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28 de novembro de 2016

A quem interessa não ter EIV?

A flexibilização do EIV (Estudo de Impacto de Vizinhança) não interessa a sociedade. A pergunta é a quem interessa? Quem se beneficia? Por que o poder público liderado pelo IPPUJ e com o apoio do prefeito toma iniciativas como estas?

Poderíamos esperar que uma iniciativa como esta surgisse do legislativo, sempre mais propenso a atender este tipo de pleitos, mas que seja uma proposta do executivo só evidencia a forma de ver e entender a cidade desta administração.

15 de agosto de 2016

A voz do IPPUJ

Clique no link e ouça o que o IPPUJ esta preparando para você.

A voz do IPPUJ

O IPPUJ trabalhando sempre por Joinville. 

12 de agosto de 2016

A quem interessa que escolas não tenham EIV?

A flexibilização do EIV (Estudo de Impacto de Vizinhança) não interessa a sociedade. A pergunta é a quem interessa? Quem se beneficia? Por que o poder público liderado pelo IPPUJ e com o apoio do prefeito toma iniciativas como estas?

Poderíamos esperar que uma iniciativa como esta surgisse do legislativo, sempre mais propenso a atender este tipo de pleitos, mas que seja uma proposta do executivo só evidencia a forma de ver e entender a cidade desta administração.

29 de março de 2016

Deterioro urbano [2]

Sem meio fio os pedestres ficam mais expostos a atropelamentos, inclusive quando andam nas calçadas. Calçadas? Quais calçadas? Porque em Joinville o carro é o dono e senhor do espaço urbano. 





7 de janeiro de 2016

Bobagem

Impressiona a capacidade desse pessoal para dizer e escrever bobagem, que quer dizer "mobilidade ativa", Por acaso há mobilidade passiva?

18 de março de 2015

IPPUJ não consegue disponibilizar o material para as Audiências Públicas em tempo

O IPPUJ não consegue disponibilizar o material necessário para que a sociedade possa participar das audiências públicas em tempo hábil, fica cada vez mais difícil acreditar que tenham capacidade para planejar a cidade.

Se precisam de mais de 3 meses para transcrever a ata da Audiência Pública do dia 12 de dezembro de 2014 e disponibiliza-la do seu site, fica a duvida se é por má fé, por inépcia ou pelas duas juntas.
Sem acesso as informações a participação da sociedade fica comprometida e o IPPUJ deixa de garantir um debate democrático e isento. 



Verifiquem as datas das postagens e quando os documentos de fato ficaram disponiveis no site do IPPUJ. a quantidade de material não permite que os joinvilenses possam ter conhecimento de todas as informações apresentadas.

Novamente o IPPUJ mostra que o planejamento de Joinville não esta sendo feito como deveria. A incapacidade, quase patológica em cumprir prazos deveria ser objeto de estudo por parte de algum centro de pesquisas, não é possível que não acertem UMA.

Como manter a agenda das audiências públicas sem que o material tenha sido disponibilizado a tempo? 

15 de março de 2015

Plano de Mobilidade

Sabe quando há mais bla,bla,bla que ação?

“Todos nós sabemos que há algo errado com nossas cidades, e que esse algo pode piorar se não aspirarmos a um modelo diferente da cidade do futuro. Se as formigas podem solucionar questões como tamanho, caráter e função correta de suas cidades, devemos ser capazes de fazer o mesmo com as nossas.” Richard Rogers - Cidades para um Pequeno Planeta -2001

23 de novembro de 2014

Ainda a LOT



Quando o poder público no governo Carlito tentou aprovar a LOT a toque de caixa para atender interesses especulativos e um pequeno grupo de cidadãos e de associações de moradores se articulou para evitar que a LOT fosse aprovada pela Camara de Vereadores sem um amplo debate com a sociedade e sem cumprir todos os passos que lei exige o poder público tentou e continua tentando nos desqualificar e denegrir.

Hoje que mais pessoas e associações se somam a causa e exigem um debate democrático e participativo, as únicas dois constantes são:

A insistência do poder público em aprovar a qualquer custo uma LOT espúria e perniciosa para Joinville e a incompetência do IPPUJ para conduzir um processo que é muito maior que sua capacidade e a dos técnicos envolvidos no processo.


