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27 de junho de 2014

Não falta dinheiro, falta "geston"

Este é o ofício assinado pelo Secretario de Comunicação Marco Braga em que admite Publicidade de 15,5 milhões da Prefeitura Municipal de Joinville para os próximos 2,5 anos. O que representa uma média de 6,2 milhões de reais por semestre até o fim do mandato do Prefeito Udo Dohler. 



19 de março de 2013

8 de junho de 2012

Em ano eleitoral é bom...

... prestar muita atenção a letra pequena. Ou cuidar bem do que se esconde por trás dos candidatos.


é bem provável que não seja cerveja de graça o que você vai encontrar se entra neste bar.

24 de novembro de 2011

La Noria ficou sem anunciantes


La Noria ficou sem anunciantes

“La Noria” é um destes programas de televisão que cresce mostrando e explorando a miséria alheia, nunca tem faltado nem quem queira mostrá-la, nem muito menos quem queira bisbilhotar a vida alheia. Barraqueiros e barraqueiras de um lado e fofoqueiros e fofoqueiras do outro tem tudo para criar um caldo de cultivo em que prospere a baixaria.

Este tipo de programas não são uma exclusividade espanhola, pais em que se transmite o programa em questão, até que por aqui também temos este tipo de programação de baixo nível e que a pesar de estar dirigido inicialmente ao publico de menor formação é surpreendente e até assustador o numero de pessoas de nível intelectual, supostamente maior que não perdem uma edição destes programas sanguinolentos e escatológicos.

O que tem de interessante o exemplo do “La Noria”? O exemplo que os anunciantes deram ao entender que o programa tinha avançado o sinal é motivado por uma campanha nas redes sociais um após o outro retiraram sua publicidade do programa, que nestes dias perdeu o seu ultimo anunciante. Em menos de duas semanas os anunciantes rescindiram seus contratos. Que grandes marcas como Nestle, Wilkinson, Vodafone, L’Oreal, Bayer, Lactalis, Panrico Donuts, Campofrío e Banc Sabadell entre outras decidiram deixar de anunciar no programa, para não ver sua imagem vinculada a este tipo de baixaria.

O exemplo poderia ser transladado a outras latitudes e servir de referencia. Anunciante que vincula sua imagem e a do seus produtos a determinados programas seja de radio ou de televisão esta fazendo uma opção. A impressão que começa a ficar é que a sociedade esta cada vez mais amadurecida e sabe valorizar as atitudes de empresas que tem um maior compromisso com a sociedade em que estão inseridas. Fazer da mídia um espaço melhor depende também de cada um de nós.  As redes sociais conferem ao cidadão uma força e uma capacidade de organização, inimagináveis poucos anos atrás e a maioria das empresas descobriram que esta força pode ser devastadora para aqueles que não sejam capazes de entender o sentimento do cidadão.

Ao veicular publicidade em determinados médios ou deixar de fazê-lo em outros, os anunciantes estão apoiando ou não, uma forma de tratar o publico e a informação, ajudando a construir uma sociedade melhor e mais independente e posicionando também os seus produtos e serviços num mercado mais competitivo e exigente em que eles próprios competem.


Publicado no jornal A Noticia de Joinville SC

27 de junho de 2011

Publicidade 100% Hetero

Em tempo de união homoafetiva, marcha da diversidade e kits anti-homofobicos, os publicitarios descobrem um novo filão, a publicidade dirigida ao publico hetero.












19 de maio de 2011

Divulgar mais ou fazer mais (*)

Divulgar mais ou fazer mais


Vez por outra aparece o tema em programas de radio, em entrevistas, em conversas com membros da administração municipal. Como estão convencidos que fazem muito, o problema passa a ser a comunicação. É bom lembrar que a área de comunicação é uma das mais sensíveis em qualquer governo, nesta sociedade mediática em que vivemos.


Nas listas que circulavam antes da reforma administrativa que não houve, a secretaria de comunicação era pedra cantada, era uma das que sofreria mudanças. Não houve. Nem mudanças na SECOM, nem reforma administrativa, houve sim uma troca de posições, ou uma dança das cadeiras, no melhor estilo um “passito” para frente, dois “passitos” para trás. O resultado o tempo dirá.


Para o administrador publico que acha que faz muito, não pode ter outra resposta que a falta de uma comunicação forte e adequada, e a saída é reforçar o caixa para divulgar mais. Mais recursos para garantir mais divulgação, maior comunicação, com esta sociedade que não consegue enxergar o esforço em obras que este governo esta realizando. São quilômetros por um lado, milhões pelo outro e nada do joinvilense perceber.


É fácil imaginar a difícil situação do pessoal de SECOM e de todos e cada um dos assessores de imprensas incrustados em cada secretaria, fundação ou empresa publica, esforçando se em divulgar o nada. Desenvolvendo ao máximo a sua criatividade para informar da roçada do mato na rua X, ou a vigésima segunda vez que o mesmo buraco foi tampado na rua Y, a reconstrução pela enésima vez da ponte que a ultima enxurrada levou ou a repintura das faixas de pedestres na frente da escola Z por quinta vez neste governo. Convenhamos que é uma tarefa árdua e inglória.


