Mostrando postagens com marcador Jefferson Saavedra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jefferson Saavedra. Mostrar todas as postagens

17 de abril de 2014

Quem defende o contribuinte?

O post publicado no blog Chuva Ácida com o titulo: "Se não é falta de dinheiro é falta de...." citou o tema da Cosip, hoje no AN o tema voltou da mão do jornalista Jefferson Saavedra


22 de junho de 2013

4,5,6 Milhões de habitantes em Joinville?

No A Notícia de hoje

AINDA HÁ MUITO ESPAÇO

A volta do debate sobre a Lei de Ordenamento Territorial (LOT) vai retomar a discussão sobre os limites de crescimento de Joinville. Espaço tem, desafio é ter infraestrutura para todos. Nos mapas e explicações sobre a LOT, disponíveis no site do Ippuj após decisão judicial, há um dado sobre o potencial construtivo em Joinville, isto é, quais os limites de metragem que podem ser construídos na cidade. Hoje, seria possível construir 444 milhões de m2. É o máximo do máximo: seria como se todo o Centro de Joinville tivesse somente prédios de 18 andares, com exceção dos imóveis públicos e tombados, por exemplo. Com a LOT, o máximo de área construída seriam 256 milhões de m2. A informação está lá, provavelmente, para tentar responder a críticos que acusam a LOT de “liberar quase tudo”. Mas mesmo com esse potencial construtivo menor, ainda é muito espaço. E depois da LOT, vem o IPTU progressivo, o que pode estimular a ocupação, embora os impactos só venham a ser sentidos na próxima década.


Já construído
Em 2008, o Ippuj apontou Joinville com área construída de 27,7 milhões de m2. Pega-se a metragem liberada pela Seinfra nos últimos anos e atualiza-se para 32 milhões de m2. A média anual tem sido 1 milhão de m2, desde casas até indústrias.

Uma fração
Portanto, mesmo levando em conta a LOT, só 12,5% do potencial são aproveitados. Claro que não dá para transformar toda Joinville em Copacabana ou Balneário Camboriú, dois dos locais mais adensados. Mas há muito para expandir.

Nas faixas
O potencial construtivo será concentrado, se a LOT passar, nas faixas viárias. E reduzido nas chamadas áreas internas dos bairros, aqueles miolos onde não passam vias de maior tráfego. Os críticos da LOT se queixam de que nem todas as faixas viárias têm estrutura para receber o adensamento.

Para 5 mi
Pelas contas do Ippuj, pelas regras atuais de ocupação, caberiam 9 milhões de pessoas (isso mesmo, nove) em Joinville. Mas teria de ter a construção máxima permitida em todos os lotes, quase uma impossibilidade. Com a LOT, vai ficar algo entre 4 milhões e 5 milhões – também no improvável limite do limite.


14 de junho de 2013

Jogo de cena


À tarde?
Em uma amostra dos embates que virão por aí, já há queixas em relação ao horário marcado para escolher o presidente do Conselho da Cidade. Será na tarde da quinta que vem. Em tal momento, pode complicar a presença dos representantes de entidades populares, afinal, muitos estão trabalhando. no horário.


Por causa das queixas, o Ippuj começou ontem a perguntar aos conselheiros qual o horário mais adequado. Também é lembrado que as inscrições para presidente do Conselho da Cidade podem ser feitas também na hora, isto é, no dia 20.


A pesar do que informa o jornalista Jefferson Saavedra no jornal A Notícia, a consulta (sic) feita pelo IPPUJ, já parte com ampla maioria favorável ao horário comercial. O bloco de representantes do poder publico preferiria este horário. 

24 de julho de 2012

Auto-enganação?


Auto-enganação?

O jornalista Jefferson Saavedra publicou na sua coluna Portal do jornal A Noticia de Joinville as seguintes notas:

A rejeição
Para o comando de campanha de Carlito Merss, o índice de rejeição é referente mais ao governo do que propriamente ao candidato. A imagem de Carlito seria positiva e, no horário eleitoral, em campanha “olho a olho”, haveria possibilidade de informar melhor o que foi feito.

