2 de maio de 2008
Um parque para Joinville (2)
Vale a pena opinar, com conhecimento.
As arvores das ruas de Joinville

Como resultado do excelente trabalho de planejamento e gestão da arborização urbana de Joinville, as nossas árvores estão melhor, o incessante trabalho de poda, manutenção, adubação, revitalização, reposição e troca de árvores, faz que Joinville apresente hoje um dos melhores padrões de arborização urbana, entre todos os municípios catarinenses com mais de 500.000 habitantes.
Ainda com a aprovação do plano diretor de arborização urbana encaminhado pela prefeitura a Câmara de Vereadores, o resultado será muito melhor, se cabe melhorar algo que beira a perfeição.
Poda de arvores

Se confunde em Joinville, a poda que a Celesc e as suas empresas terceirizadas realizam, para garantir a segurança da fiação eletrica e evitar acidentes, com a pode de formação, manutenção e fortalecimento necessária para as árvores que formam parte da arborização urbana.
Desde o ponto de vista paisagístico e ambiental o que é feito com as árvores é um crime.
Tem razão os joinvilenses ao se irritar, dificilmente o trabalho poderia ser feito pior do que é feito.
é importante porem entender que o foco principal deste tipo de trabalho não é o de fortalecer ou melhorar o desenvolvimento da árvore e sim o de preservar a fiação eletrica.
Poda em Joinville não se faz, nenhum serviço publico ou empresa terceirizada cuida de fazer a manutenção da arborização urbana da cidade. Por isto que as árvores estão no estado que estão, tomadas de erva de passarinho e outras pragas e totalmente deformadas, ameaçando ainda a pedestres e veículos.
Projetos para as novas praças ficam prontos
e são apresentados a sociedade, os novos espaços seguem a proposta já apresentada para o Boulevard Cachoeira.O nível de aceitação é desigual, existem discrepâncias quanto ao resultado da intervenção.
A única unanimidade faz referencia ao custo, que mantém o padrão das demais obras publicas desta gestão.
1 de maio de 2008
O Tata esta a caminho

O Jornal A Noticia, fez um levantamento entre os pré-candidatos a prefeito, sobre quais seriam as suas propostas, para abordar o grave problema que o transito urbano, representa para uma cidade, que ao longo dos anos tem negligenciado a elaboração de uma proposta estratégica para o transito.
Alguns dos entrevistados apóiam a construção de elevados, sem entender que esta solução, se implantada já chega tarde, discutir rotatórias ou binários, é pura perda de tempo, e basicamente representa debater soluções ultrapassadas, para um problema que é muito mais grave e que nos últimos anos, tem adquirido uma dimensão tal, que podemos considera-la como completamente fora de controle, as nossas cidades perderam esta batalha.
A cidade de São Paulo, convive diariamente com congestionamentos da ordem de
De nada adianta discutir mudanças de fluxo, ou rotatórias, numa cidade que como Joinville cresce, uma media de 1200 veículos novos por mês, todos os meses. Não tem como ganhar a corrida contra os congestionamentos. Não temos como construir mais avenidas, ruas ou alargar as que temos, a prefeitura municipal é a primeira que sempre alega não ter recusros para as necessárias desapropriações. Alias não podemos nem empatar, porque durante demasiado tempo, temos nos dedicado a empurrar com a barriga a busca de soluções, concentrados que estávamos em pavimentar, as ruas que já temos.
A chegada do credito de longo prazo para veículos, que podem ser adquiridos em financiamentos de até 7 anos, a chegada dos veículos chineses, como o Chery, a US $ 4.000, menos de R$ 8.000 ao cambio de hoje e a chegada, mais dia menos dia de veículos com o perfil do indiano Tata Nano, por um preço aproximado de R$ 4.000, projetam um futuro complexo. Uma cidade que se empenha, com uma obstinação assustadora, em não enxergar que o problema do transito é mais complexo e que precisaremos pensar e agir de uma forma diferente. Que enfrenta-lo, requer medidas ousadas e que o modelo atual de transporte utilizado, precisa de profundas reformas. Claramente precisamos dirigir os nossos esforços, na direção de um sistema de transporte publico forte, mais eficiente, com o objetivo de ser menos dependentes, das formas de transporte individualizadas, que são ao mesmo tempo consumidoras de energia e mais poluentes.
A implantação de projetos de transporte de massa adequados, que desestimulem o uso do veiculo individual, e a reorganização espacial da cidade, com estudos criteriosos, previstos no Estatuto das Cidades e aqui nunca implantados, necessários para a aprovação de projetos de centros comerciais, empresas, grandes edifícios de mais de 12 andares, universidades, escolas, supermercados e outros polos geradores de transito.

