Hoje sem dispor de uma malha de ciclovias adequada, com ciclofaixas inseguras e em desacordo com a legislação o ciclista esta mais próximo da extinção que de representar um modelo de evolução real e viável Em quanto o discurso é um a pratica é outra. Ciclistas correm riscos desnecessários em Joinville
1 de setembro de 2012
Evolução e sustentabilidade
Hoje sem dispor de uma malha de ciclovias adequada, com ciclofaixas inseguras e em desacordo com a legislação o ciclista esta mais próximo da extinção que de representar um modelo de evolução real e viável Em quanto o discurso é um a pratica é outra. Ciclistas correm riscos desnecessários em Joinville
18 de agosto de 2012
Ciclovias, ciclofaixas e ciclo-enganções
20 de junho de 2012
Lembra das bicicletas de aluguel?
16 de maio de 2012
Cidades possiveis
15 de março de 2012
Mistérios urbanos
Alguém explica?
8 de outubro de 2011
Viajar é preciso
Sou dos que defendem que viajar é preciso. Nada me parece mais importante que o prefeito viaje, acompanhado de um grupo significativo de seus assessores mais próximos. O destino da viagem deve guardar uma estreita relação com o objetivo pretendido. Viajar para Barcelona, para conhecer o modelo de aluguel de bicicletas, pode parecer, num primeiro momento, uma perda de tempo e de recursos.
Se é verdade que o aluguel de bicicletas na cidade espanhola é um atrativo adicional para os mais de 5 milhões de turistas que visitam anualmente a cidade, também é verdade há uma rede de ciclovias que permitem ir de um extremo a outro com segurança. As ciclovias de Barcelona tem características interessantes. Por exemplo, estão interligadas e ligam uma coisa a outra. Ainda a sua implantação coloca pedestres e ciclistas no mesmo nível. Não é como em Joinville, onde os ciclistas arriscam as suas vidas lado a lado com os carros.
As bicicletas de aluguel são um produto dirigido ao turista ou ao usuário eventual. Os ciclistas habituais, em Barcelona, têm as suas próprias bicicletas. Isto pode explicar porque na vizinha Blumenau, onde, como em Joinville, todos tem uma bicicleta em casa, o negócio não prosperou. Importante entender que uma cidade que recebe aproximadamente 2,6 turistas por habitante todos os anos, representa um mercado interessante. Seria o equivalente a Joinville receber a cada ano mais de 1.250.000 turistas, algo inimaginável com a nossa política de fomento ao turismo e a nossa infraestrura para receber os que aqui se aventurem.
Implantar o serviço de aluguel de bicicletas não resolverá os problemas de mobilidade. E reúne todas as características para se tornar uma iniciativa que dificilmente será rentável. O que não deve preocupar... se todo o investimento e risco forem assumidos por um empreendedor privado que tenha propensão a rasgar dinheiro. Caso haja o envolvimento de recursos públicos - e na viagem citada há - seria bom abrir o olho.
6 de outubro de 2011
10 de agosto de 2011
4 de julho de 2011
Preço da vida
Economizar em segurança aumenta o numero de acidentes com vitimas fatais e os custos em hospitalização, além de deixar graves seqüelas entre os feridos que sobrevivem.
A coluna Portal do jornalista Jefferson Saavedra ajuda a entender a macabra lógica da economia que rege aqui em Joinville
Pelas contas do Ippuj, um km de ciclofaixa custa R$ 35 mil em Joinville. Para um km de ciclovia, sobe para R$ 180 mil. O asfaltamento de um km (a conta não é do Ippuj) custa perto de R$ 1 milhão.
Agora é possível calcular o valor da vida de um ciclista, seguindo a tabela do IPPUJ, cada ciclista atropelado vale R$ 145 mil.
3 de julho de 2011
Ciclovias lá e aqui
30 de dezembro de 2010
Ciclovia na Visconde de Taunay
A imagem publicada no A Noticia mostra o pouco acertado da solução implantada pela Conurb. Os blocos de concreto oferecem pouca segurança para os ciclistas e dificultam a visibilidade dos tachões refletivos.
Soluções menos seguras tem sido priorizadas frente a soluções mais seguras. A extranha lógica dos planejadores municipais, faz que o transito em Joinville continue sendo inseguro e que a bicicleta não consiga se firmar como uma alternativa viável e segura. Insistir em manter no mesmo nível dois modais diferentes, como carros e bicicletas, só serve para aumentar o numero de acidentes com feridos graves e até mortes.
27 de outubro de 2010
Comentarios previos as audiencias publicas
Para que a sociedade possa conhecer melhor os projetos, os seus autores e o que se propõem, relacionaremos no blog, as propostas e incluiremos alguns comentários, para facilitar o entendimento previo as citadas audiências.
- PLC 26/10 ALTERA 312/10 JAMES SCHROEDER
OBRIGA EMPREENDIMENTOS COMERCIAIS E SERVIÇOS E USO INSTITUCIONAL A IMPLANTAR BICICLETÁRIOS
COMENTÁRIO: Um caso curioso, em que se obriga aos empreendimentos comerciais, e de serviços a implantar bicicletarios, numa cidade que carece de ciclovias e não tem políticas publicas que estimulem o uso da bicicleta como medio de transporte. O vereador poderia e deveria, ainda mais pela sua posição de membro da bancada da situação (governista) estimular que o poder publico faça as ciclovias que não tem feito, que acabe com as perigosas ciclofaixas, que ligam o nada a coisa nenhuma e desenvolva um plano diretor de mobilidade urbana especifico para os ciclistas, em que priorize a sua segurança e mobilidade. Fazendo de Joinville uma cidade mais sustentável.
28 de julho de 2010
Em outros lugares a bicicleta vence
ESTIVE EM Montréal (Canadá) na semana passada à convite da HEC, importante escola de administração de Québec. Havia muita coisa acontecendo na cidade.
Entre elas o festival de Jazz, que neste ano trouxe Lou Reed e Laurie Anderson, Dave Brubeck (com 90 anos!) e boas performances de novatos, como a da furiosa cantora e multi-instrumentista Sophie Hunger.
Mas o que mais me impressionou foi uma revolução silenciosa que está acontecendo de bicicleta.
Explico. Existe uma batalha entre pedestres e donos de carros acontecendo ali. E os carros estão perdendo.
Um dos recentes movimentos da disputa é um serviço chamado Bixi (www.bixi.com), que consiste em estações de bicicleta espalhadas pela cidade.
Funciona assim: você vai até uma estação e pega uma bike (dá para pagar na hora com cartão de crédito). A partir daí, pedala até onde quiser e deixa a bicicleta de volta na estação mais próxima do destino.
O sistema é totalmente diferente do aluguel de bicicletas para passear. Ele é um sistema de transporte público. Tanto que a tarifa anual custa R$ 140.
A partir daí, o uso por até meia hora é grátis. Se a bike ficar mais de meia hora sem retornar a uma estação, R$ 3 são cobrados por hora.
Onde entra a internet nisso? A tecnologia é que faz tudo funcionar. O Sol alimenta o leitor do cartão de crédito e a conexão com a rede.
Não há nenhum fio, então as estações podem ser deslocadas rapidamente.
Por meio de um aplicativo de celular, é possível saber quais as estações mais próximas e quantas bicicletas estão disponíveis.
Com isso, tudo se auto- organiza. Uma horda de bicicletas circula todos os dias guiadas pela "mão invisível" dos usuários, que vão distribuindo e redistribuindo as magrelas de maneira mais eficiente do que se houvesse alguém controlando tudo.
Ao ver isso, fiquei sonhando com o dia em que a batalha entre pedestres e donos de carro vai começar no Brasil. Eu já escolhi o meu lado.
13 de julho de 2010
Ciclovias aumentam a segurança
22 de junho de 2010
Ciclovia pra que?
19 de junho de 2010
Educação para o Transito

