipo de românticos, que atrapalham o transito dos verdadeiros donos da rua, os automóveis.


    São tão perigosos que defendem uma vida mais sadia, fazem exercício sem precisar freqüentar academias, tem poucos que sejam obesos e por se fosse pouco tem ainda a petulância de se agrupar em associações, clubes e formar movimentos, como o Pedala Joinville, para desta forma fazer proselitismo e tentar atrair novos adeptos, divulgando como uma religião, um modelo de transporte mais econômico, menos poluente e ainda mais sadio. É claro que este tipo de iniciativa deve ser erradicada da nossa cidade.


    Porem devemos agradecer e parabenizar as nossas autoridades que alertadas para a grave ameaça que os ciclistas representam, desenharam e já colocaram em marcha, um ambicioso projeto, para acabar completamente com ciclistas, e as suas horríveis bicicletas. Eliminando completamente das nossas ruas a estes inimigos do CO2. O objetivo é o de reduzir sua presença em Joinville ao único lugar a que deveria ficar restrita e da onde não deveria ter saído nunca, o Museu de Bicicleta.


    O projeto urdido e planejado sorrateiramente, pelos gabaritados expertos em mobilidade urbana, prevê extinguir as bicicletas e principalmente os ciclistas da cidade em menos de uma década. A construção de ciclovias que unem o nada a coisa nenhuma, condenando os reticentes a ir e voltar no mesmo pedaço de rua eternamente, como onças numa gaiola pequena demais, sem poder sair dela, até o seu esgotamento físico e mental. O projeto tambem preve a priorização absoluta dos veículos automotores em todas as ruas importantes e inclusive a permissão para que carros ocupem as calçadas, algo proibido para os ciclistas. Se isto não fosse suficiente, se estimulará com a falta de sinalização adequada o choque fortuito entre carros e ciclistas, com os resultados já de todos conhecidos, até levar a extinção aos ciclistas e livrar Joinville desta praga tão perigosa.


    Publicado no Jornal A Noticia

    19 de dezembro de 2009

    Do prefeito Carlito Merss

    Em entrevista ao jornal A Noticia o prefeito responde a questionamento de leitores sobre as ciclovias



    "Em todas as nossas obras de financiamento, já tem ciclovia, como a 15 de Outubro. A não ser ruazinhas. Se dependesse da minha vontade, mesmo as ruas do asfaltamento comunitário teriam, mas não tenho como obrigar. Mas de preferência uma ciclovia melhorzinha, né? Na rua Guanabara, em frente de onde moro, em agosto do ano passado, fizeram. Nem a pintura azul e branco tem mais. E tem que ter uma lógica. Muita ciclovia leva nada a lugar nenhum. Precisa de uma boa sinalização e segurança.

    Não parece preciso acrescentar nada mais. Este blog tem mantido uma luta constante para melhorar e aumentar as ciclovias em Joinville, agora falta esperar que a equipe da prefeitura responsável pelo trabalho leia o jornal e ponha mãos a obra.

    13 de dezembro de 2009

    A cidade que tem mais bicicletas que habitantes

    Copenhague tem mais bicicletas que habitantes, tem mais de 329 km de ciclovias. E a prioridade são os pedestres e estimular o uso das bicicletas. Mais de 50 % da população do centro da cidade vai ao trabalho, a escola ou as compras de bicicleta.

    O sucesso reside não só nos kilometros de ciclovia, também nos sinaleiros exclusivos para bicicletas, na segurança que a ciclovia proporciona, na simplicidade do uso da bicicleta, que permite utilizar bicicletas simples urbanas, com freio na roda da frente e sistema de freio pelo pedal para a roda traseira. Sem muitos capacetes, frescuras e complicações. Um sistema feito para ser utilizado. Democrático, seguro e económico.

    Uma cidade que é referencia em qualidade de vida. Em quanto Joinville vai no caminho de ter mais carros que habitantes, não contra mão do bom senso e de uma cidade sustentável e eficiente.

    quais são as experiências que poderíamos aproveitar?

    6 de novembro de 2009

    Beira rio do Lazer


    Beira rio vai virar espaço de lazer e esporte no domingo

    Rua vai virar uma Times Square

    Como já tinha antecipado este blog, Joinville finalmente apoia uma iniciativa simples e económica para que os joinvilenses disponham de um espaço de lazer.

    A prova que quando se quer é possível fazer muito com pouco.

    Sem os recursos milionários do Fonplata e com atimos de bom senso e criatividade é possível oferecer aos joinvilenses um espaço de lazer, que mesmo sendo precário, pode ajudar a minimizar as carências históricas que a cidade tem.

    Não se vislumbram mudanças na capacidade que parece congenita de complicar as coisas simples, mobilizar, entre outros 70 funcionários na FELEJ, parece exagerado. O risco do êxito reside em complicar soluções que tem na sua simplicidade o seu sucesso. Já tem gente pedindo banheiros químicos, bancos, pipoqueiros, ambulantes e outros equipamentos urbanos para este espaço.

