Definitivamente a política
não é feita para você e ou para mim, dizia Monteiro Lobato: “A política virou
um privilégio restrito, com feroz exclusivismo à casta dos mais audaciosos
amorais” e o tempo cuidou de lhe dar toda a razão.
4 de abril de 2013
Aumentará de preço do restaurante popular?
O poder público tem a sua peculiar forma de
ver as coisas, a impressão para quem esta de fora é que a perspectiva esta
sempre errada e que não é o cidadão o principal objetivo e o foco da maquina
publica.
A nova gestão municipal entendeu que a função
social do restaurante popular estava sendo distorcida e que muitos dos
beneficiados com a comida boa e barata que o restaurante oferece não formavam
parte do seu publico alvo. Uma alternativa seria definir claramente quem teria
direito e quem não ao almoço pelo preço de RS 1,00. Uma versão local do bolsa
família, seria o bolsa restaurante popular e os beneficiados seriam
convenientemente cadastrados, eventualmente receberiam um cartão que os
identificasse como beneficiários do programa e até um jogo de talheres
personalizado.
Como todo isso daria muito trabalho a solução
mais fácil foi a de propor o aumento do preço para todos. O resultado será que
para o grupo alvo o preço sofrera, quando confirmado, um aumento de 100% e para
aqueles que por aceder ao local de carro e por tanto considerados fora do grupo
alvo o preço continuará sendo uma autentica barganha.
Assim o poder público se insistir em aumentar
o preço do almoço, sem tomar outras medidas adicionais, conseguiria de uma
tacada só criar dois problemas e não resolver nenhum deles.
3 de abril de 2013
Um "outro" Parque para Joinville?
O jornal A Noticia informa que os técnicos do
IPPUJ e da Fundema vão sobrevoar a área em torno do Parque Rolf Colin para
identificar áreas que possam servir para implantar lá um parque.
O Parque Rolf Colin pelas suas características,
localização e topografia não é o local adequado para um parque publico, sua
vocação e a do seu entorno é de ser uma área de preservação e um santuário para
a flora e fauna da serra do mar.
A ideia de fazer um sobrevoo para identificar áreas
indica que a cartografia municipal deve estar desatualizada. O aconselhável seria
que a partir da base cartográfica fossem identificadas as áreas e fossem feitos
os estudos adequados. A notícia, vindo de quem até agora não tem conseguido dar
uma resposta adequada aos parques previstos no projeto Fonplata parece mais
pirotecnia que algo concreto que deva ser levado a serio.
Em tempo, o prefeito sabe desde que participou
do debate promovido pelo jornal A Noticia na Sociesc, durante a campanha
eleitoral que o Parque Rolf Colin não é o local adequado, mas ou esta mal
assessorado ou tem dificuldade em ouvir outras opiniões que não as dele.
2 de abril de 2013
Como será o amanha de Joinville ? (*)
A Joinville do amanha
Deixando de lado a abordagem sobre se teremos
10 ou 12 pavimentos nesta ou naquela rua, se será duplicada uma ou outra
avenida ou se teremos finalmente um ou dois viadutos que coloquem Joinville no
caminho da modernidade, se considerar a visão dos que acreditam que estes são
os aspectos a partir dos quais se define ou se estabelece o modelo e a imagem
de uma cidade. Persistindo esta forma de olhar, o que prevalece é uma visão
parcial que reduz a cidade a um espaço físico e que estabelece como prioridade
o investimento em infraestrutura. Acrescente-se nesse olhar ultrapassado a
ideia que isso seja modernidade e desenvolvimento. A cidade fica assim reduzida
a sua estrutura física, as suas ruas e construções e se desconsideram os seus
elementos vitais, os que lhe conferem as suas características únicas e
diferenciais.
Estes conceitos eram
validos no final do século 19 e durante quase todo o século 20, mas não são
suficientes para definir e projetar as cidades do futuro. Ao centrar o debate
sobre a cidade em critérios obsoletos corremos um risco de chegar tarde aonde
seja que estejamos indo.
A discussão sobre o
modelo de cidade, passa entre outros muitos pelo seu conceito de prosperidade,
pelo modelo de cidadania e também pela sua decisão de ser uma cidade inserida
ou não num contexto inovador e sustentável.