Na televisão
Também há convencimento de que a rejeição ao governo Carlito, além de estar em patamar mais baixo -– conforme pesquisas internas –, não seria um sentimento consolidado: o horário eleitoral em rádio e TV, a grande aposta, seria o trampolim para reverter o quadro.

Como a coluna “Portal” não pode ser considerada um espaço humorístico, deve se desprender que as notas e principalmente quem passou a informação para o jornalista não estavam a ironizar e o tema do elevado índice de rejeição do governo municipal e a nota baixa desta administração merece conversas constantes no comitê de campanha e no grupo mais próximo ao prefeito Carlito.

Não deixa de ser curioso que o comando de campanha consiga a proeza de desvincular a figura do candidato Carlito da do o prefeito Carlito Merss. A impressão que fica é que a campanha eleitoral que esta se disputando é para sindico de algum condomínio, ou para a escolha da Rainha da Bateria de uma escola de samba, ou quem sabe para a do melhor aluno de alguma escola pública ou para o campeão do soletrando.

 Nestes casos a péssima avaliação que a sociedade faz da gestão municipal e o elevado índice de rejeição que é aceito e reconhecido pelo candidato e pelo seu comitê de campanha, não deveria influenciar na escolha do campeão de redação, ou da olimpíada de matemáticas, ou do melhor trabalho da feira de ciências. Como não é o caso e a eleição é para o mesmo cargo em que a nota dada não chega ao aprovado. É provável que nem com todos os minutos de campanha eleitoral gratuita e com todas as obras iniciadas as pressas nos últimos meses o quadro chegue a ser revertido.

A resposta o tempo dirá. A verdade é que o tempo esta cada vez mais escasso e as pesquisas até agora não mostram sinais de melhora nos índices do candidato. Toca agora esperar as pesquisas feitas a partir do inicio da campanha e o peso que o apoio do ex-presidente Lula possa vir a ter.  

20 de janeiro de 2012

Prédio de 12 andares?


12 andares?
O jornalista Jefferson Saavedra no Portal do jornal A Noticia informa que a Prefeitura Municipal tem o plano de entregar o imóvel do antigo Fórum a uma construtora que fará um prédio de 12 andares e cederá alguns andares ao município.

PRÉDIO DE 12 ANDARES NO ANTIGO FÓRUM
A Prefeitura de Joinville não pretende reformar o prédio do antigo Fórum, no Centro, recebido do Judiciário. O plano é entregar ao imóvel à construtora que fará prédio de 12 pavimentos e, em troca, cederá alguns andares ao município. A atual estrutura, é claro, seria demolida. A empresa seria escolhida por meio de licitação. “É uma das áreas mais valorizadas da cidade, por isso nos interessamos pela permuta”, diz o chefe de gabinete da Prefeitura, Eduardo Dalbosco. Outra possibilidade seria a venda da área. O prédio foi repassado ontem pelo Judiciário. Em troca, o município cedeu o imóvel vizinho ao atual Fórum e ocupado pela Justiça Federal. Quando a Justiça Federal construir sua sede própria (não data definida ainda, mas será até 2015), o prédio será ocupado pelo Justiça comum.

A informação é estranha, primeiro porque o projeto de lei elaborado pelo executivo para o novo ordenamento territorial de Joinville não prevê mais de 10 andares na região central, entre outros motivos pela falta de infraestrutura viária para absorver um adensamento e uma verticalização ainda maior. Segundo porque para que a proposta tenha consistência e possa ser avaliada corretamente implicaria no encaminhamento a Câmara de Vereadores um projeto de lei especifico para possibilitar a dita permuta. É importante diferenciar claramente as idéias, os sonhos e as fantasias das propostas concretas. Não seria um bom exemplo que a própria prefeitura estimulasse a construção de mais pavimentos que os que a própria legislação prevê.

Este tipo de propostas precisam ser melhor analisadas antes de ser divulgadas, a impressão é que se trata mais de uma cortina de fumaça ou de pirotécnica, para responder a falta de uma proposta concreta para o imóvel, que de uma alternativa real e viável.

8 de novembro de 2011

Me engana que eu gosto


O jornalista Jefferson Saavedra na sua coluna Portal do A Noticia informa que esta em andamento uma nova movimentação para tentar aprovar o aumento do numero de vereadores. A estratégia é reduzir o percentual que a Câmara de Vereadores recebe do orçamento do município, tentando mostrar que o orçamento da Câmara será menor e que o aumento para 25 vereadores não representará custo adicionais.