    Daqui a pouco criaremos novas vagas no serviço publico, para atender a demanda criada pela devolução da Beira rio aos pedestres algumas horas por semana.

    Agora convenhamos a ideia de converter a Beira rio numa Times Square, alem de estulta é de uma pequenez provinciana. A Beiro rio deve ser a Beiro rio. Uma rua decente, arborizada, com calçadas e ciclovias.

    10 de janeiro de 2009

    Ciclofaixas de Joinville são referencia na Europa


    O modelo das Ciclofaixas de Joinville, começa a ser copiado em outras cidades e já é referencia na Europa.
    O novo modelo de ciclofaixas, que iniciam e finalizam em lugar nenhum. Que tem em Joinville o seu máximo expoente, também esta servindo como modelo. Joinville desta forma se iguala a outras cidades do mundo que tem o seu planejamento feito por equipes de profissionais competentes, porem que quando trabalham em grupo, são capazes de desenvolver as maiores bobagens e alcançar níveis de estupidez inimagináveis individualmente.
    As imagens deste post, servem como referencia e ainda devem servir de aviso, porque soluções muito piores estão a caminho.
    Por isto solicitamos aos leitores deste espaço, que estejam preparados. Nós ainda não vimos tudo.

    24 de junho de 2008

    Ciclovia, Ciclo faixa e Ciclo enganação.

    Joinville já foi a cidade das bicicletas, aos poucos temos conseguido acabar também com esta Joinville de outrora.

    Não sem esforço, aos poucos temos conseguido expulsar as bicicletas das nossas ruas e do nosso quotidiano. Primeiro pela priorização do carro e pelo domínio gradual de um modelo de transito mais violento, mais agressivo. Depois pela falta de investimentos que permitam ao ciclista circular com um mínimo de segurança, evitando que precisem disputar nas ruas o seu espaço com carros, motocicletas e inclusive com ônibus. A lei do mais forte vence.

    No passado Joinville contava com algumas ciclovias, pedaços esparsos de caminho que uniam porções do nada a partes de vazio. Trechos inconclusos de ciclovias que nunca foram concluídos e que não estavam integrados entre sim. Convertendo circular em bicicleta, cada vez mais, em um jogo arriscado, com final previsível.

    Que numa cidade plana como Joinville, não se priorize e se estimule o uso da bicicleta é um desatino, e deveremos pagar um preço alto no futuro, por tanta bobagem como estamos vendo e fazendo.

    A nova intervenção da prefeitura municipal, no que se deu o nome de ciclo faixa e que tem como único objetivo, puder apresentar na corrida eleitoral, que se aproxima, a informação errada e tendenciosa, que Joinville aumentou nesta gestão os quilômetros destinados aos ciclistas. Nada mais longe da verdade.

    As chamadas ciclo faixas não são mais que ciclo enganações, que em nada estimulam o uso da bicicleta, que não oferecem segurança ao ciclista e que continuam sem estar integradas a nada.

    Não cumprem a sua função e servem só para garantir para o discurso vazio e irresponsável. É perigoso acreditar que este tipo de intervenções terá outro resultado que não seja desestimular ainda mais o uso da bicicleta e aumentar o numero de acidentes de transito envolvendo ciclistas.

    Os responsáveis técnicos destes projetos, aqueles que os implantaram e as autoridades que autorizaram a sua construção devem ser responsabilizadas, não só pelo mal uso de recursos públicos, também e muito especialmente por colocar em risco a vida dos cidadãos.

    Temos bons exemplos de ciclovias em cidades próximas de nós como Blumenau e Balneário Camboriu, mas defendo o direito das nossas autoridades de cometer os seus próprios erros e a não querer aprender com os acertos dos outros, sempre que isto não envolva recursos públicos.