Meu aplauso e meu reconhecimento a esta minoria que cresce dia a dia e que não pode mais ser ignorada.

25 de outubro de 2014

A Joinville dos próximos 30 anos.


É bonito e empolga falar da Joinville dos próximos 30 anos. Mas que empolgar, entusiasma pensar que daqui a 30 anos Joinville será uma cidade melhor que a que temos e vislumbramos hoje. Quem poderia ser contra uma cidade melhor, mais verde, mais sustentável, mas justa, que integre as diferencias, com mais qualidade de vida e voltada para o cidadão. Um projeto de Joinville assim seria capaz de unir ao mesmo tempo todos os espectros do universo político. Que partido não assinaria uma proposta como esta?

Mas da mesma forma que acreditamos que Deus esta nos detalhes, também o diabo tem se feito presente nos detalhes. Planejar é uma coisa, executar é outra bem diferente. A Joinville planejada no plano diretor de 1973, disso já faz mais de 40 anos, era uma cidade bem diferente da de hoje. A cidade estaria cortada, de um extremo ao outro, por grandes avenidas duplicadas. Rotatórias ou elevados permitiriam que o transito fluísse bem e de forma segura. Atravessar Joinville de ponta a ponta seria rápido e confortável. O Rio Cachoeira estaria margeado por um parque linear que faria inveja aos grandes parques urbanos com que a população tanto sonha. O IPPUJ não precisaria ficar remendando a cidade com binários, trinários e outras invencionices que são só paliativos para problemas que não existiriam se o que foi planejado tivesse sido feito.

Se duplicar uma avenida como a Santos Dumont ou um trecho da Dona Francisca se converte numa missão quase impossível. Se a execução de pouco mais de meia dúzia de áreas verdes, se alastra por mais de três lustros, sem que Joinville tenha espaços públicos dignos de ser considerados parques e já seja necessário reformar as recentemente construídas. Recomenda o bom senso que se duvide da nossa capacidade de projetar e executar a Joinville dos próximos 30 anos.  Ou que no mínimo seja questionada esta visão idílica de uma cidade que será melhor só daqui a três décadas.


Se não conseguimos fazer bem as coisas mais simples, aquelas que deveriam fazer parte do quotidiano de uma cidade que insiste em querer ser a maior do estado e que poderia muito bem investir um pouco em ser a melhor. O que deveria nos deixar com a pulga atrás da orelha é que se não há a quem reclamar hoje que não tenha sido executado o que foi projetado em 1973, a quem questionar o que não tenha sido implantado em 2045 o que foi projetado em 2014? Quem vai lembrar? Ou estaremos naquela época planejando a Joinville de 2075. Essa sim será a cidade ideal e quem viver verá.

4 de agosto de 2014

Não ousem tocar na COTA 40

Sabe qual é o risco que Joinville corre se ocupássemos a COTA 40? Se você acha que esse é um risco que não devemos correr, faça a sua parte e assine esta petição "Não ousem tocar na COTA 40"

Binários e outras confusões.


O tema da mobilidade tem todas as cartelas para ser a bola da vez. Não deveria nos surpreender se acabasse superando a saúde, segurança e educação, o que não quer dizer que estes temas estejam sendo resolvidos, quer dizer que a população já começou a desacreditar que sejam resolvidos e vai aos poucos desistindo de brigar em batalhas perdidas.

No caso de Joinville, e na maioria das grandes cidades brasileiras, a da mobilidade tem tudo para ser outra batalha perdida. Os governos são os grandes sócios do carro, em Joinville o IPVA arrecada quase tanto como o IPTU, e o ICMS sobre carros e combustíveis é outra vaca leiteira das administrações públicas, que avançam com avidez sobre qualquer ingresso que se apresente. Por si isso fora pouco um carro que em 1999 custava 155 salários mínimos, hoje custa 44, ótimo desde o ponto de vista social, mas sem infraestrutura, nem recursos para investir em transporte público moderno, as cidades enfrentam um verdadeiro apagão no transito.