Cortes
A proposta da bancada do PT será ainda mais agressiva: em vez de propor que a Câmara de Joinville receba 4% da receita da Prefeitura, os petistas vão sugerir 3,5%. Hoje é 4,5%. É mais do que suficiente, sempre tem sobras. Dá para sobreviver com 3,5% mesmo com mais vereadores porque a receita da Prefeitura cresce acima da inflação – o avanço é de mais de 15% neste ano: os repasses sempre crescem acima das despesas.

9 de outubro de 2011

No AN de domingo


O jornalista Jefferson Saavedra publica a nota:

Na cabeça 

O PMDB de Joinville está interessado na tríplice porque acha que dá para matar no primeiro turno a eleição de prefeito. Quer “conversar”, mas não abre mão de jeito nenhum da cabeça de chapa com Udo Döhler. Assim, o PMDB não quer negociar a tríplice, quer impor.

Para o leitor atento começa a ficar evidente que o perfil do pre-candidato do PMDB a prefeito de Joinville, esta permeando a forma de se relacionar com os outros partidos e possíveis aliados. Cada político tem o seu estilo de ser, em quanto alguns se mostram negociadores hábeis e tem paciência infinita para ouvir, outros têm característica e perfil mais autoritário. É previsível que o mesmo estilo e perfil se mantenha inalterados caso o candidato chegue ao governo.

3 de outubro de 2011

Do jornalista Jefferson Saavedra


Mais de 90%

A pesquisa do Instituto Mapa aponta que 91,2% não querem mais vereadores em Joinville. Quem é favor dizia que a oposição a mais vagas era coisa de entidades empresariais dispostas a reduzir a representatividade para “melhor controlar o parlamento”. Uma tremenda bobagem.

A luta continua

Mas vai ver talvez continuem a ofender o povo e dizer que mais de 90% contra as novas vagas é fruto da pressão de parte da imprensa, como se as pessoas não soubessem pensar por si mesmas. Melhor seria admitirem a defesa das 25 vagas como forma de aumentar a chance de eleição, só isso.

12 de setembro de 2011

oportunidade perdida

O jornalista Jefferson Saavedra do A Noticia postou a nota: Tempo de mudança, em que com propriedade aborda a situação que cada vez fica mais evidente no sentir da população, que acreditou e descobre que esta administração é só mais do mesmo, adereçado com um muito de inexperiência.


Tempo de mudança

Pois é. Essa é uma das incompreensões típicas dentro do governo Carlito. Em 2008, quando o hoje prefeito bateu o candidato governista por 62% a 38%, a população de Joinville queria mudança. Para melhor. Foi para fazer diferente e mais que o PT ganhou as eleições em Joinville. Não para ficar se queixando.

11 de agosto de 2011

Deu no A Noticia

  • Só dois andares

    A Câmara de Joinville informou ontem que moradores do residencial Santos Dumont, no J. Sofia querem limitação de até dois pavimentos no local. É para manter a qualidade de vida. “Devemos fazer uma audiência para definir”, diz Lauro Kalfels, da Comissão de Urbanismo.

  • No Atiradores

    No mês passado, moradores de uma região do Atiradores fizerem pedido semelhante. No caso deles, virou o projeto de transformar a área, com algumas poucas e curtas ruas, em zona residencial unifamiliar, o mesmo status do América.


    As duas notas publicada na coluna Portal do jornalista Jefferson Saavedra, mostram que tem cada vez mais gente de norte a sul da cidade achando que é hora de começar a se mexer para manter a qualidade de vida de Joinville.

29 de maio de 2011

Para pensar acordado

"A Prefeitura virou um monstro voraz: quanto mais dinheiro entra, de mais dinheiro está precisando."

Jefferson Saavedra - Jornalista

20 de dezembro de 2010

Polyanna

O jornalista Jefferson Saavedra informa que:

Sem problema

O presidente do Ippuj, Luiz Alberto Souza, não vê problema no projeto do estudo de impacto de vizinhança enviado à Câmara. O EIV não foi votado, entre outros motivos, porque os empreendimentos podem ser liberados antes do cumprimento de medidas para amenizar os impactos. Para Luiz Alberto, não há problema em conceder prazos, desde que as medidas sejam cumpridas.


