2 de abril de 2019
Quantas mortes por acidente de transito?
9 de fevereiro de 2016
E os guardinhas? E o Código Brasileiro de Transito?
27 de maio de 2013
22 de fevereiro de 2012
Faixa de pedestres
Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC
1 de janeiro de 2011
Sinaleiros

Em quanto em Joinville os sinaleiros todavia estão na época da pedra lascada, utilizando lâmpadas incandescentes de alto consumo e baixa duração e na maioria dos casos com pouca ou nenhuma informação para motoristas e pedestres, existe vida inteligente la fora. Sinaleiros de LED com tecnologia
Outras alternativas estão disponíveis para mostrar que é possível melhorar muito a segurança e a informação para pedestres, ciclistas e motoristas.
15 de outubro de 2010
1 de julho de 2010
Transito, Tachões e Camara de Vereadores
Este blog postou um texto sobre o aparente desperdício de recursos públicos na forma de sinalizar o transito, na quantidade de tachões que são utilizados e na forma como são instalados os redutores de velocidade em Joinville.
O post original se encontra neste link R$ 24.000
O vereador Alodir Cristo, esta mostrando também preocupação com este tema.
14 de junho de 2010
Multas e mais multas
Multas e mais multas
É triste ver um senhor de certa idade, escondido atrás de um poste, com uma caneta e um bloquinho na mão, preocupado em caçar motoristas desavisados, que possam ou não ter descumprido algum artigo do Código Brasileiro de Transito. Mais triste ainda é ver como nenhum dos agentes de transito estão presentes nem nos horários de pico, nem nos cruzamentos e pontos em que tradicionalmente o transito flui com menor velocidade ou chega a parar completamente. Nada de ver alguém preocupado em por ordem, em agir pro ativamente, disciplinando e fazendo fluir o transito com maior velocidade.
A criação da Guarda Municipal, não previu e continua sem prever recursos para a sua manutenção e custeio, considerando que todos os recursos seriam, como de fato são originários da receita auferida pelas notificações e pelas multas, desta forma multar tem se convertido numa necessidade vital, para a existência da nossa guarda. Quantos mais agentes sejam contratados, maior será o numero de multas, não tanto porque todos dirijam mal e cometam infrações constantemente, porem porque o salário dos próprios agentes depende da arrecadação das multas. Dizer que a arrecadação aumenta porque todos os motoristas falam ao celular ou andam sem cinto se segurança é uma infelicidade. Pior ainda é que não é possível ver nenhuma ação nem da Conurb nem da Guarda Municipal, no sentido de educar, para melhorar a forma de dirigir, tanto dos motoristas, como dos ciclistas ou dos próprios pedestres, que por vezes tampouco respeitam as leis do transito.
A relação umbilical que tem se construído entre o dinheiro arrecadado com as multas e os custos crescentes da guarda municipal, gera uma pressão perversa, que obriga a multar, sob pena de não ter como pagar a folha salarial. Este modelo que obriga a multar é comum no Brasil, em muitos outros órgãos e instituições e acaba fazendo que seja mais importante punir que educar. Ao fazer da multa a única fonte de recursos, criasse um modelo arrecadador e burro, que não educa e que só tem interesse em aperfeiçoar a industria da multa.
Se iniciássemos um movimento com o objetivo de ter um dia sem multas, se todos os motoristas cumprissem a risca o código e não fossem multados. Nem poderíamos ficar orgulhosos, porque estaríamos tirando o leite das crianças dos nossos guardas de transito, que ficariam sem salários.
Publicado no jornal A Noticia
15 de fevereiro de 2010
Rico é quem menos gasta
No nosso caso, estamos no grupo dos que mais esbanjam, se tiver esta categoria em qualquer atividade temos a medalha de ouro garantida. Com certeza tanto na Copa de 2014, como na Olimpíada de 2016 vamos mostrar a nossa capacidade neste quesito.
As cidades e a forma como são administradas reflete esta nossa forma de ser e mesmo os administradores mais econômicos, se os houver, acabam se contaminando pela maquina.
Um dos melhores reflexos deste prazer em dissipar recursos é a pintura de ruas, das faixas de pedestres, das vagas de estacionamento. Mesmo o Código Brasileiro de Transito prevendo mais de uma alternativa de pintura, escolhemos sempre a mais cara a que mais pintura ocupa. Depois só conseguimos pintar adequadamente menos de um terço das faixas de pedestres ou das vagas de estacionamento, mas o fazemos com um luxo e uma exuberância de fazer inveja as escolas de samba.