Numa cidade sem uma rede estruturada de ciclovias, os ciclistas são obrigados a correr riscos desnecessários. Se as ciclovias fossem priorizadas e o esforço das ações de governo fosse focado na educação para o transito e não na punição do transito a nossa cidade poderia ser diferente.
Em quanto continuemos punindo sem educar, continuaremos sendo uma sociedade ignara, governada pelos máximos expoentes desta ignorância8 de junho de 2010
Uma alternativa inteligente de mobilidade urbana
Leia mais em: http://mobilidadesustentavel.
Agora só faltam as ciclovias, porque sem ciclovias seguras e integradas, não terá ciclistas.
7 de maio de 2010
Do jornal A Noticia
Ciclovias
No mínimo ultrajante o comentário de Luiz Alberto de Souza, presidente do Ippuj, na edição de “AN” de 5/5 sobre as ciclovias. A afirmação de que “na cidade ideal, há passeios adequados, ciclovias e ruas com pavimentação; mas nós vivemos na cidade real”, demonstra desânimo, falta de interesse e de esforços em implantar uma estrutura urbana segura, adequada e abrangente ao tamanho da cidade. Nós não vivemos numa “cidade real”, mas surreal. Se ainda há dúvidas, queremos uma “cidade ideal”.
Pedro Ferreira
Joinville
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1 de maio de 2010
As melhores cidades para os ciclistas

A revista Galileu publica uma relação das 10 +, as cidades em que os ciclistas são prioridade.
A pesar que a lista pode ser questionada, por ter deixado de fora algumas cidades que são bem conhecidas por oferecem melhores condições aos ciclistas que algumas das escolhidas, vale a pena consultar as 10 +
E Joinville como fica? O modelo escolhido aqui, pode ser comparado com o de algumas das cidades da lista. Inclusive o IPPUJ esta desenvolvendo um projeto que contará com recursos do PAC 2 (Programa de Apoio aos Ciclistas) que utilizará a tecnologia de Trondheim na Noruega, para a rua Gottard Kaesemodel e a Benjamin Constant. Nada perdemos por esperar
27 de abril de 2010
Ciclovia en Bogotá

Ao contrario que em Joinville, em que o modelo de ciclo-faixas coloca os ciclistas no mesmo nível que os carros o que aumenta o risco para os ciclistas, o modelo bogotano coloca pedestres e ciclistas no mesmo nível, cria uma barreira com vegetação entre os veículos e os pedestres e cria proteções adicionais para aumentar a segurança e permite um resultado melhor.
A proposta é muito parecida a proposta para o conceito de rua Parque, que os moradores da regional centro incluíram no OP (Orçamento Participativo). A proposta clara é a de priorizar absolutamente os mais vulneráveis, tanto os pedestres como os ciclistas, aqui as propostas estão direcionadas a priorizar os veículos, inclusive nas calçadas.
O modelo de ciclo-faixas em Joinville, não prioriza o ciclista, não esta integrado e não considera no seu traçado a declividade das ruas, no caso das ruas Benjamin Constant ou Gothard Kaesemodel, o projeto só pode ter sido concebido desde de uma mesa de escritório.
Como os nossos planejadores insistem em dedicar só meio expediente ao trabalho de planejar, seria recomendável que o outro meio seja dedicado a percorrer de bicicleta as ciclo-faixas da cidade.





