17 de abril de 2014
Quem defende o contribuinte?
22 de junho de 2013
4,5,6 Milhões de habitantes em Joinville?
14 de junho de 2013
Jogo de cena
24 de julho de 2012
Auto-enganação?
20 de janeiro de 2012
Prédio de 12 andares?
8 de novembro de 2011
Me engana que eu gosto
9 de outubro de 2011
No AN de domingo
3 de outubro de 2011
Do jornalista Jefferson Saavedra
12 de setembro de 2011
oportunidade perdida
O jornalista Jefferson Saavedra do A Noticia postou a nota: Tempo de mudança, em que com propriedade aborda a situação que cada vez fica mais evidente no sentir da população, que acreditou e descobre que esta administração é só mais do mesmo, adereçado com um muito de inexperiência.
Tempo de mudança
Pois é. Essa é uma das incompreensões típicas dentro do governo Carlito. Em 2008, quando o hoje prefeito bateu o candidato governista por 62% a 38%, a população de Joinville queria mudança. Para melhor. Foi para fazer diferente e mais que o PT ganhou as eleições em Joinville. Não para ficar se queixando.
11 de agosto de 2011
Deu no A Noticia
Só dois andares
A Câmara de Joinville informou ontem que moradores do residencial Santos Dumont, no J. Sofia querem limitação de até dois pavimentos no local. É para manter a qualidade de vida. “Devemos fazer uma audiência para definir”, diz Lauro Kalfels, da Comissão de Urbanismo.
No Atiradores
No mês passado, moradores de uma região do Atiradores fizerem pedido semelhante. No caso deles, virou o projeto de transformar a área, com algumas poucas e curtas ruas, em zona residencial unifamiliar, o mesmo status do América.
As duas notas publicada na coluna Portal do jornalista Jefferson Saavedra, mostram que tem cada vez mais gente de norte a sul da cidade achando que é hora de começar a se mexer para manter a qualidade de vida de Joinville.
29 de maio de 2011
Para pensar acordado
20 de dezembro de 2010
Polyanna
Sem problema
O presidente do Ippuj, Luiz Alberto Souza, não vê problema no projeto do estudo de impacto de vizinhança enviado à Câmara. O EIV não foi votado, entre outros motivos, porque os empreendimentos podem ser liberados antes do cumprimento de medidas para amenizar os impactos. Para Luiz Alberto, não há problema em conceder prazos, desde que as medidas sejam cumpridas.
O Presidente do IPPUJ nunca vê problema em quase nada. Os problemas são os que insistem em aparecer. Como Polyanna, parece viver num mundo de fantasia, que nunca se concretiza. A realidade da cidade esta cada vez mais distante da Joinville fantástica dos desenhos coloridos e maquetes virtuais.
12 de outubro de 2010
Ilha da Fantasia

A coluna AN. Portal de Jefferson Saavedra, publica no jornal "A Notícia" o seguinte texto;
"Para o próximo ano, a previsão do orçamento da Câmara de Vereadores de Joinville aponta R$ 27,3 milhões. Como tem direito a uma fatia da receita da Prefeitura, o Legislativo tem se beneficiado do aumento da arrecadação. Em 2005, por exemplo, R$ 17,1 milhões eram suficientes. Pela inflação do período, o repasse não chegaria a R$ 22 milhões".
O texto descobre uma ilha da fantasia, aqui pertinho da gente. Historicamente a denominação "Ilha da Fantasia" é usada para fazer referência a Florianópolis, a capital do estado, onde é maior o gasto público e a concentração de servidores públicos. Dificilmente chegaremos, mesmo que nos esforcemos, a nos equipararmos com Brasília, que é o paraíso deste mundo fantasioso e perdulário no qual se converteu a nossa política e as nossas instituições publicas.
Porém, a nossa Câmara de Vereadores consegue aumentar ano após ano o seu orçamento, sempre acima da inflação e sem praticamente ter aumentado o número de vereadores , algo que deverá acontecer na próxima legislatura e que já deve ser objeto de profundos estudos e cálculos, para poder elaborar um novo orçamento que dê mais uma garfada aos recursos públicos.
Os aumentos repetidos e constantes do orçamento municipal permitem que a Câmara de Vereadores de Joinville desenvolva a sua criatividade para aumentar as suas despesas, com aluguel de veículos, pagamentos de diárias, contratação de terceiros, para elaborar novos projetos e atividades, que consumem rápida e vorazmente os excessos de arrecadação. A sociedade deve manter a sua vigilância permanentemente contra os excessos de gastos, o orçamento da Câmara poderia, como máximo permitir a recuperação do valor da inflação, o que representaria no caso de Joinville, no mínimo R$ 5 milhões a mais para obras e investimento na cidade. Os legisladores podem alegar que tem direito a este valor. Seria bom lembrar que mesmo a legislação autorizando, é imoral e antiético, que a Câmara continue aumentando os seus custos acima da inflação, sem um controle eficiente da sociedade.
Publicado no jornal A Noticia
14 de setembro de 2010
Gollnick X IPPUJ
13 de setembro de 2010
Bola de Cristral?
O que vem por aí
Nesta semana, a Câmara deve aprovar o macrozoneamento. Logo em seguida a Prefeitura vai mandar os projetos da outorga (possibilidade de pagamento para construção de mais de 18 andares no Centro), estudo de impacto de vizinhança e a nova de lei de uso e ocupação do solo, com detalhes sobre o que pode e não pode ser construído ou instalado em cada canto da cidade (zoneamento).