O Presidente do IPPUJ nunca vê problema em quase nada. Os problemas são os que insistem em aparecer. Como Polyanna, parece viver num mundo de fantasia, que nunca se concretiza. A realidade da cidade esta cada vez mais distante da Joinville fantástica dos desenhos coloridos e maquetes virtuais.

12 de outubro de 2010

Ilha da Fantasia



A coluna AN. Portal de Jefferson Saavedra, publica no jornal "A Notícia" o seguinte texto;

"Para o próximo ano, a previsão do orçamento da Câmara de Vereadores de Joinville aponta R$ 27,3 milhões. Como tem direito a uma fatia da receita da Prefeitura, o Legislativo tem se beneficiado do aumento da arrecadação. Em 2005, por exemplo, R$ 17,1 milhões eram suficientes. Pela inflação do período, o repasse não chegaria a R$ 22 milhões".

O texto descobre uma ilha da fantasia, aqui pertinho da gente. Historicamente a denominação "Ilha da Fantasia" é usada para fazer referência a Florianópolis, a capital do estado, onde é maior o gasto público e a concentração de servidores públicos. Dificilmente chegaremos, mesmo que nos esforcemos, a nos equipararmos com Brasília, que é o paraíso deste mundo fantasioso e perdulário no qual se converteu a nossa política e as nossas instituições publicas.


Porém, a nossa Câmara de Vereadores consegue aumentar ano após ano o seu orçamento, sempre acima da inflação e sem praticamente ter aumentado o número de vereadores , algo que deverá acontecer na próxima legislatura e que já deve ser objeto de profundos estudos e cálculos, para poder elaborar um novo orçamento que dê mais uma garfada aos recursos públicos.


Os aumentos repetidos e constantes do orçamento municipal permitem que a Câmara de Vereadores de Joinville desenvolva a sua criatividade para aumentar as suas despesas, com aluguel de veículos, pagamentos de diárias, contratação de terceiros, para elaborar novos projetos e atividades, que consumem rápida e vorazmente os excessos de arrecadação. A sociedade deve manter a sua vigilância permanentemente contra os excessos de gastos, o orçamento da Câmara poderia, como máximo permitir a recuperação do valor da inflação, o que representaria no caso de Joinville, no mínimo R$ 5 milhões a mais para obras e investimento na cidade. Os legisladores podem alegar que tem direito a este valor. Seria bom lembrar que mesmo a legislação autorizando, é imoral e antiético, que a Câmara continue aumentando os seus custos acima da inflação, sem um controle eficiente da sociedade.

Publicado no jornal A Noticia


14 de setembro de 2010

Gollnick X IPPUJ

Leia a integra do texto enviado pelo Arqto. Sérgio Gollnick ao jornalista Jefferson Saavedra, em resposta a nota publicada ontem com o título "Bola de Cristal"publicada no jornal A Noticia e que mereceu resposta do jornalista hoje na seção portal.

Jefferson

A sua colocação de que as propostas do IPPUJ, sejam elas quais forem, terão uma contrariedade gratuita dos que vc denomina de "grupo", é totalmente equivocada. Primeiramente porque no "grupo" existem urbanistas, arquitetos e engenheiros cujo saber deveria ser observado, onde muitos tem como tarefa e responsabilidade de dirigir empresas, negócios ou até como especialidade planejar ou de estudar a cidade.

Mas existem outros cidadãos que não são especialistas e que concordam de que as propostas formuladas pelo órgão de planejamento local são carentes de maior fundamentação, acima de tudo, sem os precedentes de um debate de idéias que foi a promessa mais clara e objetiva do prefeito Carlito em sua campanha. E aqui reside uma das grandes contradições.

Não existem verdades completas, mas é inegável que Joinville não tem um padrão, uma marca, uma linha ou, aquilo que convenciono dizer IDENTIDADE. A identidade é algo reconhecível pela sociedade, comum a todos e não apenas ao que pensa o governo. Se propomos um debate mais amplo sobre os temas da cidade, qual é o pecado, porque isto passa a ser um estigma ou um mal subjetivado?

