12 de abril de 2009

serviço de utilidade publica

ATENÇÃO

Vencimento Carteira Nacional de Habilitação


Foi criada uma lei, na mesma época em que foi criada a lei seca, que só pode ser renovada a carteira durante o prazo de no máximo 30 dias após o vencimento da mesma.

Após este prazo, a carteira é cancelada automaticamente
e o condutor será obrigado a prestar todos os exames novamente: psicotécnico, legislação e de rua, igualzinho a uma pessoa que nunca tirou carteira.


Esta lei não foi divulgada como a lei seca e mais de 3.000 pessoas só na cidade de SP no mês de outubro de 2008, perderam suas carteiras de habilitação e terão de repetir todos os exames.




Fiquem atentos quanto ao vencimento de sua CNH.

Só por alto, fora a multa, para tirar novamente a CNH, fica por volta de R$ 1.200,00 e leva + ou - de 2 a 3 meses, isso se você passar por tudo da 1ª vez.

As mudanças começaram a valer no dia 1º de janeiro de 2009.Serão incluídos novos conteúdos, além de uma nova carga horária.

O Diário Oficial da União (DOU) publicou (22/11/2008) uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que altera as regras para quem vai tirar a carteira de motorista.

Entre as mudanças está a carga horária do curso teórico que vai passar de 30 para 45 horas aula e a do prático, de 15 para 20 horas aula. Serão incluídos novos conteúdos, como as conseqüências da ingestão de bebidas alcoólicas e cuidados especiais com motociclistas.

As mudanças começam a valer no dia 1º de janeiro de 2009. Quem já tiver iniciado o processo antes disso ainda vai pegar as regras antigas.

Providenciar com urgência retirar o plástico e trocar o extintor por um cheio.


EXTINTOR DE FOGO OBRIGATÓRIO DO CARRO

Mais uma regulamentação - sem a devida divulgação!!!!

Agora é norma do CONTRAN e dá uma multa de R$ 127,50 para quem for apanhado fora da lei :

O extintor de fogo obrigatório do carro tem que estar livre do plástico que acompanha a embalagem.


Tire a embalagem plástica e deixe o acesso ao extintor livre.


Não esqueça -- se um policial rodoviario, estadual ou federal parar seu carro e verificar que
o extintor está protegido pelo saco plástico - ele vai te autuar - 5 pontos na carteira; e você só segue viagem após tirar o plástico, desde que o bendito extintor esteja com a validade em dia ( e mais os tais R$ 127,50 ).

AJUDE SEUS AMIGOS E REPASSE, AFINAL ESTA É MAIS UMA "MARACUTAIA" QUE O GOVERNO FAZ PRA TOMAR NOSSO DINHEIRO E NOSSO TEMPO...

2010

Agradecimento



Este blog entrou no ar em Outubro de 2007, simultaneamente com o convite do Jornal A Noticia, para escrever no AN Cidade. A idéia era a de facilitar a leitura e o acesso aos textos.

Acabou superando todas as expectativas e com mais de 1,5 textos ou comentários a cada dia, representa hoje um forte compromisso com os leitores que acompanham os textos tanto no blog, como no Jornal A Noticia.

O resultado deste espaço tem muito a ver com as contribuições, comentários e criticas dos seus leitores. Tem a ver com os joinvilenses, anônimos ou não, que enviam suas idéias. Aos que sugerem determinados temas, para serem abordados. Com todos aqueles que com o tempo construímos um relacionamento, as vezes exclusivamente virtual, as vezes real. A todos o meu muito obrigado.

O meu agradecimento em especial ao Nilson, ao Sérgio, a Gabriela, ao Jefferson, a Ana, ao Marcos,ao Gert,ao Claudio, ao Arno, ao Anselmo, ao Rodrigo e a dezenas de outros que hoje são também editores e comentaristas deste espaço.

Todo isto me anima a continuar, me ajuda a dispor de um pedaço de tempo para compartilhar com vocês, com a certeza que o esforço vale a pena e que vocês merecem.

Continuamos juntos porque amanha é outro dia e teremos novos comentários a fazer, novos temas a abordar.

Da Folha de São Paulo ( 2)



A segunda nota publicada pelo jornalista Elio Gaspari, reproduz a incompetência que viceja nas estruturas publicas. Da que tampouco a nossa Joinville esta a salvo.