Não vou cair na armadilha de propor que esta ou aquela rua deva ser mão única ou mão dupla. Isso nem os técnicos sabem. Tem ido tentando até achar que acertam. Mas o que sim, já deveria ter ficado claro é que há que escutar a população afetada pelas experiências que o IPPUJ e o ITTRAN fazem, antes de fazê-las. O estranho é que depois do fiasco no Guanabara, os técnicos não tenham aprendido que este tipo de intervenções devem ser mais bem preparadas, com estudos mais detalhados, implantando as mudanças com segurança e prevendo todas as alternativas. A imagem de cavaletes e cones com folhas impressas em papel indicando, que não se pode entrar naquela rua ou que se deve entrar pela próxima, não ajudam em nada a promover outra imagem que não seja a da imperícia, desorganização e improvisação. A maior prova disso ainda é a falta de soluções concretas aparecem, cada dia, novos mapas oferecendo rotas alternativas para resolver problemas que não tinham sido previstos.

No tema do transito, como nos demais ligados ao planejamento urbano, a surdez e a arrogância quando combinadas só servem para exacerbar os ânimos da população e isso leva a atitudes cada vez mais radicais. É inconcebível que moradores cheguem ao ponto de fechar ruas para ser recebidos pelo prefeito em audiência. A situação esta começando a ficar fora de controle.



3 de agosto de 2014

Cota 40


Se você também esta preocupado com o futuro da Cota 40 em Joinville e não entende para que formar um grupo de trabalho para estudar a Cota 40, assine a petição para que não ousem tocar na COTA 40

1 de agosto de 2014

Boato? Não né?

O IPPUJ esta empenhado em convencer que a ideia de alterar os limites da COTA 40 não passa de um boato e que tal ideia nunca foi considerada e menos pelo IPPUJ. Que ninguém pretende mexer na COTA 40. Acredite se quiser.

Para por os pingos nos "is" leia o texto da minuta da LOT elaborada pelo IPPUJ e que esta em analise no Conselho da Cidade.




Não achou nada estranho? o texto é árido e enfadonho? o objetivo é esse mesmo, que o cidadão de a pé não entenda direito. O palavreado confuso e complexo tem como objetivo afastar o joinvilense do debate da LOT, quanta menos gente entenda e possa opinar melhor. Melhor para quem? Essa é outra pergunta que também precisa ser respondida pelo IPPUJ e pelo poder público.

Mas para fazer mais fácil, a compreensão de todos, o texto elaborado pelo IPPUJ para a LOT previa como áreas urbanas, por tanto áreas que hoje estão protegidas pela LOM ( Lei Orgânica do Município) especificamente pelo seu artigo 181, perderiam a proteção e poderiam ser ocupadas, áreas ACIMA da COTA 40. Boato? não, não é boato. Leia o detalhe do texto e ache "COTA 50" Achou? Bingo. Achou o que quem elaborou a minuta da LOT, teria preferido que ninguém achasse e agora diz que é só um boato, coisa de gente desinformada.



Quem elaborou a minuta? Quem a aprovou? Por quantas mãos já passou? Você acha que pode confiar em quem faz este tipo de coisas? Melhor ficar bem atento, porque há na LOT outras surpresas semelhantes, esta é só uma delas.


25 de abril de 2014

Lembra das "Audiências públicas" que o IPPUJ ia realizar de forma expedita?

Lembra que o IPPUJ pretendia realizar umas simulações de audiências publica de dois horas de duração e de forma expedita? Pois parece que terão que ficar para mais tarde.

Na realidade terão que esperar até que sejam melhor organizadas, melhor preparadas e quando todas as informações estejam disponíveis para que os interessados possam ter amplo conhecimento do que se esconde por trás da sopa de letrinhas em que querem converter o planejamento urbano de Joinville.

A integra do documento protocolado pelas associações de moradores no IPPUJ, na Camara de Vereadores e no MPSC







22 de janeiro de 2014

Porque se fazem tantas trapalhadas?

Porque se fazem tantas trapalhadas?