A percepção do contribuinte é que se faz pouco e mal, a percepção do administrador é que nunca se fez tanto e tão bem feito. Com uma distancia tão grande entre ambas percepções vai faltar orçamento para divulgar. Porque se Goebels defendia que uma mentira, a base de ser repetida, acaba levando as pessoas a acreditar nela, também é certo que os que repetem a saciedade que este governo não faz, tem fôlego de gato e formam um coro que não tem parado de crescer.


O dilema é saber se há muitas obras e pouca divulgação ou se há muita divulgação para pouca obra? A resposta esta na mão de cada joinvilense, que sente e vê no seu dia a dia a presença ou não do governo municipal.

1 de maio de 2011

Divulgar mais ou fazer mais? (*)

Divulgar mais ou fazer mais


Vez por outra aparece o tema em programas de radio, em entrevistas, em conversas com membros da administração municipal. Como estão convencidos que fazem muito, o problema passa a ser a comunicação. É bom lembrar que a área de comunicação é uma das mais sensíveis em qualquer governo, nesta sociedade mediática em que vivemos.


Nas listas que circulavam antes da reforma administrativa que não houve, a secretaria de comunicação era pedra cantada, era uma das que sofreria mudanças. Não houve. Nem mudanças na SECOM, nem reforma administrativa, houve sim uma troca de posições, ou uma dança das cadeiras, no melhor estilo um “pasito” para frente, dois “pasitos” para trás. O resultado o tempo dirá.


Para o administrador publico que acha que faz muito, não pode ter outra resposta que a falta de uma comunicação forte e adequada, e a saída é reforçar o caixa para divulgar mais. Mais recursos para garantir mais divulgação, maior comunicação, com esta sociedade que não consegue enxergar o esforço em obras que este governo esta realizando. São quilômetros por um lado, milhões pelo outro e nada do joinvilense perceber.


É fácil imaginar a difícil situação do pessoal de SECOM e de todos e cada um dos assessores de imprensas incrustados em cada secretaria, fundação ou empresa publica, esforçando se em divulgar o nada. Desenvolvendo ao máximo a sua criatividade para informar da roçada do mato na rua X, ou a vigésima segunda vez que o mesmo buraco foi tampado na rua Y, a reconstrução pela enésima vez da ponte que a ultima enxurrada levou ou a repintura das faixas de pedestres na frente da escola Z por quinta vez neste governo. Convenhamos que é uma tarefa árdua e inglória.


A percepção do contribuinte é que se faz pouco e mal, a percepção do administrador é que nunca se fez tanto e tão bem feito. Com uma distancia tão grande entre ambas percepções vai faltar orçamento para divulgar. Porque se Goebels defendia que uma mentira, a base de ser repetida, acaba levando as pessoas a acreditar nela, também é certo que os que repetem a saciedade que este governo não faz, tem fôlego de gato e formam um coro que não tem parado de crescer.


O dilema é saber se há muitas obras e pouca divulgação ou se há muita divulgação para pouca obra? A resposta esta na mão de cada joinvilense, que sente e vê no seu dia a dia a presença ou não do governo municipal.

1 de março de 2011

Novos carros no mercado




Primeiro foi a chegada ao mercado dos veículos Chana, a marca chinesa aterrissou no Brasil para conquistar o gostos dos consumidores locais.






Agora Mazda lança o LAPUTA a propaganda diz que o modelo "Melhorou a sua segurança e aumentou o seu interior."

30 de novembro de 2010

Defensas e poluição visual



Defensas que não defendem. Defensas que deixam Joinville poluída visualmente. Defensas que só servem para a exploração comercial.

Quem ganha com isto? Quanto é a remuneração do município em troca de esta exploração comercial do espaço publico?

2 de março de 2010

Defensores da moral



Cuidado as imagens que você vai ver são de conteúdo forte e podem ferir a sensibilidade.

A Secretaria Especial de Politicas para as Mulheres, vinculada a Presidência da Republica, entendeu que a peça publicitaria é ofensiva as mulheres e por meio de liminar a retirou do ar.

No entendimento da Secretaria Especial de Politicas para as Mulheres, a campanha da Schincariol proprietaria da marca Devassa, a retirada da publicidade tem como objetivo evitar que a mulher seja tratada como um produto e promover o respeito pela imagem da mulher

Para que você possa opinar livremente sobre a necessidade ou não da retirada e principalmente, para que possa comparar as imagens com outras que a diário aparecem nas televisões tanto abertas como fechadas.
Estamos disponibilizando o comercial. Veja e opine.

8 de fevereiro de 2010

Publicidade & Politica


O fato que inserções publicitarias da prefeitura comecem mesmo que ainda timidamente e aparecer em programas jornalisticos da TV fechada, pode ser interpretado como que a audiência do programa melhorou ao ponto de merecer receber a dita publicidade, ou pode também querer significar que o nível das acusações e a agressividade vai diminuir?

Em todos casos o que é cada dia mais claro é que é praticamente impossível diferenciar hoje a forma de fazer politica do PT e dos partidos tradicionalmente mais promiscuos. A única diferença ainda visível é o prazer infantil pelo assembleismo e a diferença abissal entre a teoria e a pratica. O triste é ver gente com bom currículo, no papel, apanhar tanto por falta de experiência e de humildade, mais por falta desta ultima.

5 de novembro de 2008

Uma frase aprendida em Blida (Argelia)

Abrir um negocio, desenvolver um produto e não divulga-lo, não fazer publicidade é a mesma coisa que dar uma piscada a uma linda mulher, numa sala com a luz apagada.
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