29 de junho de 2013
A revolta não para
9 de junho de 2013
As contas nunca fecham
27 de janeiro de 2013
A nossa Câmara de Vereadores custa muito caro
18 de junho de 2012
Projeto bem feito é outra coisa
Como este mesmo pessoal mostra dificuldade em ler e compreender textos que contenham mais de vinte linhas e o saber popular assume que uma imagem vale por 1000 palavras.
Este blog pública uma imagem de como quando um projeto esta mal concebido há dilapidação de recursos públicos. Simples, alias tão simples de enxergar que só não enxerga quem não quer.
20 de maio de 2012
A cor do gato
Os comentários a favor e contra a exuberante instalação de postes na Avenida Beira-rio, no Centro de Joinville, me alcançaram antes mesmo de chegar ao Brasil (estava em viagem de trabalho). verdade é que já tinha visto na internet algumas imagens, que nem de longe refletiam a realidade. Não vou aqui questionar se o vermelho PT, o verde PV ou o amarelo tucano são as cores que devem prevalecer no cenário urbano local. Como Deng Xiaoping já disse: “Não importa a cor da luminária desde que ilumine bem”. Na verdade ele fez referência a cor do gato que caçava ratos.
Falta luz e principalmente claridade neste tema das luminárias de Joinville. Nem faz tanto tempo, neste mesmo espaço o tema era a iluminação da Rua Visconde de Taunay, depois de anos a fio concluiu a obra de enterrar os cabos e colocar novas luminárias, a impressão na época era que o nível de claridade e a quantidade de luminárias estavam abaixo do desejável e que inclusive havia e continua havendo alguns pontos escuros. Os técnicos de sempre informaram que a iluminação estava “muito melhor” Passamos agora ao outro extremo, a quantidade de postes sendo instalados na Avenida Beria rio, nos projetam um futuro “iluminado” há quem ache que os técnicos de sempre, devem definir de vez qual é o padrão adequado. Se a lúgubre iluminação da Rua Visconde, ou a feérica da Beira rio? Os mais ponderados, que os há, acham que um termo médio seria mais adequado, menos dispendioso e igualmente seguro. Nem tanta luminária nem tão pouca. Por outro lado há que se reconhecer que agora Joinville ficou melhor, mais colorida, mais diversa, as ruas parecem estar constantemente engalanadas para uma festa, seja o carnaval ou o Natal dos sonhos.
A impressão é que estamos num bloco alegórico gigantesco. A quantidade de modelos, tipos e cores de luminárias, converteu a cidade num mostruário de luminárias dos mais variados. O resultado é uma cidade mais alegre e festiva. Fico a imaginar o tamanho do estoque que a Prefeitura deverá manter seja de lâmpadas, postes, luminárias e outros apetrechos luminosos, para atender a mais simples e prosaica manutenção e reposição das lâmpadas queimadas. Tem gente inclusive que insiste numa tal de padronização alegando que seria mais econômico e prático. São estultos que nada entendem de administração pública em ano eleitoral. Sempre haverá gente que critique as iniciativas do poder públicos e que vejam dissipação dos recursos públicos aonde não há mais que vontade de alegrar a vida, minimizar o cinza urbano e deixar a cidade mais corada.
Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
24 de abril de 2012
Bombeiros militares custam 40 vezes mais
Os bombeiros militares custam 40 vezes mais
31 de março de 2012
Pobre cidade rica
Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
20 de fevereiro de 2012
2 de fevereiro de 2012
Circula pela internet
(emenda da Constituição)
Lei de Reforma do Congresso (emenda da Constituição do Brasil)
1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. E não terá aposentadoria proveniente do mandato.
2. O Congresso contribui para o INSS. Todo a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. O Congresso participa dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.
3. Congresso deve pagar seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.
4. Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário.
5. Congresso perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.
6. Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõem ao povo brasileiro.
7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.
Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem.
A hora para esta emenda na Constituição é AGORA.
É ASSIM QUE PODEMOS CONSERTAR O CONGRESSO.