Vejo que não existe nesta cidade muito interesse em levar os assuntos numa linha contemporânea onde os resultados são perceptíveis e positivos. O que é isto? É construir a cidade sob a ótica de todos que nela vivem, habitam, trabalham e, resultam do senso comum, de que o melhor caminho é compreender e compartilhar problemas e, principalmente, os resultados. Isto, definitivamente, não é o que o governo, através do IPPUJ, está pretendendo, e não é de agora, vem alguns anos atrás quando tivemos aqui a nossa mini ditadura travestida de "unanimidade".

Neste contexto, a imprensa tem um importante papel, não para ser unilateral, mas para saber ser isenta sem rotular, caso contrário, ela deixa de ser respeitada.

Obrigado pela leitura.

Sérgio Gollnick

13 de setembro de 2010

Bola de Cristral?

O jornalista Jefferson Saavedra do jornal A Noticia publicou hoje as duas notas que transcrevemos em azul:

  • O que vem por aí

    Nesta semana, a Câmara deve aprovar o macrozoneamento. Logo em seguida a Prefeitura vai mandar os projetos da outorga (possibilidade de pagamento para construção de mais de 18 andares no Centro), estudo de impacto de vizinhança e a nova de lei de uso e ocupação do solo, com detalhes sobre o que pode e não pode ser construído ou instalado em cada canto da cidade (zoneamento).

  • Bola de cristal

    Não é difícil prever o que acontecerá. Um grupo aguerrido será contra as idéias do Ippuj, quaisquer que sejam. O Ippuj vai alegar profundo embasamento técnico das propostas e, por isso, não faria sentido modificá-las. Os vereadores demonstrarão certezas pela manhã, convicções à tarde e mudança de opinião à noite, indo e vindo a todo momento. E a análise se arrastará por meses, deixando o mercado ansioso.

As notas merecem alguns comentários, o primeiro é que o IPPUJ continua não promovendo um debate amplo e transparente sobre os projetos antes que sejam encaminhados a Câmara de Vereadores, o exemplo do macrozoneamento é uma prova, a proposta que NÃO foi analisada nas Câmaras Setoriais e no Conselho da Cidade, acabou se alastrando durante meses e ainda corre o risco de ser questionado judicialmente, por erros de procedimento.

Ao afirmar, que um grupo aguerrido será contra as ideias do IPPUJ, quaisquer que sejam. O jornalista estaria sendo tendencioso e parcial, caracteristicas que não convém a quem tem o dever de informar. As ideias do IPPUJ, podem e devem ser questionadas, e a sociedade tem o direito e o dever de fazê-lo. As propostas só ganham credibilidade e legitimidade, depois de debatidas, com transparencia e democraticamente o que alias, tem acontecido pouco.

29 de maio de 2010

Portal no AN de domingo

O Arquiteto Norberto Sganzerla, que já foi presidente do IPPUJ, apresenta alternativas a linha de pensamento dominante no município. As propostas tem duas características que as fazem, lamentavelmente, alternativas pouco prováveis de ser implementadas.

Primeiro são fáceis de implementar e segundo não envolvem recursos significativos. Ainda e mais importante permitiriam no caso da BR 101 ser custeadas com recursos federais aos que o prefeito Carlito Merss deve ter acesso com facilidade.

  • SUGESTÕES PARA O TRÂNSITO

    “Gostaria de saber qual o movimento do comércio entre as 9 horas e 10 horas. Será que neste horário o custo das lojas se paga? Para que esta correria das 7 horas às 8 horas se depois as pessoas ficam horas ociosas em seus postos. Por que o comércio não abre às 11 horas como em Barcelona? Ninguém ousa responder. Poderíamos fazer as compras à noite passeando com a família, não seria bom? O horário diferenciado tornou Barcelona o maior fenômeno em animação urbana da Europa.”

  • “Já está pronto”

    “Quanto ao eixão de que se fala tanto, ligação da UFSC ao aeroporto: ele existe e está pronto, chama-se BR-101, no entanto, pouco se vê cobranças da sociedade organizada na ANTT para que a Autopista torne o trecho urbano mais seguro, com investimentos em marginais, passarelas, ciclovias, iluminação de elevados. Por que o novo shopping não abre às 10h15 para fechar as 22h15 e evitar coincidência de horário com a saída da Univille? Os tempos exigem mais criatividade na gestão, sob todos os aspectos, e certamente que temos que compreender estes fenômenos para nos adaptarmos aos novos tempos.”