Bola de cristal
Não é difícil prever o que acontecerá. Um grupo aguerrido será contra as idéias do Ippuj, quaisquer que sejam. O Ippuj vai alegar profundo embasamento técnico das propostas e, por isso, não faria sentido modificá-las. Os vereadores demonstrarão certezas pela manhã, convicções à tarde e mudança de opinião à noite, indo e vindo a todo momento. E a análise se arrastará por meses, deixando o mercado ansioso.
Ao afirmar, que um grupo aguerrido será contra as ideias do IPPUJ, quaisquer que sejam. O jornalista estaria sendo tendencioso e parcial, caracteristicas que não convém a quem tem o dever de informar. As ideias do IPPUJ, podem e devem ser questionadas, e a sociedade tem o direito e o dever de fazê-lo. As propostas só ganham credibilidade e legitimidade, depois de debatidas, com transparencia e democraticamente o que alias, tem acontecido pouco.
29 de maio de 2010
Portal no AN de domingo
Primeiro são fáceis de implementar e segundo não envolvem recursos significativos. Ainda e mais importante permitiriam no caso da BR 101 ser custeadas com recursos federais aos que o prefeito Carlito Merss deve ter acesso com facilidade.
SUGESTÕES PARA O TRÂNSITO
“Gostaria de saber qual o movimento do comércio entre as 9 horas e 10 horas. Será que neste horário o custo das lojas se paga? Para que esta correria das 7 horas às 8 horas se depois as pessoas ficam horas ociosas em seus postos. Por que o comércio não abre às 11 horas como em Barcelona? Ninguém ousa responder. Poderíamos fazer as compras à noite passeando com a família, não seria bom? O horário diferenciado tornou Barcelona o maior fenômeno em animação urbana da Europa.”
“Já está pronto”
“Quanto ao eixão de que se fala tanto, ligação da UFSC ao aeroporto: ele existe e está pronto, chama-se BR-101, no entanto, pouco se vê cobranças da sociedade organizada na ANTT para que a Autopista torne o trecho urbano mais seguro, com investimentos em marginais, passarelas, ciclovias, iluminação de elevados. Por que o novo shopping não abre às 10h15 para fechar as 22h15 e evitar coincidência de horário com a saída da Univille? Os tempos exigem mais criatividade na gestão, sob todos os aspectos, e certamente que temos que compreender estes fenômenos para nos adaptarmos aos novos tempos.”
20 de novembro de 2009
O Ceu é o limite
- O CÉU É O LIMITE
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Em carta a ser enviada a Carlito Merss nos próximos dias, um grupo de associações de moradores de bairros próximos ao Centro suplica ao prefeito empenho para que não sejam aprovadas mudanças urbanísticas em Joinville. O grupo refere-se à consolidação de leis do setor, em curso na Câmara de Vereadores desde o ano passado e com possibilidade de aprovação ainda este ano. Entidades de classe – ainda não estão definidas exatamente quais – estão participando do movimento.
O pessoal adversário das mudanças garante que os vereadores estão planejando liberar a construção de prédios sem limite de andares no Centro da cidade e arredores – hoje, o máximo é de 18 pavimentos. Tal medida seria um atentado à qualidade de vida, pois não haveria infraestrutura para suportar tantos prédios. Não haveria problema em liberar tais construções, desde que fossem cobradas compensações em dinheiro (outorga onerosa de construir): com a grana, seria possível investir na infraestrutura da cidade, seja na área diretamente afetada pelo empreendimento ou em outras regiões.
Colcha de retalhos
Há queixas em relação à possibilidade de permissão de unidades de reciclagem de lixo em quase toda a cidade; redução de recuos obrigatórios em determinadas zonas; entre outras. “Uma verdadeira colcha de retalhos amadorística e desarticulada”, alega a carta, ainda em elaboração.
Audiências
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A cobrança é para que o trabalho da Câmara se resuma à consolidação de leis já existentes, sem criação de novas regras que não sejam discutidas pela sociedade. Na semana que vem, estão previstas audiências públicas na Câmara para debater projetos de mudanças de zoneamento.
7 de novembro de 2009
Calçadas das Lojas
Uma cobrança que cada vez mais se ouve na cidade, especialmente ao longo da João Colin e Blumenau (onde passam os corredores de ônibus) é a definição de regras para o rebaixamento do meio-fio para a entrada de veículos. É que tem lojista com estacionamento em frente ao estabelecimento, mas como não consegue o rebaixamento do meio-fio da calçada, o cliente não tem como entrar.
31 de julho de 2009
do Blog do Jefferson no A Noticia
A tubulação não está sofrendo interferências das árvores, pois não há enraizamento das mesmas sobre a rede de gás. As figueiras já sofreram deslocamento e não afetaram a tubulação. Da mesma forma, a tubulação não está produzindo efeitos no asfalto do local.
A SCGÁS informa ainda que todas as suas obras são licenciadas junto à Prefeitura. Este licenciamento exige a aprovação de um projeto executivo, passando por criteriosa análise dos órgãos responsáveis, vinculados à Prefeitura.
Quando consultada sobre o assunto pela Defesa Civil, a SCGÁS fez visitas técnicas ao local e informou que a rede está segura, não sendo afetada pelas figueiras.
A SCGÁS coloca-se à inteira disposição para demais esclarecimentos sobre o assunto."



