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1 de setembro de 2012

Evolução e sustentabilidade


Hoje sem dispor de uma malha de ciclovias adequada, com ciclofaixas inseguras e em desacordo com a legislação o ciclista esta mais próximo da extinção que de representar um modelo de evolução real e viável  Em quanto o discurso é um a pratica é outra. Ciclistas correm riscos desnecessários em Joinville

18 de agosto de 2012

Ciclovias, ciclofaixas e ciclo-enganções


Nenhuma das ciclovias de Joinville tem a largura mínima recomendada para ciclovias bidirecionais que deveria ser de 3,00 a 3,50 m. E nos novos projetos tampouco esta previsto que as novas ciclovias tenham as medidas mínimas para cumprir a legislação.

As ciclofaixas que pipocam por todo canto em período eleitoral tem em media entre 75 e no maximo 100 centímetros de largura Com apenas esta medida na faixa de rolamento, as ciclofaixas de Joinville não guardam a distância mínima de segurança entre os ciclistas e os veículos automotores. Desta forma, o projeto força o motorista a descumprir o artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro, que define como infração média (punida com multa) passar ou ultrapassar uma bicicleta em distância inferior a 1,5 metro.

Esta administração continua, como as anteriores, a projetar e executar uma malha cicloviaria que representa um perigo para os ciclistas.

20 de junho de 2012

Lembra das bicicletas de aluguel?


É bom desconfiar


Não foram poucas as vezes que neste espaço lembramos que não da para acreditar em tudo que os políticos e os seus asseclas falam. 

Chegando o final do governo nem rastro do serviço de bicicletas de aluguel que seriam instaladas em Joinville. Se eu não me engano até já tinha empresa interessada em explorar o negocio.

 Até uma escala em Barcelona foi prevista para visitar o modelo de aluguel de bicicletas daquela cidade. Teria sido bom também visitar o modelo de ciclovias. Até agora de concreto só a despesa da viagem.

16 de maio de 2012

Cidades possiveis





Uma outra cidade é possível

As imagens feitas em Barcelona e na sua Área Metropolitana mostram soluções de ciclovias mais seguras para os ciclistas. A calçada é compartilhada por pedestres e ciclistas. O risco de acidentes graves entre carros e ciclistas é maior e esta alternativa oferece maior segurança.

O aumento da largura das calçadas foi o resultado da redução do espaço para os veículos. Priorizar o pedestre e o ciclista foi a alternativa escolhida. Ciclovias formando corredores alternativos e oferecendo segurança são uma alternativa concreta a mobilidade urbana.

15 de março de 2012

Mistérios urbanos

Na Rua Aubé há um pedaço de ciclofaixa que liga o nada a coisa nenhuma. Até aí não há nada novo porque este padrão de ciclofaixas é habitual na maioria das ruas da cidade. O interessante é o comportamento dos ciclistas que circulam pela Rua Aubé, a imensa maioria utiliza o lado da rua que não tem ciclofaixa, com o que o risco de acidente aumenta. Os que optam por circular pelo lado da rua que tem ciclofaixa, preferem faze-lo fora dela e escolhem circular pela calçada.

Alguém explica?

8 de outubro de 2011

Viajar é preciso




Sou dos que defendem que viajar é preciso. Nada me parece mais importante que o prefeito viaje, acompanhado de um grupo significativo de seus assessores mais próximos. O destino da viagem deve guardar uma estreita relação com o objetivo pretendido. Viajar para Barcelona, para conhecer o modelo de aluguel de bicicletas, pode parecer, num primeiro momento, uma perda de tempo e de recursos.


Se é verdade que o aluguel de bicicletas na cidade espanhola é um atrativo adicional para os mais de 5 milhões de turistas que visitam anualmente a cidade, também é verdade há uma rede de ciclovias que permitem ir de um extremo a outro com segurança. As ciclovias de Barcelona tem características interessantes. Por exemplo, estão interligadas e ligam uma coisa a outra. Ainda a sua implantação coloca pedestres e ciclistas no mesmo nível. Não é como em Joinville, onde os ciclistas arriscam as suas vidas lado a lado com os carros.