Poderes do Planalto

Pela enésima vez Nosso Guia reuniu sua equipe para pedir que as coisas aconteçam. Sua queixa é a mesma: o governo decide, os burocratas aplaudem, o tempo passa e tudo continua na mesma. Trata-se de uma briga eterna. Os poderes do Planalto, supostamente infinitos, às vezes são humilhados. Em 1966 o presidente Castello Branco e o presidente da Câmara, Adauto Lúcio Cardoso, entraram num curso de colisão quando o deputado se recusou a aceitar a cassação do mandato de seis parlamentares.

O marechal achou que só havia um caminho: fechar a Câmara. Planejou-se a operação militar, a tropa cercou o Congresso e uma equipe foi mandada ao centro de distribuição de energia elétrica para que, à hora combinada, o prédio ficasse às escuras.

Tudo funcionava de acordo com o plano. As comunicações telefônicas já haviam sido cortadas e, quando chegou o momento do apagão, o chefe de Serviço Nacional de Informações, Golbery do Couto e Silva, e seu secretário, Heitor Ferreira, foram a uma janela do Planalto para ver o espetáculo.

Tchan. Apagaram-se as luzes do Palácio do Planalto.

Da Folha de São Paulo ( 1)


O jornalista Elio Gaspari, publica duas notas imperdiveis, na edição de domingo do Jornal Folha de São Paulo

Harvard deu uma lição de crise

A Universidade Harvard acaba de tomar duas providências. Desligou dois dos quatro elevadores do edifício onde funciona sua administração e alterou a rotina do serviço de limpeza do prédio. Agora, cada um terá que esvaziar sua lata de lixo na caçamba colocada no fim do corredor e a faxina diária passou a semanal.


Esse é um caso exemplar de economia de tostões para mostrar que até tostões devem ser economizados. Antes da crise, Harvard tinha um patrimônio de US$ 37 bilhões. De lá para cá perdeu uns US$ 10 bilhões. Como a renda desse ervanário sustenta 35% do orçamento, antes de desligar os elevadores, a universidade congelou salários, obras de expansão e baixou o recrutamento de professores de 50 para 15.

A conduta da escola mais rica do mundo pode ser útil para as universidades públicas brasileiras que planejam sua safra rotineira de greves.

10 de abril de 2009

O Aumento da conta de água



Parece incrível a capacidade que esta administração municipal tem de fazer as leituras erradas e se envolver num turbilhão de criticas e comentários que poderiam ser até elogios se a estratégia mudasse de foco.


A discussão da tarifa de água é hoje um debate político, que esta sendo utilizado muito melhor pela ferrenha oposição que a administração do PT há conseguido aglutinar e a que alimenta a diário com a sua falta de ação e principalmente de visão.


Numa cidade que tem um saneamento africano, não existe espaço para reduzir o preço da água, o problema principal que Joinville enfrenta hoje é o da falta de saneamento, o foco agora e o esgoto e deverá ser enfrentado com urgência.


A partir da municipalização do serviço, duas situações convivem em Joinville, a primeira é que não tem faltado água, os rodízios formam parte do passado, o dinheiro que era drenado de Joinville e transferido para Florianópolis ou que era utilizado no chamado subsídio cruzado, em nome de manter a tarifa em outros municípios menores. Retirava recursos de Joinville que agora passaram a estar disponiveis para novos investimentos. A segunda permitiu comprobar uma vez mais que uma empresa municipal pode ser tão ineficiente ou politiqueira quanto uma estadual ou federal, ou que a utilização política de Companhia Águas de Joinville alcançou um nível equivalente ao que era habitual na tristemente famosa Casan.


A Companhia Águas de Joinville tem em caixa 37 milhões de reais, depois de ter distribuido 10 milhões e meio de Reais em dividendos, todos eles canalizados para o caixa da prefeitura, o que pode ser visto como algo positivo e elogiável, porem evidencia uma distorção do objetivo da empresa, que deixou de investir em saneamento basico, com a conivência da Amae, que como agencia reguladora, deveria ter estabelecido metas para a expansão da rede de esgoto, sem apoiar e permitir experiências custosas e de resultados duvidosos, como o malfadado Flotflux. Para ficar guardando dinheiro no colchão.


Uma empresa municipal, pode e deve ter lucro, a diferencia é qual será o destino deste seu lucro. Si se devem destinar a pagar a ampliação da Arena Joinville, ou do Boulevard Cachoeira, ou utilizar os recursos para melhorar e ampliar a rede de esgoto e a melhorar a eficiência do fornecimento atual é futuro. Entendo que este deveria ser o tema a ser debatido com a sociedade, reduzir o debate ao valor da tarifa é pura demagogia de palanque.

2010

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