Tenho dificuldade em identificar qualquer um destes pontos na Joinville
do amanha.
As cidades, ou melhor,
as regiões que serão referencia no futuro próximo são aquelas que tenham
estratégias regionais de inovação. Neste
sentido é importante que identifiquemos quais as regiões mais inovadoras do
mundo e possamos identificar quais as características que as diferenciam das
demais. Em que pontos se alicerça este modelo de desenvolvimento? Qual é a base
da sua competitividade e como construir as condições para promover este desenvolvimento
sistêmico? Joinville ao longo da sua curta historia, já foi uma cidade
inovadora e ainda hoje usufruímos todos da riqueza econômica, cultural e social
que se criou naquela época.
É um erro insistir em
imaginar uma Joinville maior, com um milhão de habitantes, por exemplo, quando
seria aconselhável concentrar todos os esforços em projetar uma Joinville
melhor, com maior renda per capita, com melhores condições de mobilidade e
acessibilidade, com mais qualidade de vida, que atraísse empresas inovadoras e
que fosse competitiva pela sua eficiência como cidade. Fazer a escolha errada
terá um custo elevado, menos para nos e mais para as gerações futuras.
1 de abril de 2013
E- mail ao presidente da Fundema
O Eng Agro Gert Roland Fischer encaminhou este e-mail que transcrevemos a seguir, motivado pelo post deste blog que fazia referencia a necessidade de poda regular e tecnicamente correta das arvores das nossas ruas e praças.
Caro Eng. Aldo Borges - Presidente da FUNDEMA.
Ainda que tardiamente, meus votos de feliz páscoa.
A regulamentação das podas de árvores nas ruas e praças pÚblicas de Joinville é inadiável.
Não precisa dinheiro para escrever essa regulamentação.
Com o novo horário para os profissionais universitários que lotam as mais diversas dependências do executivo, que vinham de forma irritante
e desleal produzindo tão somente 4 horas por dia, deverão agora, trabalhar para os contribuintes por 8 horas diárias, como são obrigados a
trabalhar de acordo com as leis trabalhistas os demais brasileiros e brasileiras, até as - os empregados domestico's.
Com oito horas diárias, sobrará tempo para esses engenheiros, biólogos, sociólogos, agrimensores, geologos, etc. escreverem projetos, analisar,
criar, planejar, implantar, até acompanhar obras e muito mais, tudo o que havia sido esquecido e deixado de fazer nos ultimos anos com a chegada do Luiz.
Com esse horário cheio de 8 horas que o Prefeito Udo pensa em implantar(duvido), certamente ficará com as mãos cheias de projetos para serem levados
para Brasilia e alavancar recursos que nunca tivemos.
Eh importante tambem que se avise o PREFEITO UDO, que não conhece ainda as entranhas do serviço publico, que as oito horas trabalhadas para o
contribuinte terão diversos benefícios:
PRIMEIRO BENEFICIO - o contribuinte economizará dinheiro e não mais precisará contratar consultorias "carimbadas" essas que para aumentar os
"lucros divididos" e garantir a aprovação dos projetos, convidam os próprios funcionários analistas para elabora-los. Esse "esquema" criou as 4 horas
diárias em um so turno de prestação de serviços dos servidores públicos para com os contribuintes. Foi uma sacanagem perfeita muito bem bolada
e os contribuintes nunca se aperceberam disso. Fui funcionário publico por 7 anos e aprendi "tintin por tintin" as motretas contra os contribuintes.
SEGUNDO BENEFICIO com a redução da concorrência dos servidores públicos - que sempre elaboraram projetos para os contribuintes com problemas
no executivo e " garantia facilidades na aprovação", as consultorias certamente retornarão aos velhos tempos com opções éticas, opções de concorrência
honesta e a qualidade dos serviços tecnicos que foram sendo perdidas. A concorrência desleal obrigava o rebaixamento do nivel técnico dos trabalhos
intelectuais, única forma de tambem se manter no mercado corrupto. Caso as 8 horas aconteça, voltarão os tempos éticos e prósperos, elevando o moral
para os profissionais autônomos, micro empreendedores, uma turma que deixou de estudar, de se profissionalizar, de investir no negocio, etc. tudo para
beneficiar o cliente.