As bicicletas de aluguel são um produto dirigido ao turista ou ao usuário eventual. Os ciclistas habituais, em Barcelona, têm as suas próprias bicicletas. Isto pode explicar porque na vizinha Blumenau, onde, como em Joinville, todos tem uma bicicleta em casa, o negócio não prosperou. Importante entender que uma cidade que recebe aproximadamente 2,6 turistas por habitante todos os anos, representa um mercado interessante. Seria o equivalente a Joinville receber a cada ano mais de 1.250.000 turistas, algo inimaginável com a nossa política de fomento ao turismo e a nossa infraestrura para receber os que aqui se aventurem.


Implantar o serviço de aluguel de bicicletas não resolverá os problemas de mobilidade. E reúne todas as características para se tornar uma iniciativa que dificilmente será rentável. O que não deve preocupar... se todo o investimento e risco forem assumidos por um empreendedor privado que tenha propensão a rasgar dinheiro. Caso haja o envolvimento de recursos públicos - e na viagem citada há - seria bom abrir o olho.

6 de outubro de 2011

Mobilidade priorizando os ciclistas





Imagens das ciclovias e do sistema de aluguel de bicicletas em Barcelona, conheça antes o que o prefeito Carlito e sua comitiva conhecerão na cidade espanhola.

4 de julho de 2011

Preço da vida

No transito o maior numero de vitimas fatais são pedestres e ciclistas, depois motoqueiros.

Economizar em segurança aumenta o numero de acidentes com vitimas fatais e os custos em hospitalização, além de deixar graves seqüelas entre os feridos que sobrevivem.

A coluna Portal do jornalista Jefferson Saavedra ajuda a entender a macabra lógica da economia que rege aqui em Joinville

Pelas contas do Ippuj, um km de ciclofaixa custa R$ 35 mil em Joinville. Para um km de ciclovia, sobe para R$ 180 mil. O asfaltamento de um km (a conta não é do Ippuj) custa perto de R$ 1 milhão.

Agora é possível calcular o valor da vida de um ciclista, seguindo a tabela do IPPUJ, cada ciclista atropelado vale R$ 145 mil.

3 de julho de 2011

Ciclovias lá e aqui

Para os herois que teimam em andar de bicicleta em ciclofaixas que não estão feitas para os ciclistas, em ciclovias que não ligam nada a coisa nenhuma e que tampouco são respeitadas.



30 de dezembro de 2010

Ciclovia na Visconde de Taunay



A imagem publicada no A Noticia mostra o pouco acertado da solução implantada pela Conurb. Os blocos de concreto oferecem pouca segurança para os ciclistas e dificultam a visibilidade dos tachões refletivos.

Soluções menos seguras tem sido priorizadas frente a soluções mais seguras. A extranha lógica dos planejadores municipais, faz que o transito em Joinville continue sendo inseguro e que a bicicleta não consiga se firmar como uma alternativa viável e segura. Insistir em manter no mesmo nível dois modais diferentes, como carros e bicicletas, só serve para aumentar o numero de acidentes com feridos graves e até mortes.

27 de outubro de 2010

Comentarios previos as audiencias publicas

Nós próximos dias se realizarão em Joinville uma serie de audiências publicas, com o objetivo de "fazer de conta" e legitimar uma serie de alterações a legislação atual de zoneamento e planejamento urbano de Joinville.

Para que a sociedade possa conhecer melhor os projetos, os seus autores e o que se propõem, relacionaremos no blog, as propostas e incluiremos alguns comentários, para facilitar o entendimento previo as citadas audiências.

