3 de março de 2011

Joinville verde


Joinville verde


Contrariamente as criticas pertinazes que insinuam que Joinville é uma cidade cada vez mais cinzenta, a verdade é que a imagem mostra a Avenida beira rio cada vez mais verde. A imagem bucólica, lembra o verde vicejante da nossa zona rural.


O mato tomando conta, e a natureza recuperando o espaço que lhe foi arrebatado. O que falta por esclarecer é sim a volta do verde é resultado de um novo projeto de requalificação do espaço central da cidade ou se é como as más línguas informam o verde é resultado do abandono e da desídia.


A você de decidir.

Indole

Índole


Algumas pessoas e organizações quando submetidas a um mínimo de pressão não conseguem se conter e acabam mostrando a sua índole, o seu temperamento, a sua propensão natural.


Ajudam pouco, aos poucos bombeiros cordatos de plantão, que ainda quedam e se mantém heroicamente na primeira linha de batalha, as agressões gratuitas aos aliados de ontem. A habilidade de alguns desequilibrados em atirar para dentro do forte, faz que os últimos meses do governo municipal, serão muito parecidos aos filmes de bang – bang em que os pioneiros, formavam um circulo com as carretas e hordas de peles vermelhas os rodeavam e atacavam com setas, balas e o que tivessem a mão.


O espírito de sacrifício dos pioneiros era digno de encômio, mas nunca, sob nenhum conceito era recomendável atirar para dentro do circulo. Como na fabula do escorpião que ao atravessar o rio, mata o elefante que o transportava, porque esta é a sua índole. Tem mais escorpião dentro do circulo das carretas que peles vermelhas atacando do lado de fora.


Atacar os aliados de ontem, mostra imaturidade e falta de sabedoria política, sobre mais trabalho para os poucos que ainda mantêm um mínimo de cordura no meio do turbilhão. Porque a historia ensina que aliados de hoje podem ser inimigos amanha, da mesma forma que inimigos de hoje podem ser os aliados de amanha.

2 de março de 2011

Para pensar acordado

Frente aos discursos vazios e inconsistentes, nada mais atual que a frase de Carl Gustav Jung:

'Você é o que você faz, não o que você diz que vai fazer.'

Obras de Macrodragagem

Como Joinville pretende construir galerias subterrâneas para facilitar a macrodragagem das áreas alagáveis, é interessante que se conheçam modelos de obras semelhantes e que a cidade possa fazer um benchmarking com algumas das cidades referencia no tema.

Tóquio, no Japão, situada as margens da baía do mesmo nome é um bom exemplo. Os nossos técnicos poderiam inclusive visitar “in loco” as galerias japonesas e adaptá-las aos padrões locais.


O subsolo de Tóquio alberga uma fantástica estrutura cujo aspecto se assemelha ao cenário de um jogo de computador ou a um templo de uma civilização remota. Cinco poços de 32 m de diâmetro por 65 m de profundidade interligados por 64 Km de túneis formam um colossal sistema de drenagem de águas pluviais destinado a impedir a inundação da cidade durante a época das chuvas.



A dimensão deste complexo subterrâneo desafia toda a imaginação. É uma obra de engenharia sofisticadíssima realizada em betão, situada 50 m abaixo do solo, fato extraordinário num país constantemente sujeito a abalos sísmicos e onde quase todas as infraestruturas são aéreas.

A sua função é não apenas acumular as águas pluviais como também evacuá-las em direcção a um rio, caso seja necessário.

Para isso dispõe de 14.000 Hp de turbinas capazes de bombear cerca de 200 t de água por segundo para o exterior.

1 de março de 2011

Perversidade (*)

Perversidade


É perverso, que de novo tenhamos que pagar todos, inclusive se cogita a criação de uma taxa especifica para isto,para executar as grandes obras de macro drenagem necessárias para corrigir a falta de planejamento e a ocupação privada de rios e córregos.



O lucro da ocupação dos fundos de vale foi privado, os prejuízos da ocupação são públicos. Não que seja nenhuma novidade, mas que é perverso é. Mais ainda quando o poder público continua estimulando o avanço da cidade sobre estas áreas e continua autorizando construções sobre galerias e cobrindo rios.


O mesmo poder público, que mostra celeridade inusual para modificar o zoneamento para adensar mais e verticalizar mais alto, é lento e preguiçoso para mudar as leis que permitem que os erros do passado se perpetuem e não toma nenhuma atitude, em parte porque não tem noção do que fazer. Este jeito balofo de agir, custa caro e exige recursos que não existem. Empurrar os problemas com a barriga tem sido uma constante. Importante e meritório que Joinville passe a dispor de um diagnostico preciso sobre a situação e as carências em macrodrenagem.


Concentrar a solução na construção de grandes obras publicas, que dependem de recursos externos ao município é a mesma coisa que dizer ao doente, que sabemos o que tem, conhecemos bem a doença, só tem um remédio e que lamentavelmente ele não poderá pagar por ele. A menos que a tia Dilma ajude com os recursos do PAC 27, o que alias é pouco provável.

Novos carros no mercado




Primeiro foi a chegada ao mercado dos veículos Chana, a marca chinesa aterrissou no Brasil para conquistar o gostos dos consumidores locais.






Agora Mazda lança o LAPUTA a propaganda diz que o modelo "Melhorou a sua segurança e aumentou o seu interior."

Para pensar acordado

Sobre as mudanças na prefeitura:

Muito pouco, tarde demais.
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