22 de janeiro de 2012
Gastos da Camara
O vereador Lauro Kalfels que não recebeu nenhuma diária e tampouco fez nenhuma viagem neste ano, alega que: “ Só viajo se o curso é muito necessário. Mas a maioria do que é oferecido para nós é encheção de linguiça. Daí, prefiro não fazer“.
A Câmara de Vereadores de Joinville gastou neste ano R$ 728.000 em diárias, passagens e cursos. Mesmo que o valor tenha se mantido muito próximo do gasto no ano passado, a afirmação do vereador Kalfels deve motivar a reflexão. Se como ele afirma a maioria do que é oferecido aos vereadores é “Encheção de lingüiça” utilizando a expressão do próprio vereador, a lógica diz que mais de R$ 700.000 de encheção de linguiça é muita encheção ou muita linguiça.
25 de setembro de 2011
É a economia, estúpido !
A frase, atribuída ao
ex-presidente norte-americano Bill Clinton, foi cunhada por seu chefe de
campanha, James Carville. A mensagem era clara e direta: o importante para os
eleitores é a economia. Se a economia vai bem, os seus empregos estão
assegurados, a arrecadação de impostos aumenta pela maior movimentação da
economia e se gera prosperidade. Hoje, quando o mundo atravessa uma crise de
proporções difíceis de mensurar, ela continua mais atual que nunca.Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
24 de julho de 2011
Comparando as Câmaras de Vereadores
Comparar ajuda a desmentir os que acreditam que o orçamento da Câmara de Joinville não aumentará. O pior é que não tem parado de crescer.
Estes valores estão disponíveis no site do TCE - Portal Cidadão
| Ano 2010 | Município | Despesa total | Vereadores | Custo por vereador |
| | Florianópolis | R$ 29.521.432,19 | 16 | R$ 1.845.089,51 |
| | Joinville | R$ 22.556.434,08 | 19 | R$ 1.187.180,74 |
| | Blumenau | R$ 10.467.501,99 | 15 | R$ 697.833,47 |
| | Criciuma | R$ 6.854.855,08 | 12 | R$ 571.237,92 |
| | Itajai | R$ 12.040.000,00 | 12 | R$ 1.003.333,33 |
| | Lages (*) | R$ 5.748.351,52 | 12 | R$ 479.029,29 |
| | Jaraguá do Sul | R$ 6.646.440,75 | 11 | R$ 604.221,89 |
(*) O Legislativo lageano no primeiro semestre de 2011 já gastou R$ 11.363.813,68
1 de julho de 2011
Bela metáfora
O circo esta em volta de você, o cavaleiro é o melhor símbolo do contribuinte otário que corre sem sair do lugar e que trabalha para pagar todas as contas, com uma plateia animada que curte a festa, sem perceber que eles mesmo são também parte do circo.
29 de maio de 2011
Para pensar acordado
14 de maio de 2011
do Twitter
29 de abril de 2011
Nem pacote, nem reforma
Pacote ou reforma?
Na medida em que são mais bem conhecidas, o conjunto de medidas apresentadas pelo prefeito para melhorar a eficiência da gestão municipal é possível identificar melhor o que é possível esperar. Até agora não chega a ser uma reforma, porque não apresenta nenhuma mudança estrutural digna deste nome, e só propõe, na tônica habitual nesta gestão, remendos e mudanças cosméticas, tem tudo para ser um pacote.
A ausência de valores, não permite avaliar o impacto de cada uma delas, nem verificar em base a que informações é possível identificar os “aproximadamente 10 milhões de economia” anunciados pelo prefeito. O risco é o governo municipal se coloque de novo numa enrascada, que acabe dando mais prejuízo que os recursos previstos. Já aconteceu com o ITBI ou no episodio do aumento do IPTU para os imóveis sem calçada.
A falta de estudos mais elaborados e consistentes, ou a ausência deles, caso existam, na apresentação feita, faz temer que, uma vez mais, as medidas tenham sido tomadas na base do achismo, o que tem tudo para gerar mais desgaste. A sociedade poderá melhor apoiar o pacote de medidas, quanto maior a transparência e o nível e qualidade das informações.