20 de novembro de 2009

O Ceu é o limite

Na coluna do jornalista Jefferson Saavedra de hoje, no jornal A Noticia


  • O CÉU É O LIMITE
  • Em carta a ser enviada a Carlito Merss nos próximos dias, um grupo de associações de moradores de bairros próximos ao Centro suplica ao prefeito empenho para que não sejam aprovadas mudanças urbanísticas em Joinville. O grupo refere-se à consolidação de leis do setor, em curso na Câmara de Vereadores desde o ano passado e com possibilidade de aprovação ainda este ano. Entidades de classe – ainda não estão definidas exatamente quais – estão participando do movimento.

  • O pessoal adversário das mudanças garante que os vereadores estão planejando liberar a construção de prédios sem limite de andares no Centro da cidade e arredores – hoje, o máximo é de 18 pavimentos. Tal medida seria um atentado à qualidade de vida, pois não haveria infraestrutura para suportar tantos prédios. Não haveria problema em liberar tais construções, desde que fossem cobradas compensações em dinheiro (outorga onerosa de construir): com a grana, seria possível investir na infraestrutura da cidade, seja na área diretamente afetada pelo empreendimento ou em outras regiões.

  • Colcha de retalhos

    Há queixas em relação à possibilidade de permissão de unidades de reciclagem de lixo em quase toda a cidade; redução de recuos obrigatórios em determinadas zonas; entre outras. “Uma verdadeira colcha de retalhos amadorística e desarticulada”, alega a carta, ainda em elaboração.

  • Audiências

  • A cobrança é para que o trabalho da Câmara se resuma à consolidação de leis já existentes, sem criação de novas regras que não sejam discutidas pela sociedade. Na semana que vem, estão previstas audiências públicas na Câmara para debater projetos de mudanças de zoneamento.

7 de novembro de 2009

Calçadas das Lojas

O jornalista Jefferson Saavedra na sua coluna portal de domingo publicou

Calçadas das lojas
  • Uma cobrança que cada vez mais se ouve na cidade, especialmente ao longo da João Colin e Blumenau (onde passam os corredores de ônibus) é a definição de regras para o rebaixamento do meio-fio para a entrada de veículos. É que tem lojista com estacionamento em frente ao estabelecimento, mas como não consegue o rebaixamento do meio-fio da calçada, o cliente não tem como entrar.

  • Evidentemente deve se tratar de um engano dele ou de quem lhe informou, as regras para o rebaixamento do meio fio são bem claras e não permitem que as calçadas sejam convertidas em estacionamento ou area de manobra de veiculos.o que esta sendo feito é ilegal e irregular. A calçada deve priorizar o pedestre. O que estamos vendo é que areas verdes e jardins cedem espaço a estacionamentos irregulares, com a vista grossa das autoridades e a omissão da sociedade. Agora o problema é que os clientes não tem como entrar. Me poupe

    31 de julho de 2009

    do Blog do Jefferson no A Noticia

    "Mediante a questão polêmica sobre a manutenção das figueiras na Avenida Hermann Lepper, a SCGÁS reafirma à população de Joinville que, mantidas as condições atuais, a tubulação de gás natural está segura.

    A tubulação não está sofrendo interferências das árvores, pois não há enraizamento das mesmas sobre a rede de gás. As figueiras já sofreram deslocamento e não afetaram a tubulação. Da mesma forma, a tubulação não está produzindo efeitos no asfalto do local.

    A SCGÁS informa ainda que todas as suas obras são licenciadas junto à Prefeitura. Este licenciamento exige a aprovação de um projeto executivo, passando por criteriosa análise dos órgãos responsáveis, vinculados à Prefeitura.

    Quando consultada sobre o assunto pela Defesa Civil, a SCGÁS fez visitas técnicas ao local e informou que a rede está segura, não sendo afetada pelas figueiras.

    A SCGÁS coloca-se à inteira disposição para demais esclarecimentos sobre o assunto."
    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...