  1. PLC 26/10 ALTERA 312/10 JAMES SCHROEDER

OBRIGA EMPREENDIMENTOS COMERCIAIS E SERVIÇOS E USO INSTITUCIONAL A IMPLANTAR BICICLETÁRIOS

COMENTÁRIO: Um caso curioso, em que se obriga aos empreendimentos comerciais, e de serviços a implantar bicicletarios, numa cidade que carece de ciclovias e não tem políticas publicas que estimulem o uso da bicicleta como medio de transporte. O vereador poderia e deveria, ainda mais pela sua posição de membro da bancada da situação (governista) estimular que o poder publico faça as ciclovias que não tem feito, que acabe com as perigosas ciclofaixas, que ligam o nada a coisa nenhuma e desenvolva um plano diretor de mobilidade urbana especifico para os ciclistas, em que priorize a sua segurança e mobilidade. Fazendo de Joinville uma cidade mais sustentável.

28 de julho de 2010

Em outros lugares a bicicleta vence

Ronaldo Lemos - ronaldolemos09@gmail.com da Folha de São Paulo

A reinvenção da cidade viaja de bicicleta

ESTIVE EM Montréal (Canadá) na semana passada à convite da HEC, importante escola de administração de Québec. Havia muita coisa acontecendo na cidade.

Entre elas o festival de Jazz, que neste ano trouxe Lou Reed e Laurie Anderson, Dave Brubeck (com 90 anos!) e boas performances de novatos, como a da furiosa cantora e multi-instrumentista Sophie Hunger.

Mas o que mais me impressionou foi uma revolução silenciosa que está acontecendo de bicicleta.
Explico. Existe uma batalha entre pedestres e donos de carros acontecendo ali. E os carros estão perdendo.

Um dos recentes movimentos da disputa é um serviço chamado Bixi (www.bixi.com), que consiste em estações de bicicleta espalhadas pela cidade.

Funciona assim: você vai até uma estação e pega uma bike (dá para pagar na hora com cartão de crédito). A partir daí, pedala até onde quiser e deixa a bicicleta de volta na estação mais próxima do destino.

O sistema é totalmente diferente do aluguel de bicicletas para passear. Ele é um sistema de transporte público. Tanto que a tarifa anual custa R$ 140.

A partir daí, o uso por até meia hora é grátis. Se a bike ficar mais de meia hora sem retornar a uma estação, R$ 3 são cobrados por hora.

Onde entra a internet nisso? A tecnologia é que faz tudo funcionar. O Sol alimenta o leitor do cartão de crédito e a conexão com a rede.

Não há nenhum fio, então as estações podem ser deslocadas rapidamente.

Por meio de um aplicativo de celular, é possível saber quais as estações mais próximas e quantas bicicletas estão disponíveis.

Com isso, tudo se auto- organiza. Uma horda de bicicletas circula todos os dias guiadas pela "mão invisível" dos usuários, que vão distribuindo e redistribuindo as magrelas de maneira mais eficiente do que se houvesse alguém controlando tudo.

Ao ver isso, fiquei sonhando com o dia em que a batalha entre pedestres e donos de carro vai começar no Brasil. Eu já escolhi o meu lado.

13 de julho de 2010

Ciclovias aumentam a segurança



Ciclovias mais seguras, reduzem os acidentes com ciclistas e estimulam o uso da bicicleta como alternativa de transporte. As ciclofaixas aumentam o risco de acidentes graves.

22 de junho de 2010

Ciclovia pra que?


Estão certas as nossas autoridades ao não priorizar a implantação de novas ciclovias e em insistir na implantação de ciclofaixas.

Pelos estudos em mãos do IPPUJ, os nossos ciclistas preferem utilizar a rua, desprezando a segurança da ciclovia.

19 de junho de 2010

Educação para o Transito


Numa cidade sem uma rede estruturada de ciclovias, os ciclistas são obrigados a correr riscos desnecessários. Se as ciclovias fossem priorizadas e o esforço das ações de governo fosse focado na educação para o transito e não na punição do transito a nossa cidade poderia ser diferente.