Finalmente esclarecido porque no planejamento urbano de Joinville o índice de trapalhadas supera em 37% o dobro do pior índice nacional.

Técnicos do instituto de planejamento esclarecem que isso sucede por que a pratica é:

Pensam e planejam “A”, Falam “B” e finalmente fazem “C”. por isso sucede o que sucede.

O exemplo da Rua Guanabara é o penúltimo de uma longa lista de erros que se repetem com assustadora frequência e o pior é que não parece que esta pratica, comum há anos, vai mudar.

Assim continuamos na linha de “Fazemos para ver como é que fica”, provavelmente se o prefeito que iria cuidar de “cada centavo de dinheiro público” responsabilizasse e fizesse pagar a alguém outro que o contribuinte pelos erros, alguma coisa poderia mudar. Mas isso é muito pouco provável. 

25 de setembro de 2013

Estado de penúria


As chuvas recentes tem levado os governos municipais a declarar diferentes estados de situação, desde estado de calamidade, nos casos mais graves, de emergência ou de atenção, quando a gravidade começa a regredir. A prefeitura de Joinville deve declarar estado de penúria permanente.
A penúria é um estado de pobreza extrema ou de indigência, de autentica miséria, se a prefeitura fosse uma família estaria inscrita no Bolsa Família.

Nos dias 26 e 27 de setembro, por tanto na quinta e na sexta feira se realizara em Florianópolis a Conferencia estadual das Cidades, da qual Joinville tem a obrigação de participar. Os conselheiros eleitos e também os indicados por Joinville receberam o seguinte comunicado:

“Comunicamos que não será possível ao Estado custear as despesas de alimentação, estadia e transporte dos delegados municipais para a 5a Conferência Estadual das Cidades, que será em Florianópolis nos dias 26 e 27 de setembro deste ano, quinta e sexta-feira.
A Prefeitura de Joinville também não poderá custear as despesas com alimentação e estadia dos delegados, mas disponibilizará um veículo para transportar os delegados nos dois dias da Conferência (ida e volta em cada dia, sem pernoite em Florianópolis).  Em tempo informaremos horário e local de saída. “

O comunicado é uma perola de como funciona o serviço público, como as meias verdades e as falácias se misturam para prejudicar o cidadão. Primeiro é importante conhecer o que estabelece a cartilha elaborada pelo Ministério das Cidades, a qual deveria ser de conhecimento de quem elaborou o comunicado municipal. Estabelece a cartilha:

5ª CONFERÊNCIA NACIONAL DAS CIDADES

CARTILHA PARA REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS ESTADUAIS E MUNICIPAIS

· Funções das Comissões Preparatórias Municipais.
- Organizar, mobilizar e subsidiar a execução das conferências na etapa municipal.
- Fazer cumprir as regras previstas no regimento da 5ª Conferência Nacional das Cidades, ...

- Com o apoio dos Governos Municipais e dos Conselhos Municipais das Cidades onde existir, organizar toda infra-estrutura de local da conferência, deslocamento, alimentação, hospedagem dos delegados e delegadas - (eleitos, nosso grifo)- da etapa municipal,... 
MINISTÉRIO DAS CIDADES
CONSELHO NACIONAL DAS CIDADES
COMISSÃO PREPARATÓRIA NACIONAL
COMISSÃO NACIONAL RECURSAL E DE VALIDAÇÃO

No caso de Santa Catarina e a pesar do informado pelo IPPUJ, no comunicado enviado aos conselheiros eleitos a realização da 5ª Conferencia conta com recursos orçamentários.

ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO
CONSELHO ESTADUAL DAS CIDADES – CONCIDADES/SC
REGIMENTO DA 5ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DAS CIDADES

CAPÍTULO - VI
DOS RECURSOS FINANCEIROS

Art. 16. As despesas com a organização da etapa estadual para a realização da 5ª Conferência Estadual das Cidades correrão por conta de recursos orçamentários da Secretaria de Estado do Planejamento que poderá receber apoio.