Devemos apoiar todas as medidas que tenham como objetivo a redução de custos e o aumento da eficiência do poder público. Avaliar com atenção o seu impacto real, sem confundir o que é desejável com o que é possível. Ainda considerar se realmente as medidas propostas gerará a redução custos prevista, não poucas vezes a fantasia prevalece nestes casos, e muitas vezes os custos permanecem inalterados a pesar do esforço feito. Finalmente evitar que novos impostos e taxas sejam criados para onerar ainda mais a sociedade.
Em resumo o pacote apresentado não permite identificar e medir realmente o seu impacto sobre as contas públicas e sobre os bolsos dos contribuintes. Os poucos dados apresentados e os valores mencionados pelo prefeito, criam mais duvidas e esclarecem pouco. Prefeito, luz, mais luz, para que seja possível sair do mundo do achismo e boa vontade para o mundo real e concreto dos dados e dos valores.
6 de fevereiro de 2011
Para pensar acordado
Apolinario Ternes
31 de outubro de 2010
Divida externa, divida interna e Governo Lula

SAIBA COMO LULA PAGOU A DIVIDA EXTERNA DE 2002 A 2010
Você ouve falar em DÍVIDA EXTERNA e DÍVIDA INTERNA em jornais e TV e não entende direito vamos explicar a seguir:
DIVIDA EXTERNA = é como uma dívida que você deve para bancos e outras pessoas...
DIVIDA INTERNA = é como uma dívida que você deve para sua mãe, pai ou parente...
Quando LULA assumiu o Brasil, em 2002, devíamos:
· dívida externa 212 Bilhões
· dívida interna 640 Bilhões
· Total de dívidas: 851 Bilhões
Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa.
E é verdade, só que ele não explicou que, para pagar a externa, ele aumentou a interna:
Em 2007 no governo Lula:
· Dívida Externa = 0 Bilhões
· Dívida Interna = 1.400 Trilhão
· Total de dívidas 1.400 Trilhão,
ou seja, a dívida externa foi paga, mas a dívida interna quase dobrou.
Agora, em 2010, você pode perceber que não se vê mais na TV e em jornais algo dito
que seja convincente sobre a Dívida Externa quitada.
Sabe por que? É que ela voltou.
Em 2010:
· Dívida Externa= 240 Bilhões
· Dívida Interna =1.650 Trilhão
· Total de dívidas 1.890 Trilhão, ou seja, a dívida do Brasil aumentou em 1 Trilhão no governo LULA.
Daí é que vem o dinheiro que o Lula está gastando no PAC, bolsa família, bolsa educação, bolsa faculdade, bolsa cultura, bolsa para presos, dentre outras bolsas...
Não é com dinheiro de crescimento; é com dinheiro de ENDIVIDAMENTO.
Compreenderam? Ou ainda acham que Lula é mágico? Ou Que FHC deixou um caminhão de dólares para Lula gastar?
Para maiores detalhes sobre dívida interna e externa do Brasil, acesse:
http://www.sonoticias.com.br/
Opinião do Leitor - 11 de Fevereiro de 2010
Dívida Interna: perigo à vista
Autor: Waldir Serafim
A dívida interna do Brasil, que montava R$ 892,4 bilhões quando Lula assumiu o governo em 2003, atingiu em 2009 o montante de R$ 1,40 trilhão de reais e, segundo limites definidos pelo próprio governo, poderá fechar 2010 em R$ 1,73 trilhão de reais, quase o dobro. Crescimento de 94% em oito anos de governo.
Para 2010, segundo Plano Nacional de Financiamento do Tesouro Nacional, a necessidade bruta de financiamento para a dívida interna será de R$ 359,7 bilhões (12% do PIB), sendo R$ 280,0 bilhões para amortização do principal vencível em 2010 e R$ 79,7 bilhões somente para pagamento dos juros (economistas independentes estimam que a conta de juros passará de R$ 160,0 bilhões em 2010). Ou seja, mais uma vez, o governo, além de não amortizar um centavo da dívida principal, também não vai pagar os juros. Vai ter que rolar o principal e juros. E a dívida vai aumentar.