TERCEIRO BENEFICIO - Os contribuintes que compram nessas consultorias éticas projetos e serviços, tem o beneficio da qualidade das obras e serviços
tem o responsável técnico o tempo todo do seu lado, tem o profissional acompanhando as obras, tem o profissional fiscalizando a qualidade dos materiais
aplicados nas obras, e muito mais.O resultado positivo assim aparece.
Caro Eng. Borges, antes da sua posse, haviam empresas de poda em Joinville contratadas pela FUNDEMA, realizando o trabalho de extirpação da árvores sadias
para diversas contribuintes sem obedecer regulamentos, mesmo por que os contratos celebrados certamente não entravam nessas responsabilidades e deveres.
Centenas de cortes foram realizados em nome da "FUNDEMA". Flagrei um desses crimes e apresentei o flagrante real do corte de uma sibipiruna de 5 metros
cortada sem qualquer justificativa plausivel e técnica e apresentei as imagens em programa de TV com 4 reprises.No momento em que tomava as cenas telefonei
para o Eng. Agr. Eni Voltolini relatando ao vivo o que acontecia. Não tive retornos do meu trabalho de voluntário e de cidadão membro do Conseg Floresta.
A FUNDEMA TAMBEM NÃO PEDIU DESCULPAS AOS CONTRIBUINTES pelo grosseiro ato de destruição da arborização publica que foi plantada
com dinheiro do contribuinte.
Voltando ao cidadão Jordi Castan, que tem uma visão diferente da qualidade de vida do cidadão que gosta de carnaval, samba, Planeta Antártica, Futebol, paga caro
para frestear a Universidade do SEXO EXPLICICO do BBB, esses mesmos que tambem frequentam os restaurantes populares de R$ 2,00 pilotando o carro do ano. O
cidadão tem Jordi, vem mostrado generosamente as tecnologias mundiais, entre elas a da poda, da manutenção das árvores, controles fitossanitarios, etc. e no entanto,
todo esse sacrifício de doar-se para a coletividade como cidadão, não encontra dos eleitos pelo povo, o correto aproveitamento e encaminhamento. Muito pelo contrario -
pessoas que oferecem tecnologias modernas para melhoria da qualidade de vida para nossa cidade, são simplesmente ignoradas, rejeitadas e pior, muitos desses
são severamente criticados.
Sabe-se que esse processo sordido de desacreditar a cidadania, vem de longa data e é o que se tem feito neste pedaço do planeta, transformando-o campeão do roubo,
campeão dos crimes hediondos, campeão do narcotráfico, o campeão da corrupção,o campeão da tolerância e ligações espúrias com criminosos e bandidos,
e tudo com a forte colaboração do judiciário, salvo raríssimas excessões. A impunidade é o grande MOTE de que as coisas devem continuar e até piorem para
beneficiar os oportunistas.
Mas sabemos que o Governo Udo, tem dado sinais de fraquezas. Poderá - pelos sintomas que infelizmente notamos, enveredar para a mesmice. Forças ocultas
não permitirão realizar o que prometeu em campanha. Muitos dos sorrateiros maquinadores o cercam, fazem de tudo para que dobre os joelhos.
As boas ideias vindas graciosamente do contribuinte são assim, jogadas no lixo.
Jordi Castan é um viageiro que tem prestado serviços internacionais para órgãos supranacionais em diversas nações ricas e pobres, e tem todo o direito
e outorga de fazer recomendações tecnicas, mesmo por que profissionalmente atua no ramo com muita competência.
Fica o meu registro. Mais um.
Uma mensagem como essa, não sensibiliza e não desencadeia a cidadania positiva.
Muito pelo contrario é uma ameaça ao establishment instituido.
Boas festas de Páscoa.
Acho que o Coelinho da Pascoa não existe.
Noticia de ultima hora
O decreto 1/04/2013 passará a valer a partir da sua publicação no jornal do Município e já recebeu o apoio do Sinsej que acha justo que a lei seja igual para todos.
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