É um típico caso de empulhação, em que o município que tem a obrigação de custear as despesas dos delegados eleitos, não o faz e alega que o problema é do estado, que não é responsável por essas despesas. Custeia as diárias dos delegados indicados, todos eles funcionários públicos e se omite da sua responsabilidade.


Por isso a máxima que preconiza que não devemos acreditar no governo nunca fica mais evidente a cada dia. No caso de Joinville vivemos o resultado do estado de penúria acrescentado um estado permanente de mitomania e mau caratismo.

17 de setembro de 2013

Processo previsto para ocupação das ARTs


O IPPUJ insiste em divulgar uma visão idílica das ARTs, imaginando que serão áreas de ocupação controlada, que só serão permitidas atividades de baixo impacto e que se manterão bucólicas e com características prioritariamente rurais.

Pelo histórico do modelo de desenvolvimento urbano de Joinville e pela pouca ou nula capacidade do próprio IPPUJ  para contornar a "PRESSÃO" especulativa sobre o solo urbano. A possibilidade que em poucos anos passemos, de forma acelerada pelo processo de ocupação urbana previsto pelo desenho.

Até lá os nossos técnicos assistirão impávidos a degradação da qualidade de vida de Joinville e a destruição de áreas verdes de importante valor ecológico, ambiental e paisagístico.

28 de agosto de 2013

Conselho da Cidade

Quando faltam argumentos e conteúdo aparecem os papagaios a repetir discursos manjados e sem novidades. Mas cada vez mais gente toma conhecimento do que esconde a LOT.

Mais conhecimento, mais transparência e mais democracia é bom para Joinville, mesmo que incomode e deixe nervosos aos representantes da gangue do tijolo e ao seu líder mor, que já perdeu a compostura varias vezes.


26 de agosto de 2013

As desapropriações e a improvisação

Não há como não ficar irritado com a cantilena da falta de recursos para desapropriar. Importantes obras se alastram por anos ou nem chegam a ser construídas pela dificuldade em desapropriar. É o resultado de uma equação simples que soma a falta de planejamento, acrescenta a ausência de previsão e multiplica pela nossa predisposição natural para a enjambração e a gambiarra.

Nem faz tanto tempo assim o IPPUJ propôs construir um teatro no estacionamento do Centreventos, os visionários de plantão compararam o nosso futuro teatro com o Palais Garnier sede da Opera de Paris,  alegando que o famoso teatro parisino tampouco tinha estacionamento. Provavelmente esqueceram que o principal motivo de não ter estacionamento, tenha sido que foi inaugurado em 1875, dez anos antes que fosse produzido por Carl Benz o primeiro motor de combustão interna e o inicio da produção comercial do automóvel.  O mais prudente seria que comparassem também a infraestrutura e a oferta de mobilidade da capital francesa com a metropole joinvilense.

Tampouco havia outro lugar melhor para a ampliação do Hospital São José que avançando sobre o estacionamento e cortando as arvores existentes. Assim o hospital aumenta a sua oferta de serviços  e sua capacidade e como resultado os veículos de médicos, enfermeiras, pacientes e familiares se espalham cada dia por mais ruas em volta do hospital.

Sem prever no custo das obras os recursos necessários para  as desapropriações o resultado é que as obras quando finalmente são construídas, acabam sendo feitas em locais inadequados e se compromete o funcionamento das infra-estruras urbanas existentes. A essas gambiarras urbanas há que acrescentar o papelão do poder publico, de pires na mão, implorando que proprietários façam doação das áreas  para que as obras possam ser executadas. Uma situação de penúria municipal que envergonha a qualquer cidadão.

Os municípios têm e podem usar um conjunto poderoso e variado de alternativas para obter recursos para desapropriar as áreas que precise, pode ainda oferecer a troca de vantagens que compensem a desapropriação e ainda obter recursos para as obras publicas projetadas.
Porque não o faz? Esse é um daqueles mistérios que rondam o poder publico. Mas é provável que a resposta este no principio de Hanlon. Que tão útil é para ajudar a entender a vida e o funcionamento das organizações. ”Não se deve atribuir a maldade o que pode ser facilmente explicado pela estupidez.”

Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC


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