A dívida interna tem três origens: as despesas do governo no atendimento de suas funções típicas, quais sejam, os gastos com saúde, educação, segurança, investimentos diversos em infraestrutura, etc.. Quando esses gastos são maiores que a arrecadação tributária, o que é recorrente no Brasil, cria-se um déficit operacional que, como acontece em qualquer empresa ou família, terá que ser coberto por empréstimos, os quais o governo toma junto aos bancos, já que está proibido, constitucionalmente, de emitir dinheiro para cobrir déficits fiscais, como era feito no passado. A segunda origem são os gastos com os juros da dívida. Sendo esses muito elevados no Brasil, paga-se um montante muito alto com juros e os que não são pagos é capitalizado, aumentando ainda mais o montante da dívida. A terceira causa decorre da política monetária e cambial do governo: para atrair capitais externos ou mesmo para vender os títulos da dívida pública, o governo paga altas taxas de juros, bem maior do que a paga no exterior, e com isso o giro da dívida também fica muito alto.
A gestão das finanças de um governo assemelha-se, em grande parte, a de uma família. Quando faz um empréstimo para comprar uma casa para sua moradia, desde que as prestações mensais caibam no seu orçamento familiar, é visto como uma atitude sensata. Além de usufruir do conforto e segurança de uma casa própria, o que é um sonho de toda família, depois de quitado o empréstimo restará o imóvel. No entanto, se uma família perdulária usa dinheiro do cheque especial para fazer uma festa, por exemplo, está, como se diz na linguagem popular, almoçando o jantar. Passado o momento de euforia, além de boas lembranças, só vai ficar dívidas, e muito pesadelo, nada mais.
No caso, o Brasil está mais assemelhado ao da família perdulária: gastamos demais, irresponsavelmente, e entramos no cheque especial. Estamos pagando caro por isso. Como o governo não está conseguindo pagar a dívida no seu vencimento, e nem mesmo os juros, ao recorrer aos bancos para refinanciar seus papagaios, está tendo de pagar um “spread” (diferença entre a taxa básica de juros, Celic, e os juros efetivamente pagos) cada vez mais alto (em 2008 no auge da crise, o governo chegou a pagar um “spread” de 3,5% além da Celic). E isso, além de aumentar os encargos da dívida, é um entrave para a queda dos juros, por parte do Banco Central.
O governo tornou-se refém dos bancos: precisa de dinheiro para rolar sua dívida e está sendo coagido a pagar juros cada vez mais altos (veja os lucros dos bancos registrados em seus balanços). Em 2009, em razão das altas taxas de juros pagas, o montante da dívida cresceu 7,16% em relação ao ano anterior, mesmo o PIB não registrando qualquer crescimento.
O problema da dívida interna não é somente o seu montante, que já está escapando do controle, mas sim qual o destino que estamos dando a esses recursos. Como no caso da família que pegou empréstimo para comprar uma casa própria, se o governo pega dinheiro emprestado para aplicar em uma obra importante: estrada, usina hidroelétrica, etc. é defensável. É perfeitamente justificável que se transfira para as gerações futuras parte do compromisso assumido para a construção de obras que trarão benefício também no futuro.
Mas não é isso que está acontecendo no Brasil. O governo está gastando muito e mal. Tal qual a família perdulária, estamos fazendo festas não obras. Estamos deixando para nossos filhos e netos apenas dívidas, sem nenhum benefício a usufruir. Deixo para o prezado leitor, se quiser, elencar as obras que serão deixadas por esse governo.
Não tenho bola de cristal para adivinhar quem vai ser o próximo presidente da República: se vai ser ele ou ela, mas posso, com segurança, afirmar, que seja quem for o eleito vai ter que pisar no freio, logo no início do governo. Vai ter que arrumar a casa.
Waldir Serafim é economista em Mato Grosso
20 de outubro de 2010
A Ilha da Fantasia
A Câmara de Joinville ampliou o contrato de publicidade para 2010. Com o aditivo de R$ 215 mil, o gasto anual sobe para R$ 1,5 milhão. Além da publicidade e publicação de atos legais, o dinheiro banca a TV Câmara.
Não é preciso acrescentar nada mais, ou você acha que precisa?





