25 de setembro de 2014
4 de setembro de 2014
Criação de arapongas
São fortes, muito fortes, os boatos de que há um centro de arapongagem instalado no paço da Beira rio.
Citam fontes bem avalizadas que há relatórios diários dos movimentos e conversas de vários cidadãos da cidade. Estes informes são entregues diariamente aos principais representantes do poder público e entre os nomes monitorados estão aqueles que são vistos como inimigos do desenvolvimento e do progresso de Joinville ou como críticos ao prefeito e a sua administração.
Estariam sendo monitorados
1.- Cidadãos comuns
2.- Os horários de entrada e saída de qualquer repartição pública, incluindo a Camara de Vereadores.
3.- Quem foi visitado, ou com quem conversaram
4.- Quanto tempo durou a conversa
5.- Se a conversa foi com servidor, assessor ou vereador, quando a visita é na Camara de Vereadores.
6.- O informe inclui, em alguns casos, imagens gravadas em mídia eletrônica.
Provavelmente haja também escuta ambiental.
Imaginar este tipo de situação num estado de direito e colocando nas mão do executivo um "brinquedo" como a Secretaria de Segurança Pública é no minimo preocupante.
Se a central de arapongagem existe de fato, para investigar a cidadãos de bem e é custeada com recursos públicos cabe uma denuncia ao MPSC
Citam fontes bem avalizadas que há relatórios diários dos movimentos e conversas de vários cidadãos da cidade. Estes informes são entregues diariamente aos principais representantes do poder público e entre os nomes monitorados estão aqueles que são vistos como inimigos do desenvolvimento e do progresso de Joinville ou como críticos ao prefeito e a sua administração.
Estariam sendo monitorados
1.- Cidadãos comuns
2.- Os horários de entrada e saída de qualquer repartição pública, incluindo a Camara de Vereadores.
3.- Quem foi visitado, ou com quem conversaram
4.- Quanto tempo durou a conversa
5.- Se a conversa foi com servidor, assessor ou vereador, quando a visita é na Camara de Vereadores.
6.- O informe inclui, em alguns casos, imagens gravadas em mídia eletrônica.
Provavelmente haja também escuta ambiental.
Imaginar este tipo de situação num estado de direito e colocando nas mão do executivo um "brinquedo" como a Secretaria de Segurança Pública é no minimo preocupante.
Se a central de arapongagem existe de fato, para investigar a cidadãos de bem e é custeada com recursos públicos cabe uma denuncia ao MPSC
24 de agosto de 2014
O que visitar na Alemanha?
Leio que o nosso prefeito viajará a Alemanha nos próximos
dias e mesmo que já tenha feito inúmeras viagens internacionais é a primeira
vez que viajará na condição de prefeito de Joinville. Defendo com veemência que
as pessoas viagem, viajar é a melhor forma de conhecer outras realidades, sair
do túnel de pensamento e no marasmo intelectual em que se encontram e Joinville
só tem a ganhar. Diferente de outros prefeitos e secretários que a primeira vez
que viajaram fora do continente foi depois de eleitos, Udo Dohler é um homem
viajado.
Mesmo assim me atrevo a sugerir algumas visitas que na condição de
prefeito não poderia deixar de fazer:
1. Em Munique
visitar o Englisher Garten e assim ter uma ideia bem clara do que é um parque
urbano. Aproveitando a estada na capital da Baviera, não deixar de conhecer o
centro, ruas e mais ruas fechadas ao transito de veículos, com um comercio
forte e com praças, pontos turísticos repletos de turistas.
2. Se a opção for
Freiburg, com pouco mais de 200.000 habitantes e um eficiente sistema de VLT
(Veiculo Leve sobre Trilhos), a feira que os agricultores da região promovem na
Munster Platz de segunda a sábado, não poderia ficar fora do roteiro.
3. Poderia
inclusive dar uma esticadinha até Munster, a capital alemã das bicicletas, com
uma rede de ciclovias de dar inveja a qualquer cidade que se pretende a “Cidade
das bicicletas”. Entender a complexa arte de projetar ciclovias para os
ciclistas, escolher os melhores caminhos e os mais seguros e promover a integração
entre a bicicleta e os demais modais de transporte, pode ser uma surpresa para
quem como o prefeito é um defensor intransigente do carro.
4. Berlim é a bola
da vez. Uma cidade moderna, com uma vitalidade cultural, um dinamismo e uma
rede de parques. O meio de transporte preferido dos berlinenses, depois de
andar a pé e antes do transporte publico é a bicicleta, graças a uma topografia
plana e a ciclovias bem distribuídas por toda a capital da Republica Federal de Alemanha.
Se dessas visitas se pudesse aproveitar um 10%, já seria um
bom retorno para Joinville, a cidade agradeceria. Me atreveria também a
sugerir que não desperdice um único centavo de dinheiro publico, não precisa
incluir o pessoal do IPPUJ na viagem. Devem ser quem mais tem feito viagens
internacionais nos últimos anos e o resultado segue sem aparecer, devem ser
refratários ao desenvolvimento sustentável e a propor para Joinville outras
soluções que não sejam as que surjam das suas pranchetas. Convencidos que
sabem, perdem a parte mais gostosa da vida, que é o prazer de aprender sempre.
Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
8 de agosto de 2014
5 de agosto de 2014
Uma viagem fantástica
De uma olhada neste vídeo fantástico, mostrando a aproximação, aterrizagem e a decolagem de e desde alguns dos aeroportos mais conhecidos do Brasil. Adrenalina da Aviação.
4 de agosto de 2014
Anéis viários, Binários, Faixas Viárias e LOT
O jornalista Osny Martins na sua coluna no jornal Noticias do Dia dá uma boa pista do motivo que tem levado o IPPUJ e fazer mudanças no transito nas zonas norte e leste. A criação de anéis viários ou novos binários, estão mais orientados a justificar as Faixas Viárias prevista na LOT que a resolver mesmo os problemas de transito.
O IPPUJ acredita que as Faixas Viárias são a solução para todos os problemas de planejamento e mobilidade de Joinville e por isso propõe que sejam implantadas na maioria das ruas aonde hoje flui o transito.
A proposta do IPPUJ é unir no mesmo lugar, atividades industriais, comerciais e permitir a verticalização e o adensamento. O maior risco é que não saia bem, não há experiencias consolidadas deste modelo. Mas a informação permite entender melhor tanto a teimosia em implantar estas obras, mesmo sem o apoio da população e sem estudos mais profundos e a insistência em não aceitar mudanças ao modelo apresentado. Aceitar mudanças implicaria que o modelo tem falhas ou que poderia ser melhorado, dois aspectos com los que o IPPUJ tem dificuldade em lidar. Tanto o reconhecimento que há erros, como que haja outras soluções possíveis além das apresentadas pelos técnicos do instituto de planejamento.
O tempo dirá o resultado de este experimento que querem fazer com Joinville. Para quem tiver mais interesse em conhecer o que o IPPUJ preparou para as Faixas Viárias na LOT, aí vem uma aperitivo.
Não ousem tocar na COTA 40
Sabe qual é o risco que Joinville corre se ocupássemos a COTA 40? Se você acha que esse é um risco que não devemos correr, faça a sua parte e assine esta petição "Não ousem tocar na COTA 40"
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