A imagen da esquerda mostra alternativa mais econômica. Melhor para a cidade e para o bolso do contribuinte. Que permitiria aumentar o numero de cruzamentos com faixas pintadas, com o mesmo orçamento, porque não escolher o modelo mais econômico na maioria de cruzamentos com menor volume de transito e com isto reduzir o custo para todos?
12 de janeiro de 2010
R$ 26.496,00
R$ 26.496,00
Este é o preço dos 1.144 tachões refletivos que da para contar no meu caminho diário de casa ao trabalho. É muito? É pouco? Difícil de precisar. O certo é que a sua colocação tem sido objeto de tantos abusos e exageros, que o Código Brasileiro de Transito já proibiu a sua colocação no sentido perpendicular ao eixo da rua, pelo perigo que representam para o transito.
No caso de Joinville é só percorrer a maioria das ruas para verificar que a quantidade de tachões é superior, em muito, a que vemos em outras cidades. Em geral a tendência, entre os administradores do transito a tendência é a de priorizar, quando necessário, os tachões de menor porte, até porque são mais econômicos, menos perigosos para amortecedores e pneus. Para motociclistas e ciclistas os tachões maiores são um cerol no piso uma verdadeira ameaça. Em muitas cidades inclusive nem se utilizam este tipo de tachões ou quando se especificam, se faz com o maior parcimonia, só em situações excepcionais.
Joinville é sempre um caso aparte que merece um estudo detalhado e precisso. Por uma lado colocamos tachões em excesso e pelo outro faltam recursos ou vontade e deixamos sem repintar as faixas de pedestres na frente das escolas, os alunos um ano mais voltarão as aulas, sem as faixas pintadas. São prioridades diferentes.
Em alguns casos o uso dos tachões chama a atenção pelo exagerado, pelo excesso quase carnavalesco. Com certeza os técnicos de plantão afirmarão que "tudo recurso é pouco em nome da segurança", ou que "não podemos economizar para salvar vidas e deixar o transito menos perigoso", e não estão isentos de razão. A segurança deve ser priorizada, a que preço e com quais alternativas é o que precisa ser respondido. Para citar um exemplo recente deste excesso barroco, a Rua Conselheiro Lafayete, no Bairro Boa Vista, deve ter hoje a maior concentração de tachões por metro linear da cidade.
Agora você sabe, ao percorrer Joinville, você pode também fazer a conta mentalmente, se cada tachão refletivo custa R$ 23, é bem fácil R$ 23, R$ 46, R$ 69, R$ 92, R$... Entra governo, sai governo e algumas coisas não mudam, só se aperfeiçoam.
Publicado no Jornal A Noticia
29 de maio de 2009
Educação para o transito

Recebemos do leitor Gert Fischer a evidencia que prova que em quanto a nossa Guarda Municipal, fica procurando motoristas que possam estar falando ao celular e a nossa Policia Militar busca com afinco os motoristas que eventualmente tenham atrasado o pagamento do IPVA em blitz que ocasionam longas filas e complicam um pouco mais a vida dos joinvilenses.
Outros motoristas que gazetearam na aula teórica, estacionam em local proibido, com a maior impunidade. Sem que exista a menor fiscalização.
12 de abril de 2009
serviço de utilidade publica
ATENÇÃO
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Só por alto, fora a multa, para tirar novamente a CNH, fica por volta de R$ 1.200,00 e leva + ou - de 2 a 3 meses, isso se você passar por tudo da 1ª vez.
As mudanças começaram a valer no dia 1º de janeiro de 2009.Serão incluídos novos conteúdos, além de uma nova carga horária.
O Diário Oficial da União (DOU) publicou (22/11/2008) uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que altera as regras para quem vai tirar a carteira de motorista.
Entre as mudanças está a carga horária do curso teórico que vai passar de 30 para 45 horas aula e a do prático, de 15 para 20 horas aula. Serão incluídos novos conteúdos, como as conseqüências da ingestão de bebidas alcoólicas e cuidados especiais com motociclistas.
As mudanças começam a valer no dia 1º de janeiro de 2009. Quem já tiver iniciado o processo antes disso ainda vai pegar as regras antigas.
Providenciar com urgência retirar o plástico e trocar o extintor por um cheio.
EXTINTOR DE FOGO OBRIGATÓRIO DO CARRO
Mais uma regulamentação - sem a devida divulgação!!!!
Agora é norma do CONTRAN e dá uma multa de R$ 127,50 para quem for apanhado fora da lei :
O extintor de fogo obrigatório do carro tem que estar livre do plástico que acompanha a embalagem.
Não esqueça -- se um policial rodoviario, estadual ou federal parar seu carro e verificar que o extintor está protegido pelo saco plástico - ele vai te autuar - 5 pontos na carteira; e você só segue viagem após tirar o plástico, desde que o bendito extintor esteja com a validade em dia ( e mais os tais R$ 127,50 ).
AJUDE SEUS AMIGOS E REPASSE, AFINAL ESTA É MAIS UMA "MARACUTAIA" QUE O GOVERNO FAZ PRA TOMAR NOSSO DINHEIRO E NOSSO TEMPO...