    22 de abril de 2008

    Projeto (fazendo) Arte na Rua



    A Prefeitura Municipal de Joinville, a traves da Secretaria de Infraestrutura e da Conurb, com a inestimavel colaboração da ekipeteknica do IPPUJ. Implantou um projeto de ciclofaixa que contribui a melhorar a segurança dos ciclistas. Ao impedir que os ciclistas usem a ciclofaixa, o risco de acidentes reduz em 95 %, porque os ciclistas ficam em casa, ou vão a pé.
    A ciclofaixa, que forma parte das ultimas intervenções feitas pela prefeitura, esta inserida no projeto "Unindo o Nada a Coisa Nenhuma" o projeto que iniciou com a ciclofaixa da rua Otto Bohem, tem continuidade agora na rua Dona Francisca. Uma serie de trechos desconexos de ciclofaixas, que começam no nada e se prolongam até o vazio mais profundo, tem caracterizado esta nova fase da intervençaõ urbana, da EkipeTknica.
    Com a proximidade do periodo eleitoral pipocam na cidade as obras eleitoreras, que como cogumelos aparecem depois das chuvas de outono, daqui a pouco teremos, estatisticamente falando, uma das maiores malhas de ciclovias e ciclofaixas do estado e quem sabe se não do mundo.
    O projeto parece mal planejado, implantado de uma forma atabalhoada e pior executado do que ja é habitual, impropio da capacidade tecnica que repousa, mal aproveitada, nos quadros do nosso executivo municipal.
    A implantação deste tipo de trabalhos, não é condicente, nem com o gabarito dos nossos profissionais, nem com as demandas e necessidades da cidade e menos ainda, com o valor dos impostos que como contribuintes pagamos. Transparece o elevado grau de improvisação e precariedade com que são tratados os joinvilenses.
    A falta de um projeto de mobilidade urbana adequado, faz que as ações fiquem descoordenadas, resultado muito mais de espasmos aleatorios, que de um planejamento urbano serio e abalizado. É claro que, aos poucos os ciclistas desistem de usar as suas bicicletas, temerosos que estão das suas vidas, ja não temos quase ciclistas, utilizando a ciclofaixa. Depois os entendidos dizem que não precisa ciclofaixa ou ciclovia porque não tem ciclistas.

    12 de janeiro de 2008

    em 7 de Julho de 2007...


    Para não esquecer esta é a perspectiva artistica que o IPPUJ apresentou a sociedade, aonde estão as arvores????

    O Jornal A Noticia publicava a seguinte noticia.

    Maquiagem para o Cachoeira

    Margem do rio, no centro de Joinville ganhará calçadão com jardins

    O rio Cachoeira, tal como a cidade vê hoje, deve começar a ser modificado a partir de quarta-feira. Amanhã à tarde, o prefeito Marco Tebaldi assinará a ordem de serviço para o início da primeira etapa das obras do Bulevar Cachoeira, um projeto para mudanças paisagísticas e viárias no trecho que vai da rua Padre Antonio Vieira, no bairro Saguaçu, até a rua Florianópolis, no bairro Guanabara.

    Obras
    Mudança na área próxima à Prefeitura deve começar na quarta-feira e ficar pronta em dois meses

    A primeira parte da obra prevê a implantação de um muro de contenção no trecho de 230 metros entre o monumento da Barca, em frente à Prefeitura, até a ponte azul, próximo ao camelódromo. Placas de concreto com quatro toneladas cada uma, em forma de “L”, serão utilizadas para fazer o muro e ampliar a calçada nas margens do rio (veja desenho). Esta parte da obra custará R$ 500 mil, será paga pela Prefeitura e deve ser concluída em dois meses.
    “Inicialmente vai ser um embelezamento das margens do Cachoeira. Vamos montar o calçadão com o objetivo de valorizar o eixo principal da Beira-rio”, diz o arquiteto do Instituto de Pesquisa e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável de Joinville (Ippuj), Vladimir Tavares Constante. Pedestres e ciclistas terão mais espaço para circular.
    As outras etapas do projeto não têm data para serem executadas. Estão previstas a construção de uma praça-ponte ligando o Centreventos Cau Hansen ao Fórum, arborização do espaço para caminhadas, ciclovias e a intervenção na via para veículos, com definição de pistas expressas e corredor exclusivo para ônibus. O custo da obra completa é estimado em R$ 20 milhões. O dinheiro virá do plano para infra-estrutura turística Prodetur Sul, e o projeto não inclui melhorias na qualidade da água do rio.
    Na área que vai da ponte da Prefeitura até a rua Florianópolis, o projeto sairá das margens do Cachoeira. O sistema viário seguirá pela rua Urussanga, que será transformada em canal para o trânsito do centro em direção ao bairro.
    O coordenador do Serviço de Manutenção de Obras de Arte, engenheiro Fabiano Lopes de Souza, alerta que a primeira parte do trabalho deve trazer complicações para o trânsito na área central nos próximos meses. “Teremos que fechar uma das pistas na frente da Prefeitura. Como as peças são grandes e pesadas, teremos que trabalhar em pequenos trechos”, explica. As mudanças serão sinalizadas pela Secretaria de Infra-estrutura.

    robson.bonin@an.com.br

    Acredito que não seja preciso fazer nenhum comentario adicional, só para refrescar a memoria

    • - A obra foi entregue a população sem estar concluída em dezembro, levando para ser executada mais do dobro do tempo previsto.
    • - Para os ciclistas nada foi previsto
    • - Sombra para compensar as arvores derrubadas, NADA
    • - Só uma coisa é verdade, foi uma maquiagem, uma obra cosmética, com custo de obra estrutural.
    • - é importante ficar alerta


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