Em quanto continuemos punindo sem educar, continuaremos sendo uma sociedade ignara, governada pelos máximos expoentes desta ignorância

8 de junho de 2010

Uma alternativa inteligente de mobilidade urbana


A Volkswagen apresentou o seu primeiro veículo de duas rodas e o conceito "Think Blue" na Auto China 2010. Por incrível que possa parecer, a bicicleta da Volkswagen chamou mais atenção das pessoas do que os seus próprios carros, além disso gerou no mundo inteiro curiosidade para ver no You tube como ela funciona (http://www.youtube.com/watch?v=sXhhWXw9V7A&feature=related ). A empresa tem se referido a ela como a obra de arte da mobilidade. A VW Bik.e não tem pedais, é dobrável, freio a disco nas duas rodas e funciona a bateria que pode ser recarregada no próprio carro, em corrente contínua ou numa tomada AC Comum. foi concebida para se encaixar perfeitamente no compartimento do pneu estepe da carro. O Conceito de mobilidade deste equipamento é para que a bicicleta seja um complemento do carro. Assim, o motorista poderia deixar o carro num estacionamento fora dos grandes centros congestionados e trafegar em zonas com tráfego elevado com sua bicicleta elétrica.

Leia mais em: http://mobilidadesustentavel.blog.uol.com.br/

Agora só faltam as ciclovias, porque sem ciclovias seguras e integradas, não terá ciclistas.

7 de maio de 2010

Do jornal A Noticia

O jornal A Noticia publica hoje a carta de Pedro Ferreira

Ciclovias

No mínimo ultrajante o comentário de Luiz Alberto de Souza, presidente do Ippuj, na edição de “AN” de 5/5 sobre as ciclovias. A afirmação de que “na cidade ideal, há passeios adequados, ciclovias e ruas com pavimentação; mas nós vivemos na cidade real”, demonstra desânimo, falta de interesse e de esforços em implantar uma estrutura urbana segura, adequada e abrangente ao tamanho da cidade. Nós não vivemos numa “cidade real”, mas surreal. Se ainda há dúvidas, queremos uma “cidade ideal”.

Pedro Ferreira
Joinville


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1 de maio de 2010

As melhores cidades para os ciclistas


A revista Galileu publica uma relação das 10 +, as cidades em que os ciclistas são prioridade.
A pesar que a lista pode ser questionada, por ter deixado de fora algumas cidades que são bem conhecidas por oferecem melhores condições aos ciclistas que algumas das escolhidas, vale a pena consultar as 10 +

E Joinville como fica? O modelo escolhido aqui, pode ser comparado com o de algumas das cidades da lista. Inclusive o IPPUJ esta desenvolvendo um projeto que contará com recursos do PAC 2 (Programa de Apoio aos Ciclistas) que utilizará a tecnologia de Trondheim na Noruega, para a rua Gottard Kaesemodel e a Benjamin Constant. Nada perdemos por esperar
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27 de abril de 2010

Ciclovia en Bogotá


Ao contrario que em Joinville, em que o modelo de ciclo-faixas coloca os ciclistas no mesmo nível que os carros o que aumenta o risco para os ciclistas, o modelo bogotano coloca pedestres e ciclistas no mesmo nível, cria uma barreira com vegetação entre os veículos e os pedestres e cria proteções adicionais para aumentar a segurança e permite um resultado melhor.

A proposta é muito parecida a proposta para o conceito de rua Parque, que os moradores da regional centro incluíram no OP (Orçamento Participativo). A proposta clara é a de priorizar absolutamente os mais vulneráveis, tanto os pedestres como os ciclistas, aqui as propostas estão direcionadas a priorizar os veículos, inclusive nas calçadas.

O modelo de ciclo-faixas em Joinville, não prioriza o ciclista, não esta integrado e não considera no seu traçado a declividade das ruas, no caso das ruas Benjamin Constant ou Gothard Kaesemodel, o projeto só pode ter sido concebido desde de uma mesa de escritório.

Como os nossos planejadores insistem em dedicar só meio expediente ao trabalho de planejar, seria recomendável que o outro meio seja dedicado a percorrer de bicicleta as ciclo-faixas da cidade.
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