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2 de abril de 2019

Quantas mortes por acidente de transito?

1,2 milhões de mortes por acidentes de transito no mundo por ano. Um número assustador sobre o que ninguém parece se importar. A cultura e o culto ao carro é responsável por 3,4 mil mortos por dia.  A estes números, que por si só já arrepiam, ainda é preciso incluir os 20 a 50 milhões de motoristas, passageiros e principalmente pedestres que sofrem ferimentos graves e ficam com sequelas a cada ano. 




Se em lugar de continuar priorizando o carro e estimulando este modal as políticas públicas de mobilidade considerassem esses números fossem considerados como muito graves e passassem a balizar as políticas públicas e os projetos de mobilidade, teríamos uma redução significativa das despesas com saúde, teríamos uma sociedade mais sadia, cidades menos poluídas e com mais qualidade de vida e destinaríamos menos recursos públicos para infraestrutura viária. Recursos que poderiam ser destinados a melhorar a qualidade das calçadas e passeios, a estimular a caminhada para trajetos curtos e principalmente a investir em malhas ciclo viárias de qualidade e seguras. Mas como estes números não são divulgados e quando são divulgados não geram nenhuma reflexão mais profunda entre a sociedade carro-dependente, carros matam mais pessoas que armas de fogo, incluindo as guerras. 

9 de fevereiro de 2016

E os guardinhas? E o Código Brasileiro de Transito?

Nem quando faz acerta. A prefeitura vive num inferno astral eterno. Obras no centro nas proximidades do Mercado Municipal, nas ruas Itajai e Abdon Batista, caminho obrigatório para quem precisa ir para a zona leste, Bom? Ótimo. Qual o problema? Não há sinalização. A pouca que há não atende ao Código Brasileiro de Transito, Só cones espalhados pela empresa que faz a obra e uma Kombi atravessada no meio da rua. Informação? Nenhuma. Guarda de Transito? Deve estar curtindo a praia. Resultado carros dando voltas a esmo. O retrato da inépcia. O reflexo de uma gestão que a cada dia se afunda mais na sua incompetência.

27 de maio de 2013

Que feio!


Estacionar fora do lugar permitido ou ocupar vaga de deficiente esta errado. Quando quem não cumpre a lei é quem deveria dar exemplo a situação é mais difícil de aceitar.
E agora, como fica?

22 de fevereiro de 2012

Faixa de pedestres


Faixa de pedestres

Vários segmentos da sociedade civil e do poder público periodicamente lançam campanhas para conscientizar a pedestres e motoristas da importância e da necessidade de respeitar a faixa de pedestres. Nestes dias o próprio jornal A Noticia tem acompanhado a odisséia que representa atravessar na faixa em diversos pontos da cidade.

Um olhar mais atento sobre as faixas de pedestres nos permite identificar como num tema tão prosaico aparecem representadas todas as virtudes e as mazelas da sociedade em que vivemos.

Circular pela Rua Nove de Março de carro é uma aula de educação para o transito completa em poucas quadras. Os pedestres são os primeiros que atravessam aonde mais lês convém, as faixas em geral são ignoradas. A quantidade de faixas de pedestres nas poucas quadras compreendidas entre a Rua João Colin e a Rua Itajai não são suficientes, porque a maioria dos pedestres ainda atravessa fora delas. Nas faixas dotadas de sinaleiro a impressão é que a maioria dos pedestres sofre de daltonismo, porque atravessam, ou melhor, se jogam na frente dos carros que por la se aventuram, especialmente quando a luz vermelha esta acessa para os pedestres. Alguns além de atravessar no vermelho encaram com olhar irado os motoristas que precisam dar uma boa freada para não levar dois ou três por diante.
Poucos motoristas respeitam as faixas e os que se atrevem a fazê-lo em locais de maior movimento de pedestres podem permanecer detidos por longo tempo, porque os pedestres não deixam de atravessar, isto é mais freqüente em pontos como na frente de um Shopping ou perto dos terminais de integração. Para os que temos o costume de nos deter e ceder a passagem a melhor recompensa é às vezes um amplo sorriso, na maioria das vezes nada e ponto.

Se a avaliação for feita fora das ruas centrais é possível verificar o nível de abandono da pintura das faixas, poucas sobrevivem, a maioria está apagada e não é visível. O Código Brasileiro de Transito prevê dois modelos de faixa depedestres, a mais tradicional, utilizada em Joinville, que consome mais tinta, é mais visível e melhor para locais com maior fluxo de veículos. O segundo modelo é mais simples, mais econômico e poderia ser utilizado em boa parte das ruas de Joinville em que hoje não há nenhuma faixa. Constantemente nos dividimos entre o todo e a nada. Faixas pintadas e repintadas constantemente e outras apagadas e para as que nunca há recursos suficientes.

Quem sabe uma boa administração dos mesmos recursos não faria que fossem pintadas mais faixas, em mais pontos da cidade e com menos custo. Para completar os guardas municipais fariam bem em deixar o bloquinho e a caneta e educar para o transito os pedestres que atravessam as ruas como que passeia pelo quintal de casa.


Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC

1 de janeiro de 2011

Sinaleiros


Em quanto em Joinville os sinaleiros todavia estão na época da pedra lascada, utilizando lâmpadas incandescentes de alto consumo e baixa duração e na maioria dos casos com pouca ou nenhuma informação para motoristas e pedestres, existe vida inteligente la fora. Sinaleiros de LED com tecnologia

Outras alternativas estão disponíveis para mostrar que é possível melhorar muito a segurança e a informação para pedestres, ciclistas e motoristas.

1 de julho de 2010

Transito, Tachões e Camara de Vereadores


Este blog postou um texto sobre o aparente desperdício de recursos públicos na forma de sinalizar o transito, na quantidade de tachões que são utilizados e na forma como são instalados os redutores de velocidade em Joinville.

O post original se encontra neste link R$ 24.000

O vereador Alodir Cristo, esta mostrando também preocupação com este tema.

14 de junho de 2010

Multas e mais multas

Multas e mais multas


É triste ver um senhor de certa idade, escondido atrás de um poste, com uma caneta e um bloquinho na mão, preocupado em caçar motoristas desavisados, que possam ou não ter descumprido algum artigo do Código Brasileiro de Transito. Mais triste ainda é ver como nenhum dos agentes de transito estão presentes nem nos horários de pico, nem nos cruzamentos e pontos em que tradicionalmente o transito flui com menor velocidade ou chega a parar completamente. Nada de ver alguém preocupado em por ordem, em agir pro ativamente, disciplinando e fazendo fluir o transito com maior velocidade.


A criação da Guarda Municipal, não previu e continua sem prever recursos para a sua manutenção e custeio, considerando que todos os recursos seriam, como de fato são originários da receita auferida pelas notificações e pelas multas, desta forma multar tem se convertido numa necessidade vital, para a existência da nossa guarda. Quantos mais agentes sejam contratados, maior será o numero de multas, não tanto porque todos dirijam mal e cometam infrações constantemente, porem porque o salário dos próprios agentes depende da arrecadação das multas. Dizer que a arrecadação aumenta porque todos os motoristas falam ao celular ou andam sem cinto se segurança é uma infelicidade. Pior ainda é que não é possível ver nenhuma ação nem da Conurb nem da Guarda Municipal, no sentido de educar, para melhorar a forma de dirigir, tanto dos motoristas, como dos ciclistas ou dos próprios pedestres, que por vezes tampouco respeitam as leis do transito.


A relação umbilical que tem se construído entre o dinheiro arrecadado com as multas e os custos crescentes da guarda municipal, gera uma pressão perversa, que obriga a multar, sob pena de não ter como pagar a folha salarial. Este modelo que obriga a multar é comum no Brasil, em muitos outros órgãos e instituições e acaba fazendo que seja mais importante punir que educar. Ao fazer da multa a única fonte de recursos, criasse um modelo arrecadador e burro, que não educa e que só tem interesse em aperfeiçoar a industria da multa.


Se iniciássemos um movimento com o objetivo de ter um dia sem multas, se todos os motoristas cumprissem a risca o código e não fossem multados. Nem poderíamos ficar orgulhosos, porque estaríamos tirando o leite das crianças dos nossos guardas de transito, que ficariam sem salários.


Publicado no jornal A Noticia

15 de fevereiro de 2010

Rico é quem menos gasta

É conhecida a frase de que rico não é quem mais ganha, e mais rico quem menos gasta.

No nosso caso, estamos no grupo dos que mais esbanjam, se tiver esta categoria em qualquer atividade temos a medalha de ouro garantida. Com certeza tanto na Copa de 2014, como na Olimpíada de 2016 vamos mostrar a nossa capacidade neste quesito.

As cidades e a forma como são administradas reflete esta nossa forma de ser e mesmo os administradores mais econômicos, se os houver, acabam se contaminando pela maquina.

Um dos melhores reflexos deste prazer em dissipar recursos é a pintura de ruas, das faixas de pedestres, das vagas de estacionamento. Mesmo o Código Brasileiro de Transito prevendo mais de uma alternativa de pintura, escolhemos sempre a mais cara a que mais pintura ocupa. Depois só conseguimos pintar adequadamente menos de um terço das faixas de pedestres ou das vagas de estacionamento, mas o fazemos com um luxo e uma exuberância de fazer inveja as escolas de samba.













A imagen da esquerda mostra alternativa mais econômica. Melhor para a cidade e para o bolso do contribuinte. Que permitiria aumentar o numero de cruzamentos com faixas pintadas, com o mesmo orçamento, porque não escolher o modelo mais econômico na maioria de cruzamentos com menor volume de transito e com isto reduzir o custo para todos?

12 de janeiro de 2010

R$ 26.496,00

R$ 26.496,00


Este é o preço dos 1.144 tachões refletivos que da para contar no meu caminho diário de casa ao trabalho. É muito? É pouco? Difícil de precisar. O certo é que a sua colocação tem sido objeto de tantos abusos e exageros, que o Código Brasileiro de Transito já proibiu a sua colocação no sentido perpendicular ao eixo da rua, pelo perigo que representam para o transito.


No caso de Joinville é só percorrer a maioria das ruas para verificar que a quantidade de tachões é superior, em muito, a que vemos em outras cidades. Em geral a tendência, entre os administradores do transito a tendência é a de priorizar, quando necessário, os tachões de menor porte, até porque são mais econômicos, menos perigosos para amortecedores e pneus. Para motociclistas e ciclistas os tachões maiores são um cerol no piso uma verdadeira ameaça. Em muitas cidades inclusive nem se utilizam este tipo de tachões ou quando se especificam, se faz com o maior parcimonia, só em situações excepcionais.


Joinville é sempre um caso aparte que merece um estudo detalhado e precisso. Por uma lado colocamos tachões em excesso e pelo outro faltam recursos ou vontade e deixamos sem repintar as faixas de pedestres na frente das escolas, os alunos um ano mais voltarão as aulas, sem as faixas pintadas. São prioridades diferentes.


Em alguns casos o uso dos tachões chama a atenção pelo exagerado, pelo excesso quase carnavalesco. Com certeza os técnicos de plantão afirmarão que "tudo recurso é pouco em nome da segurança", ou que "não podemos economizar para salvar vidas e deixar o transito menos perigoso", e não estão isentos de razão. A segurança deve ser priorizada, a que preço e com quais alternativas é o que precisa ser respondido. Para citar um exemplo recente deste excesso barroco, a Rua Conselheiro Lafayete, no Bairro Boa Vista, deve ter hoje a maior concentração de tachões por metro linear da cidade.


Agora você sabe, ao percorrer Joinville, você pode também fazer a conta mentalmente, se cada tachão refletivo custa R$ 23, é bem fácil R$ 23, R$ 46, R$ 69, R$ 92, R$... Entra governo, sai governo e algumas coisas não mudam, só se aperfeiçoam.


Publicado no Jornal A Noticia

29 de maio de 2009

Educação para o transito


Recebemos do leitor Gert Fischer a evidencia que prova que em quanto a nossa Guarda Municipal, fica procurando motoristas que possam estar falando ao celular e a nossa Policia Militar busca com afinco os motoristas que eventualmente tenham atrasado o pagamento do IPVA em blitz que ocasionam longas filas e complicam um pouco mais a vida dos joinvilenses.

Outros motoristas que gazetearam na aula teórica, estacionam em local proibido, com a maior impunidade. Sem que exista a menor fiscalização.

12 de abril de 2009

serviço de utilidade publica

ATENÇÃO

Vencimento Carteira Nacional de Habilitação


Foi criada uma lei, na mesma época em que foi criada a lei seca, que só pode ser renovada a carteira durante o prazo de no máximo 30 dias após o vencimento da mesma.

Após este prazo, a carteira é cancelada automaticamente
e o condutor será obrigado a prestar todos os exames novamente: psicotécnico, legislação e de rua, igualzinho a uma pessoa que nunca tirou carteira.


Esta lei não foi divulgada como a lei seca e mais de 3.000 pessoas só na cidade de SP no mês de outubro de 2008, perderam suas carteiras de habilitação e terão de repetir todos os exames.




Fiquem atentos quanto ao vencimento de sua CNH.

Só por alto, fora a multa, para tirar novamente a CNH, fica por volta de R$ 1.200,00 e leva + ou - de 2 a 3 meses, isso se você passar por tudo da 1ª vez.

As mudanças começaram a valer no dia 1º de janeiro de 2009.Serão incluídos novos conteúdos, além de uma nova carga horária.

O Diário Oficial da União (DOU) publicou (22/11/2008) uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que altera as regras para quem vai tirar a carteira de motorista.

Entre as mudanças está a carga horária do curso teórico que vai passar de 30 para 45 horas aula e a do prático, de 15 para 20 horas aula. Serão incluídos novos conteúdos, como as conseqüências da ingestão de bebidas alcoólicas e cuidados especiais com motociclistas.

As mudanças começam a valer no dia 1º de janeiro de 2009. Quem já tiver iniciado o processo antes disso ainda vai pegar as regras antigas.

Providenciar com urgência retirar o plástico e trocar o extintor por um cheio.


EXTINTOR DE FOGO OBRIGATÓRIO DO CARRO

Mais uma regulamentação - sem a devida divulgação!!!!

Agora é norma do CONTRAN e dá uma multa de R$ 127,50 para quem for apanhado fora da lei :

O extintor de fogo obrigatório do carro tem que estar livre do plástico que acompanha a embalagem.


Tire a embalagem plástica e deixe o acesso ao extintor livre.


Não esqueça -- se um policial rodoviario, estadual ou federal parar seu carro e verificar que
o extintor está protegido pelo saco plástico - ele vai te autuar - 5 pontos na carteira; e você só segue viagem após tirar o plástico, desde que o bendito extintor esteja com a validade em dia ( e mais os tais R$ 127,50 ).

AJUDE SEUS AMIGOS E REPASSE, AFINAL ESTA É MAIS UMA "MARACUTAIA" QUE O GOVERNO FAZ PRA TOMAR NOSSO DINHEIRO E NOSSO TEMPO...

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